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Ministro admite que megaprocessos atrasam a justiça

O ministro da Justiça afirmou que já foram feitas várias alterações legislativas no processo penal, que devem entrar brevemente em vigor e que são consequências de alguns dos grandes processos mais recentes.
Lusa |
Alberto Martins admitiu que os megaprocessos atrasam a justiça
Alberto Martins admitiu que os megaprocessos atrasam a justiça  / Jorge Simão
O ministro da Justiça, Alberto Martins , admitiu hoje que os megaprocessos, como o da Casa Pia, não contribuem para celeridade da justiça, reconhecendo a necessidade de se segmentar o processo penal.  
 
"O procurador geral da República já nos deu conta das consequências dos megaprocessos, que fazem perder a celeridade na resposta da justiça", afirmou Alberto Martins ao jornalistas no final da sessão de abertura do XV Simpósio Europeu de Juízes de Patentes, em Lisboa. 

Alterações legislativas no processo penal 


O ministro referiu que já foram feitas várias alterações legislativas no processo penal, que devem entrar brevemente em vigor e que são consequências de alguns dos grandes processos mais recentes: "houve já uma reforma com muito significado decorrente desses processos".  
 
Alberto Martins admitiu mesmo que "um dos grandes problemas da justiça é a celeridade, a eficácia e a imagem da justiça".  
 
No entanto, o ministro sublinhou que confia no Estado de direito, adiantando que pretende "ajudar a fortalecer a imagem da justiça ajudar ao seu prestígio público e à sua eficácia".  


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A "capa" de Alberto Martins, agora, é outra
Longe vão os tempos de 1969, em que Alberto Martins-então Presidente da Direcção Geral da Associação Académica de Coimbra, levantava a voz e, alto e bom som, protestava contra o que estava errado na Universidade e no País.
Agora, Ministro, resguarda-se em jantares quase secretos com o Procurador Pinto Monteiro, e só aparece quando as ´"barragens dos mega processos" da Casa Pia já estão descarregadas.
E ainda há quem diga que o poder não ensina a tratar da vidinha.
palavras de Ouro de um Iluminado ...
"um dos grandes problemas da justiça é a celeridade, a eficácia e a imagem da justiça".

        Palavras sábias ....

    Mas por um lado acho que são 3 problemas e não um ... e se isto é apenas "um" dos problemas ... nem quero saber quais são os outros .... uma justiça que se arrasta, ineficaz e sem credibilidade ... o que sobra? Ainda há mais?

          Por coerencia deveriam remodelar o simbolo da justiça:

        Ao invés de uma bela jovem um coirão do intendente, com óculos de garrafa (porque a justiça em portugal não é cega - é miope ou tem ilusões de optica) com uma pena numa mão (dada a meiguice das penas aplicadas que em nada combina com a espada) e uma balança totalmente descalibrada na outra ... Assim estaria mais parecido á realidade.
Mas ele existe?
Alguém deu pelo Ministro da Justiça? De algo relevante que ele tenha feito? Melhor, de algo irrelevante que ele tenha feito? Não é fácil, pois não? É assim como tentar agarrar o vácuo...
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