22 de maio de 2013 às 18:58
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Moody's corta notação de 15 bancos globais

A agência de notação acaba de baixar o rating de 15 bancos globais sedeados na Alemanha, Canadá, EUA, França, Reino Unido e Suíça. A dois níveis de "lixo financeiro" ficaram as dívidas do Bank of America e do Citigroup e a 3 níveis da mesma categoria ficaram Morgan Stanley e Royal Bank of Scotland.
Jorge Nascimento Rodrigues (www.expresso.pt)

A agência de rating Moody's acaba de anunciar o corte de notação de 15 bancos globais, seis deles norte-americanos, quatro franceses, três britânicos, dois suíços, um da Alemanha e outro do Canadá.

Os cortes mais penalizadores foram aplicados a dívida de longo prazo do Bank of America e do Citigroup, que desceram para Baa2, apenas a dois níveis de dívida especulativa (vulgo "lixo financeiro").

Seguidamente, o Morgan Stanley e o Royal Bank of Scotland viram as suas notações baixar para Baa1, três níveis acima de dívida especulativa.

Os quinze bancos globais são os seguintes: Bank of America, Citigroup, Goldman Sachs, JPMorgan Chase, Morgan Stanley, Citibank, Barclays, HSBC, Royal Bank of Scotland, BNP Paribas, Crédit Agricole, Société Générale, Crédit Suisse, UBS, Royak Bank of Canada e Deutsche Bank

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Como vivemos numa ditadura global encapotada
a agência de notação Moody s acaba de baixar o rating de 15 bancos globais de Alemanha, Canadá, EUA, França, Reino Unido e Suíça. A dois níveis de "lixo financeiro" ficaram as dívidas do Bank of America e do Citigroup e a 3 níveis da mesma categoria ficaram Morgan Stanley e Royal Bank of Scotland`e, como tal os cidadãos daqueles países terão que baixar os seus salários, pagar mais impostos, trabalhar mais horas e aceitar que milhões deixem de ter acesso à saúde, à educação e conviver com uma nova situação imposta pelos mercados. Outros milhões deixarem até de ter acesso à comida, onde a fome será uma nova realidade. Tudo isto para resgatar os grupos financeiros com milhões de dollars. E para isso não faltam mercenários que não se importam de ocupar o poder nos seus países para por em prática tal politica.....
Re: Como vivemos numa ditadura global encapotada Ver comentário
Re: Estes sabem-a toda. Ver comentário
Moodys-corta-notacao-de-15-bancos-globais
Sempre ouvi dizer que quem semeia ventos se arrisca a colher tempestades. Não quiseram apagar o incêndio logo no início e enquanto estava na casa do vizinho, mas já se previa que ia saltar a cerca e propagar-se. Quando os EUA têm uma constipação é costume dizer que a Europa apanha uma gripe. Mas com este Mundo global todos apanham hoje em dia o vírus e ninguém está imune. No entanto o que se passa na Europa já está a ter consequências em todo o Mundo. Se a Europa não ganhar esta guerra o Mundo nunca mais será o mesmo. A Europa não pode viver sem Industria, porque os Serviços não vão resolver os problemas económicos, nem dar emprego a todos os cidadãos. Sem Industria e sem energia que nunca teve não vai conseguir sobreviver.

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Srs donos de jornais, redactores e jornalistas
Por favor expliquem ao comum cidadão leitor, mas também, quando chega o momemnto de exercer o seu dever cívico vai dep+ositar o seu voto (consciente ou inconscientemente, na urna de voto, QUEM É A MODYS, O QUE ÉE A MODYS ben como as outras ditas agências de rainting.
Quem está na sombra a manobrar qual especialista no movimento de marionetas que fazem tão belos trabalhos ou tão grandes tragédias, mas que jamais se vê quem movimenta os cordeis ques as animam porquanto de bonetos inanimados se tratam.
Por favor quem explique quem é o quê e quais os seus reais interesses?
Re: Srs donos de jornais, redactores e jornalistas Ver comentário
Os ratings!
O problema foi que todos os países se habituaram a pedir dinheiro a rodos aos bancos, agora não conseguem pagar e, quando o risco aumenta, desce o rating, sobem os juros, o risco de imcumprimento aumenta, os que trabalham e pagam impostos, têm que pagar a crise!!

É o capitalismo no seu melhor!!
O mundo a caminho de pedir resgate financeiro
Só falta saber a quem vai resgatar a Terra...
Razão tinham os Maias
Isto não passa de 2012...
Cortam uns...
para que outros cresçam ainda mais.

Apenas esta simples coisa:

concentram riqueza à conta de quem trabalha e faz sacrificios..

efedepes

Este dowgrade da-lhes um grande jeito!
Como? Bom eu não sou financeiro mas há uns tempos atrás um banqueiro Português dizia numa entrevista que não entendia os dowgrades feitos pelas Agências de Rating aos Bancos Portugueses. Mas que os ditos dwngrades até lhes davam muito jeito, porque fazendo baixar o valor das obrigações dos banco estes podeiram recomprá-las no mercado a um preço muito abaixo do seu valor real e assim encaixavam muito dinheiro!

E pensei eu para os meus botões: bom, os Bancos como grandes clientes que são da Agências de Rating pagam-lhes rendas anuais milionárias para alguma coisa será!
TUDO NAS MÃOS DAS AGÊNCIAS DE NOTAÇÃO (RATING)?
Arautos da desgraça e fazedores de tsunamis financeiros que abalam os alicerces da confiança e promovem os profissionais da usura.

É uma raça dominadora cujos propósitos não estão bem esclarecidos mas que não deixam indiferente nenhum putativo investidor.

O domínio do dinheiro é cada vez maior em toda a atividade humana e parece chegada a hora de se alterar o paradigma da construção económica mundial.

Há que refletir verdadeiramente sobre os efeitos da globalização que não foi suficientemente preparada e que criou grandes desequilíbrios entre as nações e adensou desigualdades que põem em risco a paz global.

Uma Europa envelhecida e em crise profunda não é um bom indicador, nem garante da tranquilidade necessária para a manutenção do progresso e da paz social.

E o papel das agências de notação, porque desmesurado, também não ajuda à superação dos graves problemas que a todos tocam.

Moody's corta notação de 15 bancos globais
O facto de entre os bancos se encontrarem alguns importantes bancos norte-americanos parece pelo menos demonstrar que a avaliação da Moody's é objetiva e imparcial. Dito isto, continuo a achar que a avaliação do crédito de países e instituições não deveria estar exclusivamente nas mãos de três auto-nomeadas agências de 'rating'.
Global village
Cada vez mais se verifica que o que acontece em Ulan Bator tem reflexos quase instantaneos em Bogotá...
O RBC - Royal Bank of Canada, que em termos de postura doméstica nada tem a ver com o seu homónimo RBS, tem uma posição sólida em casa mas sofre devido à sua exposição a mercados externos.
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