26/05/2012 atualizado às 12:22
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Nova petição contra casamento homossexual no Parlamento

A plataforma que lançou a petição para a realização de um referendo sobre o casamento homossexual apresenta hoje um novo documento aos deputados, acusando-os de terem "virado as costas à vontade popular". 

10:53 Quinta feira, 4 de fevereiro de 2010

Depois de o Parlamento ter chumbado uma iniciativa popular de referendo ao casamento homossexual, a plataforma que a lançou leva hoje à Assembleia uma petição com uma pergunta para os deputados que afirma terem "virado aos costas à vontade popular".

"Quantas assinaturas necessitam os senhores deputados para convocar o referendo ao casamento entre pessoas do mesmo sexo?" é a pergunta, subscrita por "mais de quatro mil pessoas" e que a responsável da Plataforma Cidadania e Casamento, Isilda Pegado, garantiu à agência Lusa "não ser apenas retórica".

"Com esta decisão do dia 8 de janeiro, o Parlamento acabou de matar a iniciativa popular de referendo, isto é, nunca mais o Povo acredita numa coisa destas. Esta decisão transforma o referendo num plebiscito, ou seja, só vai a referendo aquilo que o Poder tem a certeza de ganhar", afirmou.

"Isto também foi o que fez Salazar, com a Constituição de 1933", referiu, acrescentando que "não é isso que os constitucionalistas e os deputados constituintes quiseram". 

"Parece-nos que esta deturpação exige uma clarificação e uma reflexão por parte da Assembleia da República sobre o instituto do referendo", defendeu Isilda Pegado, frisando que numa "democracia jovem e poucos fóruns de democracia participativa" o referendo "continua a ter golpes desta natureza".

Manifestação para dia 20


A iniciativa popular, que reuniu mais de 90 mil assinaturas, pretendia que fosse referendado o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Isilda Pegado afirmou que o "virar de costas a uma vontade popular" suscita a pergunta: "Se 75 mil assinaturas não chegam, quantas são então necessárias?".

Os defensores do referendo manifestam-se no próximo dia 20 na avenida da Liberdade, em Lisboa.

A proposta de referendo, votada no plenário da Assembleia, teve os votos contra das bancadas de esquerda, PS, PCP, BE e PEV.

PSD, CDS-PP e as duas deputadas do Movimento Humanismo e Democracia (Maria do Rosário Carneiro e Teresa Venda) votaram a favor e três deputados do PSD abstiveram-se.

Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

Nota da Direcção do Expresso

O Expresso apoia e vai adoptar o novo Acordo Ortográfico. Do nosso ponto de vista, as novas normas não afectam - antes contribuem - para a clarificação da língua portuguesa.

Por outro lado, não consideramos a ideia de que a ortografia afecta a fonética, mas sim o contrário. O facto de a partir de 1911 a palavra phleugma se passar a escrever fleugma e, já depois, fleuma não trouxe alterações ao modo como é pronunciada. Assim como pharmacia ou philosophia.

O facto de a agência Lusa adoptar o Acordo, enquanto o Expresso, por razões técnicas (correctores e programas informáticos de edição) ainda não o fez, leva a que neste sítio na Internet coexistam as ortografias pré-acordo e pós-acordo.

Pedimos, pois, a compreensão dos nossos leitores.

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Minha alma está parva
Paulo Pedroso (seguir utilizador), 3 pontos (Interessante), 11:41 | Quinta feira, 4 de fevereiro de 2010

Digam-me se estou errado, mas não era esta gente que dizia que o País precisava de se concentrar em assuntos mais sérios e importantes?

Não eram estes senhores e senhoras que diziam que Portugal tinha de se concentrar nos seus graves problemas?

Então, agora que a legislação está feita e aprovada, querem voltar a perder tempo com o assunto?

Já não é preciso prestar atenção ao desemprego, à Economia, à criminalidade, ao investimento que foge, ao défice, ao orçamento e sei lá eu a quê mais?

Hipócritas!
 
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    Re: Minha alma está parva    Ver comentário
ManuelVilarinhoPires (seguir utilizador), 2 pontos , 16:18 | Quinta feira, 4 de fevereiro de 2010
    Re: Minha alma está parva    Ver comentário
Paulo Pedroso (seguir utilizador), 2 pontos , 16:33 | Quinta feira, 4 de fevereiro de 2010
    Re: Minha alma está parva    Ver comentário
ManuelVilarinhoPires (seguir utilizador), 2 pontos , 16:54 | Quinta feira, 4 de fevereiro de 2010
    Re: Minha alma está parva    Ver comentário
lusofora (seguir utilizador), 1 ponto , 15:51 | Quinta feira, 4 de fevereiro de 2010
    Re: Minha alma está parva    Ver comentário
ANTIDEMOCRATA (seguir utilizador), 1 ponto , 10:42 | Sexta feira, 5 de fevereiro de 2010
ESTES NÃO SERVEM!
odisseia na terra (seguir utilizador), 2 pontos , 15:31 | Quinta feira, 4 de fevereiro de 2010
O Estado deve regular as situações em função da sua dimensão e importância. Qualquer grupo d cidadãos q entenda q merece equiparação ou tratamento especial só deverá merecer a atenção do legislador em função da sua dimensão, importância e contributo p o bem comum. No caso do pretenso casamento dos homossexuais estamos perante a tentativa d uns quantos, poucos, tentarem impingir algo q consubstancia uma realidade estéril, sem qualquer futuro porque dali nada pode nascer ou se criar.
Uma sociedade é quanto mais civilizada em função dos princípios e valores q preconiza. Fazer d uma excepção regra é algo q não é correcto pois estaríamos a desvirtuar algo estruturante, base de tudo o q nos possibilitou chegar até aqui. O instituto do casamento foi quem não só permitiu todo o desenvolvimento sociológico da humanidade como também a formação das sociedades por mais embrionárias q fossem. Dele tudo partiu, dele tudo começou. Promover uma ficção realidade é um exercício perigoso porque desvirtua a regra fundamental e mais perceptível por qualquer ser humano.
A essência da sociedade é a família fundada no casamento e a essência do casamento é a procriação e, a provar q assim é aí estão os homossexuais a exigirem a adopçao de modo a terem o futuro q a realidade e natureza lhes negam. Acresce o desrespeito oportuno de certos parlamentares por uma petição referendaria. Os argumentos utilizados só vêm provar q os referendos só servem para esquerda quando o resultado lhes é favoravel.
 
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de acordo
chuckbass (seguir utilizador), 1 ponto , 14:58 | Quinta feira, 4 de fevereiro de 2010
de facto o senhor tem toda a razão. penso que há males maiores no país para os deputados se preocuparem neste momento! a história do casamento homossexual já lá vai. foi aprovado pela maioria, agora é seguir em frente. que gente mais mesquinha. espero que chovam picaretas no dia 20 ehehe
 
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Toquem o sino
águiadois (seguir utilizador), 1 ponto , 16:11 | Quinta feira, 4 de fevereiro de 2010
Com o País a" arder" este pessoal ainda anda cheia de calor.
 
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Afinal,dara sim ou nao !?
JoseLouis (seguir utilizador), 1 ponto , 21:15 | Quinta feira, 4 de fevereiro de 2010
Sem querer ser contra qualquer ideia d'outros so venho aqui expressar a;"minha",obrigado!Tendo em conta que este Excelentissimo Governo Socialista,andou tao preocupado com a Natalidade dos Portugueses,que quer dizer(penso eu),obrigar os Portugueses a unirem-se mais e fecundar,em vez de ver telenovelas inuteis,porque? mudaram as Maternidades Portuguesas "raianas" para Espanha,porque?Dao subsidios a criancas nascidas Portuguesas quando algumas nascerao em Espanha,da para rir,sera que serao todos;"Gays"?!,que e o nome actual que dao(no meu tempo,era outro),ou sera que SO QUEREM ACABAR COM A NOSSA RACA!? SE for isso nem que seja com a minha;Bengala" de Velho,os atacarei,ate a minha Morte !
 
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Nova petição
Homer Simpson (seguir utilizador), 1 ponto , 22:32 | Quinta feira, 4 de fevereiro de 2010
Os deputados "viraram as costas à vontade popular"????neste diferendo sobre o casamento homossexual ???

  eu não virava ou ainda acordava de aliança no dedo e lá tinha que andar a devolver prendas aos sogros
 
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Basta de mariquices
nao tento (seguir utilizador), 1 ponto , 23:15 | Quinta feira, 4 de fevereiro de 2010
Eu pela minha parte já estou farto de ouvir falar neste problema, e segundo parece a telenovela continua. Afinal a lei não foi já aprovada? Deixem os homossexuais casar entre si ou se quiserem com animais, mas tratem é de assuntos importantes para portugal e para a maioria dos portugueses, pois aqueles felizmente são uma minoria.
 
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