26/05/2012 atualizado às 19:00
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Onde estavam todos?

Há 25 anos começámos a fazer crescer aquela que é, proporcionalmente, a maior rede de auto-estradas da Europa. E começámos a destruir a ferrovia e o transporte colectivo. As portagens nas SCUT sem alternativas são o preço de um erro que a maioria apoiou.

Daniel Oliveira (www.expresso.pt)
9:00 Segunda feira, 28 de junho de 2010

É justo as SCUT serem pagas pelos seus utilizadores? No caso em que não haja nenhuma alternativa viável, não é justo. Porque estamos a punir quem vive nas regiões mais isoladas do País. Mas, para passageiros, essa alternativa não tem de ser exactamente igual. Nem sequer tem de ser rodoviária. Tem de garantir que o direito à mobilidade não pode estar em causa.

Em todos os restantes casos é injusto e irracional manter auto-estradas (ou vias que a ela se assemelham) gratuitas. Repare-se no absurdo: ninguém anda de borla em transportes colectivos. E não paga apenas o combustível e a viatura. Paga também as infra-estruturas. E todos sabemos que são as pessoas menos favorecidas que mais usam os transportes colectivos. É justo que elas contribuam através dos seus impostos para as deslocações dos que andam em transportes individuais? Claro que não.

Não é justo nem é racional. Para o País, quando comparado com o transporte individual, o transporte colectivo só tem benefícios: reduz a nossa dependência energética, é menos poluidor, cria menos problemas de tráfego, tem menos efeitos negativos no ordenamento do território, é melhor para a qualidade de vida nas cidades, é mais barato para o Estado... Ou seja, é absurdo que alguém pague para usar as linhas férreas e não pague para usar uma auto-estrada.

Mas aqui chegamos a outro ponto. Dirá o caro leitor, já irritado, que tudo isto é muito bonito, mas nos casos de que estamos a falar não há alternativas de transporte colectivo. E tem toda a razão. Só é pena que nós, enquanto comunidade, só agora pensemos nisso.

Na verdade, desde o governo de Cavaco Silva (continuando com António Guterres, Durão Barroso e José Sócrates) que não paramos de construir auto-estradas. Chegámos finalmente ao ponto em que temos, proporcionalmente à dimensão do território, a maior rede de auto-estradas da Europa. Nesse mesmo período foi desmantelada grande parte da rede ferroviária. Será, provavelmente, das mais pequenas da Europa. Em simultâneo, privatizou-se a Rodoviária Nacional sem qualquer contrapartida de serviço público. E deixou-se a rede rodoviária secundária ao abandono. Ou seja, não sobraram alternativas para podermos prescindir de muitas das auto-estradas e do uso permanente do transporte individual. A prometida privatização da CP apenas agravará este problema, deixando as zonas menos rendíveis ainda mais abandonadas e ainda mais dependentes dos carros.

Dirá o cidadão que tenho razão e que essa é a responsabilidade de quem agora quer cobrar o que prometeu vir a ser gratuito. Discordo. A responsabilidade também é nossa.

Onde estavam muitos dos cidadãos que agora se revoltam quando se acabou com o passe social único em Lisboa? Onde estavam quando se fecharam, uma a uma, estações de comboio e linhas ferroviárias no interior? Onde estavam quando se privatizou a Rodoviária Nacional?

Eu digo onde estava a maioria: fascinada com esse sinal exterior de abundância que era o carro para todos e para tudo. Fascinada e exigindo mais e mais auto-estradas, prescindido sem um "ai!" das linhas de comboio. Indiferente aos problemas de parte da população - os velhos, os pobres e as crianças dos pobres - que não tinha acesso a esse maravilhoso mundo novo e que via o seu direito à mobilidade reduzido ao mínimo ou a nada.

Onde estavam os autarcas do Interior, que agora se revoltam, quando tudo isto aconteceu? A vender às populações a ideia de que bastava uma tira de asfalto para garantir o desenvolvimento local e que a linha de comboio que encerrava podia ir embora porque não era viável.

Onde estavam os eleitores quando a destruição do transporte colectivo e muito em especial da ferrovia aconteceu? Convencidos que os que levavam a cabo este crime lhes traziam o desenvolvimento. E a premiá-los por isso.

Não é só passado: onde está o grito de revolta contra o encerramento criminoso da linha do Tua e de tantas estações e apeadeiros por esse país fora? À espera que uma nova auto-estrada chegue com políticos satisfeitos e autarcas orgulhosos para a inaugurar.

Resumindo: a promoção do transporte individual e a destruição do transporte colectivo foi errada, irracional e prova-se agora que era economicamente insustentável. Mas não seria justo dizer que não foi uma opção com um largo apoio popular. Tudo o que se faça agora serve para remediar. Os que lutam contra as portagens nas SCUT terão a minha solidariedade. Mas, para serem coerentes, têm de exigir uma linha de comboio, um paragem de autocarro, uma carreira de um transporte rodoviário como alternativa. Até lá, o que pedem é a continuação de um erro.

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Ó tempo volta pra trás
águiadois (seguir utilizador), 3 pontos (Bem Escrito), 10:05 | Segunda feira, 28 de junho de 2010
Na velha canção de António Mourão já se avisa que o tempo não volta p´ra trás. Pena é que a politica- os que agora estão no Governo do lº Sócrates, não tenham apreendido o sentido da cantiga e na onda do optimismo socratiano ainda se caia na mesma asneira: TGV, aeoroportos e outras megalómanas manias.
Hoje temos o problema das scuts.Amanhã virá outra factura que é preciso somar a esta.
E a questão politica que importa hoje colocar, é a seguinte: onde estamos nós?
Estamos com os pés na terra, ou andamos a voar na demagogia barata, á procura do poleiro, do tacho de deputado, de lider de partido?
E o Povo, que já tem pesadas heranças para pagar, como vai amanhã responder a mais encargos sucessivos?
A politica anda a brincar e qualquer dia o elástico parte.
 
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    Re: Ó tempo volta pra trás    Ver comentário
ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 10:24 | Segunda feira, 28 de junho de 2010
    Re: Ó tempo volta pra trás    Ver comentário
águiadois (seguir utilizador), 2 pontos , 11:00 | Segunda feira, 28 de junho de 2010
    Re: Ó tempo volta pra trás    Ver comentário
ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 11:34 | Segunda feira, 28 de junho de 2010
    Passos Coelho ainda não descolou    Ver comentário
águiadois (seguir utilizador), 2 pontos , 12:15 | Segunda feira, 28 de junho de 2010
    Re: Ó tempo volta pra trás    Ver comentário
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 12:34 | Segunda feira, 28 de junho de 2010
    Uma equipa com eles no sítio    Ver comentário
águiadois (seguir utilizador), 2 pontos , 15:20 | Segunda feira, 28 de junho de 2010
    Re: Uma equipa com eles no sítio    Ver comentário
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 16:18 | Segunda feira, 28 de junho de 2010
    Re: Ó tempo volta pra trás    Ver comentário
Skyturtle (seguir utilizador), 1 ponto , 13:59 | Segunda feira, 28 de junho de 2010
    Re: Ó tempo volta pra trás    Ver comentário
águiadois (seguir utilizador), 2 pontos , 15:21 | Segunda feira, 28 de junho de 2010
    Re: Ó tempo volta pra trás    Ver comentário
PANTE44 (seguir utilizador), 2 pontos , 12:13 | Segunda feira, 28 de junho de 2010
    Re: Ó tempo volta pra trás: a escravatrura moderna    Ver comentário
águiadois (seguir utilizador), 2 pontos , 12:26 | Segunda feira, 28 de junho de 2010
    Re: Ó tempo volta pra trás: a escravatrura moderna    Ver comentário
PANTE44 (seguir utilizador), 2 pontos , 13:35 | Segunda feira, 28 de junho de 2010
    a escravatrura moderna.A moral e o punhal    Ver comentário
águiadois (seguir utilizador), 2 pontos , 15:24 | Segunda feira, 28 de junho de 2010
    Re: a escravatrura moderna.A moral e o punhal    Ver comentário
PANTE44 (seguir utilizador), 2 pontos , 23:12 | Terça feira, 29 de junho de 2010
    Re: Ó tempo volta pra trás    Ver comentário
ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 12:45 | Segunda feira, 28 de junho de 2010
    Re: Ó tempo volta pra trás    Ver comentário
PANTE44 (seguir utilizador), 2 pontos , 13:41 | Segunda feira, 28 de junho de 2010
    Re: Ó tempo volta pra trás    Ver comentário
ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 14:04 | Segunda feira, 28 de junho de 2010
    Re: Ó tempo volta pra trás    Ver comentário
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 14:58 | Segunda feira, 28 de junho de 2010
    Sócrates e Louçã juntos-não lembra ao diabo    Ver comentário
águiadois (seguir utilizador), 2 pontos , 15:31 | Segunda feira, 28 de junho de 2010
    Re: Sócrates e Louçã juntos-não lembra ao diabo    Ver comentário
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 16:24 | Segunda feira, 28 de junho de 2010
    Re: Sócrates e Louçã : o cardápio dos princípios    Ver comentário
águiadois (seguir utilizador), 2 pontos , 16:47 | Segunda feira, 28 de junho de 2010
    Re: Ó tempo volta pra trás    Ver comentário
PANTE44 (seguir utilizador), 2 pontos , 23:04 | Terça feira, 29 de junho de 2010
Mexia, que grande “filho da mãe”…
CM84 (seguir utilizador), 3 pontos (Interessante), 10:30 | Segunda feira, 28 de junho de 2010
Com as minhas desculpas por não tomar em consideração o S/tema de hoje, não resisto a comentar o que se passou no “Eixo do Mal” da SICN:

  Você trazia tudo “ensaiadinho” sobre a ausência de Cavaco no funeral de Saramago: "Há que separar a obra da personalidade e das suas opções políticas". A sua dissertação, “profunda” e carregada da superioridade moral que o caracteriza, foi explanada como quem explica a uma criança de 4 anos.

  Provada a “pequenez” de Cavaco e da “direita”, eis senão quando, Mexia (não o dos milhões), que o tinha escutado sem interrupções, aguardou (cinicamente) pelo S/triunfante sorriso de mais uma batalha ganha e …zás: atirou-lhe com o facto de: com os votos contrários do PCP e BE, ter sido recusada uma moção de pesar, pelo falecimento do poeta Couto Viana. O argumento seria: porque era um poeta “irrelevante” para a maioria dos portugueses? Não! A razão foi ter “pactuado” (Um “mal” da maioria dos portugueses) com o Estado Novo.

  E perante a dúvida, se os critérios expostos por si, não se deveriam também aplicar à esquerda… o seu tartamudear redundante “sem-fim-à-vista”, foi confrangedor.

  Primeira lição: Deve haver “acautelamentos” com convidados de inteligência “descomplexada”. A segunda, é que a “cassete” (“pen”?) das “frases feitas”, não substitui uma fundamentada capacidade de argumentação.

  E se a argumentação não padecer de sectarismo, melhor.
 
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    Re: Mexia, que grande “filho da mãe”…    Ver comentário
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 15:20 | Segunda feira, 28 de junho de 2010
Pagar e não privatizar..
Trolha da Areosa (seguir utilizador), 2 pontos (Bem Escrito), 10:24 | Segunda feira, 28 de junho de 2010
Ok..os erros pagam-se e a construção das mesmas foi mais um erro no para garantir trabalho e lucros fabulosos ás Motas e Engil, Soares da Costa, etc… e á banca que por sua vez adiantou o dinheiro.
Agora como tem que ser pagas as obras eu proponho que o Estado deve renogociar a dívida com as Construtoras e a Banca meter portagens para pagar essas dívidas, depois de paga taxar um preço simbólico para a manutenção das mesmas e não abrir mão delas mantendo-as sempre na mão do Estado e não entregá-las de mão beijada á exploração de privados como o que aconteceu com as auto-estradas existentes , feitas com dinheiro de Bruxelas, ocupando espaço público e no fim entregues a preço simbólico para exploração aos Bancos, seguradoras e outros “ Empresários “ que passam a vida a sugar o Estado.
 
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Autoestradas
ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 10:36 | Segunda feira, 28 de junho de 2010
Um facto não pode ser sonegado. O PSD sempre, mas sempre, se manifestou contra as SCUTs, ao contrário do PS, que agora que se vê com as calças na mão é obrigado a dar uma grande cambalhota.
Agora combate aquilo que sempre defendeu!
Foi obrigado a a emendar a mão.
Não fôra a crise e tudo continuaria como dantes general quartel em Abrantes !
Já agora não deixa de ser curioso referir a opinião dos empresários turísticos do Algarve.
Ao contrário do Governo, que entende que os residentes devem estar isentos de portagens, os mesmos entendem exactamente o contrário !
Tal facto, segundo os mesmos, é afastar os turistas !
Por fim, embora não em todas as situações, quem diria que Daniel de Oliveira é contra as SCUTs ?
 
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    Re: Autoestradas    Ver comentário
Lima2 (seguir utilizador), 1 ponto , 15:30 | Segunda feira, 28 de junho de 2010
    Re: Autoestradas    Ver comentário
ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 15:46 | Segunda feira, 28 de junho de 2010
    Re: Tapar buracos com que dinheiro?    Ver comentário
José Telhado (seguir utilizador), 2 pontos , 19:43 | Segunda feira, 28 de junho de 2010
    Re: Tapar buracos com que dinheiro?    Ver comentário
sardinha assada (seguir utilizador), 1 ponto , 17:21 | Terça feira, 29 de junho de 2010
    Scuts    Ver comentário
José Telhado (seguir utilizador), 2 pontos , 9:44 | Quarta feira, 30 de junho de 2010
Demagogia
JPCA (seguir utilizador), 2 pontos (Bem Escrito), 10:52 | Segunda feira, 28 de junho de 2010
Comparar uma auto-estrada a um transporte público, é no mínimo um argumento demagógico. O que é comparável é o automóvel, e neste caso são os automobilistas que são contribuintes líquidos do orçamento e que têm de com os seus impostos ajudar a suportar os prejuízos das empresas públicas de transporte.

(1) Analisar a construção de auto-estradas sob uma lógica de lucro/prejuízo é uma faca de dois gumes. Ninguém constrói auto-estradas ou estradas para delas retirar lucro directo (salvo raras excepções). As estradas constroem-se para gerar externalidades as quais por suas vez são as principais responsáveis pela retorno social do investimento.

Ao impor o pagamento nestas vias o que se está a fazer é a restringir a abrangência destas externalidades, pondo em causa a lógica do investimento inicial. Para poupar uns trocos, põem-se em causa investimentos de milhões

(2) As estradas são investimentos que comunidade realiza para benefício da mesma. Ao contrario dos sistemas do antigo regime, penso que sociedades democráticas deveriam considerar como abjectas qualquer limitação à mobilidade dos seus membros.

(3) As estradas são pagas com impostos, mais de 50% do nosso rendimento vai directamente para os cofres do estado. Já somos pagadores por isso temos direito à utilização das estradas

Não é com dois nãos que se faz um sim. A construção de algumas destas SCUTS foi um erro (a melhoria das nacionais seria suficiente) mas a imposição de portagens é um erro ainda maior.

 
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    Re: Demagogia    Ver comentário
Trolha da Areosa (seguir utilizador), 1 ponto , 11:23 | Segunda feira, 28 de junho de 2010
    Re: Parabens    Ver comentário
vasil (seguir utilizador), 1 ponto , 12:02 | Segunda feira, 28 de junho de 2010
Distraídos???!!!!
PANTE44 (seguir utilizador), 2 pontos , 12:16 | Segunda feira, 28 de junho de 2010
Estavam no mesmo sitio onde param aqueles portugueses que assistiram comodamente à destruição da nossa industria, pescas e agricultura com o argumento que era um antro de esquerdistas. Esquerdistas esses que agora, e naturalmente por mero acaso, andam espalhados pelo PS e PSD!
 
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Onde estavam todos?
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 12:44 | Segunda feira, 28 de junho de 2010
Parabéns pelo texto, pois foi mesmo isso que se passou. Não vale a pena culpar ou desculpar este ou aquele, pois não passamos de um miúdo a quem deram um brinquedo e daqueles que não tinha nenhum. Houve exageros, mas não é de admirar. No fundo não passamos de uns emigrantes que todos ambicionamos ter a maison do patrão. Acabamos por exagerar de tal maneira nesta loucura que a maison ficou maior que a dele, para agora não viver lá ninguém. Ainda não passamos de uns parolos ignorantes e vaidosos, que se preocupam mais com as aparências do que com as necessidades.
 
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    Re: Onde estavam todos?    Ver comentário
Monfurado (seguir utilizador), 1 ponto , 17:29 | Segunda feira, 28 de junho de 2010
O projecto Scuts
BrincaNareia (seguir utilizador), 2 pontos , 13:28 | Segunda feira, 28 de junho de 2010
Cravinho "inventou" as Scuts e bem. Estas visavam minorar a injustiça em certas zonas do país onde os acessos ainda se faziam pelas antigas estradas regionais.

As scuts têm milhares de acessos e saídas constituindo-se em redes regionais, que pelo perfil de construção não permite a colocação de praças de portagem e, muitas seriam de duvidosa rentabilidade.

Tudo isto foi previsto por Cravinho. A amortização e a manutenção da rede de scuts seriam suportadas pelo agravamento do preço dos combustíveis, pela incorporação de 0,000 qualquer coisa % por litro de combustível.

Nada mais justo, pagaria quem anda de automóvel e das estradas se serve.

Não sei se este Fundo foi constituído, não sei se o preço dos combustíveis foi na altura agravado para o fim, não sei se deram sumiço ao dinheiro acumulado.

O que sei é que estão a querer inventar e complicar simplesmente !!
 
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    Re: O projecto Scuts    Ver comentário
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 15:27 | Segunda feira, 28 de junho de 2010
    Re: O projecto Scuts    Ver comentário
BrincaNareia (seguir utilizador), 2 pontos , 15:45 | Segunda feira, 28 de junho de 2010
    Re: O projecto Scuts    Ver comentário
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 16:03 | Segunda feira, 28 de junho de 2010
    Re: O projecto Scuts    Ver comentário
BrincaNareia (seguir utilizador), 2 pontos , 16:25 | Segunda feira, 28 de junho de 2010
    Re: O projecto Scuts    Ver comentário
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 23:07 | Segunda feira, 28 de junho de 2010
Tem toda a razão
José Telhado (seguir utilizador), 2 pontos , 19:51 | Segunda feira, 28 de junho de 2010
Quando a opçãp do governo Cavaco foi optar por infra-estruturas tipo autoestradas em vez de infra-estruturas ferroviárias deu o mote que levou ao plano rodoviário nacional e ao desprezo pela ferrovia.

Estamos todos a pagar bem caro o erro de Cavaco.

O que me deixa muito admirado é que o tal Cravinho fez asneira da grossa e parece que ninguém ataca o causador deste grande imbróglio que são as Scuts.

Estou à vontade porque sempre achei que se devia ter investido nos tgvs e só depois em estradas.
 
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E QUAL A ALTERNATIVA DE IR DA M SUL Á M NORTE
THUNDER III (seguir utilizador), 1 ponto , 9:52 | Segunda feira, 28 de junho de 2010
DO TEJO SEM PAGAR??

SÓ A NADO!!!!!!
 
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    Re: E QUAL A ALTERNATIVA DE IR DA M SUL Á M NORTE    Ver comentário
sardinha assada (seguir utilizador), 1 ponto , 17:24 | Terça feira, 29 de junho de 2010
onde estamo nós
mario sales carvalho (seguir utilizador), 1 ponto , 10:41 | Segunda feira, 28 de junho de 2010
onde estavam todos..?..... estão a cometer o crime hediondo de acabar com a linha do tua.............

ONDE ESTAMOS NÓS????..

Uns a viver do crime
outros (carrascos ) a consumar o crime
outros a assitir ao crime (e ainda pagam pelo espectáculo)
outros preocupados com a tática do Queiróz

e

muitos , muitos .... muito preocupados...

nem o pior dos bichos faz o que a besta homem faz .. á sua própria espécie..

 
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    Re: onde estamo nós    Ver comentário
Monfurado (seguir utilizador), 2 pontos , 16:45 | Segunda feira, 28 de junho de 2010
Verdadeira injustiça
rumoaofuturo (seguir utilizador), 1 ponto , 11:27 | Segunda feira, 28 de junho de 2010
Quem tem dinheiro para comprar carro, manutenção, combustivel, impostos, seguro não tem dinheiro para as portagens? Só o Norte tem dierito a estas benesses, os do Sul são cidadãos de segunda? E os que nem carro tem, porque são os verdadeiros pobres mas que pagam impostos tem que pagar este luxo?
 
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    Re: Verdadeira injustiça    Ver comentário
JPCA (seguir utilizador), 1 ponto , 14:18 | Segunda feira, 28 de junho de 2010
    Re: Verdadeira injustiça    Ver comentário
rumoaofuturo (seguir utilizador), 1 ponto , 20:28 | Segunda feira, 28 de junho de 2010
    Re: Verdadeira injustiça?    Ver comentário
still (seguir utilizador), 1 ponto , 18:56 | Segunda feira, 28 de junho de 2010
    Re: Verdadeira injustiça?    Ver comentário
rumoaofuturo (seguir utilizador), 1 ponto , 20:37 | Segunda feira, 28 de junho de 2010
Na tropa
4Xexpulso (seguir utilizador), 1 ponto , 11:47 | Segunda feira, 28 de junho de 2010
Eu cá estava na Tropa, em 1985 por esta altura já estava na 'peluda'...

eheheehehehheheh
 
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"VIVA"
Monfurado (seguir utilizador), 1 ponto , 11:59 | Segunda feira, 28 de junho de 2010
A autocritica colectiva é um imperativo. O Daniel parece-me que também só agora acordou. Em todo o caso, sermos confrontados com os nossos erros colectivos é o melhor caminho para os não repetirmos. As stcuts devem pagar portagem- todas. Parece um sinal pouco lucido e oportunista do norte esta oposição feroz. Eu não tenho alternativa para passar o tejo e pago.
 
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    Re:    Ver comentário
Skyturtle (seguir utilizador), 1 ponto , 16:01 | Segunda feira, 28 de junho de 2010
SCUTS pagas versus Monopólios
VascoRMS (seguir utilizador), 1 ponto , 12:19 | Segunda feira, 28 de junho de 2010
Transporte público, deveria ser a nossa opção.
O problema, é quando não existe, ou os horários/ percursos não são os mais adequados, ou pior ainda, quando é mais caro andar de transporte público que em viatura particular.
De quem é a culpa... alguma dos potenciais clientes, mas muita do Estado, que não promove o seu uso, e às vezes por interesses alheios, promove soluções infelizes, mantendo monopólios públicos e privados, para satisfazer algumas pessoas e instituições.
Que as SCUT's sejam pagas..., o Sr esquece que já o são por muitos de nós através dos nossos impostos, sendo até os que viajam nelas o que mais pagam, pelo menos indirectamente, através do chamado imposto sobre os produtos petrolíferos, porque infelizmente os automóveis ainda não andam a água. O mesmo não quer dizer que não se deva pagar pela sua utilização, mas a um preço razoável, e não algo que só pagamos porque não temos opção.
Por falar em não ter opção, digo que neste momento vivo nos Açores, onde uma passagem aérea para Lisboa custa-me 230 € + 90 € = 320€ pagos à SATA ou TAP pelo Estado. Rotas monopolistas a preço de ouro, em que não temos outra escolha. Nenhuma dessas companhias aéreas divulga as taxas de ocupação dos aviões (porque será??), e a título de comparação, a rota Lisboa-Londres (talvez uma das mais concorrenciais em Portugal) custa aproximadamente 140 € na TAP, distância semelhante, e com a diferença que os clientes têm opção de escolha... ...
 
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