Obama quer fim da "carnificina" na Síria
Barack Obama admitiu hoje que o Governo norte-americano e os aliados deveriam considerar "todos os instrumentos disponíveis" para pararem a carnificina de inocentes na Síria, noticia a AP.
Esta foi a afirmação mais forte de Barack Obama até à data, sobre a situação na Síria. "É absolutamente imperativo que a comunidade internacional se una e envie uma mensagem clara ao Presidente Assad, de que chegou a altura da transição", afirmou.
Acabou o tempo de Assad
Falando depois de um encontro com o primeiro-ministro dinamarquês, Obama acrescentou: "É tempo de o regime sair. É tempo de parar a matança de cidadãos sírios pelo seu próprio Governo".
O Presidente norte-americano insistiu ainda que as nações não se podem remeter a uma posição de "espetador" à medida que a matança continua.
A chefe do governo escandinavo, Helle Thorning-Schmidt, considerou a situação na Síria como "horrenda" e apelou à comunidade internacional para manter a pressão sobre o regime de Damasco.
Antes, na Tunísia, a secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, criticara a Federação Russa e a China, por se oporem a que o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas aja na Síria, classificando como "vil" esta oposição.


Larry Downing/Reuters
Barack Obama admite uma intervenção na Síria
