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Parque das Nações: a cidade de todos os recordes

A Expo 98 faz 20 anos esta terça-feira. O espaço ocupado pela grande exposição internacional dos oceanos deu lugar a uma nova centralidade de Lisboa, a uma cidade dentro da cidade que já atraiu 31 mil moradores e criou 30 mil empregos. Os números do Parque das Nações, em especial os associados aos seus ícones arquitetónicos, batem recordes em Lisboa, a nível nacional e europeu

Virgílio Azevedo

Virgílio Azevedo

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Redator Principal

Sofia Miguel Rosa

Sofia Miguel Rosa

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Jornalista infográfica

A coincidência não podia ser mais feliz: no mês em que se comemoram os 20 anos da Expo 98 (22 de maio), o Parque das Nações recebeu no Altice Arena o Festival da Eurovisão, visto por 300 milhões de pessoas em todo o mundo, que projetou a imagem de Lisboa como uma cidade global. E promoveu Portugal a uma escala que nunca antes tinha acontecido com um só evento, com 26 vídeos sobre locais de todo o país a intercalar outras tantas canções concorrentes na final e centenas de reportagens dos media internacionais.

A zona mais dinâmica e futurista de Lisboa, que nasceu no local onde existia uma vasta área industrial e urbana decadente, degradada e contaminada, é uma história de sucesso, tal como a grande exposição internacional sobre os oceanos que está na sua origem. Exposição com edifícios e infraestruturas concebidos, de forma inteligente, para uma utilização futura como parte integrante da cidade. A Expo 98 foi considerada na altura, em 1998, a maior reconversão urbana da Europa.

Esta terça-feira, o Parque das Nações já consegui atrair 31 mil moradores e criou 30 mil empregos. E herdou vários ícones arquitetónicos da Expo 98 que marcam a paisagem da frente ribeirinha de Lisboa, como o Oceanário, a Gare do Oriente, o Teatro Camões, o Pavilhão de Portugal, o Pavilhão do Conhecimento (Centro Ciência Viva), o Pavilhão Atlântico (Altice Arena), a Torre Vasco da Gama (Hotel Myriad), o teleférico, a Ponte Vasco da Gama e a Torre da GALP.