18 de abril de 2014 às 0:59
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Nenhum sindicato ou partido se apoderou da manifestação

Oiça o comentário áudio de Jorge Araújo, editor do caderno Atual do Expresso, que esteve presente na manifestação. Clique para visitar o dossiê Geração à Rasca
Jorge Araújo
Comentários 8 Comentar
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Eles queriam, mas tiveram medo!!!
Quer o PC quer os Sindicatos, sabiam que o tiro podia sair-lhes pela culatra.
É que eles são também responsáveis pela política que temos.
O PC recusa qualquer mudança...
Os Sindicatos o que querem é ter motivos para greves...
As gerações, pós 25 de Abril, já o compreenderam.
A actual geração, à procura de emprego, sabe que os políticos são oportunistas e não irão largar o poder facilmente. Isso representava para eles, terem que trabalhar.
Para esses boys, é muito mais fácil amarrar-se ao partido, porque sabem que enquanto este esquema se mantiver, eles têm o "tacho" assegurado...
Os jovens à procura de emprego estão tramados, porque foram habituaram pelos pais, a terem tudo facilmente, e agora, como cabe a eles terem responsabilidades, não sabem o que fazer!

Re: Eles queriam, mas tiveram medo!!! Ver comentário
Re: Eles queriam, mas tiveram medo!!! Ver comentário
Re: Eles queriam, mas tiveram medo!!! Ver comentário
Não terem sido manipulados...
foi uma grande vitória.
Assim, sim!
As pessoas acreditam mesmo no Pai Natal..
Mas alguém acha mesmo que é possível fazer manifestações destas, em 11 locais diferentes e em simultâneo, sem uma ou várias organizações por detrás delas?
A logística destes eventos é enorme e é por isso que não pode existir lugar a atitudes espontâneas.
Como é que espontâneos conseguem entrevistas em jornais, como o Expresso, ou nas televisões (onde foram sendo divulgados os apoios sempre espontâneos claro)?
Se calhar contactos discretos com a JSD (como noticiou um jornal) ajudaram e por isso é que apareceram apoios, não de organizações partidárias, mas por exemplo da Eclesia (próxima do PSD e das misericórdias).
Que vão existir eleições é um dado adquirido.
Só é preciso cansar os eleitores do PS para que não se corra o risco de eles poderem retirar a maioria absoluta ao PSD (que é o que se passa neste momento).
Por outro lado é preciso que eles não governem e que só façam o trabalho sujo das medidas impopulares de destruição de regalias (muitas delas implementadas pelo PS) para que o país não se esqueça deles.
O problema é que, com o nível de dívida acumulada que temos nem à esquerda, nem à direita há espaço de manobra para ser diferente porque os credores não deixam.
As 365 medidas que o PSD colocou em livro, caso sejam aplicadas, vão fazer dos tipos do PS autênticos escuteiros.
E quanto a responsabilidades partidárias sobre o estado do país recomendo a leitura do livro "O estado a que o estado chegou" onde se vê que não há inocentes nesta história!
Que fazer?

O diagnóstico está feito há muito e, salvo as hipocrisias, pouca volta há a dar. Ou seja, a ‘crise’ veio para ficar por longo tempo (anos?) e durante todo esse tempo (que venha o mais pintado!) há que apertar o cinto. Certas mordomias serão, tendencialmente, eliminadas, E tudo, mas mesmo tudo do lado do trabalho, será mais difícil.
Que venha a terreiro o ruralista de Boliqueime com umas balelas avulso só para justificar o ordenado já que na reforma não se mexe, que venha o Paulinho mais o seu chapéu de manif apelar demagogicamente pelos velhinhos, que venha ainda o líder de conveniência deste PPD requentado mandar uns bitaites sem qualquer sustentação ou convicção; o resultado final é TRETA! Como treta são as atoardas bombásticas quer do líder bloquista ou do seu parceiro pêcêpista, estranhamente irmanados (Ah o que dirão os patronos Trotsky e Stalin!) na luta economicista e avessos que baste à democracia pluralista.
E o Povo Pá?
  - O nosso Povo letrado, os nossos muitos filhos da ‘crise’ ( os desempregados e os mal pagos) os potenciais afilhados dessa ‘crise’ que vai perdurar, e todos aqueles que vêem o horizonte sombrio e a quem não lhes é permitida qualquer certeza, desorientados por todo o espectro político, convergiram na net, procurando uma saída.
E foi uma entrada de leão, o que fará com que muitos sabujos sigam na mira de arrecadar alguns réditos do sucesso.
E agora, como lidar com esta inesperada quimera que saiu na rifa? Como diria o outro: ?QUE FAZER?
Re: Nenhum sindicato ou partido se apoderou da man
Muito bem| Presisamos de cidadãos que colaborem com ideias, sejam activos e que ajudem este movimento a crescer para se tornar uma alternativa credível para o país.

Exortamos toda a sociedade civil a juntarem-se a nós, porque está provado que a solução passa pela sociedade civil

Será que existe em Portugal uma sociedade com capacidades de enfrentar este desafio?
ou está tudo á espera que os actuais dirigentes partidários resolvam a situação em que nos meteram?
Talvez se tenha chegado a este estado, precisamente, pela falta de participação activa da sociedade na vida partidária. É que esta participação partidária acabava por funcionar como uma oposição dentro das proprias estruturas, não permitindo que se tivesse chegado a este estado. Mas a população preferiu assobiar para o lado, que alguem faça, que alguem se preocupe, que alguem proteste, que alguem vote, que eu não tenho tempo.

Pois chegamos aquele ponto em que temos que dizer basta, já chega.
está na hora de a população se inteirar e ajudar a resolver os problemas que nos afectam a todos.
Está na hora de participar activamente na vida politica portuguesa,
Não basta protestar, é preciso acção.

Ajuda a mudar este pais,
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O que mais me preocupa não é o grito dos violentos, dos corr.uptos, dos desonestos ou dos sem ética. O que mais me preocupa é o silêncio dos bons". ...
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