1 de agosto de 2014
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Extreme Sailing Series - colisão aparatosa na China

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A equipa suíça Alinghi venceu o evento em Qingdao, apesar da aparatosa colisão com a equipa austríaca.
Mark Lloyd

Apesar da aparatosa colisão entre os veleiros Alinghi e Red Bull Sailing Team no momento da largada da última regata, a equipa suíça comandada por Morgan Larson venceu o evento em Qingdao, recebendo uma retificação na pontuação na regata final. Os suíços do Realtema conquistaram o 2º posto e os nezelandeses do Emirates Team New Zealand ficaram em 3º lugar, enquanto o campeão em título, The Wave, Muscat, que figurou em 4º lugar e perdeu a liderança do circuito, com dois pontos de diferença para o novo líder, Alinghi. O próximo evento será em St. Petersburgo, Rússia, entre 26 e 29 de Junho.

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Team Alvimedica - treinos em Lisboa

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A mais jovem tripulação de sempre na Volvo Ocean Race é liderada pelos velejadores americanos Charlie Enright e Mark Towill e treina em Lisboa.
DR

A equipa turco-americana liderada pelos jovens velejadores Charlie Enright e Mark Towill está em fase de treinos e seleção de seis tripulantes internacionais para formar a mais jovem tripulação de sempre na Volvo Ocean Race. Há uma semana em Lisboa, Charlie e Mark estão a testar os 16 candidatos, com idades média de 27 anos, em treinos costeiros e, dentro de duas semanas, numa rota offshore até Newport, Rhode Island, EUA. A seleção final será anunciada em Julho. A exemplo da empresa patrocinadora, Alvimedica, uma companhia turca de equipamentos médicos, a equipa reflete os valores de juventude, agilidade e ambição num mercado global.

A tripulação está a conhecer e adaptar-se ao novo veleiro Volvo Ocean 65, com 20,37 metros de comprimento, 12,5 toneladas de peso, mastro de 30,3 metros de altura e uma área vélica de 716 metros quadrados. A preparação física tem sido da responsabilidade da Nauti Fit, que desenvolve programas de treino dedicados à vela. A equipa conta também com a gestão de Bill Erkelens, ex-membro da equipa de gestão do Team Oracle BMW na 30ª America's Cup.

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Expedição Fly TAP - Ricardo Diniz na Madeira

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Ricardo Diniz à chegada na Madeira, depois de dois dias e meio de navegação desde Lisboa, a bordo do veleiro Fly TAP.
Ricardo Diniz

O navegador Ricardo Diniz chegou na tarde de Quarta-feira na Madeira depois de três dias de navegação a bordo do veleiro Fly TAP, na expedição marítima de apoio à Seleção Nacional de Futebol no Mundial no Brasil. A rota foi tranquila com ventos favoráveis e apenas na aproximação das ilhas é que o navegador teve de redobrar a atenção por causa do tráfego de navios e barcos de pesca. Ricardo ficará na Madeira por uns três ou quatro dias promovendo a viagem junto às crianças das escolas locais e logo mais parte para Cabo Verde, a cerca de 1.000 milhas de distância, segunda escala na rota. A partir daí será um rumo direto para Salvador da Bahia, Brasil.

"Fico emocionado com tanta beleza. Que privilégio imenso estar aqui no mar em que num só olhar consigo captar toda a ilha de Porto Santo. Deus foi tão generoso quando fez Portugal.", foram as primeiras palavras de Ricardo Diniz durante a manhã de Quarta-feira quando já avistava Porto Santo.

Entretanto, a gatinha Victoria saboreava o seu primeiro pitéu do mar - uma lula que veio parar ao convés do veleiro Fly TAP. "Neptuno foi generoso com a gata Victoria esta manhã. Num misto de nojo e desejo a nossa gatinha afiambra-se à lula. Sem tréguas."

Desde a partida em Lisboa, no Domingo passado, Ricardo beneficou-se de ventos favoráveis na rota para a Madeira. "Na primeira noite cheguei a colocar rizes na vela grande para garantir uma navegação tranquila. As primeiras 24 horas nem senti muita fome, o que é normal pois o corpo ainda estava a se adaptar ao balanço do mar. Desde que passei o Padrão dos Descobrimentos em Lisboa estive a navegar sempre no mesmo bordo (a bombordo). Só foi uma questão de a caçar ou folgar as velas."

Um pombo pousou a bordo do veleiro Fly TAP e acompanhou Ricardo e a gatinha por uns dois dias. "Só me preocupei porque a gatinha podia resolver comer o pombo no almoço."

"Primeiro jantar do dia a bordo do FlyTAP, na Terça-feira à noite, foi composto por feijão frade cozido, alface cortada aos bocados à mão, cebola crua picadinha, pesto... e cavalas de Peniche. Que maravilha. Até que acompanhava com meio copo de tinto mas a Madeira já só está a 133 milhas e nas aproximações toda a atenção é pouca. Esta noite vai ser tudo menos tranquila. Navios. Barcos de pesca. Um maravilhoso arquipélago onde contamos chegar nesta Quarta-feira.", foi uma das mensagens da manhã enviadas por Ricardo no seu post no Facebook.

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Transat AG2R - a chegada a St. Barth

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A jovem dupla de navegadores do veleiro Figaro Safran-Guy Cotton venceu a travessia transatlântica entre Concarneau e St. Barth.
DR

A dupla Gwénole Gahinet e Paul Meilhat, a bordo do veleiro Figaro Safran-Guy Cotton venceu a travessia transatlântica desde Concarneu, França, até St.Barth, nas Caraíbas. Embalados por um vento de 10 a 15 nós, os navegadores cortaram a meta esta tarde, registando um tempo de 22 dias, 6 h, 17 m, e 59 s, a uma velocidade média de 7,28 nós no percurso de 4.670 milhas. Para Paul Meilhat é a primeira a vitória numa travessia atlântica que conta com 12 competidores.

"Tivemos ótimas condições de vento nos últimos dois dias. A primeira vez que participei na Transat AG2R cheguei à noite. Na segunda vez, estava num duelo com o Banque Populaire que nem vi nada à minha volta. Desta vez, tive tempo de ver a costa e foi magnífico.", disse Paul Meilhat, ressaltondo porém que a batalha foi acirrada com a dupla do veleiro Skipper Macif, 2º colocado.

A tática da frota ficou decidida na passagem pelas Canárias e o grupo de navegadores mais jovens preferiu seguir a sul, enquanto os veteranos ganhavam posição mais o oeste. Afinal, foram os jovens skippers que estavam certos e chegaram nos primeiros lugares em St. Barth.

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Expedição Fly TAP - a partida de Ricardo Diniz

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O veleiro Fly TAP com  o navegador solitário Ricardo Diniz, numa expedição marítima em apoio à Seleção Nacional de Futebol no Mundial 2014 no Brasil
DR

Sob os acordes do Hino da Marinha e do Hino Nacional, o navegador solitário Ricardo Diniz partiu de Lisboa rumo ao Brasil a bordo do veleiro Fly TAP com a especial missão de levar a bandeira nacional e as mensagens dos portugueses em todo o mundo ao capitão da Seleção Nacional de Futebol no Mundial no Brasil. A primeira escala será no Funchal, Madeira, a segunda, no Mindelo, Cabo Verde, e a chegada em Salvador da Bahia, Brasil, no início de Junho. Com o patrocínio principal da TAP e apoio de uma série de marcas nacionais - Delta Cafés, Santa Casa da Misericórida, Galp, MEO, Fisiogaspar, Goldnutrition, Oceano XXI, Alma+, Câmara Municipal de Peniche, Fundação Luís Figo, Hotel Pestana, Água de Luso entre outros -, o navegador português quer levar a mensagem de um Portugal contemporâneo e de um povo que tem o mar não só como desígnio nacional mas como o caminho de promoção do povo e dos produtos portugueses.

A doca da Marinha em Lisboa esteve repleta de convidados, dignatários, amigos e familiares para saudar o navegador solitário Ricardo Diniz no momento da sua partida rumo ao Brasil, na expedição Fly TAP, uma travessia transatlântica que ligará os dois países não só pelo mar, mas também pela força e fé de um povo que acredita nos seus sonhos e que tem demonstrado imensa resiliência face às atuais conturbações económicas.

"Portugal é viável. É um país onde tudo é possível. Vejam a nossa localização geográfica, as ilhas que temos, os bons ventos, os portos importantes, o povo trabalhador, os produtos genuínos como a cortiça e o azulejo. Esta viagem marítima vai muito além do desporto à vela, é uma expedição que foca o melhor que temos - as nossas empresas, as nossas pessoas.", declarou Ricardo Diniz perante a centena de pessoas presentes na doca da Marinha esta tarde.

O navegador solitário partiu em uma missão especial de apoio à Seleção Nacional de Futebol no Mundial no Brasil. Milhares de mensagens de portugueses de todo o mundo foram acondicionadas numa garrafa de vidro da Marinha Grande, embalada numa caixa de madeira portuguesa revestida de azulejos pintados à mão e a bandeira nacional para entregar à Seleção Portuguesa de Futebol. Ele leva a bandeira nacional num gesto simbólico que representa a força de um povo que nunca desiste e irá entregá-la ao capitão do plantel português nas vésperas do jogo de estreia no Campeonato Mundial de Futebol 2014.

Ricardo Diniz também uma bandeira da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa para ser entregue na Santa Casa da Misericórdia em Salvador da Bahia, única instituição congênere fora da Europa.

Mais que isso, Ricardo Diniz leva a força dos seus sonhos que o faz concretizar seus projetos náuticos, como a recente Expedição pela Zona Exclusiva Económica em 2012, uma circum-navegação na fronteira do mar português que é 20 vezes maior que o próprio território.

"Esta Expedição Fly TAP era um projeto improvável. Durante o jogo de Portugal contra a Suécia tive um pressentimento que a força do nosso querer é muito grande. Temos é de acreditar e arregaçar as mangas. Foi assim que as portas se abriram e consegui o apoio de importantes empresas nacionais, especialmente a TAP, que reviu neste projeto a ideia de reforçar a portugalidade e lembrar o passado marítimo português. Faz 514 anos que Pedro Álvares Cabral chegou ao Brasil e eu agora tenho maturidade e conhecimentos suficientes para seguir a sua rota.".

Ricardo segue agora para o Funchal, Madeira, primeira escala do percurso, onde vai comunicar a Expedição Fly TAP à população local e principalmente às crianças. Segue depois uma escala no Mindelo, Cabo Verde, antes da travessia atlântica.

Com bons ventos do quadrante norte e maré favorável, Ricardo Diniz conduziu o veleiro Fly TAP ao longo da zona ribeirinha de Lisboa, passando pelos marcos históricos da cidade - o Padrão dos Descobrimentos e a Torre de Belém. A equipa de apoio deu-lhe o último adeus bem como os convidados a bordo do Príncipe Perfeito que acompanhou o veleiro Fly TAP até Algés.

"Este dia maravilhoso de sol parece ter sido abençoado por São Pedro. Ricardo vai navegar com vento de popa já a toda velocidade. Para a TAP esta expedição é muito importante e apoiamos o Ricardo e sua equipa porque confiamos no planeamento e na sua capacidade de navegador. Vou acompanhar sua rota todos os dias. A TAP seguirá o Ricardo porque a TAP segue também o caminho das caravelas de há 500 anos. O nosso objetivo e de todos os portugueses é apoiar a Seleção Nacional no Mundial de Futebol no Brasil.

 

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ISAF Sailing World Cup Hyères - as medalhas de ouro

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A primeira vitória do holandês Pieter Jan Postma na classe Finn.
Franck Socha/ISAF Sailing World Cup Hyères

Após a disputa das Medal Races este Sábado nas 10 classes olímpicas sob ventos de oeste de 10 a 12 nós e mar calmo, as medalhas de ouro foram atribuídas aos melhores dos mais de 1.100 velejadores de 59 países em competição em Hyères. A grande surpresa foi a vitória da dupla italiana Vittorio Bissaro e Silvia Sicouri na classe Nacra 17. Na classe Finn, o holandês Pieter Jan Postma conquistou sua primeira medalha de ouro depois de anos de competição. Na classe Laser, o australiano Tom Burton garantiu a medalha de ouro, depois de suplantar o rival neozelandês Andy Maloney numa regata intensa. Os neozelandeses Peter Burling e Blair Tuke venceram na classe 49er, somando a segunda vitória consecutiva no circuito, mesma performance das brasileiras Martine Grael e Kahena Kunze na classe 49erFX.

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RC44 Cascais Cup - as regatas da frota internacional

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A frota de veleiros RC44 com as velas-balão içadas nas regatas em Cascais.
MartinezStudio

Mais três regatas em frota foram disputadas ontem em Cascais, com ventos de oeste entre os 15 e 17 nós e mar ainda agitado por 'swell'. O Team Nika, do skipper russo Vladimir Prosikhin com o tático americano Terry Hutchinson, suplantaram a equipa Peninsula Petroleum na classificação geral e surge agora como novo líder. Entretanto, na segunda regata do dia, o veleiro Katusha protagonizou uma colisão com o barco do júri e sofreu danos no casco. No Domingo, a frota de 11 veleiros RC44 disputa as últimas regatas deste segundo evento do circuito 2014.

Na primeira regata de hoje, a equipa Peninsula Petroleum ainda dominava a frota, mas na segunda prova, com o vento a cair para 13-15 nós, a vitória ficou com a equipa Charisma, com o tático australiano Tom Slingsby (pentacampeão mundial na classe e medalha de ouro na classe Laser, além de tripulante do Oracle Team USA na 34ª America's Cup e em campanha para a 35ª America's Cup).

Finalmente, na terceira regata o Team Nika destacou-se com um vitória o que o levou para o topo na classificação geral depois de 9 regatas disputadas em Cascais.

 

RC44 Cascais Cup

Classificação após 9 regatas

1. Team Nika - 36 ptos

2. Peninsula Petroleum - 38 pts

3. Charisma - 45 pts

4. Aqua - 46 pts

5. Artemis - 52 pts

6. Bronenosec - 57 pts

7. Synergy - 57 pts

8. Gazprom Youth - 59 pts

9. Bombarda - 62 pts

10. Aleph - 70 pts

11. Katusha - 80 pts

12. MAG Racing - 92 pts

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Team SCA - primeira travessia transatlântica

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A equipa feminina Team SCA em treino oceânico para a Volvo Pcean Race 2014-2015.
Rick Tomlison/Team SCA/Volvo Ocean Race

A equipa feminina Team SCA iniciou a primeira travessia transatlântica a partir da base em Lanzarote, rumo a Newport, Rhode Island, EUA, uma rota de 3750 milhas que deve durar 12 dias e inclui alguns 'way points' a leste das Caraíbas, assim os últimos dias de navegação incluirão um percurso similar ao da 6ª etapa da Volvo Ocean Race 2014-2015, de Itajaí, Brasil, a Newport. A viagem será também uma forma de homenagear o treinador Magnus Olsson, que faleceu há um ano, e coroar os oito meses de treinos na base em Lanzarote.

"Esta travessia transatlântica permitirá à equipa feminina colocar em prática todo o trabalho de preparação e treinos que foram feitos nos últimos meses. Temos agora uma tripulação quase completa e esta viagem servirá para testar cada tripulante nos seus postos e funções em condições reais de regata oceânica.", explicou Joca Signorini, treinador da equipa Team SCA.

Serão 12 velejadoras a bordo, uma a mais que o permitido na Volvo Ocean Race, pois a equipa incluiu a inglesa Libby Greenhalgh, ainda em fase de seleção. Ela ficará encarregada das tarefas de navegação juntamente com a holandesa Carolijn Brouwer. Duas repórteres estarão também em seleção- a americana Corinna Hallora na viagem de ida, e a sueca Anna-Lena Elled, na viagem de regresso a Lanzarote.

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Batismo do veleiro Fly TAP em Lisboa

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Expedição Fly TAP - Ricardo Diniz parte de Lisboa a 27 de Abril rumo ao Brasil.
DR

Numa cerimónia na doca da Marinha em Lisboa, o veleiro Fly TAP do navegador solitário Ricardo Diniz foi batizado pela cantora brasileira Roberta Sá, na presença de Fernando Pinto, presidente da TAP, patrocinador principal da expedição marítima entre Lisboa e Salvador da Bahia. Ricardo Diniz irá partir de Lisboa no dia 27 de Abril rumo ao Brasil, com escalas na Madeira e em Cabo Verde, numa rota em homenagem à Seleção Nacional de futebol no Mundial 2014 no Brasil. "Na noite do jogo entre Portugal e Suécia já tive a ideia, mesmo quando a situação não corria bem para nós. Fui até a janela, olhei o céu e disse para mim mesmo: 'vamos lá seleção portuguesa que eu prometo ir ao Brasil à vela para abraçá-los.". E é com este espírito positivo e uma garrafa da Marinha Grande revestida de azulejos cheia de mensagens dos portugueses do mundo inteiro que Ricardo inicia a rota transatlântica, 514 anos depois de Pedro Álvarez Cabral.

Aos 37 anos, Ricardo Diniz, está prestes a acrescentar por uma nova rota no seu currículo náutico, com a Expedição Fly TAP, numa homenagem à seleção nacional por ocasião do Mundial de Futebol no Brasil, contando com o patrocinador principal, a companhia aérea portuguesa TAP, e apoios da empresa Delta Cafés, da Santa Casa da Misericórdia, da Câmara Municipal de Peniche, da Galp, da MEO, do Hotel Pestana, da Fundação Luis Figo - padrinho desta iniciativa - e ainda das marcas Gold Nutrition, Alma+, Papillon, Complete Yacht Excellence e Fisiogaspar.

A tradicional garrafa de champagne foi quebrada a meia nau do veleiro pela cantora brasileira Roberta Sá, madrinha do barco e embaixadora da TAP. "Estou muito contente por poder homenagear a Seleção Portuguesa desta forma original, levando as mensagens de muitos portugueses até ao Brasil. Será uma embaixada flutuante na qual eu serei o mensageiro dos votos de sucesso aos futebolistas portugueses no Mundial.", afirmou Ricardo durante a cerimónia presidida por Júlio Isidro.

"Desde 1996 assumi o compromisso de comunicar Portugal e os nossos produtos e serviços através da navegação oceânica. Quero mostrar ao mundo que um país são as pessoas e o que elas tem de melhor.", acrescentou Diniz que em 2012 realizou a Expedição Montepio Mare Nostrum, uma circum-navegação da Zona Económica Exclusiva, uma área 20 vezes maior que o território português a mostrar o Mar Português numa viagem que durou 24 dias.

"No 80º aniversário da Rainha Isabel II, naveguei até a Inglaterra levando a bordo do veleiro uma garrafa de Vinho do Porto com 80 anos, envolvida em cortiça, como prenda para a monarca inglesa. E também fiz a ligaçãopor mar entre Lisboa e Dakar, durante o mítico rally.", relembra Ricardo querendo mostrar assim as possibilidades de divulgar Portugal de formas originais.

"Estou muito satisfeito com este projeto. O ar é a minha vida mas o mar também faz parte do meu percurso profissional pois um dos meus primeiros projetos na época da faculdade foi o design e construção no Brasil de um 'hovercraft', um barco que voa. A princípio fui contra a ideia do Ricardo, mas logo percebi que o projeto alinha-se nos nossos valores: responsabilidade, segurança, planeamento, veiculando uma umagem de juventude responsável graças ao carisma do Ricardo.", declarou Fernando Pinto, presidente da TAP, dizendo que os aviões da empresa cruzam o Atlântico 14 vezes por dia e esta expedição é uma parceria ideial para uma nova conquista no mar que ele irá acompanhar com os seus conhecimentos de navegador e meteorologia.

A originalidade da Expedição Fly TAP foi totalmente abraçada pelos executivos da companhia aérea portuguesa, especialmente num ano de Copa do Mundo de Futebol. "A união da TAP ao Brasil é evidente. Hoje em dia é difícil chamar a atenção do público em meio a um mar de publicidade de nos rodeia o tempo todo. O projeto que o Ricardo nos apresentou foi muito bem recebido e sua equipa respondeu rapidamente à todas as nossas questões.", frisou Luis Mor, da administração da TAP.

Ricardo irá partir da doca da Marinha, em Lisboa no dia 27 de Abril, levando a bordo uma nova gatinha - batizada com o nome Victória pelos funcionários da TAP -, uma bandeira portuguesa para entregar à Seleção Nacional e uma bandeira da Santa Casa da Misericórdia para oferecer em Salvador à única Santa Casa da Misericórdia fora da Europa.

A primeira escala da rota será no Funchal, Madeira, por volta do dia 30 de Abril ou 1 de Maio, e Ricardo ficará no porto madeirense por uma semana a realizar palestras e encontros com a população local. Depois ele seguirá para Cabo Verde, com uma breve escala, e daí em diante será a travessia do Equador e do Atlântico Sul.

"Será a primeira vez que irei cruzar o Equador e velejar no hemisfério sul. Conto chegar a Salvador no dia 10 de Junho, dia de Portugal.", adiantou Ricardo dizendo que este é um dos seus projetos mais ambiciosos, com o apoio de tantos patrocinadores.

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Route de l'Amitiè - mais um recorde para o skipper francês Joyon

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Francis Joyon - único skipper oceânico com quatro recordes no currículo - somou mais um recorde a bordo do maxi trimarã IDEC.
DR

Depois de 13 dias, 3 horas, 5 minutos e 19 segundos, a uma velocidade média de 18,6 nós, o skipper solitário francês Francis Joyon, a bordo do maxi trimarã IDEC, completou o percurso inaugural da Route de l'Amitiè, entre Bordeaux, França, e Rio de Janeiro, Brasil, com o primeiro recorde a registar nesta rota de 5722 milhas. O novo evento transatlântico foi um gesto de amizade entre os dois países, uma homenagem à equipa francesa de futebol que participará no Mundial no Brasil e uma ação a favor de associações de caridade brasileiras, especialmente o ICM, Instituto do Cérebro e da Medula Espinhal.

As últimas 24 horas de navegação ao largo da costa brasileira foram estressantes, pois os ventos rondaram cerca de 180º e depois nas últimas 120 milhas, uma navegação à bolina. Sem ter dormido nada, Joyon ainda teve de realizar diversas manobras para conseguir cruzar a linha de chegada.

"Estou realmente contente de terminar a rota, pois estas últimas horas foram esgotantes. Não durmo há dois dias por causa da instabilidade dos ventos e também do tráfego de embarcações ao longo da costa.", contou Joyon dizendo que ontem à noite apanhou uma tempestade e os ventos rondaram num só golpe 180º e variaram dos 10 aos 25 nós num instante.

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Edição Diária 17.Abr.2014

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