Dada a grave situação financeira do país, que nos tornou totalmente dependentes dos nossos credores, percebe-se que o Orçamento do Estado para 2012 seja elaborado com este constrangimento inultrapassável. De facto, está-se simultaneamente perante uma inevitabilidade e uma emergência, aspetos que conduzem a que a margem de manobra da decisão entre as várias opções seja muito estreita.
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