18 de abril de 2014 às 22:01
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Ministro da Economia quer travar crescimento do desemprego

"Estou mais preocupado em salvar milhares de postos de trabalho", diz Álvaro Santos Pereira na entrevista que esta semana deu ao Expresso.
J. F. Palma-Ferreira, Nicolau Santos e Pedro Lima (www.expresso.pt)

O ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, diz que as suas duas maiores preocupações atuais são o financiamento da economia e a contenção do crescimento do desemprego, admitindo que vai começar a ser notado o efeito das políticas ativas de emprego promovidas pelo Governo. Mais importante do que indicar uma lista de nomeações para as administrações de várias empresas é assegurar a reestruturação empresarial nas empresas do Estado, sobretudo no sector dos transportes, onde Santos Pereira diz que o importante é avançar com as fusões de empresas e salvaguardar milhares de postos de trabalho. Leia mais na edição desta semana do Expresso.
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Álvaro "Frei Tomás"
O ministro transformou-se num verdadeiro Frei Tomás da política, é um exemplo do olhem para o que ele diz, não olhem para o que faz, é que enquanto cria as condições para os seus patrões despedirem a torto e a direito, a baixo custo, vem afirmar que a sua preocupação é o combate ao desemprego. Vá para Vancouver Sr. Álvaro, tenho pouco mas ajudo a pagar a viagem.
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Teve o meu pontinho nesta luta contra os ultras Ver comentário
Álvaro tem razão! Ver comentário
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É a sua obrigação,Sr.Ministro!
Mas se lembrá-lo só lhe fica bem, do que o País precisa é de medidas concretas,visíveis e que ataquem o flagelo do desemprego.
Mais do que nunca é preciso não perder tempo!
Re: É a sua obrigação,Sr.Ministro! Ver comentário
É urgente correr com o contabilista do Ministerio
da Saúde. A desagregação do Serviço Nacional de Saúde, a diminuição das suas capacidades, as crescentes dificuldades de acesso das populações são hoje um dos maiores problemas e uma das mais graves consequências da política de direita que há anos se vem aplicando nesta área e sobretudo da ofensiva em curso pela mão do Governo PSD/CDS.
 
E se em qualquer situação este percurso de degradação seria bastante grave, é-o ainda mais num momento em que a crise económica e social se agrava brutalmente.

Quando a proteção das pessoas numa questão tão essencial como a saúde deveria ser acrescida porque elas têm menos dinheiro, porque estão mais frágeis e logo mais necessitadas de apoio, é quando o Governo faz recuar o Serviço Nacional de Saúde para níveis nunca vistos desde a sua criação.
 
Quando era preciso que os custos da saúde diminuíssem para as famílias, porque estão no desemprego, porque têm baixos salários e reformas, porque lhes retiraram outras prestações sociais, o que o Governo faz é acentuar essas dificuldades com mais custos, menos acesso e mais restrições na saúde.
 
Em Portugal, a despesa pública com a saúde é de 6,3% do PIB, inferior à média dos países da União Europeia. E se compararmos a despesa pública per capita a diferença é abissal: em Portugal é menos de 40% do que a média da União Europeia. Quanto ao Ministro da Economia está tudo dito, quando ele afirmou que as privatizações que irão fazer são para bem do País. Rua com estes vendilhões do País..
Re: É urgente correr com o contabilista do Ministe Ver comentário
Mais abaixo quando eu falo nas parcerias publico Ver comentário
Requisição civil dos médicos comunistas Ver comentário
Re: Requisição civil dos médicos comunistas Ver comentário
Re: Requisição civil dos médicos comunistas?????? Ver comentário
E ESTA ? ... SR. ... MINISTRO ??!!! ...
Patrões promovem cada vez mais políticas de saldo para realizar novas contratações ...

  Há 147 mil trabalhadores a ganhar menos de 310 euros por mês ... Mais sete mil do que em 2011 ...

Os portugueses ganham cada vez menos ... e que grande ajuda o Sr. e o Governo de que faz parte têm dado ...

Estes são os números que atestam os resultados do aumento dos impostos, mas também o corte dos salários decorrente do crescimento do desemprego. É que, com tanta procura e tão pouca oferta, os patrões pagam menos: 10,7% dos novos contratados recebiam, em 2011, o salário mínimo. Este ano, são 11,4% ...

Embaratecer o trabalho ... e empobrecer os trabalhadores ...

Se assim é ... então o Sr. é ... o Desministro da Deseconomia ...

Re: E ESTA ? ... SR. ... MINISTRO ??!!! ... Ver comentário
Rua com estes vendilhões da Patria que por razões
ideologicas ultrapassadas só criam mais miseria neste País. A água é um recurso natural indispensável à vida e de importância fundamental para o desenvolvimento do país. O direito à água e ao saneamento é essencial para a concretização de todos os direitos humanos. Pela sua importância para cada um de nós e para o nosso futuro coletivo, a água deve ser gerida unicamente por organismos públicos, na ótica de um serviço público, no interesse de todos os portugueses e do país.
 
Por razões patrioticas torna-se necessário vedar a empresas privadas o acesso aos setores de abastecimento público de água, de saneamento de águas residuais urbanas e de gestão de resíduos urbanos, invertendo a lógica que tem sido seguida por sucessivos governos do PS, PSD e CDS desde 1993.
 
Efetivamente, até essa altura, os serviços de águas e saneamento foram uma responsabilidade exclusiva da administração local do Estado, sendo a sua gestão pública, controlada por órgãos democraticamente eleitos e orientada para a prestação de um serviço público. É a partir de 1993 que se foram operando as mudanças legislativas que, gradualmente, abriram este setor ao capital privado. Pela mão dos partidos da política de direita, a água, de bem social, indispensável à vida não pode ser um negócio e servir interesses privados....
Re: Rua com estes vendilhões da Patria que por raz Ver comentário
resistente está a mentir:Sócrates é ministro ambie Ver comentário
E o Alvaro quando resolve os casos das parcerias
público privadas. Um exemplo. As concessionárias recebem do Estado, através da EP, uma renda independentemente do tráfego constatado nas respectiva vias.

O valor desses pagamentos, chamados de disponibilidade, baseiam-se com base nos tráfegos projectados pela própria concessionária. Independentemente de se apropriar das receitas de portagem que se verifiquem, a EP incorre nos riscos de tráfego, pois havendo (como tem havido) menos tráfego o dinheiro de portagens que recebe é igualmente inferior às rendas que acordou pagar. Assim, o risco financeiro em resultado do tráfego pasou a estar do lado do Estado, na figura da EP e não dos privados, facto que o TC considera ser suficiente para "compremeter a sustentabilidade financeira da EP". O Tribunal de Contas realça que, "no actual contexto económico e relativamente à negociação das concessões em regime de portagem real, tendo em vista a transferencia da titulariedade dessas receitas, por parte da EP, a troca de pagamentos de disponibilidades por receitas de tráfego", como no caso da concessão de portagem real do Douro Litoral "em que se verifica uma quebra acentuada de tráfego face ao previsto, não contribuiu para a defesa do interesse público, já que fará recair o ónus do défice de tráfego sobre os contribuintes".

Propostas Finais Agravaram Factura do Estado em 705 Milhões de Euros.
Nota: Mas para o ano vai ser criado um imposto extraordinário sobre todos os cidadãos devido à posição do Tribunal Constitucional...
Deixar a pasta seria a tua melhor contribuição
Se este ministro está verdadeiramente interessado em fazer alguma coisa para combater o desemprego , a melhor coisa que pode fazer é deixar a pasta e ír-se embora , seria a sua melhor contribuição já que mais não consegue , não pode , não sabe.
A contradição! (Cont.)
A única reforma estrutural deste governo é cortar salários, direitos à habitação, à saúde e à educação. restringir e diminuir em montante e em valor, os apoios sociais como os abonos de família, os subsídios de desemprego e de doença, as amortizações por despedimento. Ou seja: o paraíso para o grande patronato, já que o pequeno e micro está também a desaparecer, não podendo sobreviver devido à diminuição dos rendimentos disponíveis das famílias pobres. Enquanto isso, o governo coloca os seus boys nas grandes empresas e até já assistimos a lutas entre boys por lugares como foi o caso do metro do Porto. Quanto às PPPs, desde o início que o governo diz que é muito difícil porque eles têm sociedades de advogados, por acaso também integrantes da clientela do PSD-PP-PS e que têm vivido à sombra do orçamento de estado. Portanto, era mais fácil cortar nos mesmos, em quem trabalha! Esses era muito rápido. Mas há mais de um ano que o governo está no poder e quanto às PPPs não tem tempo, nunca chega a altura de renegociar contratos. Nem com a troika tem tempo para renegociar o empréstimo, os juros e os prazos! E porquê? Porque, aproveitando e enganando, vai fazendo os trabalhadores voltar anos atrás, em termos de salário, horário de trabalho e precariedade. Antes do 25 de Abril, o patrão (lembram-se?) chegava ao pé do trabalhador e dizia que ele estava despedido e para passar pela tesouraria. Estamos quase aí. Nem o salário mínimo é respeitado! Temos que dizer não a esta política!
Re: A contradição! (Cont.) Ver comentário
O herói independente.
O azar deste ministro é ser mesmo independente. Ou seja, não está vinculado nem tem ligações a qualquer dos partidos no poder. Isto torna-o extraordináriamente frágil dado não comungar das teias de interesses existentes nos partidos de poder e que se encontram no poder.
Agora que está bem mais dentro da realidade portuguesa, parece estar a começar a tomar as medidas certas nos momentos certos com as pessoas certas. Vamos a ver se os partidos e seus caciques/barões o deixam trabalhar.
Re: O herói independente. Ver comentário
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Isto é uma questão matematica...
se a desemprego + cortes nos subsídios + não aumento de salários = diminuição da produção + diminuição do consumo + diminuição de arrecadação de impostos.

simples não?
Re: Isto é uma questão matematica... Ver comentário
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Re: Isto é uma questão matematica... Ver comentário
Re: Isto é uma questão matematica... Ver comentário
Não basta ter fé
Até pode ser que o ministro queira travar o aumento do desemprego. Até pode ser que o queira muito, e que nem durma a pensar nisso. Mas como os instumentos que permitiriam essa travagem são tabu, e como os instrumentos que ele consente em utilizar são comprovadamente ineficazes, tanto faz que queira como que não queira, porque não vai conseguir.

O Sr. Ministro é peco até no pedir. Querer por querer, porque não quer o Senhor Ministro o pleno emprego já para amnhã? Querer não custa nada, o que custa é conseguir - sobretudo quando a rota seguida está desviada 180 graus da rota certa.
Vamos lá ajudar o Ministro
Sr Ministro
Eis aqui alguns motivos do desemprego.
Os Galos de Barcelos, cantam em Mandarim
Os Tapetes de Arraiolos devem ser feitos por artesãos Portugueses e autenticados.(E só estes poderão ser vendidos aos turistas)
Deve assegurar-se de que o artesanato das Caldas, ainda é robusto e de produção Nacional, embora este fabrico esteja em declinio.
Os comerciantes chineses devem pagar impostos e ser obrigados a ter uma parte de empregados PORTUGUESES.
Os malandros acoitados nos partidos politicos e na banca que vivem de expediente e corrupção devem devolver ao país o produto dos roubos e respectivos impostos.
Quem muito se esforça é porque não sabe.
Comece por pequenas/grandes coisas e verá. Ou é corrido, ou ganha uma estatua
Eles não dormem
Quem? Quando? Onde? Como?Vou fazer o possível para estar cá para ver.
Desemprego
Este senhor Ministro deveria saber que só uma maenira de diminuir o desemprego: criar emprego! Em vez disso este governo está a destruir o pouco emprego que há. Todos os dias fecham fábricas. E à medida que taxam os portugueses com mais impostos, mais negócios vão à falência. Como se pode, neste contexto, criar mais emprego?
Re: Ministro da Economia quer travar crescimento d
Srs. Ministros, deixem-se de facilitismos e passem a falar de coisas sérias.

Parcerias Publico Privadas, aí está um bom assunto em que se podem debruçar.

Cortar salarios e subir impostos até eu conseguia fazer!

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