23 de maio de 2013 às 12:45
Página Inicial  ⁄  Dossiês  ⁄  Dossies Atualidade  ⁄  Educação em crise  ⁄  Ministra e sindicatos sem acordo

Diálogo prossegue segunda-feira

Ministra e sindicatos sem acordo

A ministra da Educação Maria de Lurdes Rodrigues e a Plataforma Sindical dos Professores terminaram a reunião de hoje sem a obtenção de acordo. A avaliação dos professores e progressão na carreira docente voltarão a ser dabatidos pelas partes na próxima segunda-feira.

O Governo e os sindicatos de professores continuam em "desacordo absoluto" relativamente ao modelo de avaliação dos docentes, disse o porta-voz da Plataforma Sindical, Mário Nogueira, no final da reunião de hoje com a ministra Maria de Lurdes Rodrigues. 

"Hoje o desacordo foi absoluto e evidente porque o ministério não aceitou um único dos itens propostos pelos sindicatos", afirmou Mário Nogueira aos jornalistas. "Saímos desta reunião exactamente como entrámos, com o ministério inflexível e sem abertura", sublinhou. 

Considerando que a reunião como a ministra Maria de Lurdes Rodrigues não teve resultados, os sindicatos anunciaram que vão distribuir em todas as escolas uma tomada de posição que reivindica a suspensão imediata do processo de avaliação, esperando entregar ao Ministério da Educação no próximo dia 22 "o maior abaixo-assinado que alguma vez os professores portugueses fizeram". 

A Plataforma Sindical, que reúne os 11 sindicatos do sector, decidiu ainda manter a greve nacional de professores prevista para 19 de Janeiro. Antes, no dia 13 do mesmo mês, os sindicatos promoverão reuniões de professores em todas as escolas para "reflectir sobre a revisão do Estatuto da Carreira Docente". 

O Ministério da Educação antecipou para hoje a reunião com os sindicatos de professores sobre o modelo de avaliação de desempenho, que estava agendada para o início da próxima semana e na qual a Plataforma apresentou as suas propostas para este processo. 

À entrada para a reunião, a ministra da Educação reafirmou que a avaliação dos professores vai avançar este ano lectivo, garantindo mais uma vez que o processo não será suspenso. "A suspensão não está em causa. O processo de avaliação (de desempenho dos professores) vai continuar", afirmou Maria de Lurdes Rodrigues. 

De acordo com Mário Nogueira, a proposta dos sindicatos previa a suspensão do modelo de avaliação em vigor, a adopção de uma solução transitória para este ano lectivo e o início, já em Janeiro, de um processo negocial com vista à revisão do Estatuto da Carreira Docente, nomeadamente para alterar a estruturação da carreira, actualmente dividida em duas categorias (professor e professor titular).
Comentários 85 Comentar
ordenar por:
mais votados ▼
os barões da era pós-revolucionária
Maria de Lurdes Rodrigues tem razão desde o primeiro minuto. Ela é a Ministra da Educação e não a fada boa dos professores.
O País está necessitado duma nova revolução, desta vez para limpar os aproveitadores do 25 de Abril, que se instalaram nos sectores estratégicos e asfixiaram o Povo durante 30 anos, com regalias a mais e resultados a menos.
Quem não consegue ou não quer trabalhar a um ritmo normal, deve dar a vez aos capazes. Os caciques que se julgam donos do Estado têm que aliviar a carga sobre os seus concidadãos menos favorecidos e garantir um serviço orientado para os utentes e não para os barões.
Re: os barões da era pós-revolucionária Ver comentário
34 anos de delírio Ver comentário
Re: 34 anos de delírio Ver comentário
Água fria na cabeça Ver comentário
Re: 34 anos de delírio Ver comentário
Re: Tem toda a razão, isto é... Ver comentário
Re: os barões da era pós-revolucionária Ver comentário
Re: os barões da era pós-revolucionária Ver comentário
Re: os barões da era pós-revolucionária Ver comentário
Re: os barões da era pós-revolucionária Ver comentário
Re: os barões da era pós-revolucionária Ver comentário
beco
A fenprof, através do sr mário nogueira, que não dá aulas há 23 anos, está a levar os profs para um beco sem saída, para ser um dia, quem sabe,promovido ao cc do pc.
A ministra tem razão, não se concebe que os profs não sejam avaliados como qualquer profissional que se preze. É o que acontece em qualquer empresa e também na função pública, onde se aplica o SIADAP.
Não querem ser avaliados, aplique-se o regime disciplinar.Que não sejam promovidos. Já chega de balbúrdia e de prejuízos para alunos e pais. Sócrates continua a subir e bem!!
"Sócrates continua a subir e bem!!# Ver comentário
Re: beco Ver comentário
Re: beco Ver comentário
QUem é que está/vai mamar. Ver comentário
O povo não tem posição
A população portuguesa apenas sabe das posições de uma e outra parte pelos meios de comunicação, no entanto estes apesar de lhe dedicar muito tempo e espaço não transmitem a realidade das coisas: o Modelo de avaliação e o estatuto da carreira docente. Fala-se disso mas não se sabe o que é e o que está em causa. Logo e com esta chuva de criticas de uma e outra parte o povo (maioria inculto) não sabe quem tem razão.Triste e real é ver professores pagarem para trabalhar pois apenas tem 2 ou 4 horas e outros com horário completo a trabalhar 10 ou 12 horas. Confuso e incompreensivel mas verdadeiro !
Rédea curta
Rédea curta com a canalha comuna! Andaram a esticar a corda convencidos que estavamos no PREC porque se esqueceram como é que acabou o 25 de Novembro. Mas se for preciso estamos cá para lhes lembrar que comunas estão bem é na Sibéria!
Re: Rédea curta Ver comentário
Viva Portugal...
Grande Ministra,
Vá em frente com a Avaliação simplificada...
Eu nem já ouvia outra vez no dia 15 o Nogueira...
Aprove-se ainda hoje em conselho de ministros e
publique-se para que entre na legalidade e em força...
Eles que façam as greves que quiserem, pois quem fica mal são eles...
O Povo está consigo e com o 1º Ministro...
Viva Portugal
Para não fugir ao habitual
O problema é recorrente e constitui o motivo central das costumadas divergências entre quem governa e é governado: as ideias são boas, a forma da sua concretização é má. Quer dizer: é fundamental que professores sejam avaliados com rigor (como todas os profissionais de qualquer actividade) mas as leis que são congeminadas para tanto enfermam de vícios, contradições, até de alguma impossibilidade de serem executadas. Porquê? Porque são tecidas por quem não está bem familiarizado com o que acontece no plano da realidade objectiva. O que, aliás, é o habitual no nosso país em todos os planos das relações entre quem manda e quem obedece, muito especialmente nas relações com o poder estatal. As pessoas, de um modo bem geral, poderão até estar animadas de bons propósitos. Mas falta-lhes uma capacidade que é chave: não sabem colocar-se no lugar dos outros e frequentemente ignoram os meandros da real actuação daqueles a quem se destina.
Tanto de uma como de outra parte.
Neste caso, é obvio que o governo já foi até onde poderia ir. E compreende-se que, agora, não possa mais atender às solicitações dos sindicatos e da sua clientela mais activa. A dita avaliação terá erros, poderia ser melhor certamente. O governo até já admitiu uma sua alteração para o próximo anos lectivo. Mas os sindicatos e os demais empenhados representantes dos professores parece quererem mais do que esticar acorda: querem rompê-la. Sem ceder alguma coisa, sem querer admitir que aquilo que pretendem -uma avaliação "perfeita"- não existe.
E por isso, os professores estão prestes a ficarem isolados e em situação de grande fragilidade na opinião pública. Prefigura-se um final nada pacífico para esta "guerra" um tanto gratuita.
Nuno Costa.
Re: Eles nem se importariam que esta avaliação Ver comentário
Confortado pelas sondagens,Socrates ataca
Confortado pelas sondagens, Socrates Pinto de Sousa passou ao ataque...

Convencido de que jà conquistou de novo a maioria absoluta perdeu os pruridos que ainda tinha e deu o dito pelo nao dito. O diàlogo com os representantes dos professores voltou à primitiva forma... do quero posso e mando do PM.

Este episodio serve no entanto aos eleitores para reflectirem sobre o que poderà ser uma nova maioria absoluta de Sócrates. Cada um que tire as conclusoes que achar por bem...

Quanto à continuaçao das conversas entre as duas partes, parece cada vez mais claro que nao vai passar de pura perda de tempo. Cabe apenas perguntar a qual das partes esta encenaçao poderà interessar...
Re: Confortado pelas sondagens,Socrates ataca Ver comentário
Re: Confortado pelas sondagens,Socrates afunda-se Ver comentário
Re: Confortado pelas sondagens,Socrates afunda-se Ver comentário
Re: Confortado pelas sondagens,Socrates afunda-se Ver comentário
Desacoro
O desacordo entre o Ministério e os representantes dos professores, não deve ter surpreendido ninguém! Nenhuma das partes quere ceder um milímetro!
E o mais grave é que a situação tende a "POLITIZAR-SE"
COMO É QUE ESTA "TELENOVELA" VAI ACABAR? RESPONDA QUEM SOUBER !
Re: Desacoro Ver comentário
NÃO HÁ PACIÊNCIA
Negociar implica estudar os dossiers e apresentar propostas relacionadas com os temas em cima da mesa. Propostas viradas para o futuro. Com a avaliação do desempenho dos professores não se tem assistido a negociações por parte da Plataforma sindical.
Não só não apresentam propostas credíveis, já lá vai o tempo da auto-avaliação, como aproveitam para questionar legislação aprovada vai para dois anos, como as carreiras de professor e de professor titular e o novo regime de gestão das escolas que cria a figura de director.
Não tenho dúvidas de que a gestão da escola não podia continuar a ser entregue a um conjunto de professores, eleitos, que vão “gerindo”, na maioria dos casos, com boa vontade e à custa de muitos erros. Um bom professor, não é condição necessária e suficiente para se ser um bom gestor.
É indispensável profissionalizar a gestão da escola, abrir concurso para escolher o director, professor com formação na área da gestão escolar que tenha um plano de acção para os quatros anos do seu mandato e que aproveite os muitos recursos que actualmente existem nas escolas. Recursos humanos, com a regulamentação da componente não lectiva dos horários dos professores, e recursos materiais nomeadamente informáticos.
Re: NÃO HÁ PACIÊNCIA Ver comentário
Semear ventos e colher tempestades
Bem diz o Medina Carreira que esta governação está a conduzir o país para um clima de descontentamento generalizado, com a clivagem da sociedade em diferentes facções, extremando-se posições, virando uns contra os outros, até que um dia, qundo a pobreza se tornar insuportavel, qualquer faísca acenderá o rastilho do barril que o governo tem paulatinamente vindo a encher com polvora. A violência e intolerância dos comentários dos que aqui defendem este governo, e a forma como a ministra conseguiu por todos contra todos (tutela, pais, professores e alunos), são disso um bom (mau) exemplo.
Re: AVALIE MEDINA CARREIRA Ver comentário
Re: Está muito enganado, eu não defendo Ver comentário
Quando forem as eleições Ver comentário
Re: Isso seria o que também fariam... Ver comentário
Vergonha Nacional
Esta telenovela em que o artista principal é o Sr. Mário Nogueira, que provavelmente estará no topo da carreira, sem dar aulas há 23 anos, não vai ter fim tão depressa é preciso fazer render o peixe, estamos a assistir a uma luta politica, desesperada para que continue tudo na mesma,e para denegrir a imagem do governo, mas pelas sondagens quanto mais tempo esta luta durar mais o partido do governo subirá nas intenções de voto pois o povo gosta dos governos que tenham coragem de tomar medidas, não se consegue perceber como uma classe que devia ser um exemplo para todos, pois são eles, os professores, os responsáveis pela educação dos nossos jovens, a que é que nós estamos a assistir a uma verdadeira vergonha nacional, com professores a manifestarem-se nas ruas com palavras de ordem que não dignificam ninguém muito menos os senhores educadores, como é que querem que os alunos os respeitem, tenham vergonha, falem e negoceiem com dignidade,não se deixem manipular, porque aí provavelmente o povo vai entender-vos.
Malagueta-Amadora
Re: Ministra e sindicatos sem acordo
GREVE DIA 19 ? !!!

"Eu" como PROFESSOR EXEMPLAR, acho que a GREVE dever ser num dos dias:

    19 ou 22 ou 23 ou 24 ou 26 ou 29 ou 30 ou 31 Dez.
      ou 2 Janeiro.

É que nós ao contrario do que dizem as mas línguas, só temos um mês de ferias por ano. No Natal e ano Novo só não trabalhamos nos dias feriados.

AMEN

Re:Isto é para rir... Ver comentário
Re: Ministra e sindicatos sem acordo Ver comentário
Re: Ministra e sindicatos sem acordo Ver comentário
Re: Eu incentivaria os professores a fazer Ver comentário
JOAO DIAS DA SILVA
ANTEVER COMENTÁRIO
Título: JOAO DIAS DA SILVA
ACONSELHO O JOAO DIAS DA SILVA A SAIR DA PLATAFORMA SINDICAL LIDERADA PELO COMUNA MARIO NOGUEIRA.

DIAS DA SILVA É UM SINDICALISTA MODERADO DO PSD E TEM MAIOR CAPACIDADE DE DIALOGO COM O ME.

RECORDA-SE AQUI A FLEXIBILIDADE DA SUA ANTECESSORA MANUELA TEIXEIRA.

A CORDA NAO PODE ESTICAR MAIS OU A PLATAFORMA SERA RESPONSAVEL PELA ESCALADA DA CONFUSAO QUE PODE DEGENERAR NUMA ATENAS ACTUAL.

NAO QUERO DIZER QUE A A&BRILADA NAO MEREÇA O CAOS,POIS O REGIME É RESPONSAVEL PELA DELAPIDAÇAO DO ESFORÇO NACIONAL.

MAS,NESTE PRECISO MOMENTO,É PRECISO ABRIR UMA BRECHA NA FORTALEZA DO COMUNA MARIO NOGUEIRA.

JOAO DIAS DA SILVA,LEMBRA-TE DO DISCURSO DO SINDICALISTA DOS AÇORES NO ULTIMO CONGRESSO DA FNE.

NAO TE DEIXES ENREDAR NA TEIA DO COMUNA.

VAI NEGOCIAR OS ITENS DE APLICAÇAO DO MODELO,DE FORMA A SIMPLIFICA-LO O MAIS POSSIVEL.

O MODELO DO COMUNA É QUASE IGUAL AO ANTERIOR,O QUAL PERMITIA QUE OS MAUS PROFESSORES CHEGASSEM ONDE TU PODES CHEGAR SEM QUALQUER TRABALHO.

JOAO,CHEGOU O MOMENTO PARA ENCONTRAR UMA SAIDA!!!!

NAO PERMITAS QUE A OPINIAO PUBLICA AGRIDA OS PROFESSORES.A POPULAÇA QUER QUE OS PROFS.SEJAM SEUS CRIADOS E QUE A ESCOLA SEJA O "PARKING" DOS FILHOS PARA QUE OS PAIS ESTEJAM DISPONIVEIS PARA AS PASSEATAS.

NEGOCIAÇAO,JOAO!!!!!!

PS:CENSOR DO EXPRESSO: TIRA DE NOVO O COMENTARIO!!!!
TEM JUIZO!!!!!
tanta cegueira Ver comentário
Re: Assinar não custa e não leva a nada Ver comentário
Re: Assinar não custa e não leva a nada Ver comentário
Re: Seja honesto, eu estou por dentro... Ver comentário
Re: tanta cegueira Ver comentário
Re: tanta cegueira Ver comentário
E digo mais Ver comentário
QUAL A SAIDA? Ver comentário
Re: Oh Sr. Professor Ver comentário
Com abstenção de 60% na sondagem Ver comentário
Ó SENHOR INGÉNUO!!!! Ver comentário
Re: Ó SENHOR INGÉNUO!!!! Ver comentário
Re: Ó SENHORA ESPERTINHA!!!! Ver comentário
À Sra Guerrilheira Ver comentário
Haja revolução!
Já disse 36741367854136541736 de vezes que os ministros de Portugal enlouqueceram, mas tanto como esta, ninguém consegue manter tanto tempo uma louca cegueira de inconsequência relativa a um assunto de fácil resolução. Os acólitos, vulgo sindicalistas, mantêm uma louca perseguição aos destacamentos, que nem sequer sabem porque vão a estas reuniões. Quando é que o Sr Cavaco Silva demite esta associação de comissários do ps e desencadeia um processo de constituição de governo com base em militares de canhões e armas de canos cerrados para combater esta cambada de incompetentes.
??O MEDIOCRE SERVE, O BOM FICA NO DESEMPREGO???
PARTE I
Direitos e deveres fundamentais
TÍTULO I
Princípios gerais
Artigo 12.º
(Princípio da universalidade)

1. Todos os cidadãos gozam dos direitos e estão sujeitos aos deveres consignados na Constituição.

2. As pessoas colectivas gozam dos direitos e estão sujeitas aos deveres compatíveis com a sua natureza.

Artigo 13.º
(Princípio da igualdade)

1. Todos os cidadãos têm a mesma dignidade social e são iguais perante a lei.

2. Ninguém pode ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual.

Artigo 16.º
(Âmbito e sentido dos direitos fundamentais)

1. Os direitos fundamentais consagrados na Constituição não excluem quaisquer outros constantes das leis e das regras aplicáveis de direito internacional.

2. Os preceitos constitucionais e legais relativos aos direitos fundamentais devem ser interpretados e integrados de harmonia com a Declaração Universal dos Direitos do Homem.

Artigo 17.º
(Regime dos direitos, liberdades e garantias)

O regime dos direitos, liberdades e garantias aplica-se aos enunciados no título II e aos direitos fundamentais de natureza análoga.

Artigo 18.º
(Força jurídica)

1. Os preceitos constitucionais respeitantes aos direitos, liberdades e garantias são directamente aplicáveis e vinculam as entidades públicas e privadas.

2. A lei só pode restringir os direitos, liberdades e garantias nos casos expressamente previstos na Constituição, devendo as restrições limitar-se ao necessário para salvaguardar outros direitos ou interesses constitucionalmente protegidos.

3. As leis restritivas de direitos, liberdades e garantias têm de revestir carácter geral e abstracto e não podem ter efeito retroactivo nem diminuir a extensão e o alcance do conteúdo essencial dos preceitos constitucionais.

Artigo 19.º
(Suspensão do exercício de direitos)

1. Os órgãos de soberania não podem, conjunta ou separadamente, suspender o exercício dos direitos, liberdades e garantias, salvo em caso de estado de sítio ou de estado de emergência, declarados na forma prevista na Constituição.

2. O estado de sítio ou o estado de emergência só podem ser declarados, no todo ou em parte do território nacional, nos casos de agressão efectiva ou iminente por forças estrangeiras, de grave ameaça ou perturbação da ordem constitucional democrática ou de calamidade pública.

3. O estado de emergência é declarado quando os pressupostos referidos no número anterior se revistam de menor gravidade e apenas pode determinar a suspensão de alguns dos direitos, liberdades e garantias susceptíveis de serem suspensos.

4. A opção pelo estado de sítio ou pelo estado de emergência, bem como as respectivas declaração e execução, devem respeitar o princípio da proporcionalidade e limitar-se, nomeadamente quanto às suas extensão e duração e aos meios utilizados, ao estritamente necessário ao pronto restabelecimento da normalidade constitucional.

5. A declaração do estado de sítio ou do estado de emergência é adequadamente fundamentada e contém a especificação dos direitos, liberdades e garantias cujo exercício fica suspenso, não podendo o estado declarado ter duração superior a quinze dias, ou à duração fixada por lei quando em consequência de declaração de guerra, sem prejuízo de eventuais renovações, com salvaguarda dos mesmos limites.

6. A declaração do estado de sítio ou do estado de emergência em nenhum caso pode afectar os direitos à vida, à integridade pessoal, à identidade pessoal, à capacidade civil e à cidadania, a não retroactividade da lei criminal, o direito de defesa dos arguidos e a liberdade de consciência e de religião.

7. A declaração do estado de sítio ou do estado de emergência só pode alterar a normalidade constitucional nos termos previstos na Constituição e na lei, não podendo nomeadamente afectar a aplicação das regras constitucionais relativas à competência e ao funcionamento dos órgãos de soberania e de governo próprio das regiões autónomas ou os direitos e imunidades dos respectivos titulares.

8. A declaração do estado de sítio ou do estado de emergência confere às autoridades competência para tomarem as providências necessárias e adequadas ao pronto restabelecimento da normalidade constitucional.

Artigo 22.º
(Responsabilidade das entidades públicas)

O Estado e as demais entidades públicas são civilmente responsáveis, em forma solidária com os titulares dos seus órgãos, funcionários ou agentes, por acções ou omissões praticadas no exercício das suas funções e por causa desse exercício, de que resulte violação dos direitos, liberdades e garantias ou prejuízo para outrem.

DESCUPEM, MAS NA MINHA OPINIÃO OS PROFESSORES TENHEM RAZÃO, 1º NOS RESPONSAVEIS DE EDUCAÇÃO DOS NOSSOS EDUCANDOS OU FILHOS, ESTAMOS A FALHAR COM AS NOSSAS OBRIGAÇÕES , 2º QUANDO OS NOSSOS EDUCANDOS NÃO TENHEM AULAS COM OS RESPETIVOS PROFESSORES, ( FALTAM , ARTº OU MAIS ARTº ESTÃO EM FORMAÇÃO ETC.) NÃO VAMOS A ESCOLA SABER SE A MATERIA SUMARIADA DO PROGAMA FOI "DADA" OU NÃO.3ºQUANDO UM PROFESSOR DIZ A UM ALUNO QUE NÃO LHE PODE TIRAR UMA SIMPLES DUVIDA DA MATERIA DADA PORQUE SENÃO NÃO COMPRE COM PROGAMA , NÃO VAMOS A ESCOLA PERGUNTAR NADA.4º QUANDO VIMOS NA TELEVISÃO UMA PROFESSORA ATIRAR UM TELEMOVEL A UMA ALUNA, ( ONDE ESTA A FORMAÇÃO PEDAGOGICA , RESPONSAVEL E EDUCATIVA DA PROFESSORA) NÃO VAMOS A ESCOLA. 5ºNOS OS RESPONSAVEIS DE EDUCAÇÃO É QUE NÃO TEMOS AVALIAÇÕES, NÃO VAMOS A ESCOLA PERGUNTAR NADA.6º QUANTOS PROFESSORES ESTÃO NO TOPO DA CARREIRA QUE SÃO MEDIOCRES E QUANTOS BONS PROFESSORES ESTÃO NO DESEMPREGO..NÃO VAMOS A ESCOLA .7ºSER FUNCIONARIO PUBLICO É SER PORTUGUES DE PRIMEIRA OS OUTROS SÃO PORTUGUESES QUE PAGAM OS SEUS IMPOSTOS E NÃO TENHEM DIREITOS ADQUIRIDOS, OS DESEMPREGADOS NÃO FAZEM GREVE ETC ETC ETC. VIVA A MEDIOCRIDADE

 
Errata Ver comentário
Re: Errata Ver comentário
Re: Errata Ver comentário
PUB
PUB
Expresso nas Redes
Pub