18 de maio de 2013 às 17:29
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Merkel:"Acordo sobre medidas de curto prazo não dispensa contrapartidas"

A chanceler alemã afirmou que o acordo sobre medidas a curto prazo não deixa de exigir contrapartidas.   
Angela Merkel à conversa com Mario Monti Reuters/Francois Lenoir Angela Merkel à conversa com Mario Monti

Angela Merkel disse hoje, em Bruxelas, que o acordo alcançado esta madrugada pelos líderes da zona euro sobre medidas a curto prazo para ajudar economias em crise não é isento de contrapartidas.

"Penso que conseguimos algo de importante, mas mantivemo-nos fiéis à nossa filosofia: não há ajudas sem contrapartidas", disse Merkel, à entrada do segundo e último dia da cimeira europeia, sem especificar quais.

"Continuamos inteiramente no esquema anterior: prestação, contrapartida, condicionalidade e controlo", sublinhou.

Por seu lado, o presidente francês, François Hollande, disse-se satisfeito com os "bons efeitos" das medidas decididas de madrugada.

Os líderes dos 17 chegaram, numa reunião que se prolongou pela madrugada de hoje, a acordo sobre medidas de curto prazo que Madrid e Roma reclamavam para desbloquear outro dos pontos principais da agenda, um plano de medidas para o crescimento de 120 mil milhões de euros.

A possibilidade de recapitalização da banca e de intervenções dos fundos de resgate para compra de dívida nos mercados foram os compromissos a que os líderes do euro chegaram, e que Espanha e Itália em particular esperam que tranquilizem finalmente os mercados financeiros, baixando as elevadas taxas de juro a que têm sido expostas.

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Re: Merkel:"Acordo sobre medidas de curto prazo nã
A negociante
Esta senhora ainda não entendeu, que não está na feira lá da terra a negociar em burros, cavalos ou ovelhas.
Esta das contrapartidas, para os que não tinham ainda entendido a natureza especulativa da direita alemã de Merkel é penso eu esclarecedora.
Re: A negociante com eles no sítio Ver comentário
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Quem dá o pão dá o pau
Os mercados são o povo que também não tem rosto porque o voto é secreto, ou também queriam que o povo fosse eleito por braço no ar pelos bloquistas e outros esquerdistas? O mercado sabe bem o que quer e o que compra. Os países mais atacados pela especulação dos mercados e que estão com crises financeiras são também os que têm enormes dívidas mal parada e grande bolha imobiliárias e muito mas muito despesismo estatal o que no conjunto faz muito lixo tóxico! O mercado é mundial e ninguém pode forçar ninguém a comprar barato o lixo tóxico dos países europeus! Contra isso não há volta a dar e todos os raciocínios esquerdistas são loucos, fugas suicidárias para a frente!
Claro que a Europa pode e deve tentar resolver o problema dos países mais atacados pelas pela especulação dos mercados o que só pode ocorrer evitando o recurso ao mercado externo, ou seja auto financiando-se o que implica que os países ricos abram os cordões à bolsa protegendo os países em dificuldades. Mas que não se iludam os esquerdistas porque isso não se vai fazer sem um preço muito elevado. Obviamente que quem paga manda! A Europa do norte acaba por reforçar o seu poder sobre a Europa do sul que vai ter que se submeter aos seus ditames orçamentais. Merkel:"Acordo sobre medidas de curto prazo não dispensa contrapartidas. (…) Continuamos inteiramente no esquema anterior: prestação, contrapartida, condicionalidade e controlo", sublinhou.
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Rico é o povo que muitos ricos tem!
O povo então está rico? Algum está...outro não?
O senhor deve ter chumbado a português e confunde povo com pobres ou a sua cultura parou na idade média onde havia a nobreza rica o clero remediado e o pobre povo (• a classe inferior da sociedade; • plebe) mas com os modernos regimes democráticos (poder do povo) povo somos todos nós (ricos e pobres enquanto população de um país).
Os mercados são o povo? Se não são o povo são o quê? Marcianos? Claro que só vai ao mercado quem tem dinheiro e uns são mais ricos (grandes accionistas e investidores institucionais) e outros mais pobres (pequenos accionistas, pequenos bancos de pequenos países.
Já alguma vez foi ao mercado ou à lota do peixe? Pois…só vai a feiras alentejanas de animais! Mas os mercados de capitais funcionam do mesmo modo: quem tem unhas toca guitarra e quem não sabe regatear, perde! O resto e paleio troteskysta, terrorista e de pirata da perna de pau!
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Omnis comparatio odiosa Ver comentário
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