Baseado num radar e em observadores munidos de binóculos e telescópios, o parque eólico alcançou um resultado inédito: mortalidade zero, desde a sua entrada em funcionamento. O segredo está no sistema de controlo remoto dos aerogeradores. Quando há risco de colisão, estes são desligados em quatro minutos.
Eu já aqui disse várias vezes que não havia de demorar muito tempo, para aparecer na comunicação social, uma campanha a diabolizar as energias renováveis, eólica e foto- voltaica, (painéis solares). Ela aí está, no seu melhor.
Tudo isto tem um fim, e os gatos escondidos deixam o rabo de fora. Os salvadores de Portugal, ou melhor os profetas da desgraça, querem construir uma central nuclear em Portugal, com o argumento de que estas energias são caras.
Mas, para tanto, só dizem meias verdades, põem as realidades ao contrário, ou dizem mentiras. Ainda isso se viu no último prós e contras.
Já sabemos que a energia em Portugal, tal como outras coisas, terão sempre que ser caras, porque nós não as temos, e é o caso do petróleo.
Por isso, a meu ver, seria, ou será mais do que acertado apostar no que temos para produzir energia, que é o sol e o vento, e ainda por cima são de borla. Se conseguirmos, e já estamos a conseguir, ir aí buscar uma grande parte da energia que consumimos, tanto melhor para nós, que já a factura do petróleo se torna muito mais pequena, que todos os anos pagamos muitos milhões de euros a mais pelo mesmo petróleo, e com a instabilidade do mundo nunca sabemos onde isso irá parar.
Mas os salvadores da Pátria e do povo entendem que não, e por isso acham que a salvação é continuar a importar petróleo e construir uma central nuclear para lhe continuar a encher os bolsos e o país continuar no caminho errado, em matéria de enrgia.
Agora deviam arranjar era um radar para fazer parar o cérebro dos políticos que governam, para não gastarem o que não é deles. Assim, vivíamos melhor e as aves também.
As energias não são caras, gastam-se muito mal e engordão muita gente.
Os desperdícios são muitos. Durante a noite, em todas as cidades, há luzes a mais. Metade dessa luz, se bem gerida, alumiava na mesma e gastava, pelo menos, também apenas metade dessa luz. Porque se não pode guardar seria canalisada para outros fins muito mais barata incluidas as casas onde um bi-horário, que segundo consta vai acabar, pouparia imenso dinheiro às pessoas que já o não tem.
Os ordenações e os lucros fabulosos nestas empresas, EDP e REN são colossais. Vender electricidade é das coisas mais fáceis que há. Vendesse o senhor Mexia tantos apartamentos como vende electricidade e a lei do arrendamento nem precisa seria. Mas isto como está tudo interligado, enquanto se não acabar com os xicos-espertos, Portugal manter-se-à um pais sub desenvolvido com pouquíssimos pontos de evolução verdadeira. Nuclear é que nunca. Caramba não bastam os exemplos Russo e Japonês para verificarmos o quâo destrutivo e mortal é o nuclear? o que será preciso mais para que os defensores do nuclear tenham juizo e nos deixem em paz? Paguem menos aos gestores. Gastem menos em iluminação. Ensinem o Povo a poupar. Também em 38 anos de democracia não sei que raio andou este povo a fazer. Há velhinhas de 70 anos a aprender a ler, mas há 38 anos tinham apenas 32 anos, porque não aprenderam nessa altura? porque as não ensiaram então. Que fizemos em 38 anos? Pouco, muito pouco, ou quase nada. Mas o dinheiro, esse foi-se e ...
Neste país, poucos pensam em produtividade... é preciso é criar postos de trabalho que não criam qualquer tipo de riqueza... mas que são pagos com os nossos impostos. Todos querem ser fiscais... Porque não responsabilizam quem executa os trabalhos? atrás de cada um que trabalha, há 2 fiscais... como pode haver produtividade? As inspecções das redes eléctricas e de gás, são um bom exemplo. E as inspecções dos carros, foi um negócio que criaram para os amigos. Um carro que tivesse feito uma revisão num determinado prazo, devia dispensar inspecção, os técnicos que efectuaram o trabalho respondiam pelo serviço feito... e depois não sabem explicar a falta de produtividade em Portugal...