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Obama defende guerra pela paz

No seu discurso de aceitação do Nobel da Paz, Barack Obama defendeu que por vezes a guerra é a única forma de manter a paz. 

15:27 Quinta feira, 10 de dezembro de 2009
Barack Obama discursando após ter recebido o Nobel da Paz
Barack Obama discursando após ter recebido o Nobel da Paz
Thomas Peter/Reuters

O Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, defendeu hoje a necessidade de em determinadas circunstâncias a guerra ser a única forma de manter a paz, no seu discurso de aceitação do Nobel da Paz numa cerimónia em Oslo.

Obama, que ao aceitar a medalha do prémio recebeu mais de um minuto de aplausos, referiu no seu discurso a contradição de receber um prémio de paz apenas nove dias depois de ter ordenado uma escalada no conflito no Afeganistão com o envio de mais 30.000 tropas.

Perante uma audiência de cerca de mil pessoas, Obama afirmou que a guerra não deve ser glorificada e que o seu custo é elevado, mas que "os instrumentos da guerra têm um papel a desempenhar na preservação da paz".

"Um movimento não violento não poderia ter detido os exércitos de Hitler. Negociações não convenceriam os líderes da Al-Qaida a deporem as armas. Dizer que a força é por vezes necessária não é um apelo ao cinismo, é um reconhecimento da história", disse.

Obama reconheceu que os seus feitos são escassos


"A convicção de que a paz é necessária raramente é suficiente para a alcançar", acrescentou noutro passo.

O Presidente norte-americano aludiu também às críticas dos que consideraram prematuro distingui-lo com o Nobel da Paz, reconhecendo que os seus "feitos são escassos" quando comparados com outros premiados e afirmando receber a medalha com "profunda gratidão e uma grande humildade".

No seu discurso, quase duas vezes maior que o que pronunciou na sua tomada de posse, Obama evocou as suas propostas de política internacional e assegurou que o compromisso dos Estados Unidos para com a segurança global não vai vacilar nunca, embora tenha sublinhado que "os Estados Unidos não podem agir sozinhos".

Defendendo a sua política de diálogo em relação a regimes hostis como a Birmânia, a Coreia do Norte ou o Irão, Barack Obama afirmou que a promoção dos direitos humanos deve por vezes ser combinada com uma diplomacia paciente e meticulosa.

"Sei que o diálogo com regimes repressivos carece da pureza satisfatória da indignação, mas também sei que sanções sem uma aproximação, ou condenação sem debate, podem servir para perpetuar um estado de coisas prejudicial", disse.

Obrigar os regimes a prestarem contas


"Nenhum regime repressivo pode empreender um novo caminho se não tiver diante de si uma porta aberta", acrescentou.

Mas Obama também defendeu a necessidade de fazer frente aos países que recusam as normas internacionais, em relação aos quais é preciso desenvolver alternativas "suficientemente duras" que os obriguem "a mudar o seu comportamento". "Os regimes que violem as normas devem prestar contas", disse.

Neste contexto, referiu-se em particular à Coreia do Norte e ao Irão, países que, disse, "não devem ignorar o sistema internacional" no desenvolvimento dos seus programas nucleares.

Barack Obama citou também, como elemento tão necessário à paz no mundo como os direitos civis e políticos, a segurança económica e as oportunidades.

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JOGO DE PALAVRAS
Santropez (seguir utilizador), 2 pontos (Interessante), 15:58 | Quinta feira, 10 de dezembro de 2009
A única forma de manter a paz, é NÃO fazer a guerra.

Ora como sabemos, neste mundo complicado isso é muito difícil, os liders mundiais não têm tido outra alternativa senão fazer a guerra em vez da paz.

Portanto, o Obama que não jogue com as palavras porque guerra é guerra e o objectivo de uma guerra não é fazer a paz mas sim sair vencedor para subjugar o vencido.

Não há volta a dar, Guerra é Guerra, seja para combater terroristas, para conquistar território ou por motivos religiosos. Há sempre alguém que fica a perder.
 
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Passagem importante
Miranda07 (seguir utilizador), 2 pontos , 15:58 | Quinta feira, 10 de dezembro de 2009
A notícia diz assim: "Obama, que ao aceitar a medalha do prémio recebeu mais de um minuto de aplausos, referiu no seu discurso a contradição de receber um prémio de paz apenas nove dias depois de ter ordenado uma escalada no conflito no Afeganistão com o envio de mais 30.000 tropas.". Fico feliz com saber que o Presidente Obama o disse. Ele disse bem, ele disse tudo, ele disse o que manifestamente não deveria ser preciso dizer: o Nobel da Paz nunca deveria ir para o Chefe Supremo de um Exército, tanto menos do mais poderoso exército do mundo. De resto, estou plenamente de acordo com ele: por vezes, para se obter a Paz é preciso ainda fazer a Guerra. Mas a Guerra devia ser sempre a Guerra contra a Guerra. Ora a Guerra contra a Guerra, de que falavam os Papas Pio XII e Paulo VI (ou pelo menos um dos dois), só pode ser uma Guerra sem Guerra, a guerra da não violência, a guerra cujo armamento não é outro senão a palavra e o argumento. Mas compreendo e admiro as palavras de Obama: o comandante supremo da nação mais poderosa do mundo tem, por vezes, de estar em guerra. Mas, por isso, nunca deveria ser premiado com um Nobel da Paz. O Nobel deveria ser dado apenas a pessoas que mostrem, mesmo ao chefe supremo do maior exército do mundo, aquilo que ele tem de saber, mesmo quando, porventura, como neste caso, não possa evitar a guerra.
 
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    Re: Passagem importante    Ver comentário
vosley (seguir utilizador), 1 ponto , 16:11 | Quinta feira, 10 de dezembro de 2009
    Re: Passagem importante    Ver comentário
Miranda07 (seguir utilizador), 2 pontos , 16:33 | Quinta feira, 10 de dezembro de 2009
Os 30.000 soldados não querem dizer nada
CondestavelXXI (seguir utilizador), 2 pontos (Bem Escrito), 16:43 | Quinta feira, 10 de dezembro de 2009
O povo norte americano não elegeu para presidente a madre Teresa de Calcutá. Também não nos podemos esquecer que Obama é o herdeiro de guerras que não pode acabar com um estalar de dedos. O envio dos 30.000 soldados, responsabilizando mais as forças armadas por objectivos e marcando um prazo para a retirada, não significa fazer mais guerra. Pode ser visto como uma forma de evitar uma derrota militar e de tentar dignificar a retirada. Só que Obama não pode dizer uma coisa dessas.
Para mim, o grande teste de Obama em relação à paz, não é a forma mais ou menos afortunada como corrige os erros cometidos por anteriores administrações. O grande teste de Obama será a forma como gere as questões israelo-palestiniana, iraniana, norte coreana e outras guerras potenciais. Se Obama tomar a iniciativa de invadir militarmente outro país então reconhecerei que o Nobel da Paz foi um erro.
 
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Doutrinario,politíco ou económico,
roze (seguir utilizador), 2 pontos (Bem Escrito), 17:03 | Quinta feira, 10 de dezembro de 2009
a guerra foi é e será sempre o animalesco a sobrepôrse ao homem pensante que, dominado, o soldadinho será sempre a casta oprimida ao serviço do tirano.
 
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Lembro-me que ...
bitcho do mangal (seguir utilizador), 2 pontos (Bem Escrito), 17:05 | Quinta feira, 10 de dezembro de 2009

... sensivelmente, à vinte anos, ainda todos nós tinhamos sempre presente a palavra "guerra fria".

A mesma que, apesar do termo, esteve na origem do maior período de paz que a Europa viveu no século XX.

O "equilibrio do terror", era o garante de que, em caso algum, ninguém sairia vitorioso de um conflito entre as duas maiores super-potências do planeta.

Contudo, isso já lá vai, para alivio de uns e nostalgia saudosista de outros.

Actualmente, o que se nos depara é um panorama mundial bem mais complexo que, apesar da crescente globalização económica, politica e cultural, tem o seu enfoque em conflitos regionais originados por questões de acesso a fontes de energia, terrorismo, ostracismo religioso e/ou étnico.

Não admira pois que ainda há quem pense, recordando outros tempos, que mais valia uma "guerra fria" do que esta anárquica e podre paz.

 
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Albarda-se o burro...
cjours (seguir utilizador), 2 pontos , 17:57 | Quinta feira, 10 de dezembro de 2009
Claro que sim my man O!!!!!
Ou como diz o povo portuga, 'albarda-se o burro à vontade do dono'. Para povos que não sabem estar na vida (há milénios) de outra maneira que não seja a guerra, quem é o Ocidente para lhes impor nova conduta? O Ocidente não se pode arrogar no direito de civilizar o planeta! Se eles querem guerra entre eles, deixá-los fazer guerra entre eles. Se eles incomodam o Ocidente, alguém no seu juizo perfeito acha que é com palavrinhas que se vai lá? Aquela corja sub-humana só entende a linguagem das armas, da força, da bestialidade.
Albarda-se o burro à vontade do dono!
Por mim arrasava-se tudo entre a India e Israel... Deserto é e deserto ficava. Os únicos seres vivos que poderiam ter saudades dos islâmicos seriam as cabras, taditas, que ficavam sem ninguém para as comer... no sentido literal e no sexual...
eheheehheehheehehehhhehehehehehehehehehheheheheheh
 
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    Re: Albarda-se o burro...    Ver comentário
STHUNDER (seguir utilizador), 1 ponto , 18:09 | Quinta feira, 10 de dezembro de 2009
    PENCUDA DA TIPZI????????    Ver comentário
cjours (seguir utilizador), 2 pontos , 12:20 | Sexta feira, 11 de dezembro de 2009
    Meu caro cjours. Infelizmente há muita gente    Ver comentário
Mordaquikesaileite (seguir utilizador), 1 ponto , 19:16 | Quinta feira, 10 de dezembro de 2009
    Re: Meu caro cjours. Infelizmente há muita gente    Ver comentário
cjours (seguir utilizador), 2 pontos , 12:21 | Sexta feira, 11 de dezembro de 2009
    Re: Albarda-se o burro...    Ver comentário
Trapezio (seguir utilizador), 1 ponto , 9:23 | Sexta feira, 11 de dezembro de 2009
    Re: Albarda-se o burro...    Ver comentário
cjours (seguir utilizador), 2 pontos , 12:22 | Sexta feira, 11 de dezembro de 2009
    De facto ...    Ver comentário
Trapezio (seguir utilizador), 1 ponto , 13:51 | Sexta feira, 11 de dezembro de 2009
Há guerras e guerras...
JCCC (seguir utilizador), 1 ponto , 16:59 | Quinta feira, 10 de dezembro de 2009
Sou capaz de aceitar a guerra pela libertação ou pela tentativa de fazer cumprir o respeito pela dignidade humana.
O problema é que a maior parte delas está encapotada por outros interesses, como tal os propósitos da guerra ficam sempre mal explicados. Basta observar alguns regimes e as suas atrocidades para encontrar motivos que justifiquem uma guerra pela paz. Apesar disso e apesar de haver necessidade de intervenção verdadeiramente altruísta, o que acontece é que optam todos por não afrontar os ditos regimes por forma a retirar benefício económico deles.
 
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Está é tudo maluco...
Mordaquikesaileite (seguir utilizador), 1 ponto , 17:01 | Quinta feira, 10 de dezembro de 2009
Como algumas dizem que se justifica a atribuição do Nobel da Paz a Obama, pensando no futuro, então porque não atribuir já o premio nobel da quimica, da fisica etc. a cientistas que no futuro desenvolverão grandes conquistas nessas areas? Obama tem é uma grande facilidade de comunicação, irradia simpatia, mas joga com as palavras para tentar convencer as pessoas do indesmentível: guerra nunca foi paz. guerra é e será sempre guerra. É que os presidentes dos EUA não são mais do que o resultado de uma complicada estrutura de poder, urdida cuidadosamente durante muito tempo por uma redezida elite de clâs familiares muito ricas, verdadeiros proprietários do petróleo, da banca, dos laboratórios, das empresas de armas, das universidades e dos meios de comunicação social mais importantes do mundo, entre outros sectores. Essa poderosa elite, cujp núcleo se esconde em antigas sociedades secretas, coloca desde ha muitos anos, os presidentes dos EUA como marionetas, corrompendo as bases dos partidos repúblicano e democrata. Manipulam as democracias pelo mundo, utilizando as principais universidades americanas e seus economistas, gerando uma falsa ideologia para manipular os meios de comunicação social para que as massas populares e as classes médias, não se apercebam do que realmente se passa. O que essa elite pretende, tal como Hitler tentou fazer na Europa, é colocar em prática um plano secreto de dominio global.
 
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Realmente, encontro aqui a verdadeira razão
Mordaquikesaileite (seguir utilizador), 1 ponto , 17:33 | Quinta feira, 10 de dezembro de 2009
e a justificação para o premio nobel da paz ter sido atribuido a obama. Com tantas bases militares dos EUA espalhadas por todo o mundo, a invasão e morte de centenas de milhares de pessoas em paises hostis à America, está assim garantida a paz...E se estiver tudo morto ainda melhor...hihihi...
 
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    Temos a paz eterna...    Ver comentário
Mordaquikesaileite (seguir utilizador), 1 ponto , 17:34 | Quinta feira, 10 de dezembro de 2009
O caminho da Paz.
Alquimister (seguir utilizador), 1 ponto , 17:45 | Quinta feira, 10 de dezembro de 2009
Estamos todos dentro de um sistema de crenças que se baseia no Poder de destruição que se tem e no medo que se impregna nas pessoas e nos Países.
Em todo lado sente-se isso a única diferença é que no topo vê-se a destruição a olhos nus noutros lugares vão-se pondo bombas, noutros ainda prendem-se os opositores e os silenciam, noutros ainda criam-se pseudos liberdades.
Sempre ouvi dizer que quando temos dúvidas pergunta-se e há algumas perguntas básicas a fazer:
-Como se criam as Guerras?
-O que existe por trás das guerras?
-Quem fornece armas a quem?
-Porque não se divulga os nomes das empresas e Países que vendem armas a Países e organizações a quem chamam de terroristas?
A origem dos conflitos começam muito mais próximo do que se imagina e os grandes planos de geopolítica não são feitos no Árctico.
Resumindo há um sistema que se alimenta deste estado de coisas e é criado dentro dos Países chamados de Ricos.
Os Países pobres não fabricam armas.
O que se faz hoje em dia é somente tornar as guerras o mais localizadas possível. O segundo Passo é ir a essência do problema, que é o controlo das armas, da venda de armas e afins, a redução dos arsenais, uma reviravolta em todo um sistema de pensamento destrutivo que existe na terra a milhares de anos.
Será que estamos preparados para isso? Será que hoje temos os líderes e governos que têm a capacidade de mudar a História?
Fiquem Bem
 
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Mendonça Júnior, Coronel de Cavalaria
sinahd (seguir utilizador), 1 ponto , 18:58 | Quinta feira, 10 de dezembro de 2009
Afeganistão: A guerrilha é invencível enquanto tiver o apoio da população.

Eu estou no “google” em MENDONÇA JÚNIOR.
*
Iraque: A guerrilha é invencível enquanto tiver o apoio da população.

Eu estou no “google” em MENDONÇA JÚNIOR.
*
Mendonça Júnior, Coronel de Cavalaria
Pakistão: A guerrilha é invencível enquanto tiver o apoio da população.

Eu estou no “google” em MENDONÇA JÚNIOR.
*
Mendonça Júnior, Coronel de Cavalaria
Irão: A guerrilha é invencível enquanto tiver o apoio da população.

Eu estou no “google” em MENDONÇA JÚNIOR.
 
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Já o Império Romano defendia o mesmo!
vasil (seguir utilizador), 1 ponto , 19:41 | Quinta feira, 10 de dezembro de 2009
A Paz Romana!

Em verdade, guerras justas:
...a do Vietnam, justa da parte dos vietnamitas! injustas da parte dos USA!
... a do Iraque, justa da parte do povo iraquiano, injusta da parte do opressor, a dita 'comunidade internacional', que são os USA imperial e as seus legionários.

...etc....

Toda a guerra levada a cabo por um povo para se libertar do opressor é uma guerra justa! Injusta da parte do Imperador, o despota esclarecido, que diz que sabe tudo, que pretende impor o seu modo de vida, etc..

De facto, deviam oferecer um espelho a este senhor...
Do 'comité' Nobel, a vergonha não será de agora!

 
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acabou o estado de graça...
odagrom (seguir utilizador), 1 ponto , 22:34 | Quinta feira, 10 de dezembro de 2009
Ao aceitar receber este prémio Barak Obama mostrou que não é melhor do que qualquer outro político: hipócrita e narcisista. Inicialmente cheguei a acreditar que Obama podia realmente ser diferente, mas aceitar um prémio desta importância, precoce e injustamente atribuído, só mesmo para um oportunista. Outros houve antes que mais merecidamente, e por muito menos, recusaram o dito prémio.
 
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vários Nobéis...
odagrom (seguir utilizador), 1 ponto , 22:36 | Quinta feira, 10 de dezembro de 2009
Hoje foram entregues diversos prémios Nobel. Infelizmente só se fala daquele que menos fez por o merecer... Porquê?
 
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    Re: vários Nobéis...    Ver comentário
ElogoAli (seguir utilizador), 1 ponto , 3:49 | Sexta feira, 11 de dezembro de 2009
O homem fala bonitinho, mas toca os negócios
Rio Grande (seguir utilizador), 1 ponto , 2:45 | Sexta feira, 11 de dezembro de 2009
da guerra como manda o figurino. Há todo um investimento feito para que o conflito surta o efeito desejado, que não aquele que o "marketing" vende na imprensa, os ideais de liberdade do povo afegão, bem como a perseguição de terroristas. É tudo meia verdade. É como se cavalo tivesse guampa e todos achassem um mimo. De quando em quando, os senhores da guerra, vão impondo ideais, mesmo que não o façam pessoalmente, mandam e não pedem, criando heróis e bestas fanáticas, para o consumo delirante da platéia deste imenso circo, repleto de idiotas. O circo romano tinha esse propósito, entreter para dissipar ideais profundos, pois o povo nada mais é que uma útil manada de bois, que engorda e vai para a matança, de sorriso cândido, algo angelical, em nome de deuses, de pátrias, de espertos de direita e dos ainda mais espertos, de esquerda. Ó Nobel é a consagração de um novo investimento: a guerra preventiva. A guerra sanitária. Ou seja, a guerra antes de qualquer outra guerra, o prato de entrada. É a hipocresia como literal recurso de iludir, pois há um imenso mar de tolos a dizer asneiras, confiando ideais dom quixotescos a um líder de barro. Começo a pensar que Bush pelo menos era verdadeiro, governou oito anos de costas para o mundo e ninguém ousou chutar o traseiro dele. Nem a sapatada teve êxito, pois o jornalista restou preso, tomou um pau e todo mundo ficou quieto, com as barbas de molho...
 
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