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Max Stahl em entrevista ao Expresso

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Em 1991 Max Stahl filmou as terríveis imagens do massacre no cemitério de Santa Cruz. Era o único repórter estrangeiro com uma câmara na mão e foram as imagens dele que acordaram o mundo para o terror que se vivia em Timor-Leste. Vinte e cinco anos depois, Max vive em Díli e faz parte do currículo das escolas timorenses. Gere um centro audiovisual e está a fazer um filme sobre a chegada dos portugueses a Timor há 500 anos. O Expresso falou com ele numa breve passagem por Lisboa