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Confissões de um primeiro-ministro: “Senti-me próximo do abismo”

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Passos Coelho admite que nos últimos quatro anos se sentiu muitas vezes à beira do abismo - “que é como quem diz, de não conseguir alcançar os resultados que eram indispensáveis a Portugal”. Em declarações durante o Congresso Nacional de Economistas, o primeiro-ministro elaborou sobre a relação trimestral com a troika e diz que o Governo nunca cedeu à tentação de renegociar o programa de ajustamento - “o preço de renegociar tudo é incomparavelmente superior ao de cumprir”