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"O euro é irreversível", diz presidente do Banco Central

Presidente do BCE não tem dúvidas: a Europa tem de manter a moeda única, custe o que custar.
Lusa |
Presidente do BCE acredita na sustentabilidade da moeda única
Presidente do BCE acredita na sustentabilidade da moeda única / EPA

O euro é "irreversível" e o Banco Central Europeu (BCE) não tem qualquer tabu quando se trata de agir para preservá-lo, assegurou hoje o presidente da instituição, Mario Draghi, numa entrevista concedida ao jornal Le Monde.

"O euro é irreversível", afirma Mario Draghi na entrevista ao Le Monde, citada pela agência AFP.

"A preservação do euro faz parte do nosso mandado" e, para fazê-lo, "estamos abertos e não temos tabus", acrescentou o presidente do BCE.

Draghi recordou que o BCE baixou recentemente a taxa de juro diretora da zona euro para 0,75%, um novo mínimo, e disse que se a instituição identificar riscos de deflação vai tomar medidas. "Se constatarmos esses riscos de deflação, agiremos", disse.


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"Naquela altura estavam continuamente a acontecer primeiras coisas"

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irreversível é...
a laqueação das trompas do falópio, o euro é irreversível o seu fim.
O Euro fica se cada um fizer a sua parte.
É óbvio que se o € (euro) não for irreversível, isto vai tudo por água abaixo, tanto cá como na vizinha Espanha, e mesmo na terrífica Alemanha.
O € interessa a todos, e cada um tem de cumprir a sua parte. Uns pagam as dívidas colossais que contrairam face ao seu parco PIB. Outros sofrem com a desvalorização do euro face ao dolar, que por sua vez dá jeito aos países em recessão e aos mais pobres.
O Euro em 06/2011 valia 1,435 US Dollar, actualmente, 06/2012 vale apenas 1,241. Uma desvalorização de 8,6%, mas ainda se vai desvalorizar mais.
A nós dá-nos jeito. Aos Alemães e Finlandeses nem por isso. Mas o € a manter-se com aquelas cotações de 2008, 1,56 dólares, era o seu fim a médio prazo.
Re: O Euro fica se cada um fizer a sua parte.
Quem apagou a luz da eurolândia?
Bem, o nosso problema é diferente. O que nos preocupa é irreversibilidade na falta de euros. Porque foi com choque e espanto, que nos deparámos com a situação que se podia estar na zona euro… sem euros.

Chamar ao problema a crise do euro, é como designar de distúrbio alimentar, o facto de alguém não ter nada para comer. E o interessante é que não temos euros, porque os gastámos. E de livre vontade. É que muito boa gente está convencida que foi extorsão. Parece que fomos obrigados a ficar com os Audis e BMW’s. Ou que sob ameaça, fomos de féria a Acapulco, ou o fim-de-semana a Barcelona.

Penso que é uma falha da nossa Constituição, em que nos concede direitos sem serem à borla. Ou talvez tenha a ver com iliteracia dos povos europeus, por desconhecerem a Lei e a nossa interpretação dela, em que consideramos como obrigação todos os direitos.

Por acaso, o legislador não ilegalizou a morte, senão, tínhamos os cemitérios vazios e as prisões cheias. E era bom que os povos europeus se convençam que só gastamos, porque a isso somos obrigados. Somos vítimas de nós próprios. Já pensámos em irmos todos para a cadeia, mas não temos quem feche a porta.

E muitos reclamam que os estrangeiros estão a querer mandar em nós. Têm toda a razão, e como vingança, devíamos era obriga-los a ficar mesmo connosco

Por mim, podem crer, dava-me jeito perder a independência
Foi o povo que gastou demais. Em Portugal e em
Re: Foi o povo que gastou demais. Em Portugal e em
Re: Quem apagou a luz da eurolândia?
Re: Quem apagou a luz da eurolândia?
Re: Quem apagou a luz da eurolândia?
Re: Quem apagou a luz da eurolândia?
Re: Quem apagou a luz da eurolândia?
Re: Quem apagou a luz da eurolândia?
Re: Quem apagou a luz da eurolândia?
Re: Quem apagou a luz da eurolândia?
Re: Quem apagou a luz da eurolândia?
Re: Quem apagou a luz da eurolândia?
Re: Quem apagou a luz da eurolândia?
Re: Quem apagou a luz da eurolândia?
Re: Quem apagou a luz da eurolândia?
Re: Quem apagou a luz da eurolândia?
Última hora
Um Jornal alemão noticia queo FMI não dá mais dinheiro à Grecia e prevê que em Setembro próximo a Grecia possa sair do Euro e regressar à sua moeda antiga....
Em Espanha como em Portugal foi o povo que astou
demais...nesse país dado que o rating vai baixando e os juros vão subindo em Espanha e a intervenção da Troika poderá estar eminente. Onde é que os portugueses já viram isto? tudo começa com noticias assépticas: "Instabilidade do sector financeiro penaliza Espanha e Zona Euro". Depois os juros aumentam para os paises endividados dependentes de financiamento nos "mercado" - em Espanha ultrapassaram hoje os 6%. No final do processo será activado o Mecanismo Europeu de Estabilidade o que, toda a gente já sabe à boca pequena.

Tudo parece ter começado (mas de facto não é assim) com a “descoberta” do buraco financeiro no Bankia, primeiro noticiado como sendo de 6 mil milhões, que depois passou a 2 Mil milhões, mas (depois de preparada a opinião pública, disparou para 12, logo para 19 Mil Milhões). No final, decidida a nacionalização dos prejuízos do Bankia (com a estafada tanga do perigo de alastramento à banca nacional) o governo do partido neoconservador declarou que para salvar o sistema bancário de Espanha era preciso injectar naquele banco 23,5 Mil Milhões de Euros. Esse dinheiro lançado para a fogueira de um banco falido (tal como no caso do português BPN) não vai poder ser devolvido e fará disparar o défice do país.....

Irreversível,Irreversível....
São as declarações....

porque a argumentação costuma ser....

Tendo em conta os dados disponíveis...

Como diz o Gaspar... Neste momento não prevejo mais impostos!
LEIAM QUE É INTERESSANTE:
economico.sapo.pt/noticias/a-coerencia-dos-eurocepticos_148712.html

www.ionline.pt/dinheiro/1998-euro-uma-certeza-se-fizermos-reformas-tudo-resultara#c omment-18761

economia.publico.pt/Noticia/superricos-escondem-pelo-menos-173-bilioes-de-euros-em- paraisos-fiscais-1555890

www.ionline.pt/dinheiro/primeiro-ministro-britanico-abre-porta-referendo-reino-unid o-sair-da-ue
A reunificação da Alemanha
A reunificação da Alemanha está mais uma vez a confirmar que a Alemanha não consegue conviver com ser demasiado grande para a Europa e demasiado pequena para o Mundo.
Será que vamos esperar sentados pela terceira giuerra mundial???
Este gajo fala assim...
porque quem manda no BCE , ... é o nosso Doutorissimo Vitor (comprado) constancio !!! Este sim !!! dá as cartas e o outro ... Blá... Blá...Blá ... !!!
Ó pá...
Nós temos o maior trunfo, que é mandar o euro às malvas e virar-nos para as ex-colônias. Pensam que que África e o Brasil não querem posição na Europa território?
Mas esses apedeutas desses políticos não viram isso.
O maior trunfo é a nossa língua e acordos econômicos.
Não bastou o caipira do Salazar olhar só para o umbigo e não entender a imensidão de territórios que se comunicam em Português?
Se o saloio de Santa Comba Dão, em vez de seguir os conselhos do Patriarcado, tivesse dando um pontapé na bunda na padralhada e, em vez de mandar tropas para o Ultramar, mandasse diplomatas, as Guerras Coloniais nunca tinham acontecido, mas convencer um caipirão a mando do Vaticano, era impossível. O gajo era obtuso demais.
A cabecinha dele funcionava do Minho ao Algarve e féria em Xanta Comba Dão!
Se alguma vez o sacana botou os chispes no Ultramar!...
SISTEMAS EM CONFLITO - 1
O comentário anterior, de Duarte Silva é simplesmente lamentável, e a solução não está em colocar Portugal a pedir esmola ás nossas ex-colónias.

A solução não está em "mandar o Euro ás malvas:

A ideia da criação de um "BLOCO EUROPEU" forte e fechado,
só aberto a possiveis ulteriores adesões, e com fronteiras aduaneiras e demais salvaguardas, foi uma grande ideia. Mas as suas bases teriam que ser sólidas:

  - Coesão económica e alfandegária.
  - Controle financeiro central.

Mas não foi isso que se fez. Criou-se o Bloco, que em seguida se abriu como mercado livre para o resto do mundo, sem as contrapartidas que justificasem essa abertura.

E o BLOCO que se queria forte e coeso transformou-se num gruppo desalinhado e fraco, daí resultando a realidade actual.

Colocaram-se em conflito duas realidades politicas, económicas e sociais extremamente diferentes:

Paradigma "EUROPEU":
 
Estado Social, Economia privada mas com legislação sobre salários, horários de trabalho, direitos a greve, etc. etc.´

Paradigma "ASIÁTICO":

Economia centralisada, salários de sobrevivência, o "Social" inexistente, e salve-se quem puder.

Desta forma a "Ásia", com proeminência total para a China, conseguiu em poucos anos a "Invasão pacifica perfeita"

(Ver sequência na parte 2)

SIATEMAS EM CONFLITO - 2
Como se verifica na actual conjuntura:

Os produtos são produzidos na China por Chineses, exportados por chineses importados na Europa por chineses sem pagamento de impostos a que deveriam ser obrigados, distribuídos na Europa por chineses, e finalmente vendidos ao público por chineses,em lojas chinesas.
Isto é um esquema vertical, desde a produção até ao cliente final, e em grande parte sem o controle das autoridades locais.
Isto é a invasão pacifica e eficaz, estupidamente consentida pelas leis europeias.
Do seu ataque á produção e comercialização dos produtos europeus, e da deslocalisação de milhões de postos de trabalho para a Ásia resultaram o desemprego galopante que se verifica em quase toda a Europa, e a falência das suas instituições e economia.

A impossibilidade de competição é manifesta, e só não é vista por quem não a quiser ver.

Claro que este problema não pode ser resolvido por um só país. É um problema da Europa e por ela terá de ser resolvido. A sua área económica terá de ser defendida por barreiras que diminuam a diferença entre as duas realidades económicas.
Caso não seja, a tendência para o desemprego, para as falências, para salários mais baixos, e para a diminuição do carácter social da legislação irá continuar a manifestar-se.

Será assim tão dificil atacar e resolver as causas, e parar com as criticas aos efeitos ? ?
O euro
"Reafirmamos a total confiança no treinador da nossa equipa de futebol!"
Claro que o euro é irreversível.
Tão irreversível que até vai acabar...
Cantigas de embalar
Será?
"O euro é irreversível"


                            Não me faça rir. Não tenho vontade disso.

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