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O cerebelo e a caixa craniana

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Bitaites


A equipa portuguesa jogou bem contra a Holanda (aliás, não vi o jogo mas, por aquilo que pude descortinar num curto resumo e pelo que li, gostei) e, assim, não só ganhou como ultrapassou (com essa vitória e com a anterior, contra a Dinamarca) aquilo de que eu estava à espera, porque o grupo em que calhou era, de facto, "mortal". Mas passou, e bem, à fase seguinte e creio que a República Checa não vai seguramente impedi-la de dar mais um passo em frente. Parabéns, pois, a todos, sobretudo a Paulo Bento e, sem exclusão de craques como Pepe, João Moutinho, Nani e até outros, a Ronaldo, que fez enfim um jogo ao seu nível. Com um reparo, porém: nem o seleccionador, de quem sinceramente gosto, nem os jogadores, Ronaldo incluído, podem considerar-se acima da crítica, que de resto tem sido exercida em tons muito mais de louvor, alguns até delirantes, do que outra coisa. Pelo que o black-out foi um despropósito, próximo do velho e triste espírito da clubite aguda e não daquilo que se exige a uma representação nacional. Porque, quanto aos "acintes" e "desejos perversos" de que foram acusados alguns críticos, nem vale a pena falar.

 

1.  Sondagem do "Expresso": Paulo Portas, 12,1; António José Seguro, 9,4; Francisco Louçã, 4; Pedro Passos Coelho, 2,9; Jerónimo de Sousa, 2,6; Cavaco Silva, 0,3; AR, 0,5; Juízes, 19,2; Governo, 19,6; Ministério Público, 21,5.

Comentários, para quê?

 

2. Título do "Público" de domingo último: "Marine Le Pen vai estrear-se na Assembleia dominada pelo PS de Hollande". Título do dia seguinte: "Maioria absoluta do PS travou entrada de Marine Le Pen no Parlamento". Assim, de resto tal como às vezes reconhece, o "Público errou"? Ou será, traduzida para jornalismo, a velha história do ovo no cu da galinha?

 

3. De qualquer forma, ao sucesso nas presidenciais, Hollande somou um outro, e retumbante, sucesso nas legislativas, que lhe garantiu uma maioria absoluta que nunca o seu partido tinha conseguido em legislativas anteriores. Para muitos (por cá), contudo, uma enorme "estupidez" do povo francês, que "votou mal": que pena - suspirarão - que a sra Merkel não invada e ocupe de novo a França ...

PS. Fernando Madrinha fala mesmo num novo "muro de Berlim". Para dividir Berlim? Não, para dividir a Alemanha do resto da Europa, ou o resto da Europa da Alemanha. Moritori te salutant!

 

4. Pelo que leio, a Conferência Rio + 20 (cito um título do "Público") "aproxima posições quanto à 'economia verde'". ... E já estou a ouvir por aí alguma gente aos berros, desde os que negam os efeitos do buraco de ozono, e até o próprio buraco se for preciso, aos fanáticos do livre mercado (são aliás os mesmos), temendo que os resultados da Conferência possam afectar o citado livre mercado e os interesses dos que o lideram. Infelizmente, parece que, em coro com a sra Merkel, são essas as vozes que chegam ao céu ...

 

5. Encontrei-o por acaso: um amigo chamou-me a atenção para uma prosa na qual um fulano, de que eu aliás nunca ouvira falar, chamava sem mais nem menos "cretino" ao Chico Buarque. Ora como "cretino" não é propriamente uma opinião mas um insulto, fui ler a referida prosa e respondi-lhe. Dizendo o quê? Que só mesmo - como é óbvio - um cretino pode chamar cretino ao Chico Buarque. Ainda por cima um cretino talvez (como dizem os franceses) corajoso mas não temerário, uma vez que o, no entender geral, notável autor de canções e não só, se achava, no acto desse insulto, a uns larguíssimos milhares de quilómetros de Matosinhos, onde tal prosa foi cometida.

 

6. ... Mas desde esse dia essa prosa, de Alberto Gonçalves, - pois é dele que se trata - passou - ele há coisas! - a ser leitura minha de cabeceira. Porque gosto dela ou dele? Evidentemente que não: pelo que leio no "DN" ou na "Sábado", detesto-os aos dois. Só que, porque insondáveis não serão apenas os desígnios de Deus, os do humor também o são, adoro lê-lo, é sempre dinheiro em caixa: do alto da sua proeminência, inalterável, divide o mundo em dois - céu, inferno, purgatório nenhum - sendo ele o Deus omnipresente, omnipotente, omnisciente a cada minuto de eternidade que passa, uma espécie de grande vigilante (da família dos Big Brother, ramo Lehman, evidentemente), desdenhoso e pomposo, ou então (como diria o Herman), ridículo até às lágrimas. Um maná!

 

7. Agora (sem ofensa, é claro) deu-lhe para marrar com o hífen que me atavia o nome, o que até acho bem, é o seu direito. Porque eu próprio olho para este hífen como para o bigode: já estou um tanto farto de ambos mas, infelizmente, também já estou tão habituado ou afeiçoado a eles que, cortá-los, seria como uma amputação. E vou deixando-os ficar.

Porém, na sua mais recente catilinária, AG, para além do insulto a que sempre recorre como principal argumento, dá como provado (contra mim) um caso com o qual não tenho nada a ver (e isso é um pouquinho mais grave), tudo tendo como origem uma fuga de informação promovida ilegalmente pela PJ e por gente feita com ela, a respeito de um processo no qual nunca fui réu nem sequer testemunha - e com o qual, repito, nada tenho a ver; e transcreve, truncando-o, um pedaço de um texto meu, em resposta a um dele. Sobre as eleições no Egipto, ele tinha escrito: "Apropriadamente, o candidato da Primavera Árabe ameaça ganhar as 'presidenciais' ao representante do malvado regime deposto". Acrescentando: "O facto do candidato em causa, Mohammed Morsi, representar a simpática seita de transtornados conhecida como Irmandade Muçulmana", etc. etc. etc.Ora, eu comentei que, perante isto, até poderia dar a impressão de que, para ele, as eleições portuguesas, francesas ou (por exemplo) americanas são mais dignas do que as egípcias, e que ele gosta de qualquer ditador, em particular árabe, desde que tenha (é o caso de Mubarak, tal como fora o de Anwar-el-Sadat) boas relações com Israel.Resposta dele: "Dizer por exemplo, sem outro fundamento além dos fantasmas que lhe assombram o cerebelo, que eu gosto dos depostos ditadores árabes é um bocadinho excessivo e uma mentira". Ora, tirando o insulto, sem o qual ele não passa, e a mentira ou a omissão da sua parte, o que resta? Os "transtornados", é claro. Mas isso, é como eu disse: não há como um transtornado para reconhecer outro. (Curiosamente, para conforto de AG os "transtornados" da IM também se encontram a muitos milhares de quilómetros de distância ...).

PS. AG: já uma vez lhe disse: não se estique muito. Desta vez, apenas direi: veja lá, não abuse muito do cerebelo, que ainda pode acabar com a caixa craniana partida.E ponto final.

 

 

Bicuaites


1."Correio da Manhã": "Cavaco vaiado pede estabilidade política".
Não me vaiem, por favor!

 

2. "Sábado": "Cavaco pode ver a sua pensão cortada este ano".
Outra vez?!!!

 

3. António José Seguro: "Nem tricas nem ...".
Nem troikas, presumo.

 

4. "Correio da Manhã": "António Borges criticado por pedir redução 'urgente' de salários".
Bons tempos, quando o Borges ainda era Jorge Luís ...

 

5. "Público": "Crianças aprendem chinês antes de saberem ler e escrever português. ( ... ) É uma semente para despertar a curiosidade para explorar uma língua que pode tornar-se 'numa ferramenta num mundo global'".
Bons tempos também, quando uma língua era apenas uma língua e - houve até quem o proclamasse - uma pátria. E quando uma ferramenta não passava de uma ferramenta.

 

6. Eça de Queirós: "Quando os meios faltarem e um dia se perderem as fortunas nacionais, o regime estabelecido cairá para deixar o campo livre ao novo mundo económico".
"Novo mundo económico"! É, no tempo do Eça, ainda não se conhecia o chamado livre mercado.

 

7. João Carlos Espada: "Não creio que necessitemos de líderes visionários mas sim de compromisso e moderação".
Nem Mao nem Hoxha, pois ...

 

8. "Público": "IPO do Porto cobrou irregularmente 11,6 milhões em quimioterapia oral".
Pelo visto, nem tudo o que é oral é bom para a saúde ...

 

9. "Correio da Manhã": "Portagens roubam milhões ao turismo".
E então à inteligência, nem se fala.

 

10. "Público": "SIED (Serviços de Informação) estava alertado uma semana antes para iminência de golpe militar na Guiné".
Mas muito ocupado por cá.

 

11. "Sábado": "'Eu 'é um dos vocábulos que Fátima Felgueiras mais utiliza, normalmente para falar da sua 'obra'".
Já Deus dizia: graças a mim ...

 

12. "Expresso": "(Paulo Pereira) Cristóvão tinha ficheiros de jogadores e árbitros".
Como diria Mário Soares: Cristóvão é ficha!

 

13. Rui Santos: "Os meus últimos artigos n' A Bola' foram censurados. 'A Bola', hoje, é um veículo da informação do Benfica".
Quanto à censura, ó Rui, está bem, pode ser novidade. Mas quanto ao resto, da próxima vê lá se dizes coisas que a gente ainda não saiba, ok?

 

 

George Brassens:
"Quando on est con, on est con".

Opinião


Multimédia

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O Pinto da Costa anda a ditar muito.
"
dá como provado (contra mim) um caso com o qual não tenho nada a ver (e isso é um pouquinho mais grave), tudo tendo como origem uma fuga de informação promovida ilegalmente pela PJ e por gente feita com ela, a respeito de um processo no qual nunca fui réu nem sequer testemunha - e com o qual, repito, nada tenho a ver"

A lata deste artista. A única coisa que se dá como provada é que esta escuta, em que o "jornalista" Tavares-Teles aparece a combinar uma notícia falsa com o Pinto da Costa, é verdadeira. Não é preciso mais nada. Um abração, Jorge! Lê isto amanhã que tem coisas muito giras! Fiz o meu trabalhinho muito bem.

Parece que A Bola é um veículo da informação do Benfica. O Jogo, especialmente a secção "O Pato", é que é isento.
Não esquecer:
https://www.youtube.com/watch?v=P2dX61WvLDE
O que falta é massa cinzenta
"Desta vez, apenas direi: veja lá, não abuse muito do cerebelo, que ainda pode acabar com a caixa craniana partida"...

Palavras para quê? Na falta de massa cinzenta, recorre-se à argumentação dos brutos.

Posso nem sempre concordar com os pontos de vista de AG, que por vezes roçam uma visão do mundo demasiado pró-americana, da política à música. Mas quanto à qualidade da prosa, meu caro: a sua está mais longe da dele (para pior) do que Matosinhos do Cairo. AG consegue ser inteligente, irónico e incisivo. Love him or hate him. Já a sua prosa ficaria bem, digamos, num jornal regional, daqueles onde um cavalheiro de charuto ao canto da boca poderá pontificar para iluminação dos parolos.

Não é uma crítica, é uma constatação. Conforme-se, o homem escreve melhor que você. E tem piada. Não é a partir caixas cranianas que vai mudar isso.
Re: O que falta é massa cinzenta
ui
Ainda gostaria de saber o que fez o expresso dar guarida a alguém deste calibre.

Não percebo, um jornal que se diz sério, de referência e que preza o bom jornalismo, acolher nas suas páginas alguém que fz precisamente o contrário.

Mais grave, mesmo após inúmeras queixas de leitores contra a presença de tal personagem neste espaço, continuam a fechar-se em copas, sem dar quqlquer explicação aos leitores.

Portugal é e continuará a ser o país dos amigos, e os favores pagam-se.....
mais...
Se mais fossenecessário para a posição do expresso se tornar ridícula aí o temos.

Agora até já disponibiliza este espaço para que um seu "colaborador" possa ameaçar um jornalista da concorrência que lhe parte a caixa craneana.

Brilhante!!!!

PS- Se a ameaça partisse de um qualquer comentador aí vinha o censor de lapís azul na mão.....mas como é o protegido, ....chuta-se para canto....

eu não gosto
particularmente do Alberto Gonçalves, mas este energúnemo, pau mandado de pinto da costa, é uma figurinha que, espante-se, fica a milhas de AG. Que traste.

barbarraridades.blogspot.pt/
O ajudante do corrupto!

  Eu quero saber quem é o padrinho deste quadrúpede falante? Só em sonhos eu tenho um padrinho assim...

Eu nem li o que este ser vivo escreveu, nem leio, não vá a noticia ser encomendada por algum padrinho.
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