1
Anterior
Nissan Leaf: A revolução elétrica já começou
Seguinte
21 Candidatos ao Carro do Ano
Página Inicial   >  Blogues  >  Blogues Life & Style  >  Auto crítica  >   Mitsubishi I-MIEV Um eléctrico citadino

Mitsubishi I-MIEV Um eléctrico citadino

Troféu Volante de Cristal, Carro do ano: A Mitsubishi já vende carros elétricos em Portugal. Como é guiar o i-MIEV?

|
Quem disse que todos os carros japoneses são iguais? Na abordagem ao veículo elétrico Mitsubishi e Nissan seguiram abordagens diferentes. Enquanto a Nissan apostou num carro parecido com os outros (ver texto sobre o Leaf), a Mitsubishi optou por um carro claramente concebido para a cidade (que é, afinal, o habitat natural destes veículos dada a sua autonomia limitada).

O I-MIEV, com a sua forma futurista, é, claramente, um carro para acomodar quatro pessoas e não muita bagagem.

Esta lógica de simplificação também passa pelo carregamento: o fabricante não recomenda nenhuma instalação especial em casa, para além, claro, de uma boa tomada de terra, dimensionada para um débito de 16 A. O tempo de recarga baixa, comparativamente com outros modelos elétricos, cifrando-se nas seis horas.

É o ideal para quem o possa ligar à tomada enquanto trabalha ou mais que o suficiente para carregar tranquilamente toda a noite, seja em casa, seja num posto público da rede nacional de recarca da MOBI.E.

Em alternativa, há o chamado carregamento rápido nalgumas áreas de serviço (veja em http://www.mobie.pt/ ) que devolve 80% da carga em meia-hora e que, segundo o importador nacional, não acarreta risco de envelhecimento da bateria.

Chega de teoria. Que tal se porta o Mitsubishi I-MIEV? A resposta é: nada mal!

Tem boas dimensões para a cidade e responde bem no meio do trãnsito. Como tem tração atrás, convém negociar com calma as rotundas em tempo de chuva, se me faço entender...

Na hora de estacionar é um regalo e se precisar de um arranque mais rápido ou de ultrapassar com mais genica, não ficará desiludido, pois os 67 cv e, sobretudo, os 180 Nm de binário respondem prontamente. Convém é não fazer do carro um GTI porque a bateria descarrega num instante.

Ao fim de umas horas ao volante constata-se que não vale a pena ir a morrer nas subidas nem abusar do modo ECO. A cada subida corresponde geralmente uma descida e nesta, se tirarmos o pé ou travarmos de vez em quando, recuperamos alguma energia.

Por outro lado, havendo condições para circular à vontade, resulta melhor deixar embalar o carro para a velocidade ideal e, a partir daí, gerir o andamento.

Em condições especialíssimas a marca anunciou uma distância máxima percorrida de 220 km.

Mas o condutor prudente nem com os 150 km anunciado pelo fabricante contará. Se for prudente, antes de chegar aos 100 km o melhor é começar a pensar onde vai ligar a ficha...Esta "angústia do depósito vazio" passa a ser uma característica inerente à condução dos carros elétricos. Só desaparecerá com o hábito, a generalização dos postos de carregamento e o aperfeiçoamento desta tecnologia.

Em contrapartida o importador português anuncia um custo de recarga em horário noturno e contador bi-horário doméstico da ordem dos € 1,5 mais IVA. O que, tendo em conta os quilómetros que o carro consegue percorrer, dá um custo de um euro ao cem (mais IVA), quatro ou cinco vezes menos que um diesel de baixo consumo.

Para já a Mitsubishi propõe-nos o I-MIEV por € 30.250 (clientes particulares), na linha dos carros elétricos da concorrência e dos híbridos mais comuns (exceção feita aos Honda - Insight e Jazz - mais próximos dos € 20 mil).

Para quem precise dum carro de trabalho ou possa prescindir dos bancos de trás há uma versão furgão por € 29.000 mais IVA (para empresas).







Opinião


Multimédia

Tudo o que precisa de saber sobre o ébola, em dois minutos

Porque é que este está a ser o pior surto da história? Como é que os primeiros sintomas se confundem com os de outras doenças? É possível viajar depois de ter contraído o vírus, sem transmitir a doença? E estamos ou não perto de ter uma vacina? O Expresso procurou as respostas a estas e outras dúvidas sobre o ébola.

Vai pagar mais ou menos IRS? Veja as simulações

Reforma do imposto protege quem tem dependentes a cargo, mas pode penalizar os restantes contribuintes. Função pública e pensionistas vão ter mais dinheiro disponível. Veja simulações para vários casos.

Costeletas de borrego com migas de castanhas

Especialista em pratos de confeção acessível, com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa, Tiger escolheu a gastronomia como forma de estar na vida. Veja, confecione, desfrute e impressione.

A última viagem do navio indesejado

Construído nos Estaleiros de Viana e pensado para fazer a ligação entre ilhas nos Açores, o Atlântida foi recusado pelo Governo Regional por alegadamente não atingir a velocidade pretendida. Contando com os custos associados à dissolução do contrato, o prejuízo ascendeu a 70 milhões de euros. Foi agora comprado a "preço de saldo", para mudar de nome e ser reconvertido num cruzeiro na Amazónia. Fizemos a última viagem do Atlântida e vamos mostrar-lhe os segredos do navio.

Strogonoff de peixe espada preto

Faz agora cinco anos que o Chefe Tiger, especialista em pratos de confeção acessível e com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa, começou esta aventura gastronómica. Veja, confecione, desfrute e impressione.

Caril de banana

Faz agora cinco anos que o Chefe Tiger, especialista em pratos de confeção acessível e com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa, começou esta aventura gastronómica. Veja, confecione, desfrute e impressione.

Tem três minutinhos? Vamos explicar-lhe o que muda no orçamento de 350 mil portugueses (e no de muitas empresas)

O novo salário mínimo entrou em vigor. São mais €20 brutos para cerca de 350 mil portugueses (números do Ministério da Segurança Social, porque os sindicatos falam em 500 mil trabalhadores). Mudou o valor, mas também os descontos que as empresas fazem para a Segurança Social. Porque se trata de uma medida que afeta a vida de muitos portugueses, queremos explicar o que se perde e o que se ganha, o que se altera e o que se mantém.

Cantaril com risotto de espargos

Faz agora cinco anos que o Chefe Tiger, especialista em pratos de confeção acessível e com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa, começou esta aventura gastronómica. Veja, confecione, desfrute e impressione.

Music fighter: temos Marco Paulo e Bruno Nogueira numa batalha épica

Está preparado para um dos encontros mais improváveis na história da música portuguesa? O humorista Bruno Nogueira e a cantora Manuela Azevedo, dos Clã, pegaram em várias músicas consideradas "pimba" - daquelas que ninguém admite ouvir mas que, no fundo, todos vão dançar assim que começam a tocar - e deram-lhe novos arranjos, num projeto que chegou aos coliseus de Lisboa e do Porto.  "Ninguém, ninguém", de Marco Paulo, tem possivelmente a introdução mais acelerada e frenética do panorama musical português. Mas, no frente-a-frente, quem é o mais rápido? Vai um tira-teimas à antiga?

Dez verdades assustadoras sobre filmes de terror

Este vídeo é como o monstro de "Frankenstein": ganhou vida graças à colagem de partes de alguns dos filmes mais aterrorizantes de sempre. Com uma ratazana mutante e os organizadores do festival de cinema de terror MotelX pelo meio. O Expresso foi à procura das razões que explicam o fascínio pelo terror, com muito sangue (feito de corante alimentar) à mistura. 

A paixão do vinil

Se para muitos o vinil é apenas uma moda que faz parte da cultura do revivalismo vintage, para outros ver o disco girar nunca deixou de ser algo habitual.

Portugal foi herdado, comprado ou conquistado?

Era agosto em Lisboa e, às portas de Alcântara, milhares de homens lutavam por dois reis, participando numa batalha decisiva para os espanhóis e ainda hoje maldita. Aconteceu em agosto de 1580. Mais de 400 anos depois, o Expresso deu-lhe vida, fazendo uma reconstituição do confronto através do recorte e animação digital de uma gravura anónima da época.

O Maradona dos bancos centrais

Dizer que Mario Draghi está a ser uma espécie de Maradona dos bancos centrais pode parecer estranho. Mas não é exagerado. Os jornalistas João Silvestre e Jorge Nascimento Rodrigues explicaram porquê num conjunto de artigos publicado no Expresso em Novembro de 2013 e que venceu em junho deste ano o prémio de jornalismo económico do Santander e da Universidade Nova. O trabalho observa ainda o desempenho de Ben Bernanke no combate à crise, revisita a situação em Portugal e arrisca um ranking dos 25 principais governadores de bancos centrais. Republicamos os artigos num formato especial desenvolvido para a web.

Com Deus na alma e o diabo no corpo

Quem os vê de fora pode pensar que estão possuídos. Eles preferem sublinhar o lado espiritual e terapêutico desta dança - chamam-lhe "krump" e nasceu nos bairros pobres dos Estados Unidos. De Los Angeles para Chelas, em Lisboa, já ajudou a tirar jovens do crime. Ligue o som bem alto e entre com o Expresso no bairro. E faça o teste: veja se consegue ficar quieto.

O Cabo da Roca depois da tragédia que matou casal polaco

Os turistas portugueses e estrangeiros que visitam o Cabo da Roca, em Sintra, continuam a desafiar a vida nas falésias, mesmo depois da tragédia que resultou na morte de um casal polaco, cujos filhos menores estavam também no local. Durante a visita do Expresso, um segurança tentou alertar os turistas para o perigo e refere a morte do casal polaco. O apelo não teve grande efeito. Veja as imagens.


Comentários 1 Comentar
ordenar por:
mais votados
Podiam-no ter feito mais bonito !
Parece um Piolho do PUBIS ! Porque diabo o fizeram tão FEIO ?
Comentários 1 Comentar

Últimas


Edição Diária 17.Abr.2014

Leia no seu telemóvel, tablet e computador
PUBLICIDADE

Pub