20 de maio de 2013 às 1:26
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OE2012: direção da bancada do PS contra recurso ao TC

A direção do Grupo Parlamentar do PS manifestou-se hoje em desacordo com a iniciativa de deputados socialistas requererem junto do Tribunal Constitucional a fiscalização sucessiva do Orçamento para 2012, contrapondo que a prioridade é a fiscalização política.Clique para visitar o dossiê Orçamento do Estado 2012
Lusa

Ao longo das últimas semanas, os deputados socialistas Isabel Moreira, Vitalino Canas e Alberto Costa apresentaram publicamente a sua disponibilidade para formular um pedido de fiscalização da constitucionalidade do Orçamento do Estado - iniciativa que tem de ser subscrita por um décimo dos deputados (23) da Assembleia da República.

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Entre outros pontos, estes deputados duvidam da constitucionalidade da medida do Orçamento do Estado que corta os subsídios de férias e de Natal aos trabalhadores do sector público e aos pensionistas enquanto vigorar o programa de assistência financeira a Portugal.

Confrontado com a posição deste grupo de deputados socialistas, José Junqueiro, vice-presidente da bancada do PS, afirmou que "discorda" dessa iniciativa.

"Temos a dizer uma coisa clara [a esses deputados]: A nossa prioridade é a fiscalização política permanente deste Orçamento do Estado. Este Orçamento do Estado é do PSD e do CDS, da maioria de direita", começou por referir o dirigente da bancada socialista.

Fiscalização política permanente


Segundo José Junqueiro, o "serviço do PS ao país é a fiscalização política permanente, porque essa é a chave da questão, a questão que é útil a todos os portugueses".

"Essa intenção [de recorrer à fiscalização da constitucionalidade do Orçamento] é uma intenção de que discordamos de forma muito clara, porque a prioridade do PS e da bancada do PS será a fiscalização política permanente deste Orçamento", reiterou o vice-presidente do Grupo Parlamentar socialista.

Interrogado sobre a possibilidade de o recurso ao Tribunal Constitucional contar com assinaturas de deputados socialistas, apesar da crítica política das direções do seu partido e do seu Grupo Parlamentar, José Junqueiro alegou "não ter que se pronunciar" sobre esse cenário.

"Nós discordamos dessa ação e nós executaremos a primeira das nossas prioridades: A fiscalização política permanente do Orçamento", frisou.

Comentários 6 Comentar
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Este PS de Seguro está a perder validade
Com o País a arder em problemas,crise quotidiana e os efeitos da bancarrota de Sócrates por resolver,entretem-se os eleitos do PS a fazewr perder tyempo a quem tem mais que fazer.
Pobre politicos estes ,deputados do PS ,que nenhuma iniciativa até hoje souberam apresentar para bem do Paí e do Povo,vitima amargurada de seis anos de palanque de Sócrates!.
Olha para o que digo e não para o que faço!
Esta atitude do PS é um puro acto de cobardia política, que só demonstra não terem coragem para assumir coerentemente tudo aquilo que defendem. Criticam este Orçamento, mas sabem que se lá estivessem fariam rigorosamente o mesmo, "mais pintelho menos pintelho", mudando apenas o discurso com aquelas evasivas tão típicas dos socialistas do "vamos ver se não sacrificamos os mais fracos", "prometemos que vamos pensar no assunto"!
Este PS, sabe tão bem quanto os outros partidos do arco governativo, que não há volta a dar-lhe. Ninguém gosta de cortar subsídios a trabalhadores, sejam eles da função pública ou não. O que se fez até tem consequências nefastas a curto prazo na economia, uma retracção no consumo, bem como consequências eleitorais para quem as toma por inevitáveis. Mas a alternativa era fazerem-nos passar pelo vexame que estão a aplicar aos Gregos.
Ainda há uns meses com o anterior Governo, um ministro afirmava que o mercado de trabalho hoje era global e não se cingia apenas ao território nacional. Se isto não é um convite à emigração, vou ali e já venho. Mas como foi metido na comunicação social com vaselina, não doeu tanto como na entrevista que Passos Coelho deu, em que o actual Primeiro Ministro falou em empobrecer-mos, emigrar, liberalizar o mercado de trabalho!

Tristeza de partido.
Mudem de nome Só assim ajudam o país.
Tenham vergonha.
Re: Tristeza de partido. Ver comentário
Haja coerência...
Se há iniquidade e inconstitucionalidade, é obrigação de qualquer português com responsabilidades políticas, tomar todas as iniciativas que visem fazer cumprir a Lei Básica da democracia - a Constituição.
E, se o PR, apesar das suas declarações (e funções...), optou por esquecer a sua posição inicial, nada obriga a oposição - principalmente o PS do (in)Seguro - a deixar-se ir pelos mesmos atalhos de incoerência...

Traídos e desiludidos!

Se muitos votantes no PSD andam com o sapo vivo na garganta...

aqueles que votaram PS ficaram órfãos e sem abono!

Todo os outros, os que não votaram neles nem em ninguém, que são a maioria (5200.000) já não têm esse peso na consciência, mas têm de gramar a pastilha dos 4.380.000 que votaram neste triunvirato.

http://www.rtp.pt/noticia...

O líder do PS ainda é aquele senhor que falava num só subsídio?

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