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O verdadeiro esterco em forma de gente (vídeo de assalto em Londres)

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Chamem-me insensível, chamem-me o que quiserem que já estou habituado, mas não consigo olhar para a destruição e constantes agressões que milhares estão a provocar de forma deliberada, desumana e sem qualquer causa social ou protesto que contextualize estes actos de pura cobardia e que se estendem um pouco por toda a Inglaterra. Não basta condenar. Há que actuar. Em força. Chamem o capitão "Nascimento" e o BOPE se preciso for, mas ajam "em conformidade". "Canhões de água"? Já agora levem os meninos ao elefante azul e esfreguem-nos com óleo de amêndoas doces.

Venham sociólogos, psicólogos, "televisológos" (aquela espécie que passa a vida na televisão a falar de tudo um pouco, de branqueadores dentários para os caninos ao PIB do Luxemburgo), os habituais da esquerda-faz-o-que-eu-digo-não-faças-o-que-eu-faço e que em tempos defenderam que os agentes deviam patrulhar as ruas desarmados, falem-me do melting pot, da imigração, de lutas interclassistas. Dos anos oitenta e dos riots de então (que rigorosamente nada têm a ver com o que agora se passa). Do capitalismo desmedido numa das faces da mesma moeda que esconde no verso a falta de condições em que vive grande parte da população. Que a culpa é da sociedade, que aliena toda uma geração (coitadinhos dos meninos, as bestazinhas). O tanas! Há milhares de pessoas a passarem dificuldades e nem todos agem desta forma criminosa. Nem todas as pessoas são más e isto não são actos desesperados, de descontentamento social ou de afirmação, mas sim de cobardia e crime premeditado.

O que se passa em Inglaterra é uma guerra perpetrada por bandos de criminosos à solta nas ruas e que devem ser tratados como tal. Condescender é cair no erro em que os britânicos vivem mergulhados nos últimos anos. Gerações a viverem de subsídios. Gerações que cresceram aninhados ao bolso sem fundo dos contribuintes. Always the polite way tem sido a forma dos ingleses conduzirem um processo que cedo se percebeu que ia degenerar, tinha mesmo de ser. Só quem não conhece a forma de estar deste povo não via isto. Um barril que foi enchendo de pólvora e que precisava de fracos ou nenhuns pretextos para explodir. Sometimes the polite way is the wrong way.

Não há qualquer justificação para estes actos de cobardia. Não se pode aceitar que muitos, só por optarem nada fazer da vida ou preferirem conseguir algo que desejam através de uma pedra num vidro de uma loja, possam destruir sem oposição o que outros construíram a pulso e a custo ao longo de anos, décadas de sangue suor a arderem céu aberto, de lagrimas nos olhos. Muitos deles vizinhos. Cruzam-se todos os dias. Uma vergonha.

Não são seres humanos. São bichos. As pessoas, essas, têm sentimentos, têm emoções e sobretudo têm causas. As pessoas não agem como animais selvagens em bando por pura necessidade de espalhar o caos, a desordem sem qualquer motivação para alem da pura maldade, falta de objectivos, noção exígua de cidadania, falta de sanidade intelectual e principalmente de alguém que lhes vá à tromba como deve ser e na altura certa, para que nunca mais se esqueçam do que fizeram.

Fica o filme. Lamentável. Verdadeiras bestas.

 

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Opinião


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Edwin. O rapaz que aprendeu a sonhar

O que Edwin sabia sobre a vida era sobreviver. Na cabeça dele não cabiam sonhos e os dias eram passados à procura de comida para ele e para a mãe e para o irmão. A fome espreitava nos cantos da barraca de palha no Quénia e ele escondia-se dela como podia - chupar as pedras era uma forma de a enganar. Mas a sorte dele mudou porque alguém viu nele outra coisa. E tudo começou numa dança. Agora, os mesmos dedos que agarravam as pedras tocam hoje teclas de um piano Bechstein. E os pés dele já não estão nus mas calçados. Com chuteiras. Primeiro no Benfica, agora no Estoril, o miúdo de 15 anos que fala como gente grande descobriu que tinha um sonho: ser futebolista. Como Drogba.

Todas as ilhas têm a sua nuvem

Raul Brandão chamou-lhe 'A Ilha Branca'. Como viajante digo que tem um verde diferente das outras oito que com ela formam o arquipélago dos Açores. É tenra, mansa, repousante e simultaneamente desafiante. Esconde segredos como a lenda da Maria Encantada e um vulcão florestado a meio do século passado que nos transporta para uma dimensão sulfurosa e mágica. Obrigatória para projetos de férias de natureza.

Em três quartos de hora não se esquece só a idade. "Esquece-se o mundo"

Maria do Céu dá três voltas ao lar sempre que pode. Edviges vai a todos os velórios, faz hidroginástica e sopas de letras. António dá um apoio na Igreja e nos escuteiros. Tudo é uma ajuda para passar os dias quando se tornam todos iguais. No Pinhal Interior Sul, a região mais envelhecida da União Europeia, quase um terço da população tem mais de 65 anos. Os mais velhos ficaram, os mais novos partiram.

Profissão: Sniper

O Expresso foi ver como são selecionados, que armas usam, para que missões estão preparados os snipers da Força de Operações Especiais do Exército. São uma elite dentro da elite. Um pelotão restrito. Anónimo. Treinam diariamente com um único objetivo: eliminar um alvo à primeira, mesmo que esteja a centenas de metros. Humano ou material. Sem dramas morais, dizem.

Xarém com conquilhas

Especialista em pratos de confeção acessível, com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa, Tiger escolheu a gastronomia como forma de estar na vida. Veja, confecione, desfrute e impressione com esta nova receita.

O que se passa dentro da cabeça dele

O que leva um tipo a quem iam amputando uma perna a regressar ao sítio onde os ossos se desfizeram, uma e outra vez, e testar os limites do seu corpo? Resposta: a busca pelo salto perfeito, que ele diz existir dentro dele e que ele encontrará mais dia menos dia. É a fé e a confiança que o movem e o levam a pular para lá do que é exigido a um campeão olímpico e mundial que não tem mais nada a provar a ninguém - a não ser a ele próprio. Este é um trabalho que publicámos em agosto de 2014, quando o saltador se preparava para os Europeus e falava das metas que tinha traçado para 2015 e 2016: mostrar que não estava acabado. Sete meses depois, provou-o no Europeu de pista coberta em Praga, onde venceu este fim de semana.

Amadeu, que aprendeu o mundo no campo e tinha o coração na ponta dos dedos

Em Portugal, a dedicação à língua mirandesa tem nome próprio: Amadeu Ferreira, o jurista da CMVM que - quando todos diziam que "era uma loucura impossível" - arranjou tempo para traduzir "Os Lusíadas", a "Mensagem", os quatro Evangelhos da Bíblia e ainda duas aventuras do Asterix para uma língua que pertence a um cantinho do nordeste português e é falada por menos de 15 mil pessoas. No final de 2014 deu ao Expresso aquela que viria a ser a sua última entrevista. Morreu no passado domingo e esta quinta-feira foi lançada a sua biografia, "O fio das lembranças", com quase 800 páginas.

Temos 16 imagens que não explicam o mundo, mas que ajudam a compreendê-lo

O júri do World Press Photo queria dar o prémio maior da edição deste ano (e talvez das edição todas) a uma fotografia com "potencial para se tornar icónica". A primeira imagem desta fotogaleria, por ser "esteticamente poderosa" e "revelar humanidade", é o que o júri procurava. A fotografia de um casal homossexual russo, a grande vencedora, é a primeira de 16 imagens de uma seleção onde há Messi desolado, migrantes em condições indignas no Mediterrâneo, a aflição do ébola, mistérios afins e etc - são os contrastes do mundo.

Vamos falar de sexo. Seis portugueses revelam tudo o que lhes dá prazer na cama

Neste primeiro episódio de uma série que vai durar sete semanas, seis entrevistados falam abertamente sobre aquilo que lhes dá mais satisfação na intimidade. Sexo em grupo, sexo na gravidez, prazer sem orgasmo e melhor sexo após a menopausa são alguns dos temas referidos nos testemunhos desta semana. O psiquiatra Francisco Allen Gomes explica ainda a razão de muitas mulheres fingirem o orgasmo. O Expresso e a SIC falaram com 33 portugueses que deram a cara e o testemunho de como são na cama. Ao longo das próximas sete semanas, contamos-lhe tudo.

Elvis. Gostamos ou não gostamos?

Ele não é consensual, mas é incontornável. Dispunha de penteado majestoso e patilha marota, aparentava olhar matador e pose atrevida. E deixou canções: umas fáceis e outras nem tanto, por vezes previsíveis e às vezes inesperadas, ora gentis ora aceleradas. E ele, Elvis, nasceu em janeiro de 1934 - há precisamente 40 anos, ao oitavo dia. Temos quatro textos sobre o artista: Nicolau Santos, Rui Gustavo, Nicolau Pais e João Cândido da Silva explicam o que apreciam, o que toleram e o que não suportam.

A última viagem do navio indesejado

Construído nos Estaleiros de Viana e pensado para fazer a ligação entre ilhas nos Açores, o Atlântida foi recusado pelo Governo Regional por alegadamente não atingir a velocidade pretendida. Contando com os custos associados à dissolução do contrato, o prejuízo ascendeu a 70 milhões de euros. Foi agora comprado a "preço de saldo", para mudar de nome e ser reconvertido num cruzeiro na Amazónia. Fizemos a última viagem do Atlântida e vamos mostrar-lhe os segredos do navio.

Desfile de vedetas

Saiba tudo sobre os modelos concorrentes ao Carro do Ano 2015/Troféu Essilor Volante de Cristal. Conheça o essencial sobre os 20 automóveis participantes nesta iniciativa, da estética, às características técnicas, do preço ao consumo. A apresentação ficará completa no dia 3 de janeiro.

Tudo o que precisa de saber sobre o ébola. Em dois minutos

Porque é que este está a ser o pior surto da história? Como é que os primeiros sintomas se confundem com os de outras doenças? É possível viajar depois de ter contraído o vírus, sem transmitir a doença? E estamos ou não perto de ter uma vacina? O Expresso procurou as respostas a estas e outras dúvidas sobre o ébola.

Desacelerámos a realidade para observar a euforia da liberdade

Ela, Jacarandá, é algarvia. Ele, Katmandu, é espanhol. São linces e agora experimentam a responsabilidade da liberdade: foram soltos esta terça-feira numa herdade alentejana, próxima de Mértola, eles que saíram de centros de reprodução em cativeiro. Foi inédito: nunca tinha acontecido algo assim em Portugal. Estivemos lá e ensaiámos o slow motion.


Comentários 109 Comentar
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Olhe para o seu quintal Tiago ....
Concordo com tudo o que diz Tiago, só discordo fortemente é quando dá a entender que a situação e o problema são britânicos:

- Gerações a viverem de subsidios? Pensa que é só lá? O que se passa aqui?

        Experimente amanhã a acabar com os vergonhosos rendimentos minimos garantidos (na maior parte dos casos subsidios à mandriagem distribuidos por drogados, ciganos e emigrantes ilegais) e vai ver o que eles fazem ....

      Aliás - certamente tem conhecimento que os Carteiros não entram nos bairros problemáticos nos dias X sem levarem o envelopezinho com o cheque - quando se atrevem a fazê-lo (por atraso da segurança social) são liminarmente espancados pelos "coitadinhos" ....

          Estamos a começar a assistir ao resultado das "tolerâncias", do ter pena dos coitadinhos, de achar que somos todos muito boas pessoas mas ás vezes temos dias maus ..... resumidamente estamos a assistir ao resultado da impunidade criminal que se tem verificado desde há uma década ou duas na Europa. estamos perante uma geração que sempre viu seus pais viverem á custa dos subsidios (financiados por quem trabalha) e que ainda dizia mal e cuspia na sopa. Uma geração que vê na TV que politicos corruptos, violadores, pedófilos, assaltantes e outros criminosos são regularmente perdoados de seus crimes e saem totalmente impunes de situações gritantes.....

        Ainda ontem vimos o caso do violador e sequestrador de uma italiana que está ilegalmente no país ser libertado por um juiz ...
tudo verdade
é um artigo perfeito, brilhante. Temos desta gente por cá, basta visitar os bairros na ribeira, no Porto e encontram jovens com o mesmo modo de vida. É urgente colocar esta gente no seu devido lugar. Construam mais prisões, em vez de pistas para aviões...
Re: tudo verdade
Re: tudo verdade
Re: tudo verdade
Re: tudo verdade
Re: tudo verdade
populismo
De facto não há justificação para actos de vandalismo como os que foram perpetuados. Mas ignorar as causas e o contexto, como o autor faz, é meio caminho andado para que aconteça outra vez.
Sugiro que imaginem a vossa vida sem qualquer perspectiva de futuro, nem trabalho nem dinheiro para universidades. E, no entanto, sujeitos aos mesmo valores sociais em que o estatuto é medido pelo tamanho do plasma. A sociedade consumista tem na génese isto mesmo, alimentar sonhos através de objectos. Ah mas só vale para os ricos, os outros que se cozam, não podem ter desejos, o pobre continua a ser castigado ainda e sempre!
Pior cedo é o que não quer ver.
Re: populismo
Re: populismo
Re: populismo
Re: populismo
Muito bem
A maior parte dos seus artigos costuma ser a puxar para o humor, mas com este prova que também consegue escrever coisas sérias, e bem escritas. Os meus parabéns!
O 2esterco" deste título do Mesquita
Mesquita não é único,infelizmente.Mas quando o "caco" não tem ideias um "esterco" no título sabe-lhe sempre bem.Quando assim é o melhor seria ir de férias,para bem longe e não levar o "aparelho".
Está a melhorar...
Tiago, está a começar a surpreender....

Com efeito, masi uma vez escreve uma coisas decentes.

Afinal, você até capaz de dizer umas coisas acertadas e não cair no "jornalismo esterco" do qual nos deu largos exemplos.

Fica-lhe bem este texto e felicito-o por isso.

Está a melhorar...?!?!
Re: Está a melhorar...?!?!
Prefiro morrer com uma bala, do que de tédio:)
«Não são seres humanos. São bichos.»
Era para pregar aos peixes à semelhança do que fiz noutro espaço; dizer que a violência tem de ser reprimida mas depois há que conhecer as tensões que levaram a tensão social.

Mas ao ler a frase «Não são seres humanos. São bichos.» perdia as estribeiras.
Como é Tiago, manda-se abater? E quem a seguir? Vamos a votos para decidir quem é «humano», ou decide só o Tiago?

Sabe, é preciso muita estupidez acumulada para nos julgarmos melhores do que os outros.
Se soubesse um bocadinho de história ou lesse Os Miseráveis saberia que já houve explosões no passado sem que houvesse subsídio-dependência ou imigração.

Enfim, não gasto mais o meu latim. As mentes estreitas preferem sempre sempre liquidar do que compreender.
Re: «Não são seres humanos. São bichos.»
Re: «Não são seres humanos. São bichos.»
Re: «Não são seres humanos. São bichos.»
Re: «Não são seres humanos. São bichos.»
Re: «Não são seres humanos. São bichos.»
Re: «Não são seres humanos. São bichos.»
Re: «Não são seres humanos. São bichos.»
Abstracto? Claro que não.
Re: «Não são seres humanos. São bichos.»
Devaneio
E eis que o Homem moderno - sofisticado, educado, sociável - dedica a sua vida a construir a sua carreira, a sua família e a sua sociedade à imagem dos seus ideiais. Uma economia forte trará benefícios para aqueles que para ela contribuem. Uma educação esmerada dos filhos para que estes consigam "vencer na vida", terem sucesso, recompensas e, por sua vez, darem seguimento à família.
Neste quadro de sucesso falta o enquadramento com a sociedade no geral. Gente há que não nasceu em famílias de posses, nem com posses. Pais que são pagos à hora ou ao dia e que nunca sabem o que lhes trará o dia seguinte. Não sabem se terão pão em cima da mesa no dia seguinte; para si e para os seus filhos.
A passagem à idade adulta é marcada pela perda das ilusões e compreensão do que é a realidade do mundo. Para alguns acontece na puberdade, para outros depois da universidade, mas para outros acontece muito mais cedo.
Quando um homem não tem (porque não lhe dão) esperanças de um futuro melhor; nem tem orgulho naquilo que faz nem naquilo que é; quando olha para os filhos e pergunta-se "o que pensarão de mim?"; e sabe que também a eles lhe espera a mesma sorte; só lhe resta tentar transmitir valores como dignidade, respeito pelos outros.
Mas e os jovens que crescem a ver as injustiças? Os outros "comem tudo e não deixam nada"; E pensam > Nada têm a perder.
Re: Devaneio
Re: Devaneio
Re: Devaneio
+1 Devaneio
Re: +1 Devaneio
Re: Devaneio
Re: Devaneio
Re: Devaneio
Simplificações da Comunicação Social
Quem escreve na Comunicação Social raramente tem formação científica para entender os FACTOS SOCIAIS para além da superfície, razão pela qual se ficam por respostas simples, simplistas, simplificadoras, básicas, superficiais, quando não meramente reprodutoras de um certo primarismo.

Quem é que se contentaria com uma explicação simplista, imediatista e básica sobre o Tsunami que, em Dezembro de 2004, ceifou a vida de centenas de milhares de vidas? Portanto, veio uma onda malvada muito grande e varreu indiscriminadamente aquelas pobres pessoas, levando na frente bons e maus, ricos e pobres, indígenas e turistas. Pronto! É isso! Apareceu uma maléfica onda e roubou a vida a muito boa gente. Prenda-se a onda! Pena de morte para a onda! Restrição de 3 kms. mínimos para a onda se aproximar das costas asiáticas...

Pois! As simplificações, para além de serem básicas e fornecerem uma "preciosa" ajuda para "explicar" a realidade, não passam de mecanismos lógicos baseados na superficialidade analítica e na incapacidade de ver mais longe.

A "onda" provocou grandes destruições? E, antes da "onda" chegar, que causas, factores e origens estão na base da formação dessa "onda"? Vamos fingir que não existem causas e que a sociedade não tem MESMO nada a ver com a ORIGEM desta "onda"? Vamos enterrar a cabeça na areia e fingir populista e demagogicamente que não existem, na nossa sociedade, formas de VIOLÊNCIA diária e permanente que estão na origem desta ONDA DE VIOLÊNCIA?

(...)
Que tal olhar para outras VIOLÊNCIAS?
Das violências diárias que não queremos ver
Das violências diárias que não queremos ver
Obviamente: "tsunami de 2004" e não "de 2005"
Simplificações da Comunicação Social
Simplificações da Comunicação Social
Obviamente: "ondas dos tsunamis" e não "tesunamis"
Re: Obviamente:
Re: Obviamente:
Re: Simplificações da Comunicação Social
Re: Simplificações da Comunicação Social
Re: Simplificações da Comunicação Social
Re: Simplificações da Comunicação Social
Re: Simplificações da Comunicação Social
Re: Simplificações da Comunicação Social
Re: Simplificações da Comunicação Social
Re: Simplificações da Comunicação Social
Re: Simplificações da Comunicação Social
Re: Simplificações da Comunicação Social
Re: Simplificações da Comunicação Social
Re: Simplificações da Comunicação Social
Re: Simplificações da Comunicação Social
Termino!!!
Re: Termino!!!
Re: Termino!!!
Re: Termino!!!
Re: Termino!!!
Re: Simplificações da Comunicação Social
Re: Simplificações da Comunicação Social
Re: Simplificações da Comunicação Social
Re: Simplificações da Comunicação Social
Re: Simplificações da Comunicação Social
Re: Simplificações da Comunicação Social
e o que mais estara para vir
O que se passou em Franca no passado recente e o que se passou na Inglaterra nestes últimos dias, ou muito me engano ou ira' repetir-se aqui na Austrália. A incompetência politica para "deal" com a anarquia publica e' confrangedora. O Partido. os votos estão em primeiro lugar. Note-se que a ministra britânica disse, que o uso de canhões de agua NUNCA! Entretanto o sr., Cameron já veio dizer que TALVEZ.
Re: e o que mais estara para vir
Um flagelo das sociedades modernas.
De facto, depois de assistirmos na TV àquele espectáculo degradante e sem nada podermos fazer, só a revolta fica. A peça está bem escrita. Por cá, temos uma enorme franja da sociedade a viver exactamente na mesma. Muitos vêm viver para cá, apenas na mira dos subsídios. O trabalho aborrece-os. O não ter dinheiro não constitui problema, arranja-se! É preciso é ter carro, (com vidros negros de preferência), um bom TM, roupas de marca e muita música. Os que não têm idade para certos saltos, dão apoio logístico em troca de qualquer coisa. Políticas erradas por partes dos governos e por parte das famílias, que não estão para ralar-se.
Se tivessem um trabalhinho como o seu
secalhar não tinham este tipo de comportamentos. Estando no seu lugar é fácil criticar e insultar mas já tentou perceber o porquê de eles terem este tipo de atitudes??? Pela sua ordem de ideias com força bruta das forças de autoridade o problema resolvia-se. Mais uma vez está errado, o problema era simplesmente adiado. Há que compreender o porquê destas atitudes. Quem controla o povo pelo medo são os ditadores.
Re: Se tivessem um trabalhinho como o seu
Re: Se tivessem um trabalhinho como o seu
Re: Se tivessem um trabalhinho como o seu
Re: Se tivessem um trabalhinho como o seu
Re: Se tivessem um trabalhinho como o seu
Re: Se tivessem um trabalhinho como o seu
Re: Se tivessem um trabalhinho como o seu
Re: Se tivessem um trabalhinho como o seu
Re: Se tivessem um trabalhinho como o seu
Re: Se tivessem um trabalhinho como o seu
Re: Se tivessem um trabalhinho como o seu
Re: Se tivessem um trabalhinho como o seu
Re: Se tivessem um trabalhinho como o seu
Re: Se tivessem um trabalhinho como o seu
Re: Se tivessem um trabalhinho como o seu
O TROCO VEIO A CAVALO,NUM BURRO....
NAO GOSTAM DE DEFENDER BANDIDOS TIPO O EX PRESIDENTE DO BENFICA,NUNCA USAM ARMAS MAS MATARAM O BRASILEIRO JEAN CHARLES,ESTA NA HORA DESTES PEDANTES SENTIREM NA PELE COMO E....
Re: O TROCO VEIO A CAVALO,NUM BURRO....
Re: O TROCO VEIO A CAVALO,NUM BURRO....
Re: O TROCO VEIO A CAVALO,NUM BURRO....
O verdadeiro esterco em forma de gente.
Será que o esterco não se encontra e bem implantado na democracia portuguesa?, neste tipo de democracia dita da UE? Será que só com esta dispersão da sociedade dita de vandalos por uma sociedade degradante e, e, e... como a portuguesa, não são os pravicadores destes dasacatos sociais?
Este tipo de sociedade portuguesa e da UE pensem em deixar de explorar quem trabalha e tem uma familia a manter e não andar com as hipocrisias do costume, sociedades de consumismo e de azeiteirismo social.
Aprendam a ser pessoas decentes e sociais e não de consumistas de quem trabalha.
Brilhante artigo...
Estou surpreendido com este artigo. Normalmente os jornalistas, comentadores e outros da mesma espécie, escrevem artigos e fazem comentários a defender o indefensável. Vêm logo em defesa das minorias coitadinhas, e a apelidar, quem critica comportamentos, de racistas e xenófobos...
Gostei especialmente do último parágrafo:
"Não são seres humanos. São bichos. As pessoas, essas, têm sentimentos, têm emoções e sobretudo têm causas. As pessoas não agem como animais selvagens em bando por pura necessidade de espalhar o caos, a desordem sem qualquer motivação para alem da pura maldade, falta de objectivos, noção exígua de cidadania, falta de sanidade intelectual e principalmente de alguém que lhes vá à tromba como deve ser e na altura certa, para que nunca mais se esqueçam do que fizeram.

Fica o filme. Lamentável. Verdadeiras bestas"

Re: Brilhante artigo...
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