26/05/2012 atualizado às 12:47
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O bullying alemão e francês

Daniel Oliveira (www.expresso.pt)
8:00 Sexta feira, 4 de novembro de 2011

Perante a marcação de um referendo - que poderá não chegar a acontecer ou por vir a ser o último suspiro do governo de Papamdreu -, a Alemanha e a França não demoraram a reagir. Esquecendo, como de costume, que é com a União Europeia, composta por 27 Estados, e não com Berlim e Paris ,que os gregos têm de conversar. E a reação foi a do costume: a ameaça. Perante o ato normal em qualquer democracia - referendar a perda de soberania e decisões com repercussões para gerações de cidadãos -, Sarkozy e Merkel falam com um Estado soberano como nunca aceitariam que algum estadista alguma vez se dirigisse a eles próprios.

Isto acontece por três razões. Porque as instituições europeias, depois do desastroso Tratado de Lisboa, passaram de Bruxelas para Berlim e Paris. A culpa foi de Estados como o português, que acharam, como dizia Vital Moreira, que o tratado era demasiado complicado para ser entendido pelo povo. Cá está ele, no comportamento de Sarkozy e Merkel, trocado por miúdos. Porque o poder absoluto faz perder todas as maneiras. França e Alemanha já não se socorrem da diplomacia, como era hábito na União. Dedicam-se o bullying político. Porque se instalou, nas opiniões públicas dos seus países - e até de países periféricos -, a ideia de que os gregos estão como estão porque são descuidados, corruptos e preguiçosos. O racismo sempre passou bem na velha Europa. E, como sabemos, em França e na Alemanha têm um currículo invejável.

As coisas estão de tal forma que em Bruxelas diz-se que os tratados não preveem a saída do euro sem sair da União. Isto, quando há vários países europeus sem euro. Julgávamos nós que, em democracias, tudo o que não é proibido é permitido. Ficámos a saber que nesta nova e assustadora Europa é a regra das tiranias que funciona: tudo o que não é permitido é proibido. Se estivermos a falar da Grécia, claro está. Como se viu no comportamento da Europa para com os primeiros prevaricadores do limite dos défices - França e Alemanha -, se for deles o erro funciona uma outra máxima: tudo o que é proibido é-nos obviamente permitido.

A pergunta que sobra é esta: quem, mal saia desta crise, quererá ficar na União Europeia e ter de prestar vassalagem a quem apenas alemães e franceses elejam? Orgulhosamente sós? Nem pensar. Mas, como se costuma dizer, mais vale só que mal acompanhado. Se alemães e franceses querem um império que peguem nas armas. Já o fizeram noutros momentos da história. Nem sempre lhes correu bem.

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Comparações
moncarapacho (seguir utilizador), 3 pontos (Interessante), 8:41 | Sexta feira, 4 de novembro de 2011
Hoje vale a pena comparar os textos dos dois bloques habituais do Expresso.

Um, ideológico, anti-europeu, odiento e propondo a confrontação, vitimizando a ociosidade e oportunismo gregos, culpando alemães e franceses por não se impressionarem com tentativas de chantagem.
  Com pouca ou nenhuma argumentação argumentação técnica/económica é um libelo anti-alemão, vistos como tendo a obrigação de serem a nova árvore das patacas.

Outro, manos agressivo, desmontando os motivos quase racistas do anti-germanismo, e pondo o dedo na real questão:
  Quem empresta acha-se com direito a dar opinião sobre como gastar o dinheiro.
É desagradável, mas é justo....
 
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    Re: Comparações    Ver comentário
jpafonso (seguir utilizador), 4 pontos , 10:40 | Sexta feira, 4 de novembro de 2011
    O que a Alemanha lucrou com os "PIGS"    Ver comentário
George Rupp (seguir utilizador), 3 pontos , 13:29 | Sexta feira, 4 de novembro de 2011
    Re: O que a Alemanha lucrou com os    Ver comentário
moncarapacho (seguir utilizador), 2 pontos , 15:00 | Sexta feira, 4 de novembro de 2011
    O mito da solidariedade Alemã    Ver comentário
George Rupp (seguir utilizador), 2 pontos , 15:11 | Sexta feira, 4 de novembro de 2011
    Re: O mito da solidariedade Alemã    Ver comentário
jpafonso (seguir utilizador), 2 pontos , 12:38 | Segunda feira, 7 de novembro de 2011
    Incentivo    Ver comentário
George Rupp (seguir utilizador), 2 pontos , 12:50 | Segunda feira, 7 de novembro de 2011
    Re: Comparações    Ver comentário
moncarapacho (seguir utilizador), 2 pontos , 11:01 | Sexta feira, 4 de novembro de 2011
    Re: Comparações    Ver comentário
jpafonso (seguir utilizador), 2 pontos , 15:31 | Sexta feira, 4 de novembro de 2011
    Re: Comparações    Ver comentário
Nuno Figueiredo (seguir utilizador), 1 ponto , 11:16 | Sexta feira, 4 de novembro de 2011
    Re: Comparações    Ver comentário
jpafonso (seguir utilizador), 2 pontos , 15:09 | Sexta feira, 4 de novembro de 2011
    Re: Comparações    Ver comentário
exrei (seguir utilizador), 1 ponto , 15:04 | Sexta feira, 4 de novembro de 2011
    Re: Comparações    Ver comentário
marioamc1948 (seguir utilizador), 1 ponto , 11:59 | Sexta feira, 4 de novembro de 2011
    Re: Comparações    Ver comentário
moncarapacho (seguir utilizador), 2 pontos , 12:52 | Sexta feira, 4 de novembro de 2011
    Re: Comparações    Ver comentário
marioamc1948 (seguir utilizador), 1 ponto , 11:28 | Sábado, 5 de novembro de 2011
    Re: Comparações    Ver comentário
sacristão (seguir utilizador), 1 ponto , 21:47 | Sábado, 5 de novembro de 2011
Os alemães não comem ctiancinhas ao pequeno almoço
águiadois (seguir utilizador), 2 pontos , 8:18 | Sexta feira, 4 de novembro de 2011
E muito menos a Sra Merkel.O que há são regras e princípios a cumprir.Só assim a Europa avança,consolidadndo as suas fundaçõe e afirmando-se na globalização como parte de corpo inteiro.
 
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    Re: Os alemães não comem ctiancinhas ao pequeno al    Ver comentário
Nuno Figueiredo (seguir utilizador), 1 ponto , 10:30 | Sexta feira, 4 de novembro de 2011
    Há muita malandragem á solta    Ver comentário
águiadois (seguir utilizador), 2 pontos , 14:27 | Sexta feira, 4 de novembro de 2011
    Re: Os alemães não comem ctiancinhas ao pequeno al    Ver comentário
Jorge Espada (seguir utilizador), 1 ponto , 16:34 | Sexta feira, 4 de novembro de 2011
    Eixos,só nos automóveis:Sócrates e a bancarrota    Ver comentário
águiadois (seguir utilizador), 2 pontos , 16:40 | Sexta feira, 4 de novembro de 2011
    Re: Eixos,só nos automóveis:Sócrates e a bancarrot    Ver comentário
Jorge Espada (seguir utilizador), 1 ponto , 16:52 | Sexta feira, 4 de novembro de 2011
    Re: Os alemães não comem ctiancinhas ao pequeno al    Ver comentário
Jorge Espada (seguir utilizador), 1 ponto , 16:44 | Sexta feira, 4 de novembro de 2011
O bullying alemão e francês
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 10:08 | Sexta feira, 4 de novembro de 2011
Diz o povo e tem razão, que em tempo de guerra não se limpam armas e nós estamos no meio de uma batalha. Com diria o outro:-Qual de vós não ia salvar o animal ao Sábado se o mesmo tivesse caído ao poço. Ferreira Leite previa a suspensão da Democracia por seis meses e até achava que no Continente havia défice democrático e na Madeira é que havia Democracia. É caso para dizer que mudam-se os tempos mudam-se as vontades. A Democracia é sem dúvida uma coisa muito bonita, mas temos de reconhecer que não enche barriga. A Europa tal como tem funcionado não passa de uma anedota é é assim que tem sido vista pelos EUA e que agora já acontece o mesmo com o resto do Mundo. Este Velho Continente se quiser sobreviver tem de mudar. Os romanos diziam em relação aos Iberos que nem se governavam nem se deixavam governar, mas neste momento o mesmo se pode dizer da União. Sou um europeísta convito do Atlântico aos Urais, mas não acredito nesta União. Uma Europa a falar a uma só voz será a única maneira de conseguir sobreviver, se nos lembrarmos que dentro de muito pouco tempo só a China terá 60% do PIB Mundial. Seja qual for o modelo escolhido, uma coisa é certa:- A Alemanha, França e Rússia serão sempre Países grandes, ricos e prósperos.

http://www.youtube.com/wa...
 
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    Re: O bullying alemão e francês    Ver comentário
Nuno Figueiredo (seguir utilizador), 1 ponto , 10:34 | Sexta feira, 4 de novembro de 2011
O ILUSIONISTA BARATO E O DEVER D SER RESPONSAVEL
odisseia na terra (seguir utilizador), 2 pontos , 10:17 | Sexta feira, 4 de novembro de 2011
Eis um mais acabado exemplo d quem acha q tudo está garantido e q tudo deve ser d borla. Uns trabalham e pagam e, outros divertem-se e gastam. A sua análise não só é bastante superficial como peca por infantilidade extrema. Os gregos andaram a fingir e agora q caíram na realidade ainda querem continuar a brincar com quem os ajudar e quer ajudar. Chamar o povo a pronunciar-se é aconselhável e até louvável mas nunca perdendo o q se designa por Norte ou seja a realidade. Da sua prosa de ontem e hoje falta relembrar q foi a democracia grega quem gerou um Estado mentiroso, vigarista, perdulário, ineficiente e irresponsável. A Grécia está para onde foi levada pelos gregos pois também no caso deles não faltaram avisos e mesmo assim quiseram seguir galopando alegremente a ilusão despesista e uma generosidade estatal incoerente e irracional. A Grécia gerou uma sociedade d parasitas e todos do mesmo bolso q há muito deixou d ter limites, fundo. A Grécia há muito q perdeu a noção, o limite do razoável e por isso é q está num estado d pesadelo d difícil, quase d impossível resolução. Chamar o povo a pronunciar-se é lindo mas convém ter em conta, chamar á atenção d todos p a realidade e a contundência da alternativa á Europa. Pampadreou quis fazer bluff numa mesa p a qual há muito q deixou d ter capacidade de ser considerado como jogador e, perdeu. A alternativa á ajuda q lhe foi proposta é uma nova soberana e bastante democrática Idade das Trevas. O q se impõe não é brincar, jogar ...
 
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    R:O ILUSIONISTA BARATO E O DEVER D SER RESPONSAVEL    Ver comentário
odisseia na terra (seguir utilizador), 2 pontos , 10:19 | Sexta feira, 4 de novembro de 2011
    Re: R:O ILUSIONISTA BARATO E O DEVER D SER RESPONS    Ver comentário
pejotita (seguir utilizador), 1 ponto , 10:51 | Sexta feira, 4 de novembro de 2011
    Re: O ILUSIONISTA BARATO E O DEVER D SER RESPONSAV    Ver comentário
Manuel Jacinto111 (seguir utilizador), 1 ponto , 13:05 | Sexta feira, 4 de novembro de 2011
O QUE FICA ... É O TRISTE ESPECTÁCULO ...
CENSURADO SARL (seguir utilizador), 2 pontos , 11:03 | Sexta feira, 4 de novembro de 2011
Independentemente das razões e dos motivos de uns e de outros ... o que fica é o triste espectáculo dado quer pelos líderes gregos quer pelos líderes europeus ...
Existem palavras tais como Democracia que ficam muito bonitas na boca mas que os actos tratam de demonstrar que são só palavras da boca para fora ... que o interior da pessoa não sente ... bem pelo contrário ...

 
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Argumentos do asco
CM84 (seguir utilizador), 2 pontos , 11:31 | Sexta feira, 4 de novembro de 2011
Em passado recente, por ausência de argumentos, indigência mental e complexo de inferioridade, já me “desclassificaram” por fazer parte de um povo racista. Indignei-me porque as acções colectivas, não são responsabilidade do colectivo como um todo.

Entendi, porque estava num presente de guerra colonial e desvalorizei como sempre faço em análises primárias.

E em 2001, num jornal como o Expresso, leio um escriba de baixa moral, a reforçar a sua discordância com um argumento abjecto: “O racismo sempre passou bem na velha Europa. E, como sabemos, em França e na Alemanha têm um currículo invejável.”

Qual a zona do mundo que num momento da história não tem exemplos de discriminação do “outro”?

E no acervo do escriba, encontramos “ralhetes” ameaçadores ao povo madeirense, caso desse a vitória a Jardim.

E quando a Finlândia, democraticamente discutiu a hipótese de não contribuir, ou mesmo vetar a ajuda a Portugal?

Ou quando democraticamente, por referendo, o povo suíço toma decisões?

É só consultar e ver como o nosso democrata se insurge contra actos democráticos

Sim, o povo grego tem o direito de expressar a sua vontade. O que se discorda é da ordem dos “factores”.

E se os alemães se decidissem por um referendo, para avalizar as decisões de Merkel? E se Passos se decidisse consultar-nos sobre o acordo de Sócrates com a troika?

Deixava de haver representatividade.

Aqui, neste texto, o problema não ideológico, mas de carácter
 
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    Re: Argumentos do asco    Ver comentário
moncarapacho (seguir utilizador), 2 pontos , 12:55 | Sexta feira, 4 de novembro de 2011
    Re: Argumentos do asco    Ver comentário
CM84 (seguir utilizador), 2 pontos , 13:21 | Sexta feira, 4 de novembro de 2011
    Re: Argumentos do asco (ERRATA)    Ver comentário
CM84 (seguir utilizador), 2 pontos , 13:01 | Sexta feira, 4 de novembro de 2011
    Re: Argumentos do asco (ERRATA)    Ver comentário
Manuel Jacinto111 (seguir utilizador), 1 ponto , 13:18 | Sexta feira, 4 de novembro de 2011
    Re: Argumentos do asco (ERRATA)    Ver comentário
CM84 (seguir utilizador), 2 pontos , 13:31 | Sexta feira, 4 de novembro de 2011
    Re: Argumentos do asco (ERRATA)    Ver comentário
Manuel Jacinto111 (seguir utilizador), 1 ponto , 13:44 | Sexta feira, 4 de novembro de 2011
Re: O bullying alemão e francês
juxpot (seguir utilizador), 1 ponto , 9:22 | Sexta feira, 4 de novembro de 2011
O problema de todo este intrincado novelo europeu, reside precisamente nesta nomenclatura em que Merkel e Sarkozy se permitem decidir a seu bel-prazer ao arrepio de quaisquer convenções e tratados, subalternizando instituições (não se ouve uma palavra de mero desconforto sequer por parte do Conselho nem do parlamento Europeu), reduzindo Barroso à condição de um mero porta-voz ou núncio, e permitindo-se até decidir da 'saída' de países quando o tratado 'porreiro pá' não prevê essa possibilidade. A Europa dos dias de hoje não está sedimentada nos valores que a fundaram (solidariedade e fraternidade), muito menos numa matéria basilar que devia ser o primado do direito e das convenções. Sarkozy e Merkel apropriaram-se da decência democrática, fechando-a a sete chaves em Paris e Berlim. O pagode acha bem, acha normal, demite-se de discutir. Nunca poderá correr bem. Quanto a Papandreou, prestou um péssimo serviço acima de tudo aos gregos, capitulou perante a chantagem e sairá de cena pela porta dos fundos. Tantos ziguezagues, tamanha falta de capacidade política e, sobretudo, esta enorme falta de firmeza nos princípios, levam-me a crer que o PM Grego é capaz de ter raízes em Portugal, pois a sua postura não se distingue minimamente de um qualquer ex-jota agora líder partidário.

 
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!!!
Jolitras (seguir utilizador), 1 ponto , 9:29 | Sexta feira, 4 de novembro de 2011
então o ateniense, qual Pôncio Pilatos, quer, com um referendo, lavar daí as suas mãos, sob o capote da democracia participativa, virando a Europa (ainda mais) do avesso e a culpa é do eixo franco germânico?!?!

http://barbarraridades.bl...
 
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Até quando esta vergonha e hipocrisia política
alguemalgures (seguir utilizador), 1 ponto , 10:16 | Sexta feira, 4 de novembro de 2011
Até quando se vai ler nas croniquetas de Daniel Oliveira a hipocrisia e um sectarismo agudo em relação a quase todos os assuntos nacionais e internacionais?

Daniel Oliveira começa sempre quase bem mas no 2º parágrafo já só destila ódio por quem manteve, mantém e manterá os nível de vida e conforto do mortal Português.

Então a Alemanha e a França não têm palavra a dizer?

O Daniel Oliveira nunca ouviu dizer que, concordando ou não, quem PAGA, MANDA.

Por muito que custe aos irredutíveis (e não confundir com Astérix e Cia.) essa é a verdade nua e crua.
 
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Uma saída
Neo-Albatroz (seguir utilizador), 1 ponto , 11:45 | Sexta feira, 4 de novembro de 2011
Uma saída para a tirania franco-alemã seria o Parlamento Europeu assumir poderes constituintes e elaborar uma Constituição europeia que fosse democrática e que travasse as taras imperiais da França e da Alemanha.
 
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Falta a Inglaterra
Borrifador (seguir utilizador), 1 ponto , 11:45 | Sexta feira, 4 de novembro de 2011
Quando os Franceses e os alemães quiseram um império pela força das armas apenas a Inglaterra impediu que alcançassem os seus desígnios.
 
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    Re: Falta a Inglaterra    Ver comentário
franciu portugues (seguir utilizador), 1 ponto , 13:42 | Sexta feira, 4 de novembro de 2011
    Re: Falta a Inglaterra    Ver comentário
Borrifador (seguir utilizador), 1 ponto , 14:09 | Sexta feira, 4 de novembro de 2011
Caro Senhor
userEX132452 (seguir utilizador), 1 ponto , 11:55 | Sexta feira, 4 de novembro de 2011
A ALEMANHA E A FRANÇA NÃO TEM CULPA QUE A GRÉCIA TENHA NOMEADO PARA SEU REPRESENTANTE UMA PESSOA SEM ESTATURA E QUE NÃO SABE O QUE PRETENTE.
NEGOCEIA MESES (ANOS) A FIO E DEPOIS DE BATER PALMAS ATIRAR FOGUETES QUANDO VAI APANHAR AS CANAS VÊ QUE AFINAL NÃO É AQUILO QUE QUERIA
DEPOIS AFIRMA A UNANIMIDADE DO SEU GOVERNO EM REFERENDAR O ACORDO
CINCO MINUTOS OS SEUS MINISTROS VEM DIZER QUE NÃO ESTÃO DE ACORDO
DEPOIS QUER UM GOVERNO DE SALVAÇÃO NACIONAL
DEPOIS DIZEM-LHE QUE ELE NÃO VAI FAZER REFERENDO AO ACORDO MAS SIM AO EURO
E ELE ACEITA

ESTAMOS NA PRESENÇA DE UM POLITICO SEM CARACTER E QUE NÃO SABE O QUE QUER.

PRECISÁVAMOS TODOS DE UM ESTADISTA
PERDEU-SE UMA EXTRAORDINÁRIA OPORTUNIDADE DE REFAZER CONCEITOS , MODOS DE CONVIVÊNCIAE SOLIDARIEDADE NA EUROPA.
O SR PAPANDREOU PERDEU UMA ENORME OPORTUNIDADE DE AJUDAR A GRÉCIA,A EUROPA E ESSENCIALMENTE OS OUTROS PAISES EM DIFICULDADES.

NÃO TEVE GABARITO ,FILOSOFIA ,PATRIOTISMO E TOMATES PARA IMPOR O QUE ESTAVA CERTO.

FAZER O REFERENDO SOBRE O ACORDO DOS SACRIFICIOS QUE OS GREGOS TEM QUE FAZER PARA PAGAR A DIVIDA

COM TODAS AS ASNEIRAS ANTERIORMENTE REALIZADAS TINHA QUE MANTER O REFERENDO ATÉ AO FIM
NÃO TENDO CORAGEM PARA MANTER A SUA POSIÇÃO ERA UMA CAUSA antecipadamente perdida

Não deu sequer para analizar as inúmeras razões e motivações das dividas soberanase suas consequências

Atrasou a GRÉCIA E OS OUTROS UNS BONS ANOS
 
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Coisas da democracia
APing (seguir utilizador), 1 ponto , 12:11 | Sexta feira, 4 de novembro de 2011
As coisas complicam-se se a Alemanha, a França, a Holanda, e outros também começam com actos normais em democracia e decidem por referendos ou eleições deixar de emprestar dinheiro e fecham a torneira. É que, tal como o sol, a democracia quando existe é para todos e não apenas para os gregos.
 
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    Re: Coisas da democracia    Ver comentário
franciu portugues (seguir utilizador), 1 ponto , 13:35 | Sexta feira, 4 de novembro de 2011
Porreiro
anti-r (seguir utilizador), 1 ponto , 13:19 | Sexta feira, 4 de novembro de 2011
Mais vale só quer mal acompanhado a grande verdade. Alemanha e França querem conquistar pela economia o que não conseguiram pela armas. Abre a pestana
 
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Tanto ódio
Vera Santorini (seguir utilizador), 1 ponto , 13:36 | Sexta feira, 4 de novembro de 2011
Muito mau esse ódio a Senhora Merkell ou a Sarkosy. A 1ª não é o Hitler ressuscitado e nem ela nem o senhor Sarkosy agem por impulsos racistas.
A Alemanha e a França são 2 paises fortes da UE que estão à frente das negociações com os Bancos e com a forma de resolver os deficits.
É preciso serenidade e não enverdar por esse campo sempre com a bandeira do fascismo e do nazismo a acenar. Já passou, os tempos são outros.
 
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