24 de maio de 2013 às 19:36
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Moura Guedes na 'manif' anti-Relvas

Manifestantes anti-Miguel Relvas no Governo pensam juntar-se às segundas-feiras, até que o ministro abandone o cargo. Neste primeiro protesto, marcou presença a jornalista Manuela Moura Guedes. Clique para visitar o dossiê Lusófona
Lusa
Moura Guedes na 'manif' anti-Relvas Luiz Carvalho

Os organizadores da manifestação pela demissão do ministro dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, prometeram hoje, no final da concentração em frente à Assembleia da República, continuar a promover iniciativas até que o governante abandone o cargo.

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Na manifestação, estiveram presentes figuras como a jornalista Manuela Moura Guedes ou o ex-bloquista Gil Garcia.

Cerca das 20h30, o realizador Miguel Gonçalves Mendes, organizador da manifestação, subiu até junto da escadaria do Parlamento para agradecer aos presentes e propor novas concentrações "todas as segundas-feiras" até que Miguel Relvas abandone o Governo, junto a São Bento e também nos serviços da Universidade Lusófona.

O realizador anunciou ainda que pretende entregar na Assembleia da República uma petição pedindo a demissão de Miguel Relvas, assim que reúna as quatro mil assinaturas necessárias.

Na manifestação, com hora de início marcada para as 19h e que durou cerca de uma hora e meia, estiveram algumas centenas de pessoas empunhando cartazes e gritando palavras de ordem no largo junto às escadarias do Parlamento, na Rua de São Bento.

Às 20h, hora de abertura dos telejornais, enquanto as televisões faziam transmissões em direto da manifestação, ouviu-se uma enorme vaia, com assobios e vozes a gritar "aldrabão, aldrabão".

Em declarações à agência Lusa, Miguel Gonçalves Mendes afirmou que, mais do que para pedir a demissão de Miguel Relvas, a iniciativa é "sobretudo pela dignidade dos órgãos que representam" os cidadãos e pela "soma de vários casos" envolvendo o governante.

O realizador defendeu que o Presidente da República, "que representa todos os portugueses", e o Parlamento "têm de chamar o primeiro-ministro à razão" porque senão "é a sua própria dignidade que está em causa".

Passos Coelho "não pode continuar a dizer que isto é um não assunto" 


"O primeiro-ministro não pode continuar a dizer que isto é um não assunto, porque este é o verdadeiro assunto, é a dignidade dos portugueses que está em causa (...) Sim, nós sabemos que existiram outras licenciaturas destas, que existiram gravadores roubados em pleno Parlamento e que esses deputados continuam em funções, mas a questão é esta e não podemos continuar a pactuar com este tipo de comportamentos", considerou.

Durante a concentração, além de pedidos de demissão houve também palavras de ordem contra o Governo.

Um dos manifestantes, Manuel Afonso, defendeu, em declarações à Lusa, que "é preciso pedir a demissão deste Governo e da precariedade": "Estamos aqui contra isto tudo, o Miguel Relvas é só a ponta do 'iceberg'".

"Tenho uma licenciatura e parte de um mestrado feito, não tenho trabalho graças a decisões deste Governo e ainda por cima ainda gozam com a nossa cara quando eles próprios são licenciados através de processos corruptos, no mínimo, e depois mandam-nos emigrar, chamam-nos piegas, eu venho aqui pedir a demissão do Relvas, mas também protestar pelo estado a que o país chegou", afirmou.

Já Maria Ângela, disse querer estar em frente ao Parlamento para protestar contra "um caso muito concreto sobre o senhor ministro Relvas, que já se baralhou em três casos importantes, pelo menos, e agora meteu mesmo 'o pé na argola'".

"Acho que se atingiram limites insuportáveis de falta de vergonha, de falta de dignidade, de maus exemplos para a nossa juventude, para a que estuda, para a que trabalha, e isso é inadmissível num Governo, por mim não quero desta gente no Governo, é muito grave porque o que ele faz é uma batota", afirmou.

 

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Comentários 108 Comentar
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Equivalentes
MMG é tão equivalente a uma jornalista como Relvas é equivalente a um doutor.
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Folclore equivalente e folclore genuíno Ver comentário
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Palhaçada!
Em Nova York ninguém liga a esta palhaçada.Parece que alguns novos ricos se entretem agora em Lisboa com ela!
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e o Sócrates!?!?! Ver comentário
Ser figura pública tem o seu preço!


Nada me move a favor ou contra a MMG, e porque todos os cidadãos têm o direito de se manifestar, temos de ver isso com naturalidade...

As razões pelas quais o fazem é do foro íntimo de cada um...

Preocupa-me mais é a inacção da maioria silenciosa...

e daqueles que não o fazendo, até para as suas causas, criticam aqueles que o fazem...
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moura-guedes-na-manifestacao-anti-relvas-no-govern
Sempre se disse que quem semeia ventos se arrisca a colher tempestades. Durante seis anos foi o que fizeram em relação ao executivo anterior. Veja-se o massacre do Freeport em que todos os dias acendiam as fogueiras no Rossio para queimar Sócrates. Antes de terminar esse caso e sabendo do seu desfecho apareceram com a face Oculta e as PPP. No entanto em relação ao BPN que se encontra em julgamento e onde os arguidos foram dispensados de comparecer em tribunal pouco ou nada se fala. Acresce ainda que o Banco de Portugal já multou alguns, mas cuja lista não foi divulgada. Isto é o que se chama de dois pesos e duas medidas. Relvas não passa de um trauliteiro e o mesmo se pode dizer do primeiro. Lá diz o povo:-Tão ladrão é o que vai à horta como o que fica à porta. Este governo é uma nódoa e vai sair esfregando com lixívia.

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Muita parra e pouca uva.
Anunciou-se, com direito a entrevistas na TV, a mobilização de milhares de pessoas a exigir a demissão de Miguel Relvas, mas o resultado quedou-se pela presença de apenas algumas centenas e a razão deste insucesso é clara; O povo não perde oportunidade de fazer gozo com a ridícula forma como o Sr. Ministro obteve a sua licenciatura, mas sabe que isso é irrelevante para o seu desempenho governativo, sendo por isso injustificada a exigência da sua demissão.
Teria muito mais interesse que os organizadores mobilizassem o povo para acabar com as sociedades secretas da maçonaria, porque são estas que através das suas redes tentaculares promovem os favorecimentos como se viu no caso Jorge Silva Carvalho, na licenciatura de Relvas e em muitos outros. Não estarei longe da verdade se disser que mais de 50% dos beneficiados com equivalências na Lusófona eram maçons, isto apesar dos membros destas lojas representarem uma parcela muito minoritária dos cidadãos em geral. É pois preciso combater estes pequenos grupos infiltrados onde há poder para dele se servirem corroendo a sociedade.
Re: Muita parra e pouca uva. Ver comentário
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Meditando.................
youtu.be/WOrv8IH1ZB0
Muito mais grave do caso da licenciatura de Relvas
é o caso das secretas que parece estar esquecido....
Re: Muito mais grave do caso da licenciatura de Re Ver comentário
Referia-me à Ongoing.............................. Ver comentário
Re: Referia-me à Ongoing.......................... Ver comentário
Em tempo... Ver comentário
Re: Muito mais grave do caso da licenciatura de Re Ver comentário
Re: Muito mais grave do caso da licenciatura de Re Ver comentário
Um país sem mais problemas
Como é normal em qualquer sistema democrático, a imagem dos políticos é como o jogo infantil do “apanha”: quem é “apanhado”, sai fora.

Relvas foi apanhado. Temos pena…

E a informação “apanha” as vozes dos indignados: “sou licenciada e estou contra a precariedade decretada por este governo” – perante tal conclusão, pergunta-se: é licenciada onde e em quê? É que nem sequer o raciocínio merece “créditos”.

Claro que não só do bom povo vêm estas pérolas, pois temos um representante de Deus, que declara que estes são diabos corruptos e os outros… anjinhos. Só lastimo que o tal eleito dos Céus, não diga nomes; destes, pois dos outros, o representante de Deus, acha-os anjinhos.

Esta desgraça está a transformar-se em farsa.

E também uma farsa, é o que se passa nas universidades privadas, em que pouco se fala. Porque se o afastamento das empresas é enorme, a ligação aos partidos é colossal.

  Quem são os professores? Não são militantes proeminentes por serem professores universitários, mas o inverso.

Poder político/Banca/grandes empresas, é a “salada” cujo toque português é acrescentar ensino universitário, maçonaria e… até sindicalistas são premiados.

E tudo com causas pouco “honoris”

O Relvas só teve o azar de ser apanhado. Como o jogo continua, repleto dos “ingredientes” citados, é só esperar pelo próximo

PS. Para o Expresso, a importância desta manif, está na presença de MMG.... este Expresso, este Expresso...
Re: Um país sem mais problemas Ver comentário
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Re: Um país sem mais problemas Ver comentário
Re: Moura Guedes na 'manif' anti-Relvas
A pior espécie que anda na politica portuguesa, são aqueles que andam à procura de tacho.
ionline, publico e cm
Colaboradores das misericórdias dizem que foram obrigados a aplaudir PPC.
Bispo das Forças Armadas acusa Governo de ser “profundamente corrupto”.
Ricos pagam menos impostos.
Re: ionline, publico e cm Ver comentário
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A senhora da fotografia...

A senhora da fotografia exibe um cartaz, onde está escrito:

Exigimos
VALORES

Sim... Exigimos VALORES aos políticos que estão, hoje, ao serviço da nação portuguesa..

É !!! Parece-me que por esse caso e outros, eles não os têm... O quê? VALORES !!
É preciso ser incompetente
MMG não consegue "governar-se" com o poder nem com o anti poder. É preciso ser incompetente para conseguir uma coisa tão difícil.
MMG,
Só apareceu pelas evidências...
Eu não concordo com tipos como o Relvas
mas não posso apagar as jogadas que levam ao pedido da sua cabeça.

Posso e digo que tenho vergonha de ser português.
É sentido e digam o que disserem não vai deixar de ser uma realidade quotidiana para mim.
A única coisa que podem fazer é suprimir-me.

Mas ser português hoje em dia é pior que ser criminoso, é não ter esperança, é ser marginal, é ser um pesadelo, é ser caricato, é ser o que de pior existe na face deste Planeta, é ter de acordar todos os dias a defender o que é indefensável, é ter de acordar todos os dias para ver os meus compatriotas sem esperança, sem amor próprio, sem decência.

E pior de tudo é ver que ninguém, mas mesmo ninguém acorda.
Re: Eu não concordo com tipos como o Relvas Ver comentário
Re: Eu não concordo com tipos como o Relvas Ver comentário
Re: Eu não concordo com tipos como o Relvas Ver comentário
Re: Eu não concordo com tipos como o Relvas Ver comentário
tirando a MMG... porque não é notícia
tirando a Manuela Moura Guedes, desta notícia... porque não é notícia...

Acompanhar este caso mais de perto e tirar umas férias a uma postura de alheamento em relação ao drama com que os "mass media" nos brindam diariamente e que nós consumimos até ir dormir de barriga e cabeça cheia está a ser uma experiência cheia de sensações.
basicamente todas elas positivas, pois até mesmo a incredibilidade toma forma de comédia, desde os balbucios iniciais até uma convulsão de riso que culmina a mais espontânea explosão de riso de atirar ao chão e agarrar a barriga!

Estas pessoas saem de casa indignadas e vão para a rua com cartazes na mão entoar coros de protesto!
Amanhã estarão no seu trabalho, ontem estavam no seu trabalho, há um mês estavam no seu trabalho, em crise, depois souberam uma notícia!

As pessoas têm sentimentos e emoções, indignam-se, sobretudo com aquilo que vêm a saber.

Normalmente e frequentemente as pessoas não sabem muitas coisas, mas quando vêm a saber, o caldo entorna-se e são capazes até de bater o pé!

ninguém quer ver as pessoas a bater o pé, excepto aquelas que também sentem vontade de o fazer. e baterão o pé até, de preferência todas juntas até ser justo, até que não mais seja preciso bater o pé.
...
Re: tirando a MMG... porque não é notícia Ver comentário
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