27 de março de 2015
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A caminho da sociedade policial

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O verdadeiro escândalo é que 140 funcionários das Finanças, sem relação funcional alguma com os contribuintes em causa, tenham andado a consultar os seus processos.

 

 

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A Suécia, ali tão longe!

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"Política externa", sr. Presidente? Política externa tem a Suécia. Nós só temos humilhações.

 

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O deserto

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Quem terá a coragem de dizer toda a verdade aos portugueses e prometer governar de acordo com essa verdade? Quem, quem reclama o nosso voto em branco e porquê?

 

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O estado do Estado de direito

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As coisas estão a ficar perigosas. Eu não votarei em quem não prometa pôr fim a esta paródia do Estado de direito.

 

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Os despojos do dia

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Não são o ministro Marques Guedes, ou Passos Coelho, ou Cavaco Silva, que conseguirão, com a profundeza do seu pensamento visionário, deter o curso da história. Talvez devessem perguntar a Paulo Portas porquê: ele sabe.

 

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Grécia e Ucrânia: Europa

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Nem Passos, nem Portas, nem Cavaco Silva podem admitir que a Grécia obtenha o que quer que seja.

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Ó António, diga qualquer coisa, porra!

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Numa longa entrevista de três páginas ao "Público", anteontem, António Costa diz coisas muito acertadas, faz diagnósticos muito correctos sobre o país e a Europa, mas, se me perguntarem hoje o que disse ele de novo ou de importante (considerando que até aqui não tinha dito rigorosamente nada), confesso que não me consigo lembrar de coisa alguma, só generalidades inócuas. Perguntado como vem acompanhando a situação na Grécia, responde com o Governo português. 

 

 

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Se nós não somos a Grécia é porque somos parvos

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Não, isto não é uma história de criancinhas, como quer esperançosamente pensar Passos Coelho. Isto é política a sério, política dura, feita de escolhas difíceis, de opções que vão marcar os tempos.

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Tanto tempo perdido!

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A decisão do BCE é uma boa notícia, caída do céu para um Governo que não fez nada para a merecer.

 

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Lusitana expiação

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1 Parece, consta, prevê-se (mas nunca fiando até ao último suspiro), que Alberto João Jardim se vai mesmo embora do governo regional da Madeira, tendo consumado um recorde para a história da governação em Portugal: 37 anos consecutivos de poder, mais um do que Oliveira Salazar. Ninguém sabe o que haverá para lá desse Cabo da Boa Esperança, se os milhares de devotos madeirenses a quem Jardim nunca falhou não sufocarão com tamanha liberdade a que não estão habituados, se um terrível sentimento de orfandade não varrerá toda a ilha, paralisando-a na única forma de vida que conhece. 

 

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