Lisboa, 20 nov (Lusa)- O ministro da Defesa disse hoje que o custo para Portugal do novo escudo anti-míssil da NATO é "perfeitamente irrisório" tendo em conta "o benefício retirado", não especificando contudo qualquer montante.
"Nós estamos a falar daquilo que poderia quase ser considerado como um ovo de Colombo, isto é, há neste momento dois sistemas, um desenvolvido pela NATO e outro pelos Estados Unidos que já garantem hoje a defesa das tropas destacadas, e os cálculos que temos indicam-nos que num prazo de dez anos, por um investimento global inferior a 200 milhões de euros, podemos passar a escala da proteção das tropas para o conjunto das pessoas residindo em cidades de média e grande dimensão em todo o território europeu", afirmou Augusto Santos Silva.