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André, que sobreviveu aos atentados: “Com a adrenalina de tentar fugir, só dei conta das dores meia hora depois”

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André Pinto, 28 anos, estava distraído a ouvir música no metro de Bruxelas, como faz todos os dias. De repente vê um grande clarão, no minuto seguinte viu-se no meio do pânico, de pessoas feridas e outras inanimadas. “Pensámos que tinha chegado a nossa hora.” Este português a viver em Bruxelas acabou por ficar ele próprio ferido no atentado. “Quando vi a notícia de que tinham preso o Abdeslam, comentei com a minha mulher à hora do jantar que a vingança não iria tardar”

João Santos Duarte

João Santos Duarte

enviado a Bruxelas

Jornalista

Hugo Franco

Hugo Franco

enviado a Bruxelas

Jornalista

O português André Pinto, 28 anos, está internado no hospital Iris Sud Molière Longchamps, em Bruxelas, há um dia. É condutor de autocarros e viajava no metro para entrar no serviço cerca das 9h. Depois das explosões, que o deixaram com um ferimento na perna e sem audição, o português foi transportado para as urgências do hospital belga, onde se encontra neste momento. Não está ferido com gravidade e terá alta em breve