24 de julho de 2014
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O lado de que sopra o vento

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Os meus primeiros dias de praia entraram como nos sonhos de Inverno: um céu azul, um mar de ondas suaves, o ar quieto de vento. Como se o lado de que sopra o vento, o barlavento, se tivesse esquecido do seu nome e tivesse sustido o ímpeto do vento norte por alturas da Serra do Espinhaço de Cão.

 

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Uma política externa que nos envergonha

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Provavelmente não haverá país algum no mundo cuja política externa seja determinada exclusivamente por louváveis princípios ético-políticos. Mas há diferenças: há uma diferença abissal entre a política externa de países como a Suécia ou a Noruega ou a de um país como a França, onde noções como a ética, a justiça e a verdade são substituídas por um oportunismo e uma falta de princípios de toda a ordem, que são a imagem de marca da diplomacia francesa no mundo.

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Em nome de Alá, o misericordioso

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No final do jogo Argélia-Rússia, que, pela primeira vez na história dos Mundiais de futebol classificou a Argélia para os oitavos de final, um jogador argelino, nascido e treinado para o futebol em França, declarou, erguendo o punho e frente a uma audiência planetária, que a vitória era "para todos os argelinos, para todos os árabes e para todos os muçulmanos".

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Uma leve brisa de ar fresco

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Só o simples facto de termos ouvido alguém a pensar política para lá do espesso nevoeiro destes longos dias foi um sopro de brisa fresca.

 

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A estação dos consensos

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Chegou a altura de António Costa começar a falar para os portugueses e não apenas para dentro do PS.

 

 

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A "imotivação"

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É absurdo dizer-se que o Tribunal Constitucional não faz política: não faz ele outra coisa nem é suposto fazê-lo. Aqui, como em qualquer outro país, a função de um Tribunal Constitucional é interpretar e defender a Constituição e isso passa, obrigatoriamente, pelo julgamento político que o tribunal faz das leis - o que depende, naturalmente, das opiniões políticas de cada um dos seus membros. Conforme o momento histórico e a composição do tribunal, uma mesma lei pode ser declarada constitucional ou não. Daí que seja tão importante para um governo ter uma composição política no tribunal que corresponda à sua própria.

 

 


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Sair do pântano

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Não defendo a introdução do voto obrigatório ou a aplicação de sanções aos abstencionistas. Defendo uma coisa mais simples e, a meu ver, mais pedagógica: quem não vota, perde o direito de voto.

 


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A Europa ainda vale uma missa?

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Terça-feira passada, por volta das onze da noite, a poucos metros da Praça da Bastilha, em Paris, de cada um dos lados da rua que conduz à praça, duas famílias paquistanesas deitam-se para dormir no passeio: de um lado, uma mãe e três filhos pequenos; do outro, uma mãe  e dois filhos, um dos quais ainda de berço - provavelmente já nascido em Paris, cidadão francês, com direito a passaporte europeu. Os maridos andarão ainda a vender flores pelos restaurantes à volta da Praça da Bastilha, o símbolo da revolução - liberdade, igualdade, fraternidade. 

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Toccata e fuga

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