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O que vai acontecer à Cimpor?

A conclusão da OPA sobre a cimenteira portuguesa Cimpor que passou para as mãos dos brasileiros Camargo Corrêa, o novo governo grego e a reunião do G20 no México são os temas comentados por Ana Sofia Santos, jornalista do Expresso, no Jornal de Economia da Sic Notícias.
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Opinião


Multimédia

Cheesecake com manjericão e doce de tomate

Especialista em pratos de confeção acessível, com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa, Tiger escolheu a gastronomia como forma de estar na vida. Veja, confecione, desfrute e impressione.

Voámos num F-16

Um piloto da Força Aérea voou com uma câmara GoPro do Expresso e temos imagens inéditas e exclusivas para lhe mostrar num trabalho multimédia.

Salada de salmão com sorvete de manga

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Por faróis nunca dantes navegados

São a salvaguarda dos navegantes, a luz que tranquiliza o mar. Há 48 faróis em Portugal continental e nas ilhas. Este é um acontecimento único: todos os faróis e 1830 km de costa disponíveis num mesmo trabalho. Para entendê-los e vê-los, basta navegar neste artigo.

Parecem casulos onde gente hiberna à espera de ver terra

No Porto de Manaus não há barcos, mas autocarros bíblicos que caminham sobre água. Têm vários andares e estão cheios de camas de rede que parecem casulos onde homens, mulheres e crianças aguardam o destino. E há gente a vender o que houver e tiver de ser junto ao Porto. "Como há Copa, tem por aí muito gringo que vem ter com 'nóis'. E então fica mais fácil vender"

O adeus de Lobo Antunes às aulas de medicina

O neurocirurgião deu terça-feira a sua "Última Lição" no auditório do Instituto de Medicina Molecular da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, na véspera de deixar o seu trabalho no serviço nacional de saúde.

Jaguar volta a fabricar desportivo dos anos 60

Até ao verão será fabricado um número limitado de desportivos Jaguar E-Type Lightweight, seguindo todas as especificações originais, incluindo a continuação do número de série das unidades produzidas em 1963.

"Naquela altura estavam continuamente a acontecer primeiras coisas"

Mais do que uma manifestação, o 'primeiro' 1º de Maio é recordado como a grande festa da Revolução dos Cravos, quando o povo saiu às ruas em massa e a união das esquerdas era um sonho possível. "O 1º de Maio seria mais uma primeira coisa, porque naquela altura estavam continuamente a acontecer primeiras coisas." Foi há 40 anos.

Este trabalho não foi visado por qualquer comissão de censura

Aquilo que hoje é uma expressão anacrónica estava em relevo na primeira página do "República", a 25 de Abril de 1974: "Este jornal não foi visado por qualquer comissão de censura". Quarenta anos depois da Revolução, veja os jornais, ouça os sons e compreenda como decorreu o "dia inicial inteiro e limpo", como lhe chamou Sophia. O Expresso falou ainda com cinco gerações de 40 anos e percorreu a "geografia" das Ruas 25 de Abril de todo o país, falando com quem lá mora. Veja a reportagem multimédia.


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O caso Cimpor
Com a dura crise os activos em Portugal ficaram ao "preço da uva mijona"... como se isso não bastasse os accionistas portugueses da Cimpor não tinham capacidade para injectar capital na empresa, incluindo os Finos e a própria CGD. Os Finos não tiveram capacidade nem de longe nem de perto para ir à OPA. A CGD quer livrar-se de posições que pouco ou nada têm a haver com a actividade bancária e quer recentrar-se na industria para a qual está vocacionada. Além disso a CGD "limpa o balanço" e faz uma mais-valia interessante com o preço da sua participação na Cimpor. A Camargo Correia que vale pelo menos 5 Cimpors, tem know-how e posição no mercado global de cimentos, ganha mais uma bela fracção do negócio em vários continentes incluindo o próprio Brasil.
Se a Cimpor mantiver e até ampliar postos de trabalho na Cimpor e decidir que o centro de operações fica de facto em Portugal, não percebo qual a preocupação das hostes...
Os accionistas portugueses não tiveram músculo financeiro para irem à OPA com sucesso...tão simples quanto isso.
Outra leitura dos arautos da desgraça é que a Camargo já está a pensar em desmembrar a Cimpor, vendê-la a retalho e transferir a administração e as operações jé em força para o Brasil...
A Cimpor é um exemplo. Outros certamente se seguirão.
O que a mim me aflige é que isto não é investimento em Portugal, esta operação configura simplesmente transacção de capital de umas mãos para outras. O valor acrescentado não será significativo por aí além...
Vende-se Tudo!
A configuração do poder é multifacetada... Assume diversas máscaras numa encenação do Mesmo... quer dizer, da articulação dos interesses económicos dominantes... instância última onde reside o verdadeiro rosto invisível do Poder... A Cimpor é mais uma situação o que importa na dita “Sociedade do Espectáculo” é isolar e atomizar o individuo... massificar... desmembrar da sua condição de cidadão... inibi-lo na sua autonomia, frustrar a fecundidade da participação social e assim o submeter voluntariamente aos ditames dominantes e dos interesses económico-financeiros que serve e a justificam...
E o interesse Nacional desaparece... e quando se dá por ela ... Já Era ... O estado tem um Conselheiro que mais Des(aconselha) ...
NÃO HÁ PROBLEMA.
A ERC DECIDE.
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