26/05/2012 atualizado às 10:06
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Ministra foi ao Parlamento falar sobre o "Magalhães"

O apuramento de responsabilidades pelos erros nos conteúdos do computador "não se faz em dois ou três dias. A primeira prioridade foi corrigir os erros e criar um quadro de normalidade", disse Lurdes Rodrigues.

15:52 Quarta feira, 25 de março de 2009

A ministra da Educação afirmou hoje que a tutela não considerou necessário controlar "permanentemente" os conteúdos do "Magalhães" devido à confiança depositada nos produtores do computador e de conteúdos e porque estes já tinham sido "validados" pelo Ministério. 

Na Comissão de Educação e Ciência da Assembleia da República, Maria de Lurdes Rodrigues sublinhou que os conteúdos do computador Magalhães não foram verificados apenas a 10 de Março, quando o Expresso denunciou a existência de erros, mas sim antes do lançamento do programa e-escolinha.

"Não foi feita uma verificação apenas a 10 de Março. O ministério fez a verificação dos conteúdos durante os meses de Agosto e Setembro. O que se passou é que entre este momento e o momento actual, na relação entre os produtores de conteúdos e o produtor do computador, confiámos nas instituições e não achámos necessário estar permanentemente a fazer o controlo", afirmou a ministra, na sequência de um pedido de explicações do deputado do PSD Pedro Duarte. 

Segundo Maria de Lurdes Rodrigues, acabou por verificar-se que estavam a ser colocadas versões de conteúdos que "não tinham sido verificadas" pelo Ministério da Educação e noutros casos mais conteúdos do que aqueles que "tinham sido validados" pela tutela. 

"Agora foram dadas indicações aos produtores de conteúdos para que fizessem as correcções necessárias aos programas com erros. O processo de substituição e reformatação é relativamente simples e o ministério está com a empresa produtora do computador e com as escolas a tratar desse assunto", garante a ministra. 

No Parlamento, o deputado social-democrata Emídio Guerreiro questionou o Governo sobre se estão a ser apuradas responsabilidades pelos erros detectados. "O apuramento de responsabilidades não se faz em dois ou três dias. A primeira prioridade foi corrigir os erros e criar um quadro de normalidade", afirmou a titular da pasta da Educação. 

Segundo o Governo, vai ser lançado no mês de Abril um portal para que pais, professores e alunos possam renovar conteúdos "devidamente validados e certificados" e adequados ao ano de escolaridade e às disciplinas. 

 

 

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E falou em "Magalhanês", tá visto...
makiavel (seguir utilizador), 2 pontos (Normal), 16:39 | Quarta feira, 25 de março de 2009
"O apuramento de responsabilidades pelos erros nos conteúdos do computador "não se faz em dois ou três dias."

Ai é?
Então não sabem a quem estão entregues as várias tarefas? Papéis e responsabilidades dos vários intervenientes?
Pelo menos sabem a quem pagaram o trabalho, não?
E a quem pediram para o corrigir, certo?

Qualquer empresa de vão-de-escada sabe quem faz o quê.
O Ministério da Educação precisa de dias ???

É assustador ver o desprendimento e a falta de rigor com que foi tratada uma ferramenta básica para as crianças, precisamente pelo órgão superior da tutela!

Ai se trabalhassem no sector privado...já estava um war-room convocado e cabeças a rolar!

 
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Ministra foi ao Parlamento
Toni 2 (seguir utilizador), 1 ponto , 16:20 | Quarta feira, 25 de março de 2009
Eles falam, falam,falam, mas eu não os vejo dizer nada.
 
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ministra da educação e controle do "magalhães"
patricio branco (seguir utilizador), 1 ponto , 18:38 | Quarta feira, 25 de março de 2009
quer dizer, o ME fez bem os controles, o que se passa é que quando os tecnicos da educação (quem são?)terminam o controle e saiem, os honestos ou competentes "produtores do conteudo" imediatamente voltam a colocar om software defeituoso, com erros!
mas então o ME não os despede ou processa? (aos ditos produtores).
História e exlicação rocambolesca que não convence ninguém sobre um produto lançado sem o minimo critério ou supervisão, mas anunciado com trompetas pelo governo como uma conquista mundial de portugal no domínio da informática.
"plof" fez o magalhães! atuamos bem, diz a ministra da E.
que negócio da china para os fabricantes, que fracasso para o governo.
PS. a tão anunciada e apregoada exportação de 500 mil "magalhães" para a Venezuela já começou?
 
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