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“Só nós sabemos o que foi preciso para acabar isto”

Começaram 67, mas só 23 conseguiram chegar ao fim. Durante três meses todos os dias foram duros, e só num não custou acordar cedo. Num curso marcado pela trágica morte de dois militares, Ruben viveu a sua própria tragédia pessoal: o pai, também ele comando, morreu enquanto ele estava fechado no regimento, a perseguir o mesmo sonho. Decidiu gravar as insígnias na própria pele, como forma de homenagem. O Expresso acompanhou o último dia do polémico curso 127 dos Comandos, e conta-lhe a história de um dos instruendos que conseguiu terminar. Com muita “vontade e sacrifício”