26/05/2012 atualizado às 14:20
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O triunfo do Chico-espertismo: na Faculdade sem terminar o Liceu

Não restam dúvidas que o mundo é dos espertos. E Portugal tem dado um contributo importante. Tempos houve em que mudámos o mundo a bordo de uma Nau. Agora é mais fácil, temos o Novas Oportunidades. Perguntem ao Tomás.

Tiago Mesquita (www.expresso.pt)
8:30 Quinta feira, 23 de setembro de 2010

No que toca à esperteza saloia ninguém nos dá lições. Portugal é uma espécie de extensão europeia da América latina à beira mar plantado. É só apanhar o barco e navegar. Aqui tudo é possível. E com os exemplos que nos chegam de quem tem responsabilidades, o que poderemos exigir? O chico-espertismo está instituído.

O Expresso contou-nos esta semana a história de Tomás. Um rapaz que como tantos outros apenas queria uma oportunidade. A diferença é que enquanto os outros estudavam para a merecer o Tomás foi-se inscrever no Centro de Novas Oportunidades de Esposende. E bem. Foi esperto. Há quem compre pneus novos e quem prefira recauchutar. Há os que efectivamente estudam alguma coisa os que fazem parte processo de maquilhagem educativa em curso. Já conhecíamos o "jornalismo travestido" agora temos "o acesso ao Ensino Superior travestido".

O Tomás, que havia desistido da escola porque a Matemática era uma pedra no sapato, descalçou-se em Esposende e em meia dúzia de meses acabou o 12º ano com a pedra na mão. Como? Frequentou dois módulos (saberes fundamentais e gestão). No primeiro provavelmente ensinaram-lhe a apertar os sapatos e no segundo a gerir a semanada. Mas resultou. Parabéns. Mais um para a lista de sucessos do Ministério.

Mas o mais "divertido" foi que com esta manobra o Tomás acabou por ser oficialmente, segundo as listas do Ministério do Ensino Superior, o aluno com a mais alta nota de candidatura do país: 20 valores. Virou-se o feitiço contra o Ministério da Magia. Estou a imaginar o Tomás com a pedra na mão e um rafeiro atado a um baraço, os dois a olharem para a pauta: "está a ver Einstein? Quem é que é esperto? Olha-me sé para estes totós todos..." Terá dito o génio ao canídeo. Resta agora saber quantos entraram no Ensino Superior nas mesmas condições. Graças ao maravilhoso Novas Oportunidades. 

"Acabou por entrar na faculdade, no curso de Tradução, na Universidade de Aveiro. Como a sua média não tem em conta as notas do secundário - que não terminou - e baseia-se apenas no exame nacional de Inglês, o único que teve de fazer para entrar em Tradução e onde conseguiu nota máxima" conta o Expresso. Pelo meio Tomás ainda tentou Biologia mas teve 7,4 de nota. Pois é... "como ocorre a gametogénese e mais não sei o quê, cenas bué complicadas meu...foi mau"

Penso nas pessoas da idade do Tomás que se privaram de milhares de outras coisas da sua juventude para estudarem (e bem) e poderem escolher o curso que pretendiam frequentar, muitas delas ainda com o amargo de boca do insucesso, e no que pensarão e sentirão ao ler esta notícia. E só lhes posso dizer uma coisa para as animar: ponham os olhinhos no Tomás, porque este rapaz ainda chega a Primeiro-Ministro.

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Isto é um absurdo!
José Telhado (seguir utilizador), 3 pontos (Bem Escrito), 8:52 | Quinta feira, 23 de setembro de 2010
Como é possível alguém que não quer trabalhar, pois não conseguia fazer Matemática, acaba por ser o melhor aluno do secundário através de uma grande jogada.

As Universidades têm de ter os seus próprios exames de aptidão e a competição entre elas passará a fazer-se pela que melhor ensino produz, pela que mais rigor exige na entrada e pela que deste modo melhores empregos garante aos seus alunos.

O mercado de trabalho passará a reger-se por uma opção que tem em conta o local onde o candidato estudou e tudo será diferente a partir desse momento.

Sem trabalhar este jovem entra para uma faculdade, desprestigiando o sistema de ensino na sua globalidade.

Algo está mal e tem de ser mudado.

Se as novas oportunidades permitem este esquema de golpadas, acabe-se com elas.

Portugal não pode ter licenciados analfabrutos porque assim nunca mais nos desenvolvemos.
 
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    Umas observações apenas..    Ver comentário
erika santiago (seguir utilizador), 3 pontos , 11:43 | Quinta feira, 23 de setembro de 2010
    Re: Umas observações apenas..    Ver comentário
Spitzer (seguir utilizador), 2 pontos , 12:05 | Quinta feira, 23 de setembro de 2010
    Re: Isto é um absurdo!    Ver comentário
Sempre Curiosa (seguir utilizador), 1 ponto , 15:10 | Quinta feira, 23 de setembro de 2010
    Re: Isto é um absurdo!    Ver comentário
Sérgio D. Silva (seguir utilizador), 1 ponto , 15:16 | Quinta feira, 23 de setembro de 2010
    Re: Isto é um absurdo!    Ver comentário
figueiredo2 (seguir utilizador), 1 ponto , 0:25 | Sexta feira, 24 de setembro de 2010
Como se a culpa fosse do Tomás...
Fernando Torres (seguir utilizador), 3 pontos (Bem Escrito), 9:08 | Quinta feira, 23 de setembro de 2010
As Novas Oportunidades deram-lhe uma oportunidade..o Tomás aproveitou-a..

Onde é que aqui cabe o chico-espertismo ?..

A si também lhe deram oportunidade de escrever e ver publicadas algumas baboseiras (felizmente são poucas as que escreve)..não a está a aproveitar ?..

O que está mal nesta estória não é o Tomás..o que está mal é o sistema que permite a ocorrência e recorrência de casos destes..

Percebeu "Tomás" ?..
 
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    Re: Como se a culpa fosse do Tomás...    Ver comentário
Andreissa Emygdio (seguir utilizador), 1 ponto , 11:39 | Quinta feira, 23 de setembro de 2010
    Re: Como se a culpa fosse do Tomás...    Ver comentário
Spitzer (seguir utilizador), 2 pontos , 12:13 | Quinta feira, 23 de setembro de 2010
    Re: Como se a culpa fosse do Tomás...    Ver comentário
otario2009 (seguir utilizador), 1 ponto , 17:09 | Quinta feira, 23 de setembro de 2010
    Re: Como se a culpa fosse do Tomás...    Ver comentário
yeye (seguir utilizador), 1 ponto , 12:11 | Sexta feira, 24 de setembro de 2010
    Re: Como se a culpa fosse do Tomás...    Ver comentário
Cidadão Alerta (seguir utilizador), 1 ponto , 3:13 | Quarta feira, 29 de setembro de 2010
A seriedade do diploma escolar
águiadois (seguir utilizador), 2 pontos , 11:16 | Quinta feira, 23 de setembro de 2010
Ao Governo e ao Ministério da Educação cabe acautelar as condições para que a seriedade na avaliação e nos percursos escolares exista: Só assim a Escola cumpre a sua obrigação e o aluno se qualifica quando recebe o diploma.
Tudo o que não fôr assim ,tem que ser corrigido, porque o saber não se consegue com fraudes e as Instituições não se prestigiam quando são permissivas a elas.
 
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Terra dos chicos-espertos
Spitzer (seguir utilizador), 2 pontos , 11:58 | Quinta feira, 23 de setembro de 2010
«Portugal, the west coast of europe» land of oportunity...

Numa coisa temos de dar a mão à palmatória: Sócrates não é egoísta. Sócrates pode ser ele próprio um chico-esperto.. mas não é egoísta: os CNOs dão a TODOS a oportunidades de serem chicos-espertos.

Contrariamente aos salazaristas que tinham as universidades só para eles e aos cavaquistas que abriram a universidade a qualquer pessoa disposta a pagar, o Sócrates dá oportunidades a todos. Qualquer um pode ser esperto.. mesmo sem se chamar chico.

Suponho que seja também positivo para a Universidade de Aveiro ter a distinção do aluno mais esperto do ano.
 
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O ensino em Portugal
Enes (seguir utilizador), 2 pontos (Bem Escrito), 14:02 | Quinta feira, 23 de setembro de 2010
O sistema de ensino em Portugal tem imensas falhas...sem duvida. Começando no ensino básico, passando pelo ensino secundário e acabando na faculdade. A maioria dos jovens (nem todos felizmente!) que se candidatam ao ensino superior não sabem que curso ou profissão querem seguir. Porquê? Porque nunca fizeram nada sem ser jogar jogos de computador, ver TV, sair á noite, etc. Então o que fazem eles quando acabam o ensino secundário? Não têm nada para fazer. Vão para a faculdade. Uns com boas notas (o que pode não revelar aptidão para o curso que escolheram) outros com notas baixas, mas estes ultimos não têm problema porque têm as privadas. Os jovens entrão no ensino superior e andam lá 5 ou 6 anos a fazer um curso de 3. Porquê? Porque continuam sem saber o que querem da vida. O problema não é só das politicas educacionais do governo, o problema é que os pais também não sabem educar os seus filhos (oferecem ao longo da vida dos jovens imensas facilidades, "la vie en rose"). O ensino superior está cheio de jovens que o frequentam durante anos e só o acabam porque cada vez é mais facilitado. No entanto o mercado de trabalho cada vez é mais exigente, e ai só se safa quem realmente é bom e teve uma boa educação ao longo dos anos. Portugal vai pagar as facilidades concedidas na educação brevemente. Ou será que já está a pagar por isso?
 
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Culpa-se Sócrates, Salazar, Hitler...
makiavel (seguir utilizador), 2 pontos , 16:43 | Quinta feira, 23 de setembro de 2010
Mas enquanto Salazar e Hitler (e outros) não podiam ser afastados com novas eleições, Sócrates corre esse risco.

E voltou a ganhar segundo mandato.

Então...porque o culpam (e aos seus boys) de todos os males deste país, se voltam a votar nele e não exigem uma oposição de qualidade?

Culpar o governo é culpar :
      - quem votou neles, porque sabia ao que ia e os re-elegeu
      - quem não votou neles, porque não entroniza outros candidatos
      - todos os portugueses em geral, porque cada povo tem o governo que merece!
 
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A história repete-se
estrabico (seguir utilizador), 1 ponto , 9:44 | Quinta feira, 23 de setembro de 2010
Vai aqui aparecer muita a gente a barafustar com a forma como o Tomás teve acesso à faculdade. Como a memória é curta, esquecem-se dos exames “ad hoc” para os que tinham a 4ª classde e mais de 25 anos. Se calhar, nem foram estes que se aproveitaram, já na universidade, das passagens administrativas…
 
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    Re: A história repete-se    Ver comentário
nao tento (seguir utilizador), 1 ponto , 10:42 | Quinta feira, 23 de setembro de 2010
    Re: A história repete-se    Ver comentário
Spitzer (seguir utilizador), 2 pontos , 12:16 | Quinta feira, 23 de setembro de 2010
Temos 1º ministro à vista
ja_penso (seguir utilizador), 1 ponto , 9:51 | Quinta feira, 23 de setembro de 2010
Temos o futuro 1º ministro à vista!Depois de se filiar no PS e se tornar a secretário geral do mesmo arranja aí uns Freitas de Amaral,Campos e Cunha,para que a mentira seja seja segura tem que ter alguma coisa de verdade à mistura,e constitui governo.Este Tomás tem futuro neste país sim senhor mas não é inovador.Teremos alguma universidade manhosa que lhe dê um diploma de manhoso?Por estes tempos temos já muitas universidades e politécnicos independentes mas a funcionar?
 
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Academia.
Helder Antunes (seguir utilizador), 1 ponto , 9:57 | Quinta feira, 23 de setembro de 2010
Com o percurso académico que se conhece ao nosso 1º que modelo ou exemplo esperariam ver implementado?
...

Meus caros.
É uma herança muito, muito pesada a que JS deixará ao país.
A todos nós.
Pode-se dizer o que se quiser. E contra-argumentar, conforme as sensibilidades ou o momento, parecendo ele menos mau a dada altura.
Uma coisa é certa.
Na justiça, pelo descrédito.
Na saúde, pelo autêntico crime perpetrado por esta governação.
Na educação, pelo caos instalado.
Na segurança.
Nas finanças.
Na economia.
JS deixará atrás de si uma verdadeira terra queimada.
Podem achar o que quiserem, estejam à vontade.
Infelizmente não haverá mistificação nem propaganda nem marketing político que desfaçam o que está a acontecer.
O que pode a vaidade e a obstinação de um homem quando secundado por uma boa equipa de boys.
 
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Parabens Tomás!
Francisco-Lx (seguir utilizador), 1 ponto , 10:25 | Quinta feira, 23 de setembro de 2010
Ainda bem que conseguiste! Assim estás a mostrar aos que os criticam (entre os quais aqui o TM) porque é que os professores se indignam com as medidas destes governos sobre a educação.
 
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Muito simples
eng7 (seguir utilizador), 1 ponto , 10:31 | Quinta feira, 23 de setembro de 2010
Um regime especial para acesso ás universidades destes alunos, como já acontece com tantos outros e evitava-se toda esta polémica.
 
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    Re: Muito simples    Ver comentário
Francisco-Lx (seguir utilizador), 1 ponto , 10:42 | Quinta feira, 23 de setembro de 2010
    Re: Muito simples    Ver comentário
eng7 (seguir utilizador), 2 pontos , 11:12 | Quinta feira, 23 de setembro de 2010
    Re: Muito simples    Ver comentário
Spitzer (seguir utilizador), 2 pontos , 14:48 | Quinta feira, 23 de setembro de 2010
    Re: Muito simples    Ver comentário
Spitzer (seguir utilizador), 2 pontos , 12:20 | Quinta feira, 23 de setembro de 2010
ahem
mannyomatic (seguir utilizador), 1 ponto , 11:32 | Quinta feira, 23 de setembro de 2010
Eu entrei no ensino superior ao abrigo de um loophole deste género (ainda não havia Novas Oportunidades, havia e não sei se ainda há o ensino recorrente por unidades capitalizáveis), portanto, não querendo desculpar a situação, isto também não é de agora. E muito mal nem esteve o Tomás, que apesar de beneficiado denuncia de certo modo a situação. Muitos como eu simplesmente varreram o assunto para debaixo do tapete, esqueceram e entraram na faculdade. Alguns foram até bastante bem sucedidos e bons profissionais.

Acho que o problema começa no secundário, não podem tentar emendar a casa a começar pelo telhado.

E aos mais velhotes que clamam agora por chico-espertismo, quantos de vocês andavam a estudar entre 74-78? Podem dizer aqui como era? Quantos dessa altura estão agora no governo?
 
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Eng. das novas oportunidades ou Dr. oportunistas
Virtualix (seguir utilizador), 1 ponto , 12:23 | Quinta feira, 23 de setembro de 2010

No período da revolução de 25 de Abril a Universidade Técnica “perdeu” dos seus arquivos os processos dos alunos (*)

Na impossibilidade de mandar todos para o ano zero a Universidade “desenvencilhou-se” como pode, confiando um pouco na palavra do aluno no que diz respeito ao seu aproveitamento académico e ano de frequência.

Muitos dos alunos que ficaram “encalhados” viram neste episódio uma “nova oportunidade” uma solução para o seu problema.

Ao que parece nesse ano houve uma anómala “fornada” de finalistas, que receberam a designação de “engenheiros do 25 de Abril”.

Ainda hoje se utiliza a expressão “engenheiro do 25 de Abril” quando quer qualificar um engenheiro de “má qualidade”.

Será que vamos ter “Os engenheiros das novas oportunidades” ou os “doutores oportunistas”, não sei, o futuro o dirá.

Nota:
(*) – Esta é uma “história” que já a ouvi de fontes diversas, mas não sei se é verídica ou apenas mais um “mito urbano”. Se houver alguém que a possa confirmar ou refutar agradecia.
 
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Não é bem assim
O abreu dá cá o meu (seguir utilizador), 1 ponto , 13:18 | Quinta feira, 23 de setembro de 2010
Este meu comentário é apenas destinado aos comentadores de serviço do PSD e CDS. Os comunistas (BE +PCP) são dinossauros em vias de extinção.

Ricos, O sistema actual é bem melhor que o sistema de acesso à Universidade do vosso ultimo governo, estilo filha de ministro Martins da Cruz entrar em medicina por cunha a outro ministro. Agoara o sistema é claro e depende apenas da Universidade exigir quais as provas de aferição necesssárias. Não cabe ao governo. No entanto aproveito para criticar o sistema actual que permite aos atletas e filhos de diplomatas entrar na Universidade sem médias, a entrada é automática. Sobre isto ninguém fala. Também esclareço que sempre existiram ( há décadas) entradas na universidade de adultos com o exame ad-hoc. Não foi uma invenção deste governo. Depois o CNO, ao contrario do que dizem, está a ser um sucesso, que só as más linguas, ou a má lingua da oposição tenta desacreditar. Beijos às senhoras( 1 apenas) e cumprimentos aos senhores
 
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    Re: Não é bem assim    Ver comentário
Spitzer (seguir utilizador), 2 pontos , 15:09 | Quinta feira, 23 de setembro de 2010
    faz medo!!!!    Ver comentário
voxpopuly (seguir utilizador), 1 ponto , 14:56 | Sexta feira, 24 de setembro de 2010
Exames Nacionais são justos
Sérgio D. Silva (seguir utilizador), 1 ponto , 15:24 | Quinta feira, 23 de setembro de 2010
A média do secundário, calculada como é hoje em dia, favorece quem tem dinheiro para privadas e explicações, para que assim possam inflacionar as suas médias escolares, e para que o trambolhão no exame não seja maior! Porque no afinal de contas a única forma de avaliação verdadeiramente justa é precisamente o EXAME NACIONAL, uma vez que é igual para todos!
Sim o Tomás não concluiu matemática... E do que é que a matemática de 11 e 12º lhe iria servir para um curso de Tradução de Inglês? NADA! Tal como em 95% dos cursos superiores...

E mais porque a Matemática que hoje é dada no secundário, não favorece ninguém, muito menos os que dela realmente precisam!

Nos anos 80 havia 3 disciplinas no 12º... 3!

E por boa razão! Com uma carga horária semelhante, os alunos tinham melhor preparação do que hoje em dia, em que até a educação física conta para a média de acesso!

Porque o que interessa para a universidade, onde temos de ter conhecimentos específicos e avançados sobre determinada área, é não sabermos nada de jeito de coisa nenhuma, mas ter uma média jeitosa... Francamente!
Quanto a não ter terminado o secundário, tal não corresponde à verdade, terminou através do DL 357/2007, e não como já ouvi dizer, por RVCC...
Quem quiser saber mais pode consultar este endereço:
http://www.novasoportunid...

Só fala de quem não sabe, quem quer fazer os outros passar por parvos.
 
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