26/05/2012 atualizado às 11:41
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Não vivemos acima das nossas possibilidades

Os portugueses vivem muito abaixo das suas possibilidades. O problema é mesmo o défice de igualdade. É um País resignado com a injustiça. E uma elite habituada a viver com ela

Daniel Oliveira (www.expresso.pt)
9:00 Terça feira, 29 de junho de 2010

Segundo um estudo realizado por sociólogos do ISCTE, vinte por cento dos portugueses estão abaixo do limiar de pobreza. Ou seja, não conseguem garantir o mínimo das necessidades familiares. Se não fossem as ajudas do Estado este número passaria para os 40%.

31% das famílias estão no escalão imediatamente acima do limiar de pobreza - ganham entre 379 e 799 euros. 21% não têm qualquer margem para qualquer despesa inesperada. 12% não conseguem comprar os medicamentos que precisam. Muitos deles, apesar de terem mais qualificações do que os seus pais, vivem pior do que eles. 35% vivem confrontadas com situações frequentes de escassez, o que inclui a impossibilidade de aquecer a casa ou de usufruir de baixas médicas para não perder rendimentos. 57% vivem com um orçamento familiar abaixo dos 900 euros.

Este povo pobre desconfia dos outros, desconfia do poder (70%), não está satisfeito com as suas condições de vida mas, extraordinariamente, considera-se feliz. Mais de um terço dos insatisfeitos diz que nada faz para mudar de emprego, 63% recusa a possibilidade de emigrar e apenas uma minoria diz que deseja voltar a estudar.

Este estudo diz-nos duas coisas.

A primeira é evidente para quem conheça o País: os portugueses não vivem acima das suas possibilidades. Vivem abaixo delas. Há uma minoria, isso sim, que garante para si a quase totalidade dos recursos públicos e privados. Somos, como se sabe, o País mais desigual da Europa. Temos dos gestores mais bem pagos e os trabalhadores que menos recebem. Somos desiguais na distribuição do salário, do conhecimento, da saúde, da justiça. E essa desigualdade é o nosso problema estrutural. É esse o nosso défice. Ele cria problemas económicos - deixando de fora do mercado interno uma imensa massa de pessoas -, orçamentais - deixando muitos excluídos dependentes do apoio do Estado -, sociais, culturais e políticos.

A segunda tem a ver com isto mesmo: a pobreza estrutural não leva à revolta. Dela não resulta exigência. Provoca desespero e resignação. Resignação com a sua própria vida, resignação com a desigualdade e resignação com a incompetência dos poderes públicos. A pobreza não apela ao risco. Não ajuda à acção. O atraso apenas promove o atraso.

Nos últimos 25 anos entraram em Portugal rios de fundos europeus. Aconteceu com eles o que aconteceu com todas as oportunidades que Portugal teve nos últimos séculos. Desde o ouro do Brasil, passando pelo condicionalismo industrial do Estado Novo e acabando nos fundos europeus, nos processos de privatização para amigos e no desperdício em obras públicas entregues a quem tem boas agendas de contactos, que temos uma elite económica que vive do dinheiro fácil, do orçamento público e da desigualdade na distribuição de recursos. Essa mesma que, em tempo de crise, o que pede éredução do salário e despedimento fácil.

Repito: os portugueses não vivem acima das suas possibilidades. Apenas vivem num País onde as possibilidades nunca lhes tocam à porta. O nosso problema é político. É o de uma economia parasitária de um Estado sequestrado por uma minoria que não inova, não produz e não distribui. De um Estado e de um tecido empresarial onde os actores se confundem. De um regime pouco democrático e nada igualitário. E de um povo que se habituou a viver assim. De tal forma resignado que aceita sem revolta que essa mesma elite lhe diga que ele, mesmo sendo pobre, tem mais do que devia.

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A situação é explosiva
águiadois (seguir utilizador), 2 pontos , 9:38 | Terça feira, 29 de junho de 2010
O problema do País é o problema politico: politicos a mais , muitos deles sem qualquer curriculym para as funçõesw e depois chegámos aqui: 11 mil milionários,2 milhões de pobres, 600 mil desempregados.
Todos os dias aparecem nas capas de Jornais esquemas fraudulentos que envolvem politicos,corrupção a todos os níveis e desnorte continuado em medidas politicas de impacto social-como é o caso das SCUTS.
A situação está a ficar insustentável e se Cavaco Silva não toma firme, as rédeas da Presidência, adivinham-se cenários que vão encostar á parede alguns usurpadores de bens nacionais.
Insustentável, diz Cavaco.Diriamos que caminhamos num plano inclinado, perigoso e potencialmente explosivo.
 
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    Re: A situação é explosiva    Ver comentário
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 10:14 | Terça feira, 29 de junho de 2010
    A águiadois não é doméstica    Ver comentário
águiadois (seguir utilizador), 2 pontos , 11:40 | Terça feira, 29 de junho de 2010
    Re: A águiadois não é doméstica    Ver comentário
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 14:49 | Terça feira, 29 de junho de 2010
    Re: A situação é explosiva    Ver comentário
palmado (seguir utilizador), 1 ponto , 14:58 | Quarta feira, 30 de junho de 2010
    As suas tretas são cada vez mais fascistas!    Ver comentário
José Telhado (seguir utilizador), 2 pontos , 11:25 | Terça feira, 29 de junho de 2010
    Re: As suas tretas.Provocações e tarimba politica    Ver comentário
águiadois (seguir utilizador), 2 pontos , 11:38 | Terça feira, 29 de junho de 2010
    Re: As suas tretas.    Ver comentário
José Telhado (seguir utilizador), 2 pontos , 12:00 | Terça feira, 29 de junho de 2010
    Re: As suas tretas.idem,aspas    Ver comentário
águiadois (seguir utilizador), 2 pontos , 12:21 | Terça feira, 29 de junho de 2010
    Re: As suas tretas.Provocações e tarimba politica    Ver comentário
Dunca (seguir utilizador), 2 pontos , 12:34 | Terça feira, 29 de junho de 2010
    Urbanidade e civismo    Ver comentário
águiadois (seguir utilizador), 2 pontos , 14:12 | Terça feira, 29 de junho de 2010
    Re: Urbanidade e civismo    Ver comentário
Dunca (seguir utilizador), 2 pontos , 15:56 | Terça feira, 29 de junho de 2010
    Urbanidade.O 1º a ler o que escreve    Ver comentário
águiadois (seguir utilizador), 2 pontos , 16:06 | Terça feira, 29 de junho de 2010
    Re: Urbanidade e civismo    Ver comentário
Ci (seguir utilizador), 1 ponto , 18:20 | Terça feira, 29 de junho de 2010
    Re: Urbanidade e civismo    Ver comentário
águiadois (seguir utilizador), 2 pontos , 22:39 | Terça feira, 29 de junho de 2010
    Re: A situação é explosiva    Ver comentário
Dunca (seguir utilizador), 2 pontos , 12:31 | Terça feira, 29 de junho de 2010
    A situação é explosiva.Cavaco é a única referência    Ver comentário
águiadois (seguir utilizador), 2 pontos , 14:02 | Terça feira, 29 de junho de 2010
    Re: A situação é explosiva.Cavaco é a única referê    Ver comentário
José Telhado (seguir utilizador), 2 pontos , 14:45 | Terça feira, 29 de junho de 2010
    Re: A situação é explosiva.Cavaco é a única referê    Ver comentário
Ci (seguir utilizador), 1 ponto , 0:58 | Sexta feira, 2 de julho de 2010
Este país...
caprylm56 (seguir utilizador), 2 pontos , 10:11 | Terça feira, 29 de junho de 2010
...governado por altos crânios, onde se tem o ordenado mínimo dos mais baixos da Europa, ao contrário temos a maior parte dos bens essenciais mais caros.
É democracia é caso para agradecer ao pai que implantou esta bela forma de viver.
 
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    Re: Este país não é para velhos fachalhões...    Ver comentário
José Telhado (seguir utilizador), 2 pontos , 11:07 | Terça feira, 29 de junho de 2010
    Re: Este país não é para velhos fachalhões...    Ver comentário
Dunca (seguir utilizador), 2 pontos , 12:40 | Terça feira, 29 de junho de 2010
    Re: Este país não é para velhos fachalhões...    Ver comentário
José Telhado (seguir utilizador), 2 pontos , 12:44 | Terça feira, 29 de junho de 2010
    Re: Este país não é para velhos fachalhões...    Ver comentário
Dunca (seguir utilizador), 2 pontos , 13:20 | Terça feira, 29 de junho de 2010
    Re: Para terminar.    Ver comentário
Dunca (seguir utilizador), 2 pontos , 13:22 | Terça feira, 29 de junho de 2010
    Re: Para terminar.    Ver comentário
José Telhado (seguir utilizador), 2 pontos , 13:34 | Terça feira, 29 de junho de 2010
    Re: Este país não é para velhos fachalhões...    Ver comentário
aldrabado (seguir utilizador), 1 ponto , 13:23 | Terça feira, 29 de junho de 2010
    Re: Este país...    Ver comentário
Monfurado (seguir utilizador), 1 ponto , 16:34 | Terça feira, 29 de junho de 2010
    Re: Este país...    Ver comentário
palmado (seguir utilizador), 1 ponto , 15:16 | Quarta feira, 30 de junho de 2010
    Re: Este país...    Ver comentário
Monfurado (seguir utilizador), 1 ponto , 15:24 | Quarta feira, 30 de junho de 2010
Vivemos acima das nossas possibilidades
José Telhado (seguir utilizador), 2 pontos , 11:19 | Terça feira, 29 de junho de 2010
Com o advento da Democracia, Portugal quis sair da longa noite de miséria e fome do fascismo.

Sonhou-se alto de mais e os sindicatos foram os grandes culpados.

Criaram-se condições altamente favoráveis aos trabalhadores que as nossas empresas têm cada vez mais dificuldade em suportar. São férias mais os subsídios de férias, o 13º mês e outras regalias únicas nesta terra plantada à beira mar.

E ainda continuam a pedir mais e mais como se a crise do capitalismo fosse só para os outros.

Ou todos se convencem que isto é a pior tempestade desde 1929 ou então não há saída para a crise com estes sindicatos completamente desnorteados.

Venha o governo que vier, se não houver outra mentalidade dos que trabalham e dos empresários, a situação tende a agravar-se.

E mais, se com um governo de esquerda a loucura sindical não abranda, o que seria num cenário de um governo de direita?
 
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    Aderiu á micro-geração..foi ?..    Ver comentário
Fernando Torres (seguir utilizador), 2 pontos , 12:10 | Terça feira, 29 de junho de 2010
    Re: A Luz e as Trevas    Ver comentário
José Telhado (seguir utilizador), 2 pontos , 12:40 | Terça feira, 29 de junho de 2010
    Re: A Luz e as Trevas    Ver comentário
Dunca (seguir utilizador), 2 pontos , 13:35 | Terça feira, 29 de junho de 2010
    Re: A Luz e as Trevas    Ver comentário
José Telhado (seguir utilizador), 2 pontos , 13:49 | Terça feira, 29 de junho de 2010
    Re: A Luz e as Trevas    Ver comentário
Dunca (seguir utilizador), 2 pontos , 14:24 | Terça feira, 29 de junho de 2010
    Re: A Luz e as Trevas    Ver comentário
alberto64 (seguir utilizador), 1 ponto , 13:48 | Terça feira, 29 de junho de 2010
    Re: Aderiu á micro-geração..foi ?..    Ver comentário
Dunca (seguir utilizador), 2 pontos , 12:50 | Terça feira, 29 de junho de 2010
    A sua ignorancia é por de mais evidente...    Ver comentário
Transmontano1 (seguir utilizador), 1 ponto , 14:33 | Terça feira, 29 de junho de 2010
    Re: Vivemos acima das nossas possibilidades    Ver comentário
MIKITO (seguir utilizador), 1 ponto , 22:14 | Segunda feira, 5 de julho de 2010
    Re: Vivemos acima das nossas possibilidades    Ver comentário
José Telhado (seguir utilizador), 2 pontos , 9:35 | Terça feira, 6 de julho de 2010
    Re: Vivemos acima das nossas possibilidades    Ver comentário
MIKITO (seguir utilizador), 1 ponto , 11:51 | Terça feira, 6 de julho de 2010
    Re: Vivemos acima das nossas possibilidades    Ver comentário
José Telhado (seguir utilizador), 2 pontos , 11:54 | Terça feira, 6 de julho de 2010
APOLOGIA GRATUITA AO COMUNISMO
odisseia na terra (seguir utilizador), 2 pontos , 14:26 | Terça feira, 29 de junho de 2010
Nunca acreditei na sua recuperação.Vc é um comunista da pior espécie.Vem aqui sob uma pretensa capa d falsas preocupações d índole social propor o retorno ás trevas comunistas.O q vc vem aqui fazer é a apologia descarada do retorno a coisas tão criminosas como a reforma agrária ou o desmembramento gratuito da frágil economia portuguesa em nome d uns tais princípios e valores que já provaram q não servem, nem serviram e q só trouxeram miséria e pobreza. O seu amigo Chavez bem tem tentado e os resultados estão aí! O país não cresce e não evolui porque não temos um modelo económico definido e porque sistematicamente perdemos os ciclos em q os outros aproveitam p reformar e arrumar em casa. O ultimo coincidiu com o consulado Guterrista e o país ficou num “pântano”.A culpa d quem é? Não é do povo porque esse é governado. É sim dos governantes e d uma classe politica q não hesita em tempos d CRISE em fazer a mais pura das demagogias e a apologia d soluções fáceis q nos conduziriam pela certa á penúria e muito provavelmente ao fim d Portugal como país soberano. Vc usa e abusa d conceitos gastos q já NÃO servem a ninguém. Olhe para a China! Refere termos sobre os quais não tem a mínima ideia mas gosta, porque é essa a sua matriz, muito d prometer o bacalhau a pataco para todos, nunca referindo q tudo o q é grátis ou não tem qualidade ou está em vias d a perder. Vc ainda NÃO entendeu q a realidade esmagou todas as teses comunistas e q só mesmo por muita má fé é q alguns ainda as citam
 
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Quais possibilidades?
rumoaofuturo (seguir utilizador), 1 ponto , 11:11 | Terça feira, 29 de junho de 2010
O problema só se resolve com crescimento. Só é possivel crescer com mais investimento e exportações. A economia está asfixiada com o peso do estado ( demasiado grande e gordo ). A despesa do estado são cerca de 82 MM de euros, o defice são cerca de 16 MM de euros, temos um buraco de 20% para tapar. Já não é possivel aumentar mais os impostos sem provocar danos na economia pelo que temos que obrigatoriamente que reduzir a despesa. O actual governo optou por aumentar impostos e reduzir a despesa social, não tocou no proprio estado: profundamente errado. Se o estado cortasse 30% na despesa o problema ficava resolvido: o defice ficava a zero, podia reduzir impostos para niveis mais normais e aumentar o investimento publico. Para que servem os Governos Civis? Porque não fundir camaras municipais e juntas de freguesia pequenas com outras maiores? Porque não extinguir institutos publicos e fundações que não servem para nada? etc etc etc P.S. já quase que me esquecia , porque não reduzir o numero de motoristas do PM em 30%? Dava forte exemplo do que é gerir bem o dinheiro dos contribuintes
 
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A DEMOCRACIA DEPOIS DO 25 DE ABRIL
MIKITO (seguir utilizador), 1 ponto , 11:16 | Terça feira, 29 de junho de 2010
CARO SENHOR DANIEL OLIVEIRA, FELICITO-O PELO SEU EXCELENTE ARTIGO. DESDE 1975 QUANDO ESSE SENHOR CHAMADO MÁRIO SOARES INVENTOU A DEMOCRACIA "DELE" INTENDA-SE A REVOLUÇÃO SÓ FOI BOA PARA ELE E PARA OS SENHORES (ESPERTALHÕES) QUE FORAM PARA O GOVERNO, PARA ELES SIM, MAS PARA OS TRABALHADORES NÃO, TODOS ELES TEM FEITO FORTUNA COM VENCIMENTOS CHORUDOS + ALCAVALAS E DEPOIS OS LUGARES EM SECTORES COMO CGD, EMPRESAS PUBLICAS ETC AO FIM DO MANDATO GOVERNAMENTAL. REFORMAS AO FIM DE 2 MANDATOS (MAS QUE RAIO DE DEMOCRACIA É QUE ELES INVENTÁRAM, ENQUANTO QUALQUER TRABALHADOR TINHA QUE TRABALHAR NO MINIMO 36 ANOS ELES AO FIM DE 8 JÁ TINHAM DIREITO Á REFORMA) E COLOCAÇÃO EM BOAS EMPRESAS PUBLICAS. HOJE PEDEM SACRIFICIOS AO POVO MAS ELES NÃO ABDICAM DOS SEUS VENCIMENTOS, QUE PASSEM A RECEBER 60% DO SEU ORDENADO,(GOVERNANTES E DEPUTADOS QUE ESTIVERAM NOS ULTIMOS GOVERNOS POIS AS CRISES FORAM FEITAS POR ELES) E AINDA LHES SOBRA MUITO DINHEIRO TENDO EM CONTA O QUE GANHA UM TRABALHADOR NORMAL. HÁ GRANDE 25 DE ABRIL QUE SÓ FOSTE BOM PARA ESTES,( NÃO DIGO A PALAVRA QUE TENHO VERGONHA). TUDO COMEÇOU MAL COM A POLITICA DESSE SR MÁRIO SOARES POIS A MAIOR AMBIÇÃO DELE FOI SENTAR-SE NA CADEIRA DE SALAZAR, E A PARTIR DAÍ TRATAR DELE E DOS SEUS COMPARSAS.
 
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    VIVA O 25 DE ABRIL    Ver comentário
José Telhado (seguir utilizador), 2 pontos , 12:34 | Terça feira, 29 de junho de 2010
    Re: VIVA O 25 DE ABRIL.também digo viva o 25 de a    Ver comentário
Tibiriçá.... (seguir utilizador), 2 pontos , 18:14 | Terça feira, 29 de junho de 2010
filhos da nação
Monfurado (seguir utilizador), 1 ponto , 12:21 | Terça feira, 29 de junho de 2010
Concordo na generalidade com o diagnóstico do autor. Discordo da conclusão. Permissas correctas- conclusão errada. Somos um povo que tem uma história de luta, sofrimento- nunca resignação. Podemos acordar tarde, mas somos feitos de uma massa que a história conta. Conquistámos as 8 horas de trabalho com muito sangue e fizemos o 25 Abril com cravos. Este é um pais com futuro sómente adiado. Demos á juventude tudo o de pior existe- má educação e má alimentação. Será ela , apesar de tudo, o detonador que implodirá a cambada de falsos, maus e endeusados empresários e gestores de sucesso. Este blog tb tem alguns filhos da nação.
 
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Não vivemos acima das possibilidades
vera borges (seguir utilizador), 1 ponto , 12:36 | Terça feira, 29 de junho de 2010
O seu artigo foca algumas realidades do país, nomeadamente as assimetrias entre as zonas rurais interiores mais pobres, a outras.

Um dos grandes problemas deste país foram os subsídios o dinheiro fácil que não foi investido como devia, e ficou nas mãos de uns quantos, que se tornaram mais ricos.

O Estado não se preocupa com isso. Não são os rendimentos de reinserção, os subsídios de miséria que resolvem esses problemas sociais.

Há pessoas que vivem com reformas de 200 e poucos euros por mês!

Mas sejamos honestos: há pobres que não lutam por deixar de o ser... porque se esperarem apenas que a sorte lhes bata à porta, ela pode sempre passar ao lado.

Muitos também se habituaram a viver do comodismo, do pouco que a vida lhes dá, queixando-se e lamentando-se, mas nada fazendo para inverter a situação. E isso também temos que ter a coragem de dizer.

Não há empregos, mas há trabalho... muito trabalho nas zonas mais pobres deste país, simplesmente é duro pegar numa enxada para cultivar a terra... mas é bom colher os frutos que ela dá.

A vida ensinou-me que não podemos colher sem semear. E esperar por ajudas é sinal de pouca coragem e confiança em nós mesmos.

 
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    BRILHANTE...    Ver comentário
Caporegime (seguir utilizador), 1 ponto , 14:17 | Terça feira, 29 de junho de 2010
    Re: Não vivemos acima das possibilidades    Ver comentário
Monfurado (seguir utilizador), 1 ponto , 15:26 | Terça feira, 29 de junho de 2010
    Re: Não vivemos acima das possibilidades    Ver comentário
Durruti Blak (seguir utilizador), 1 ponto , 16:18 | Terça feira, 29 de junho de 2010
POBREZINHOS MAS HONRADINHOS
carinha.laroca (seguir utilizador), 1 ponto , 12:41 | Terça feira, 29 de junho de 2010
Já deviamos estar livres deste jargão, mas ainda perdura, perguntem às gerações mais novas que estão e trabalhar e nem sindicalizadas estão - não que os sindicatos lhes resolvam os problemas com que se debatem, mas eles nem se inscrevem com medo que o patrão saiba e os despeça... não sei a solução para isto, mas deve haver...lutem!!
 
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Outra realidade
Real Brisbane (seguir utilizador), 1 ponto , 12:53 | Terça feira, 29 de junho de 2010
Portugal é o país europeu com mais automóveis por habitante. Todo o gato, periquito e afins têm um telemóvel.
Somos um campeão em tecnologia de consumo. Roupas de marca real ou falsificada é o que não falta. Cabeleireiros e dentistas são negócios de sucesso, porque o que conta é a imagem. Médicos privados a faturarem sem qualquer dificuldade. Cada vez mais escolas e infantários privados. Os restaurantes e centros comerciais são como cogumelos. Onde é que estão estes desgraçados? Já sei, a culpa é sempre dos politicos, porque são eles que me obrigam a ter este comportamento.
 
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    Re: Outra realidade    Ver comentário
Durruti Blak (seguir utilizador), 1 ponto , 17:14 | Terça feira, 29 de junho de 2010
    Re: Outra realidade    Ver comentário
Real Brisbane (seguir utilizador), 1 ponto , 14:46 | Sexta feira, 2 de julho de 2010
    Re: Outra realidade    Ver comentário
Durruti Blak (seguir utilizador), 1 ponto , 17:04 | Sexta feira, 2 de julho de 2010
    Re: Outra realidade    Ver comentário
Real Brisbane (seguir utilizador), 1 ponto , 9:07 | Domingo, 4 de julho de 2010
    Re: Outra realidade    Ver comentário
Durruti Blak (seguir utilizador), 1 ponto , 18:24 | Domingo, 4 de julho de 2010
    Re: Outra realidade    Ver comentário
Real Brisbane (seguir utilizador), 1 ponto , 2:56 | Domingo, 11 de julho de 2010
Desigualdades!
Zenfir (seguir utilizador), 1 ponto , 13:02 | Terça feira, 29 de junho de 2010
Responsabilizem cível e criminalmente todo e qualquer político,afilhado de político e outros ítems de gente que só se sabe governar a si com o bem dos outros.
      Responsabilizem cível e criminalmente todo e qualquer espécime que pelas suas atitudes e acções, provoquem a desgraça alheia.
      Responsabilizem cível e criminalmente todo e qualquer agente de justiça que contribua para que os criminosos de qualquer espécie pululem neste País.
      Responsabilizem cível e criminalmente todo e qualquer espécime que contribua,com as suas acções, para que a dignidade do País se arraste pela lama.
A Política é altruista.Não é para ser usurpada por gente sem escrúpulos.A Política é um meio para que gente de bem a use com o objectivo de trabalhar para o bem comum.Para que todos nos sintamos iguais perante todos.Não é para que alguns vivam à grande à custa da miséria dos outros.
 
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a verdade
aldrabado (seguir utilizador), 1 ponto , 14:46 | Terça feira, 29 de junho de 2010
Os trabalhadores Portugueses são na Europa aqueles que mais horas trabalham por jornada de trabalho, os que menos ganham e os menos protegidos em termos sociais. Somos o país onde os custos laborais são os mais baixos da Europa e onde imperam as desigualdades mais gritantes. Surgem milionários como erva em estrumeira e ainda querem que aceitemos que vivemos acima das nossas possibilidades? Que apertemos o cinto? que sejamos pacíficos? Que nós e as nossas organizações de classe é que são os maus da fita? E os outros? Patrões e manageiros, muito poucos empresários e muitos, muitos mesmo chupistas que mamam a bom mamar na teta do orçamento, acompanhados e com o beneplácito das hienas que se apoderaram do corpo da Nação....
 
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Voto
Leiki (seguir utilizador), 1 ponto , 15:42 | Terça feira, 29 de junho de 2010
Daniel Oliveira para Primeiro Ministro... com maioria absoluta.
 
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Jogo falado não é jogo jogado- "JJ"
Monfurado (seguir utilizador), 1 ponto , 16:58 | Terça feira, 29 de junho de 2010
A maioria dos bloguistas do E on line consegue de forma surpreendente comentar grande parte das notiçias ou artigos de opinião. Será que o Expresso tem o quadro completo? Este blog é o espelho da nação. Muito comentadores para poucos trabalhadores. Eu vou fugir daqui...irrra.
 
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Vivemos acima das nossas possibilidades?
Rosário Portugal (seguir utilizador), 1 ponto , 22:20 | Terça feira, 29 de junho de 2010
Ai pois vivemos, pois o que ganhamos tem que esticar, esticar e esticar, para que os nossos filhos, não passem fome, possam ir à escola, possam ser crianças! Vivemos muito acima das nossas possibilidades físicas e mentais, para conseguir gerir o orçamento familiar.
 
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