31 de janeiro de 2015
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Se nós não somos a Grécia é porque somos parvos

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Não, isto não é uma história de criancinhas, como quer esperançosamente pensar Passos Coelho. Isto é política a sério, política dura, feita de escolhas difíceis, de opções que vão marcar os tempos.

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Tanto tempo perdido!

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A decisão do BCE é uma boa notícia, caída do céu para um Governo que não fez nada para a merecer.

 

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Lusitana expiação

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1 Parece, consta, prevê-se (mas nunca fiando até ao último suspiro), que Alberto João Jardim se vai mesmo embora do governo regional da Madeira, tendo consumado um recorde para a história da governação em Portugal: 37 anos consecutivos de poder, mais um do que Oliveira Salazar. Ninguém sabe o que haverá para lá desse Cabo da Boa Esperança, se os milhares de devotos madeirenses a quem Jardim nunca falhou não sufocarão com tamanha liberdade a que não estão habituados, se um terrível sentimento de orfandade não varrerá toda a ilha, paralisando-a na única forma de vida que conhece. 

 

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A religião do mal?

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Os terroristas, que em nome do profeta, degolaram o "Charlie Hebdo", são argelinos nascidos em França, cidadãos franceses de acolhimento. E, quer se trate de "lobos solitários" do terrorismo islâmico, quer de membros da Al-Qaeda do Magrebe ou outra organização fundamentalista, o facto de serem argelinos de origem faz do seu acto uma espécie de epílogo de uma crónica longamente anunciada. A crónica dos sucessivos e trágicos erros cometidos pela colonização europeia no Magrebe e no Médio Oriente e da posterior e demencial vingança dos colonizados e abusados.

 

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Salve-se o lince

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Em matéria de política do ambiente, tudo se resume a duas coisas: cobrar mais impostos à conta da "fiscalidade verde" e gastar milhões a brincar aos linces de peluche.

 

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A prisão e o poder

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1 No domingo, passei à porta da prisão de Évora onde José Sócrates cumpre "a pena preventiva" de prisão preventiva. Já a noite se instalara, as câmaras e repórteres de televisão ali acampados tinham-se retirado e apenas escuridão vinha lá de dentro. Nunca estive preso e custa-me imaginar o que possa ser tal violência, muito embora já tenha visitado vários presos, a começar pelo meu pai, no Forte de PIDE, em Caxias, onde às vezes cumpria uma espécie de penas preventivas pelo crime de querer viver em liberdade. Anos vividos em estado de excepção de direitos e garantias individuais e anos de prática de advocacia criminal não me permitiram ficar imune à violência que estar preso representa sempre, sobretudo se preventivamente. Não quer dizer que me oponha à prisão preventiva ou que não entenda a sua necessidade e fundamento em determinadas situações, apenas que não abdico da exigência de que ela seja absolutamente excepcional e fundamentada. Na minha maneira de ver, a prisão preventiva serve, nomeadamente, para que um marido que já agrediu a mulher e prometeu matá-la, não fique em liberdade para cumprir a promessa, como várias vezes vimos suceder. Mas não pode servir, por exemplo, para facilitar a investigação ou pressionar os presos preventivos a confessarem o que se pretende, desse modo dispensando a investigação de mais trabalhos e canseiras.

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Não há uma só razão para entregar a TAP

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Há quase vinte anos que os sucessivos governos tudo têm feito, por acção ou inacção, para conduzir a TAP a uma situação de ruptura. Para depois concluírem que só resta vender.

 

 

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A aldeia da roupa suja

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Ao contrário do que lhe convém e deseja o primeiro-ministro, as duas histórias têm de ser contadas nesta comissão de inquérito: a do descalabro do grupo Espírito Santo e a da gestão desse descalabro feita pelo supervisor e pelo Governo.

 

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Quem nos governará?

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O episódio em que António Costa homenageou postumamente as mulheres assassinadas por razões passionais em 2014 foi uma espécie de imagem de marca deste Congresso do PS: um gesto bonito e de efeito mediático, mas absolutamente inútil. Nem a homenagem serve, em termos práticos, para ajudar a resolver o problema da violência passional nem nos diz rigorosamente nada sobre o que pensa António Costa fazer, se os portugueses lhe entregaram o poder daqui a menos de um ano.

 

 

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O linchamento de José Sócrates

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Nós, os que ainda não votámos nas redes sociais, precisamos de saber se, no final de um processo justo, José Sócrates é culpado ou inocente.

 

 

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