26/05/2012 atualizado às 11:32
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"Não tenho o talento e as qualidades que um primeiro-ministro deve ter" - José Sócrates

"É uma vida horrível que eu não desejo." Para os que o acusam de faltar constantemente à verdade e de não ter competência para o cargo fica a resposta de José Sócrates dada, imagine-se, no dia 16 de setembro de 2000.

Tiago Mesquita (www.expresso.pt)
8:00 Terça feira, 4 de janeiro de 2011

José Sócrates, então ministro do Ambiente, em entrevista ao "Diário de Notícias"."Engenheiro José Sócrates, vamos vê-lo, um dia, primeiro-ministro?"

"Não! Primeiro porque não tenho o talento e as qualidades que um primeiro-ministro deve ter. Segundo, porque ser primeiro-ministro é ter uma vida na dependência mais absoluta de tudo, sem ter tempo para mais nada. É uma vida horrível que eu não desejo. Ministro é o meu limite. Aceitei pagar este preço. Nada mais do que isso." "DN"/2000

1 - José Sócrates cedo avisou que não tinha talento ou qualidade para ser primeiro-ministro, foi o primeiro a fazê-lo, por isso não venham agora queixar-se do resultado e dizer que ele não tem competências para o cargo porque na altura ninguém o desmentiu. Talvez tenha começado assim o mito de que o primeiro-ministro falta à verdade, outra calúnia. No caso de virem pedir satisfações é só lerem a entrevista ao "DN" do distante ano de 2000. É como ir chefiar a cozinha de um restaurante de luxo e avisar que não se sabe estrelar um ovo e depois quando o restaurante falir por falta de clientes... "Meus caros, eu bem vos disse que não tinha qualquer talento mas vocês não acreditaram". "A minha área são as argamassas".

2 - Ser primeiro-ministro para José Sócrates é, ou pelo menos era antes de o ser, algo horrível e que não desejava. Uma espécie de cargo com sintomas hemorroidais permanentes. Algo que ninguém quer sentir. Pelo menos quem não tiver qualidades ou talento ao nível da gestão de coisas horríveis e pestilentas e que causem verdadeiramente asco. Ministro ainda vá, eu "pago esse preço" e trato-vos do Ambiente. Mas "é o meu limite". Já estão a pedir muito ao José e isto não estica em termos "de talento e qualidades".

3 - Para se ser ministro em Portugal não é preciso ter qualquer espécie de talento ou qualidade (o que explica algumas escolhas). São características exigidas ao primeiro-ministro. E mesmo neste caso podem ser abertas exceções como a dupla eleição de José Sócrates confirma. Há ali uma fronteirazinha que divide o cargo de "simples" ministro e primeiro-ministro. De um lado a ausência de qualidade e talento, do outro a...falta de qualidade e talento mas com mais cinco anos de política em cima. Em pouco mais de cinco anos José Sócrates, segundo ele próprio, passou da versão humilde "sem talento ou qualidades para exercer o cargo" à arrogante "ainda está para nascer um primeiro-ministro que faça melhor do que eu". Brilhante.

 Os portugueses agiram nisto tudo como aqueles pais que decidem tirar as rodinhas à bicicleta dos filhos porque confiam na sua agilidade e destreza, no seu equilíbrio para conduzir a dita sem apoio ou muleta. Depois, quando o filho se enfia de frente contra um pinheiro resta a mágoa da escolha ao ver a criança em agonia, com o cabelo cheio de caruma e uma pinha enfiada na boca. Os portugueses tiraram as rodinhas a José Sócrates duas vezes. Os resultados estão à vista. 

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Ter memória!
Sempre Curiosa (seguir utilizador), 5 pontos (Interessante), 9:17 | Terça feira, 4 de janeiro de 2011
Basta ler o relatório de Orientação da Política Orçamental, apresentado pelo Governo no passado mês de Julho, para concordarmos com a afirmação feita por José Sócrates ao DN e que aqui é bem recordada.

De facto com José Sócrates a despesa pública corrente, entre 2005 e 2009, aumentou cerca de 14,6 mil milhões de euros. E, no mesmo período, as receitas correntes cresceram perto de 7,2 mil milhões de euros.

Se é verdade que desde 1995 temos vivido acima das nossas possibilidades (de 1995 a 2003, governos de António Guterres e de Durão Barroso, o défice entre receitas e despesas correntes do Estado não ultrapassou os 2 mil milhões de euros por ano e em 2004, com Santana Lopes, quase duplicou) foi a partir de 2005, com José Sócrates, que a despesa pública disparou para os valores mais altos.

José Sócrates financiou a subida da despesa por 3 vias: aumento de impostos, aumento do défice orçamental e redução das despesas de capital, três factores que são perversos para a economia.

José Sócrates disse “nenhum primeiro-ministro fez tanto pelo défice”… tem razão nenhum primeiro-ministro conseguiu um défice tão alto!

 
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    Sem querer defender o cabrão    Ver comentário
Professor.com.muita. (seguir utilizador), 1 ponto , 16:56 | Terça feira, 4 de janeiro de 2011
    Re: Sem querer defender o cabrão    Ver comentário
J Saints (seguir utilizador), 1 ponto , 14:40 | Quarta feira, 5 de janeiro de 2011
    correcção : Uma no cravo , outra na ferradura ...    Ver comentário
J Saints (seguir utilizador), 1 ponto , 14:42 | Quarta feira, 5 de janeiro de 2011
    Sem querer alimentar polémicas estéreis    Ver comentário
Professor.com.muita. (seguir utilizador), 1 ponto , 0:12 | Sexta feira, 7 de janeiro de 2011
Sócrates "berrava" muito em palco.
águiadois (seguir utilizador), 3 pontos (Interessante), 8:57 | Terça feira, 4 de janeiro de 2011
E isso era bom para os comícios do PS.Foi essa a qualidade que Mário Soares viu em Sócrates, quando o apadrinhou para Secretário Geral do Partido.
Mas,hoje, talvez Mário Soares esteja arrependido: Sócrates desviou-se em excesso dos "pergaminhos" do PS e o caminho trilhado nos últimos 5(cinco) anos podem ter consequências na própria sobrevivência do PS,enquanto partido vocacionado para o poder.
 
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TM
caprylm56 (seguir utilizador), 3 pontos (Bem Escrito), 11:00 | Terça feira, 4 de janeiro de 2011
Quem é que faz a censura aos comentários no seu blog?
É capaz de me informar.
OBRIGADO
Continuo a afirmar que SÓCRATES NÃO É SERIO NEM PESSOA DE BEM, É UM RATAZANA UMA PRAGA.
Censurem mais este comentário.
 
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    Re: TM    Ver comentário
Marco de Salvaterra (seguir utilizador), 2 pontos , 11:18 | Terça feira, 4 de janeiro de 2011
    Ratazana    Ver comentário
George Rupp (seguir utilizador), 1 ponto , 12:06 | Terça feira, 4 de janeiro de 2011
    Re: Ratazana    Ver comentário
caprylm56 (seguir utilizador), 2 pontos , 16:05 | Terça feira, 4 de janeiro de 2011
    A que se refere?    Ver comentário
Professor.com.muita. (seguir utilizador), 1 ponto , 17:00 | Terça feira, 4 de janeiro de 2011
    Re: A que se refere?    Ver comentário
caprylm56 (seguir utilizador), 2 pontos , 17:31 | Terça feira, 4 de janeiro de 2011
    Re: TM    Ver comentário
Desiludido... (seguir utilizador), 1 ponto , 19:55 | Terça feira, 4 de janeiro de 2011
Errado
makiavel (seguir utilizador), 2 pontos , 9:36 | Terça feira, 4 de janeiro de 2011
Sem as rodinhas, as crianças aprumam-se e pedalam e lá seguem nas suas bicicletas. Aprendem, mesmo que haja um primeiro trambolhão.

Não conheço nenhuma criança que não tenha conseguido aprender a andar de bicicleta.
Infelizmente, conhecemos muitos governantes que, nem com rodinhas e rede, conseguem aprender a governar...
 
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Sr. Tiago
Marco de Salvaterra (seguir utilizador), 2 pontos , 11:15 | Terça feira, 4 de janeiro de 2011
O Henrique Raposo pediu-me para lhe escrever dizendo que ele é que tem o monopólio de escrever 99% a bater no Sócrates e que você começa abusar do espaço cedido pelo patrão (por acaso pessoa que nem está ligada à causa do "abaixo Sócrates, Viva o PSD") para lhe usurpar esse lugar que tantos "clientes" atrai. Sr. Tiago, se o sr. analisar o tipo de "clientela" chegará à conclusão que são sempre os mesmos - poucos - e que não têm qualquer interesse salvo uma ou outra excepção.

Fica-lhe somente a satisfação do "dever cumprido", o reconhecimento pelo patrão e uma eventual progressão na carreira. Contudo, cuidado com as "cunhas"...
 
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    Re: Sr. Tiago    Ver comentário
PMB1974 (seguir utilizador), 1 ponto , 11:26 | Terça feira, 4 de janeiro de 2011
    Re: Sr. Tiago    Ver comentário
Marco de Salvaterra (seguir utilizador), 2 pontos , 11:37 | Terça feira, 4 de janeiro de 2011
    Re: Sr. Tiago    Ver comentário
PMB1974 (seguir utilizador), 1 ponto , 12:09 | Terça feira, 4 de janeiro de 2011
    Re: Sr. Tiago    Ver comentário
Marco de Salvaterra (seguir utilizador), 2 pontos , 12:18 | Terça feira, 4 de janeiro de 2011
    Re: Sr. Tiago    Ver comentário
PMB1974 (seguir utilizador), 1 ponto , 12:34 | Terça feira, 4 de janeiro de 2011
gostei, mas...
jpafonso (seguir utilizador), 1 ponto , 9:19 | Terça feira, 4 de janeiro de 2011
Boa peça. É sempre interessante ler o que se disse no passado e comparar-se com o presente: a diferença reflecte ora as lições que se aprendeu, ora as conveniências tácticas do momento. Mas o seu texto perde alguma credibilidade quando se trunca as frases: "ainda está para nascer um primeiro-ministro que faça melhor do que eu no combate ao défice" foi o tipo de frase dita. Igualmente arrogante, pois, mas também é certo que no ano anterior (2008), o déficit público atingia o seu valor mais baixo de sempre na história da democracia portuguesa, e os deficits nos anos anteriores seguiram o previsto. Ele tinha argumentos para ostentar o que disse. E mesmo considerando o descalabro no ano em que o disse (2009), também é verdade que na mesma situação (ano de eleições, parlamentares e autárquicas, derrotas nos braços de ferro com as corporações profissionais, profunda crise económica internacional), não estou a ver ninguém que tivesse feito muito melhor. Todos os países tiveram derrapagens na zona Euro. E fomos de facto dos primeiros a sair da recessão.

Bem, gostei, mas fico à espera de outras revisitações. Aquela que mais desejaria relembrar era o teor exacto do que Cavaco Silva disse para ser eleito, algo como, os seus conhecimentos eram um activo para o país na medida em que o permitiam orientar ou aconselhar o governo para o que deveria fazer, e evitar situações como... a que vivemos agora? O mesmo argumento que ele usa agora... não deu muito certo elegê-lo pois não?
 
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    Re: gostei, mas...    Ver comentário
Spacos (seguir utilizador), 1 ponto , 9:43 | Terça feira, 4 de janeiro de 2011
    Re: gostei, mas...    Ver comentário
PMB1974 (seguir utilizador), 1 ponto , 9:48 | Terça feira, 4 de janeiro de 2011
    Re: gostei, mas...    Ver comentário
Marco de Salvaterra (seguir utilizador), 2 pontos , 11:22 | Terça feira, 4 de janeiro de 2011
    Re: gostei, mas...    Ver comentário
jpafonso (seguir utilizador), 1 ponto , 12:00 | Terça feira, 4 de janeiro de 2011
    Re: gostei, mas...    Ver comentário
jpafonso (seguir utilizador), 1 ponto , 11:57 | Terça feira, 4 de janeiro de 2011
"Eu é mais Bolos" - José dixit
PMB1974 (seguir utilizador), 1 ponto , 9:31 | Terça feira, 4 de janeiro de 2011
"Meus caros, eu bem vos disse que não tinha qualquer talento mas vocês não acreditaram". "A minha área são as argamassas".
Herman José, há vários anos, fez a fabulosa rábula do entrevistado por engano, ou melhor, no erro de casting num programa de televisão. Se bem me lembro, o objecto da entrevista tinha que ver com medicina e o homem (personagem do Herman), apesar de voluntarioso, nada tinha a oferecer mais do que "as pérolas" do seu ofício - pastelaria. Chegava até a propor à "jornalista" que lhe escrevessem as perguntas num papel para que ele pudesse, noutro dia a combinar, regressar ao programa e responder às questões sobre medicina.
Não posso deixar de notar nas inúmeras semelhanças com a realidade histórica e actual do nosso sofrido país. Tantos e tantos erros de casting. Tantas as tretas que nos tentam impingir. Incontáveis desenrascas de trazer por casa com as rédeas desta "carroça" podre nas mãos, há demasiados ano.
E o pior de tudo, meus caros, é que a culpa (sempre A busca da culpa), a culpa é da entrevistadora (da equipa de realização) e não do mestre pasteleiro. A culpa não é do copo que não leva mais que aquilo. A culpa é de todos nós que não conseguimos produzir gente capaz no nosso seio.
Seria exigível a Sócrates, mesmo que ele tivesse a plena consciência que nunca poderia assumir um cargo para o qual nunca esteve habilitado, que renunciasse a essa possibilidade? Seria humanamente exigível, a um homem médio, essa nobreza de atitude?
 
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PMB1974 (seguir utilizador), 1 ponto , 9:37 | Terça feira, 4 de janeiro de 2011
Cinco estrelas?
ViraLatasNaEuropa (seguir utilizador), 1 ponto , 10:52 | Terça feira, 4 de janeiro de 2011
Costuma dizer-se, quando algo é bom, que vale cinco estrelas (*****). Bom... este artigo de opinião, embora muita gente não goste do sr. Tiago, vale pelo menos DEZ ESTRELAS! (*****) + (*****). Parabéns!
 
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recordar versus chafurdar
Politik in ku recto (seguir utilizador), 1 ponto , 11:10 | Terça feira, 4 de janeiro de 2011
Porquê aprender história? Que interesse tem aprender que Afonso Henriques jurou a seu primo nunca ser rei, e depois lá teve que ir o Egas de corda ao pescoço...Pois ao que parece aprender história serve para compreender o passado e melhor preparar o futuro evitando, nomeadamente, voltar a repetir erros já cometidos.
Mas perguntas do género - mamã o papá foi o teu primeiro namorado? - na presença do papá, não contribui para pagar as dívidas da família nem para melhor harmonia no seu seio. É mera cuscovilhice própria de criança ingénua ou de vizinha maldosa que quer a ruina da familia.
 
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Fabuloso!!!
mimp (seguir utilizador), 1 ponto , 11:45 | Terça feira, 4 de janeiro de 2011
Parabéns ao Tiago, que é uma "lufada de ar fresco" no Expresso. A imagem das rodinhas e da pinha na boca, então, é sublime!
 
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    Re: Fabuloso!!!    Ver comentário
Marco de Salvaterra (seguir utilizador), 2 pontos , 14:54 | Terça feira, 4 de janeiro de 2011
Que estúpidos estes Portugueses !
A.S.Duarte (seguir utilizador), 1 ponto , 14:56 | Terça feira, 4 de janeiro de 2011
Eu bem me parecia que a culpa foi dos portugueses !" Tiraram as rodinhas " a José Sócrates duas vezes e o resultado foi este. Para as próximas eleições sigam as opiniões do Sr.Tiago Mesquita e votem no Partido que ele indicar. Com toda a certeza lá encontrarão o 1º Ministro que ,desde pequenino, sempre sonhou vir a ocupar o cargo em que vai salvar Portugal!
 
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A doença no tomate português...
Cisneros (seguir utilizador), 1 ponto , 16:14 | Terça feira, 4 de janeiro de 2011
Este Governo - vai continuar de pé ou de cócaras mesmo até às próximas legislativas - porque em Portugal os tomates foram atacados por um fungo letal e mutante. A doença que grassa naquele fruto, legume ou verdura (não há consenso ) - é do tipo tolerável por inacção ou medo das ramas - que por mais que ameacem, por muito que avivem e adejem as asas como os percevejos - não tem ponta de côr, aragem, para mudar a situação doentia do terreno em que estão plantados. Tornaram-se "pomos" amarelos, pequenos e raquíticos... e não há Químico que os salve...

Está tudo à espera do FMI - Fungo Muito Inimigo...
 
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Não percebo
Professor.com.muita. (seguir utilizador), 1 ponto , 17:05 | Terça feira, 4 de janeiro de 2011
O que é que aquelas tretas ditas em 2000 são mais do tretas de rapazito a (querer) subir na vida.

Há quem tenha feito pior. Pelo menos o socras não disse que não seria PM nem que cristo descesse à terra.
 
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Otimismo
Falsete (seguir utilizador), 1 ponto , 18:00 | Terça feira, 4 de janeiro de 2011
O (Ing.?) Sócrates pode ter muitos defeitos, mas em Portugal ainda está para nascer um PM que já tenha feito tanto como ele, como por exemplo... bom, não interessa. O que interessa é que para o (Ing.?), certamente, o balanço de 2011 é claramente positivo. Os quatro dias que passaram estão à vista. Está tudo na mesma.
 
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Re: "Não tenho o talento e as qualidades que um pr
helder reis (seguir utilizador), 1 ponto , 21:20 | Terça feira, 4 de janeiro de 2011
 
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