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Reportagem

O silêncio como colega de trabalho

Há mais profissões solitárias do que possa pensar à partida e poucas vezes nos lembramos disso. O Expresso foi conhecer como é a vida de três homens que trabalham todos os dias lado a lado com o silêncio.

Opinião


Multimédia

O Cabo da Roca depois da tragédia que matou casal polaco

Os turistas portugueses e estrangeiros que visitam o Cabo da Roca, em Sintra, continuam a desafiar a vida nas falésias, mesmo depois da tragédia que resultou na morte de um casal polaco, cujos filhos menores estavam também no local. Durante a visita do Expresso, um segurança tentou alertar os turistas para o perigo e refere a morte do casal polaco. O apelo não teve grande efeito. Veja as imagens.

Ó Capitão! meu Capitão! ergue-te e ouve os sinos

Ele foi a nossa ama... desajeitada. Ele foi o professor que nos inspirou no liceu. Ele trouxe alegria, mesmo nas alturas mais difíceis. Ele indicou-nos o caminho na faculdade. Ele ensinou-nos a manter a postura, mas também a quebrar preconceitos. Ele ensinou-nos que a vida é para ser aproveitada a cada instante. Ó capitão, meu capitão, crescemos contigo e vamos ter de envelhecer sem ti. 

Crumble. A sobremesa mais fácil do mundo

Tiger escolheu a gastronomia como forma de estar na vida, especialista em pratos de confeção acessível, com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa. Veja, confecione, desfrute e impressione.

Voámos num F-16

Um piloto da Força Aérea voou com uma câmara GoPro do Expresso e temos imagens inéditas e exclusivas para lhe mostrar num trabalho multimédia.

Salada de salmão com sorvete de manga

Especialista em pratos de confeção acessível, com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa, Tiger escolheu a gastronomia como forma de estar na vida. Veja, confecione, desfrute e impressione.

Por faróis nunca dantes navegados

São a salvaguarda dos navegantes, a luz que tranquiliza o mar. Há 48 faróis em Portugal continental e nas ilhas. Este é um acontecimento único: todos os faróis e 1830 km de costa disponíveis num mesmo trabalho. Para entendê-los e vê-los, basta navegar neste artigo.

Parecem casulos onde gente hiberna à espera de ver terra

No Porto de Manaus não há barcos, mas autocarros bíblicos que caminham sobre água. Têm vários andares e estão cheios de camas de rede que parecem casulos onde homens, mulheres e crianças aguardam o destino. E há gente a vender o que houver e tiver de ser junto ao Porto. "Como há Copa, tem por aí muito gringo que vem ter com 'nóis'. E então fica mais fácil vender"

O adeus de Lobo Antunes às aulas de medicina

O neurocirurgião deu terça-feira a sua "Última Lição" no auditório do Instituto de Medicina Molecular da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, na véspera de deixar o seu trabalho no serviço nacional de saúde.

Jaguar volta a fabricar desportivo dos anos 60

Até ao verão será fabricado um número limitado de desportivos Jaguar E-Type Lightweight, seguindo todas as especificações originais, incluindo a continuação do número de série das unidades produzidas em 1963.

"Naquela altura estavam continuamente a acontecer primeiras coisas"

Mais do que uma manifestação, o 'primeiro' 1º de Maio é recordado como a grande festa da Revolução dos Cravos, quando o povo saiu às ruas em massa e a união das esquerdas era um sonho possível. "O 1º de Maio seria mais uma primeira coisa, porque naquela altura estavam continuamente a acontecer primeiras coisas." Foi há 40 anos.

Este trabalho não foi visado por qualquer comissão de censura

Aquilo que hoje é uma expressão anacrónica estava em relevo na primeira página do "República", a 25 de Abril de 1974: "Este jornal não foi visado por qualquer comissão de censura". Quarenta anos depois da Revolução, veja os jornais, ouça os sons e compreenda como decorreu o "dia inicial inteiro e limpo", como lhe chamou Sophia. O Expresso falou ainda com cinco gerações de 40 anos e percorreu a "geografia" das Ruas 25 de Abril de todo o país, falando com quem lá mora. Veja a reportagem multimédia.


Comentários 4 Comentar
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O que sofremos para ganhar a vida.
É um bom ponto de vista.

Realmente só estávamos habituados a 'ver' o ruído no trabalho, como um factor negativo e até neurológico, mas o silêncio também pode causar traumas.

Como diz o outro, trabalhamos como escravos para ter dinheiro para comprar medicamentos que curem as doenças que a profissão provoca.
Atravez do silêncio e do mêdo os ultra liberais no
poder utilizam o código do trabalho para ilhar o Estado e extorquir as populações pondo em causa a frágil Democracia neste País.......
O silêncio das palavras!
Que assunto mais interessante e de facto tem muito que se lhe diga...
O silêncio às vezes incomoda, mas é o tempo de adaptação às coisas..O silêncio é tão bom quando os pensamentos gritam todos ao mesmo tempo...
Silêncio e tempo. Os remédios homeopáticos mais poderosos...Aprendemos a respirar na fumaça, ver no breu e ouvir no silêncio porque o silêncio é bom conselheiro ... Mas como em tudo há um quê! e um porquê? por mais adaptação ao meio ... existem sempre os pós e contras do silêncio a mais ... este provoca muitas vezes mais ruído do que o ruído em si ...

O Homem como ser sociável que é tem de aprender a lidar com os pós e contras das profissões ... todas elas dignas no entanto algumas marcam mais que outras pela exigência ...
Uma questão de Equilíbrio!

Quem cala ... Consente !
Para quê ser revoltado ?
Só se fôr para continuar no desemprego ...
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Edição Diária 17.Abr.2014

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