26/05/2012 atualizado às 11:32
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Não temos uma Educação com futuro

Henrique Raposo (www.expresso.pt)
8:00 Sexta feira, 9 de dezembro de 2011

Devido à fraca qualidade do autor do costume, a gerência de "A Tempo e a Desmodo" resolveu abrir uma nova secção: "os convidados". O convidado desta semana é Alexandre Homem Cristo, mestre em ciência política e especialista em políticas de educação.

 

"Não temos uma Educação com futuro", por Alexandre Homem Cristo

Nascido no pós-25 de abril, o atual sistema de ensino foi desenhado com a missão de democratizar o acesso, até então restrito, ao ensino - o que fez com manifesto sucesso, sendo hoje praticamente universal. Não há, contudo, como negar que a democratização do acesso não se refletiu numa universalização da escola na vida dos jovens portugueses e, ainda hoje, 1 em cada 3 alunos que iniciam a sua vida escolar não conclui o ensino secundário. Esta taxa de abandono escolar, recordista na UE27, é um sintoma claro do fracasso do nosso sistema de ensino, incapaz de oferecer respostas educativas para estes jovens, que estão entre as famílias socioeconomicamente mais desfavorecidas. É também esta a prova que o alargamento do acesso ao ensino não foi acompanhado de qualquer equidade nesse acesso, promovendo assim uma reprodução social que impede muitos jovens de desenvolver ao máximo as suas potencialidades.

Portugal vive hoje numa sociedade do conhecimento, à imagem dos seus parceiros europeus, e tem por isso de adaptar os seus sectores estratégicos, como a Educação, a esta nova realidade. Os jovens portugueses, os de hoje e que virão, precisam que o país lhes ofereça uma educação escolar virada para o futuro, e que os prepare para os difíceis desafios que enfrentarão. E, sendo impossível saber que desafios serão esses, sobretudo nas sociedades contemporâneas onde as mudanças se precipitam, ninguém duvida que serão, em quase tudo, diferentes dos do passado. Perante esta necessidade de mudar, muitos países optaram por um sistema de ensino sustentado no princípio da liberdade, cuja flexibilidade permitiria responder à diversidade de necessidades educativas dos jovens. Também Portugal deve percorrer esse caminho, implementando três mudanças estruturais: a liberdade de escolha para os alunos/pais, a autonomia para as escolas, e a descentralização do sistema.

1. A liberdade de escolher a escola dos seus filhos é um direito que tem sido retirado aos pais, aceitando-se como verdadeiro o pressuposto que todas as escolas são iguais e que, como tal, a escolha não é necessária. Naturalmente, o pressuposto está errado, e esta restrição prejudica fundamentalmente as famílias com baixos níveis socioeconómicos: em primeiro, porque as obriga a inscrever os seus filhos na escola da sua área de residência (o que, em muitos casos, significa matricular um filho numa escola má ou com a qual os pais não se identificam) e, em segundo, porque estas famílias não têm recursos financeiros para poder contornar esta imposição estatal (isto é, não podem optar pelo ensino privado).

2. A autonomia de gestão (orçamental, pessoal e pedagógica) nas escolas está na base de um sistema que se afirma pela liberdade. Na verdade, a autonomia cria as condições para o seguinte cenário: cada escola pode construir e ser responsabilizada por um projeto educativo que responda às necessidades locais, às necessidades dos seus alunos em concreto. Acabaria, por exemplo, o atual nonsense de pedir autorização ao Ministério da Educação para decidir sobre o seu horário, a organização das turmas, o seu curriculum escolar, ou a organização dos horários do seu corpo docente.

3. A descentralização do sistema marcaria a rutura com o atual modelo obsoleto e centralizado com que se governa na educação, situação que apenas favorece os interesses instalados na maior máquina da Administração Pública. Esta mudança consiste em alterar o papel do Estado na Educação, que passaria de decisor para fiscalizador, assim respeitando a autonomia das escolas e garantindo a qualidade das mesmas, prestando-lhes apoio, inspecionando-as e recolhendo dados estatísticos acerca do seu funcionamento, para a posterior publicação de informação, indispensável aos pais (que escolhem) e à sociedade.

As forças de bloqueio à mudança, intrinsecamente reacionárias, existem. Afirmam que há limites e perigos em dar liberdade a pais, escolas e professores, como se a liberdade não tivesse sempre limites e como se isso não fosse sempre preferível a não ter liberdade de todo. Já não se trata apenas de uma visão estatista da sociedade, trata-se da dependência numa máquina que, há muito, deixou de servir os alunos para se servir a si própria. É, por isso, longo, duro e difícil o caminho que temos pela frente. Mas, em nome dos jovens que virão, é nosso dever percorrê-lo.

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Não temos Educação
Toni 2 (seguir utilizador), 3 pontos (Interessante), 9:20 | Sexta feira, 9 de dezembro de 2011
Este artigo é uma tentativa de denegrir a Escola Pública em favor da Escola Privada. Aliás já se sabe há muito o apetite voraz que o capital tem pela Educação e a Saúde. Mandam-se cá para fora as estatísticas dos resultados das escolas públicas e privadas como se é possível fazer tais comparações. As privadas são frequentadas pela elite da Sociedade, em que os pais são médicos, engenheiros, advogados etc. etc.. Mesmo que o Estado permitisse e desse condições para esses alunos dos bairros problemáticos e de filhos de pobres quisessem frequentar esses colégios não lhe seria permitido o acesso porque não seriam aceites. Acontece o mesmo em relação aos condomínios fechados e por isso essa gente se isola daquilo que considera escumalha. Não gozem com coisas sérias, nem deitem areia para os olhos dos outros. O Estado faz o que pode e esses tais que frequentam colégios de elite que paguem. Os pobres já são roubados de mais e não têm nada que pagar os colégios aos filhos dos ricos, os carros de alta cilindrada e a casa no condomínio fechado.

http://sorisomail.com/ema...

http://www.youtube.com/wa...

 
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    Re: Não temos Educação    Ver comentário
silove (seguir utilizador), 1 ponto , 0:53 | Sábado, 10 de dezembro de 2011
    Re: Não temos Educação    Ver comentário
Portucale 01 (seguir utilizador), 1 ponto , 14:10 | Segunda feira, 12 de dezembro de 2011
HR
caprylm56 (seguir utilizador), 2 pontos , 8:37 | Sexta feira, 9 de dezembro de 2011
Não temos educação, mas temos uma dívida colossal feitas por uns e pagas por outros.
É democracia.
 
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Ninguém fala da falta de qualidade do ensino
makiavel (seguir utilizador), 2 pontos , 10:08 | Sexta feira, 9 de dezembro de 2011
Do facilitismo, da perda de autoridade dos professores, da iliteracia, do facto de estarmos em risco de não ter cursos reconhecidos dada a fraca qualidade...etc&tal.

O ensino actual é tão desmotivante que aumentou o abandono escolar. E não deve ser por razões meramente económicas.

Contradições, não?

Ou seja: sem cursos profissionalizantes, o actual ensino "democrático", de bonecos e passagens de ano automáticas não serve para nada!
 
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Fraca qualidade do autor do costume.
JJFF (seguir utilizador), 2 pontos , 10:19 | Sexta feira, 9 de dezembro de 2011
Gostei! Henrique Raposo justifica que a crónica do dia seja da autoria do seu convidado Alexandre H. Cristo, com a fraca qualidade das suas. Foi uma boa resposta àqueles comentadores que invariavelmente qualificam de má qualidade a opinião oposta à sua. Relativamente ao convidado saiu-se bem ao apontar que para haver maior sucesso no ensino o estado deve dar muito mais liberdade de decisão aos diversos agentes das comunidades educativas ficando com o papel de apoio e inspecção à actividade escolar.
 
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Não temos um "Ensino" com futuro.
kcorreia (seguir utilizador), 2 pontos , 12:09 | Sexta feira, 9 de dezembro de 2011

Concordo inteiramente, só substituiria no título "Educação"por "Ensino".

Não só concordo, como aqui vos posso deixar o testemunho que este modelo funciona. É este o modelo existente na Holanda, onde o ensino privado praticamente não existe. As escolas são autónomas e,no fundo, concorrem entre elas em termos de qualidade, recebendo do Estado os mesmos montantes que variam com a dimensão da escola.

Isto é, as melhores escolas do país, são para todos, pelo menos no Ensino Básico. No secundário, o mesmo acontece, apenas com uma uma restrição. O secundário tem vários níveis de Ensino. Depois do Ensino Básico os alunos são colocados (obrigatoriamente) nos diversos níveis, os pais podem escolher a escola mas não o nível!

Quem determina o nível é a escola básica que o aluno frequentou que, através de exames nacionais e avaliação contínua, testa as capacidades do aluno e o coloca no nível que adequado.

Isto é, aos 12 anos já é conhecido se o aluno tem ou não capacidades para um dia vir a seguir a via universitária ou não. Se tiver, é colocado no nível mais elevado do secundário, se não, dependendo dos resultados, será colocado no nível adequado às suas capacidades, médio ou profissional.

Portanto, não há meninos ricos, sem talento, a frequentar universidades. As universidades são frequentadas por quem, no secundário, frequentou o nível mais elevado.

Tenho pena que o autor não tenha mencionado quem são as "forças de bloqueio à mudança"

 
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    Re: Não temos um    Ver comentário
Paulo Pedroso (seguir utilizador), 2 pontos , 12:52 | Sábado, 10 de dezembro de 2011
    Re: Não temos um    Ver comentário
moncarapacho (seguir utilizador), 2 pontos , 9:15 | Domingo, 11 de dezembro de 2011
    Re: Não temos um    Ver comentário
Paulo Pedroso (seguir utilizador), 2 pontos , 15:23 | Domingo, 11 de dezembro de 2011
    Re: Não temos um    Ver comentário
moncarapacho (seguir utilizador), 2 pontos , 16:38 | Domingo, 11 de dezembro de 2011
    Re: Não temos um    Ver comentário
Paulo Pedroso (seguir utilizador), 2 pontos , 13:04 | Sábado, 10 de dezembro de 2011
    Burranga rico/ Burranga pobre.    Ver comentário
kcorreia (seguir utilizador), 2 pontos , 18:03 | Sábado, 10 de dezembro de 2011
    Burranga rico/ Burranga pobre (2).    Ver comentário
kcorreia (seguir utilizador), 2 pontos , 18:09 | Sábado, 10 de dezembro de 2011
    Burranga rico/ Burranga pobre (3).    Ver comentário
kcorreia (seguir utilizador), 2 pontos , 18:17 | Sábado, 10 de dezembro de 2011
    Re: Burranga rico/ Burranga pobre (3).    Ver comentário
Paulo Pedroso (seguir utilizador), 2 pontos , 18:30 | Sábado, 10 de dezembro de 2011
    Cultura...    Ver comentário
kcorreia (seguir utilizador), 2 pontos , 11:31 | Segunda feira, 12 de dezembro de 2011
    Re: Cultura...    Ver comentário
Paulo Pedroso (seguir utilizador), 2 pontos , 12:57 | Segunda feira, 12 de dezembro de 2011
    Re: Cultura...    Ver comentário
Paulo Pedroso (seguir utilizador), 2 pontos , 13:02 | Segunda feira, 12 de dezembro de 2011
    Cultura...(2)    Ver comentário
kcorreia (seguir utilizador), 2 pontos , 11:39 | Segunda feira, 12 de dezembro de 2011
    Re: Cultura...(2)    Ver comentário
Paulo Pedroso (seguir utilizador), 2 pontos , 13:14 | Segunda feira, 12 de dezembro de 2011
    Os ricos são os mais "educados"?    Ver comentário
kcorreia (seguir utilizador), 2 pontos , 18:15 | Segunda feira, 12 de dezembro de 2011
    Re: Os ricos são os mais    Ver comentário
Paulo Pedroso (seguir utilizador), 2 pontos , 19:41 | Terça feira, 13 de dezembro de 2011
    Re: Os ricos são os mais    Ver comentário
Paulo Pedroso (seguir utilizador), 2 pontos , 19:52 | Terça feira, 13 de dezembro de 2011
    Re: Os ricos são os mais    Ver comentário
Paulo Pedroso (seguir utilizador), 2 pontos , 20:00 | Terça feira, 13 de dezembro de 2011
    Re: Os ricos são os mais    Ver comentário
Paulo Pedroso (seguir utilizador), 2 pontos , 20:07 | Terça feira, 13 de dezembro de 2011
    Re: Os ricos são os mais    Ver comentário
Paulo Pedroso (seguir utilizador), 2 pontos , 20:16 | Terça feira, 13 de dezembro de 2011
    Re: Os ricos são os mais    Ver comentário
Paulo Pedroso (seguir utilizador), 2 pontos , 20:25 | Terça feira, 13 de dezembro de 2011
    Estou em falta...    Ver comentário
kcorreia (seguir utilizador), 2 pontos , 11:32 | Quinta feira, 15 de dezembro de 2011
    Os ricos são os mais "educados"? (2)    Ver comentário
kcorreia (seguir utilizador), 2 pontos , 18:19 | Segunda feira, 12 de dezembro de 2011
    Re: Cultura...(2)    Ver comentário
Portucale 01 (seguir utilizador), 1 ponto , 14:00 | Segunda feira, 12 de dezembro de 2011
    Re: Cultura...(2)    Ver comentário
Paulo Pedroso (seguir utilizador), 2 pontos , 15:51 | Segunda feira, 12 de dezembro de 2011
    Re: Cultura...(2)    Ver comentário
Portucale 01 (seguir utilizador), 1 ponto , 14:04 | Segunda feira, 12 de dezembro de 2011
    Re: Cultura...(2)    Ver comentário
kcorreia (seguir utilizador), 2 pontos , 18:28 | Segunda feira, 12 de dezembro de 2011
    Re: Cultura...(2)    Ver comentário
Portucale 01 (seguir utilizador), 1 ponto , 11:57 | Terça feira, 13 de dezembro de 2011
    COMENTINTERESSANTÍSSIMOS    Ver comentário
SAMOVAR (seguir utilizador), 1 ponto , 14:38 | Segunda feira, 12 de dezembro de 2011
    COMENTÁRIOS INTERESSANTÍSSIMOS - ACHEGA    Ver comentário
SAMOVAR (seguir utilizador), 1 ponto , 14:57 | Segunda feira, 12 de dezembro de 2011
    Re: Não temos um    Ver comentário
userEX50677 (seguir utilizador), 1 ponto , 13:26 | Quinta feira, 15 de dezembro de 2011
Pois...
matreco2011 (seguir utilizador), 1 ponto , 8:20 | Sexta feira, 9 de dezembro de 2011
1 em cada 3 "Opinion makers" (chamo-lhe assim, porque agora é fino) em Portugal, também não vale um caracol.
Esta estatística, tal como a apresentada no artigo, vale pelo que vale, e à semelhança dessa, é sustentada por atómos de oxigénio, e visa defender a tese de que é preciso fazer "cenas", mais especificamente "algumas coisas", para resolver os problemas da educação. Arranjem-me aí também um tachinho no Expresso, que eu também sei convidar umas quantas pessoas para escrever na minha coluna. Com a vantagem de que sempre poupo os leitores aos meus próprios disparates...
 
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Re: Não temos uma Educação com futuro
Manuel Jacinto111 (seguir utilizador), 1 ponto , 9:03 | Sexta feira, 9 de dezembro de 2011
que sono... levantei-me ai ha meia hora, porra...
 
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    Re: Não temos uma Educação com futuro    Ver comentário
Anthos (seguir utilizador), 1 ponto , 6:00 | Sábado, 10 de dezembro de 2011
Uma coisa é certa Fox!
ERA 2011 (seguir utilizador), 1 ponto , 9:59 | Sexta feira, 9 de dezembro de 2011
Tu andaste numa numa escola onde ensinam os meninos a ser mentirosos, manipuladores e com ideais fascistas!!!!!

Tu andaste numa numa escola onde ensinam os meninos a ser mentirosos, manipuladores e com ideais fascista! E só isso já te permitiu nunca teres trabalhado na vida e teres um tacho aqui no expresso..

E aposto que apesar de seres uma criatura que produz tanta porcaria usas os serviço do estado, estado esse que tu e o teu ídolo Alforreca Fascista quer entregar ao Ricardo Salgado, Fernando Ulrich, Goldman Sacks, etc!!!
 
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    Re: Uma coisa é certa Fox!    Ver comentário
FJMFerreira (seguir utilizador), 1 ponto , 14:56 | Sexta feira, 9 de dezembro de 2011
    Re: Uma coisa é certa Fox!    Ver comentário
Anthos (seguir utilizador), 1 ponto , 22:14 | Sábado, 10 de dezembro de 2011
    Re: Uma coisa é certa Fox!    Ver comentário
Anthos (seguir utilizador), 1 ponto , 22:21 | Sábado, 10 de dezembro de 2011
Mamãe eu quero, mamãe eu quero
ERA 2011 (seguir utilizador), 1 ponto , 10:07 | Sexta feira, 9 de dezembro de 2011
Mamãaaae eu quero um tachinho,
um tachinho,
um tachinho,
igual ao do Henriquezinhoooo!!!

Fox, já foste ver se o McDonalds te dá um emprego?
Não me vais dizer que até para arranjares um trabalho no McDonalds precisas de uma cunha do Ângelo Correia?!?!?

http://youtu.be/gNu5BBAdQ...
 
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Boa ideia ..tem o meu poio
Trolha da Areosa (seguir utilizador), 1 ponto , 11:26 | Sexta feira, 9 de dezembro de 2011
Até me custa vir aqui responder-lhe mas lá tem que ser....sabe caro escriva se quer realmente a reforma que apregoa temos inicialmente que formar resmas de freiras e padres franciscanos. Em seguida quem quizer estudar tem que pagar pelo menos 500 euros/mês, pagar as refeições a 6/7 euros mais caras que em muitos restaurantes e ainda receber subsidios do Estado e isenções fiscais. Então os filhos dos srºs Doutores está garantido o seu futuro pois filho de pobre na generalidade é burro e ra o que mais faltava filho de pobre concorrer com filho de rico e passar-lhe á frente na faculdade e no mercado de trabalho. Ah..não esquecer que o pobre deve continuar a pagar os impostos respectivos para a Educação !
 
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mas felizmente...
fimdalinha (seguir utilizador), 1 ponto , 12:33 | Sexta feira, 9 de dezembro de 2011
temos a Internet...
 
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Tenho terror dos profetas.
Anthos (seguir utilizador), 1 ponto , 20:08 | Sexta feira, 9 de dezembro de 2011

Malgrado a minha grande magnanimidade e compreensão para com a gente, tenho a sublinhar que este artigo por Alexander Homem Cristo me enjoa e as razões são mui simples de explicar.

Tudo pode centrar-se nesta frase: "Perante esta necessidade de mudar, muitos países optaram por um sistema de ensino sustentado no princípio da liberdade, cuja flexibilidade permitiria responder à diversidade de necessidades educativas dos jovens".

A seguir estas outras palavras: liberdade, autonomia e descentralização.
Caso estes fins fossem realizados, o fracasso do ensino escolar português seria garantido 100%.

A liberdade trouxe a escola no abismo. Cada estudante fazia o que queria porque as regras foram abolidas, destruídas para que a mente das crianças não devesse sofrer esforço algum como aprender uma poesia de cor, fazer cálculos matemáticos, lingua latina studére, estudo necessário para a construção das frases.
 
Eu sou uma testemunha dos vários eventos que aconteceram no passado.
Cada mudança causou a queda em baixo da escola e a sua falência em todos os setores.
Queremos repetir os erros anteriores? Espero que não!
E pelas razões que acabo de mencionar estamos no meio de diplomados e licenciados analfabetos.

A autonomia equivale a anarquia porque todas as escolas irão fazer o que quiserem.

A descentralização vai corresponder a uma desligação do ensino português.

Muitos argumentos do blogue hodierno não têm pés nem cabeça.
...
 
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    Re: Tenho terror dos profetas.    Ver comentário
sacristão (seguir utilizador), 1 ponto , 21:26 | Sexta feira, 9 de dezembro de 2011
    Re: Tenho terror dos profetas.    Ver comentário
Anthos (seguir utilizador), 1 ponto , 5:47 | Sábado, 10 de dezembro de 2011
    Re: Tenho terror dos profetas.    Ver comentário
Manuel Jacinto111 (seguir utilizador), 1 ponto , 9:57 | Sábado, 10 de dezembro de 2011
    Re: Tenho terror dos profetas.    Ver comentário
Anthos (seguir utilizador), 1 ponto , 12:49 | Sábado, 10 de dezembro de 2011
    Re: Tenho terror dos profetas.    Ver comentário
Anthos (seguir utilizador), 1 ponto , 12:59 | Sábado, 10 de dezembro de 2011
    Re: Tenho terror dos profetas.    Ver comentário
Manuel Jacinto111 (seguir utilizador), 1 ponto , 16:53 | Sábado, 10 de dezembro de 2011
    Re: Tenho terror dos profetas.    Ver comentário
Manuel Jacinto111 (seguir utilizador), 1 ponto , 19:13 | Sábado, 10 de dezembro de 2011
    Don Lorenzo Milani    Ver comentário
Anthos (seguir utilizador), 1 ponto , 21:47 | Sábado, 10 de dezembro de 2011
    Don Milani - Problema resolvido.    Ver comentário
Anthos (seguir utilizador), 1 ponto , 22:05 | Sábado, 10 de dezembro de 2011
    Re: Don Milani - Problema resolvido.    Ver comentário
Manuel Jacinto111 (seguir utilizador), 1 ponto , 22:14 | Sábado, 10 de dezembro de 2011
    O spot da Apple    Ver comentário
Anthos (seguir utilizador), 1 ponto , 5:29 | Segunda feira, 12 de dezembro de 2011
Mas temos um jardim
entrenos (seguir utilizador), 1 ponto , 21:41 | Sexta feira, 9 de dezembro de 2011
Para esta página do Expresso é mais fácil ter algo sobre JSocrates, dá-lhe mais dividendos, do que a réplica de Portas e, ainda, as afirmações idiotas de AJJ.
Este senhor que põe e dispõe a seu belo prazer, sem ter de prestar contas a ninguém, é deplorável. As suas delirantes afirmações têm a benção do PSD. Só os Madeirenses lhe interessam, os povos de outras latitudes que vão para o c.
 
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a minha dúvida é...
silove (seguir utilizador), 1 ponto , 0:42 | Sábado, 10 de dezembro de 2011
porque raio se há de chamar educação ao que é aprendizado ou ensino? Educação é a transmissão de valores morais e comportamentais em sociedade e geralmente é fornecido pelos progenitores e educadores de infância. As escolas servem para ensinar a ler, a escrever a fazer contas e tudo o mais que será útil durante a vida da pessoa. Acabem com o ministério da Educação e com o ministro da Educação e chamem-lhe ministério do Ensino e ministro do Ensino. Estou farto de ler atoardas sociais, é na TV, é na rádio e agora nos jornais, não sabem ler, não sabem falar e nem sabem estar, haja pachorra, não dá para aguentar. Desculpe mas tinha que sair, já ando de saco cheio com tudo o que se passa na nossa sociedade.
 
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    Re: a minha dúvida é...    Ver comentário
sacristão (seguir utilizador), 1 ponto , 17:28 | Sábado, 10 de dezembro de 2011
Eu sou professor
Professor.com.muita. (seguir utilizador), 1 ponto , 1:43 | Domingo, 11 de dezembro de 2011
Estou numa das melhores escolas públicas do país.

A maior parte dos meus alunos têm pais que os acompanham e que esperam trabalho e resultados.

Não tive desde o início do ano um único aluno com comportamento mal educado ou grosseiro em relação ao professor, um ou outro falador ou buliçoso, mas nada que uma chamada de atenção não faça recuar logo.

portanto os alunos/pais da minha escola estão adequados á organização do ensino em portugal. Mas são apenas uma fracção do total as famílias assim.

Temos um sistema democrático e igualitário no ensino, quando os alunos/famílias são muito diferentes.

A escola formal não cosnegue responder a muitas crianças. O país nada consegue de útil para o futuro de muitos pais.

Portanto, precisamos de muitas "escolas" diferentes, para muitos utentes diferentes.

Pôr alunos de escolas difíceis a cumprir uma organização escolar absolutamente idêntica à da minha escola é promover o fracasso dos alunos, a ira dos pais e o sofrimento dos professores, que fazem mais de polícias do que de pprofessores, e passam o tempo a temer pela sua saúde e em especial a do seu carro. Com uma justiça que não funciona e um desresponsabilização geral ... estamos condenados.
 
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    Concordo. E...    Ver comentário
SAMOVAR (seguir utilizador), 1 ponto , 15:19 | Segunda feira, 12 de dezembro de 2011
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