3
Anterior
Espanha está em estado de negação
Seguinte
Mais austeridade para Portugal?
Página Inicial   >  Opinião e Blogues  >  O Expresso na SIC Notícias  >   O que vai acontecer à Cimpor?

O que vai acontecer à Cimpor?

A conclusão da OPA sobre a cimenteira portuguesa Cimpor que passou para as mãos dos brasileiros Camargo Corrêa, o novo governo grego e a reunião do G20 no México são os temas comentados por Ana Sofia Santos, jornalista do Expresso, no Jornal de Economia da Sic Notícias.
|

Opinião


Multimédia

E que tal uma canjinha de pato?

Especialista em pratos de confeção acessível, com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa, Tiger escolheu a gastronomia como forma de estar na vida. Veja, confecione, desfrute e impressione com esta nova receita.

Os assassínios, as execuções, as decapitações são as imagens mais chocantes de uma propaganda cada vez mais sofisticada. É a Jihad, que recruta guerrilheiros no ocidente para matar e morrer na Síria. O Expresso seguiu as pisadas de cinco jiadistas portugueses, mostrando quem são e como foram convertidos e radicalizados. E como lutam, como foram morrer - e como já haverá arrependidos com medo de fugir. Reportagem em Londres, no café onde viam jogos de futebol, na universidade onde estudavam e na mesquita onde rezavam. Autoridades e especialistas em terrorismo estão alerta sobre este pequeno mas perigoso grupo, onde corre sangue português - e de onde escorre sangue por Alá.

Desfile de vedetas

Saiba tudo sobre os modelos concorrentes ao Carro do Ano 2015/Troféu Essilor Volante de Cristal. Conheça o essencial sobre os 20 automóveis participantes nesta iniciativa, da estética, às características técnicas, do preço ao consumo. A apresentação ficará completa no dia 3 de janeiro.

Elvis. Gostamos ou não gostamos?

Ele não é consensual, mas é incontornável. Dispunha de penteado majestoso e patilha marota, aparentava olhar matador e pose atrevida. E deixou canções: umas fáceis e outras nem tanto, por vezes previsíveis e às vezes inesperadas, ora gentis ora aceleradas. E ele, Elvis, nasceu em janeiro de 1934 - há precisamente 40 anos, ao oitavo dia. Temos quatro textos sobre o artista: Nicolau Santos, Rui Gustavo, Nicolau Pais e João Cândido da Silva explicam o que apreciam, o que toleram e o que não suportam.

Tudo o que precisa de saber sobre o ébola. Em dois minutos

Porque é que este está a ser o pior surto da história? Como é que os primeiros sintomas se confundem com os de outras doenças? É possível viajar depois de ter contraído o vírus, sem transmitir a doença? E estamos ou não perto de ter uma vacina? O Expresso procurou as respostas a estas e outras dúvidas sobre o ébola.

Piza de manga com estragão e canela

Especialista em pratos de confeção acessível, com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa, Tiger escolheu a gastronomia como forma de estar na vida. Veja, confecione, desfrute e impressione.

Desacelerámos a realidade para observar a euforia da liberdade

Ela, Jacarandá, é algarvia. Ele, Katmandu, é espanhol. São linces e agora experimentam a responsabilidade da liberdade: foram soltos esta terça-feira numa herdade alentejana, próxima de Mértola, eles que saíram de centros de reprodução em cativeiro. Foi inédito: nunca tinha acontecido algo assim em Portugal. Estivemos lá e ensaiámos o slow motion.

Desaparecidos para sempre no Mar do Norte

O dia 15 de novembro já foi feriado, há 90 anos. A razão foi o desaparecimento de Sacadura Cabral algures no Mar do Norte. Depois de fazer mais de oito mil quilómetros de Lisboa ao Rio de Janeiro, o aviador pioneiro não conseguiu completar o voo entre a cidade holandesa de Amesterdão e a capital portuguesa. Ainda hoje, não se sabe o que aconteceu ao companheiro de Gago Coutinho e tio-avô de Paulo Portas, a quem o Expresso pediu um sms.

Os muros do mundo

Novembro relembrou-nos os muros que caem, mas também os que permanecem e os que se expandem. Berlim aproximou-se de si própria há 25 anos, mas há muros que continuam a desaproximar. Esta é a história de sete deles - diferentes, imprevisíveis, estranhos.

A última viagem do navio indesejado

Construído nos Estaleiros de Viana e pensado para fazer a ligação entre ilhas nos Açores, o Atlântida foi recusado pelo Governo Regional por alegadamente não atingir a velocidade pretendida. Contando com os custos associados à dissolução do contrato, o prejuízo ascendeu a 70 milhões de euros. Foi agora comprado a "preço de saldo", para mudar de nome e ser reconvertido num cruzeiro na Amazónia. Fizemos a última viagem do Atlântida e vamos mostrar-lhe os segredos do navio.

O papa-medalhas que veio do espaço

O atleta português mais medalhado de sempre, Francisco Vicente, regressou dos campeonatos europeus de veteranos, na Turquia, com novas lembranças ao pescoço. Três de ouro e duas de prata para juntar à coleção. Tem 81 medalhas, uma por cada ano de vida.

Terror religioso está a aumentar

Relatório sobre a Liberdade Religiosa é divulgado esta terça-feira em todo o mundo. Dos 196 países analisados, só em 80 não há indícios de perseguições motivadas pela fé.

Vai pagar mais ou menos IRS? Veja as simulações

Reforma do imposto protege quem tem dependentes a cargo, mas pode penalizar os restantes contribuintes. Função pública e pensionistas vão ter mais dinheiro disponível. Veja simulações para vários casos.

Tem três minutinhos? Vamos explicar-lhe o que muda no orçamento de 350 mil portugueses (e no de muitas empresas)

O novo salário mínimo entrou em vigor. São mais €20 brutos para cerca de 350 mil portugueses (números do Ministério da Segurança Social, porque os sindicatos falam em 500 mil trabalhadores). Mudou o valor, mas também os descontos que as empresas fazem para a Segurança Social. Porque se trata de uma medida que afeta a vida de muitos portugueses, queremos explicar o que se perde e o que se ganha, o que se altera e o que se mantém.

Music fighter: temos Marco Paulo e Bruno Nogueira numa batalha épica

Está preparado para um dos encontros mais improváveis na história da música portuguesa? O humorista Bruno Nogueira e a cantora Manuela Azevedo, dos Clã, pegaram em várias músicas consideradas "pimba" - daquelas que ninguém admite ouvir mas que, no fundo, todos vão dançar assim que começam a tocar - e deram-lhe novos arranjos, num projeto que chegou aos coliseus de Lisboa e do Porto.  "Ninguém, ninguém", de Marco Paulo, tem possivelmente a introdução mais acelerada e frenética do panorama musical português. Mas, no frente-a-frente, quem é o mais rápido? Vai um tira-teimas à antiga?


Comentários 3 Comentar
ordenar por:
mais votados
O caso Cimpor
Com a dura crise os activos em Portugal ficaram ao "preço da uva mijona"... como se isso não bastasse os accionistas portugueses da Cimpor não tinham capacidade para injectar capital na empresa, incluindo os Finos e a própria CGD. Os Finos não tiveram capacidade nem de longe nem de perto para ir à OPA. A CGD quer livrar-se de posições que pouco ou nada têm a haver com a actividade bancária e quer recentrar-se na industria para a qual está vocacionada. Além disso a CGD "limpa o balanço" e faz uma mais-valia interessante com o preço da sua participação na Cimpor. A Camargo Correia que vale pelo menos 5 Cimpors, tem know-how e posição no mercado global de cimentos, ganha mais uma bela fracção do negócio em vários continentes incluindo o próprio Brasil.
Se a Cimpor mantiver e até ampliar postos de trabalho na Cimpor e decidir que o centro de operações fica de facto em Portugal, não percebo qual a preocupação das hostes...
Os accionistas portugueses não tiveram músculo financeiro para irem à OPA com sucesso...tão simples quanto isso.
Outra leitura dos arautos da desgraça é que a Camargo já está a pensar em desmembrar a Cimpor, vendê-la a retalho e transferir a administração e as operações jé em força para o Brasil...
A Cimpor é um exemplo. Outros certamente se seguirão.
O que a mim me aflige é que isto não é investimento em Portugal, esta operação configura simplesmente transacção de capital de umas mãos para outras. O valor acrescentado não será significativo por aí além...
Vende-se Tudo!
A configuração do poder é multifacetada... Assume diversas máscaras numa encenação do Mesmo... quer dizer, da articulação dos interesses económicos dominantes... instância última onde reside o verdadeiro rosto invisível do Poder... A Cimpor é mais uma situação o que importa na dita “Sociedade do Espectáculo” é isolar e atomizar o individuo... massificar... desmembrar da sua condição de cidadão... inibi-lo na sua autonomia, frustrar a fecundidade da participação social e assim o submeter voluntariamente aos ditames dominantes e dos interesses económico-financeiros que serve e a justificam...
E o interesse Nacional desaparece... e quando se dá por ela ... Já Era ... O estado tem um Conselheiro que mais Des(aconselha) ...
NÃO HÁ PROBLEMA.
A ERC DECIDE.
Comentários 3 Comentar

Últimas

Ver mais
Receba a nova Newsletter
Ver Exemplo

Pub