26/05/2012 atualizado às 1:56
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Merkel tenta minimizar polémica sobre vigilância à Grécia

A propósito da proposta alemã de colocar o orçamento da Grécia sob controlo de uma autoridade comunitária, Angela Merkel esclarece que pretende apenas criar espaço para um debate.

17:05 Segunda feira, 30 de janeiro de 2012

A chanceler alemã, Angela Merkel, tentou hoje minimizar a controvérsia em torno da proposta alemã de colocar a Grécia sob uma vigilância orçamental comunitária, afirmando que a prioridade é ajudar Atenas a cumprir as promessas e as reformas.

"Creio que estamos a debater um aspeto que devemos discutir", afirmou Merkel, citada pela agência EFE, à entrada da cimeira informal de líderes da União Europeia (UE), hoje a decorrer em Bruxelas, esclarecendo que a proposta alemã pretende responder à questão: "o que pode fazer a Europa para que a Grécia cumpra as medidas acordadas?".

"Isso só poderá acontecer se a Grécia e os restantes Estados-membros abordarem" a questão durante as conversações, realçou a líder alemã.

Angela Merkel sublinhou que não quer gerar qualquer tipo de controvérsia, apenas criar espaço para um debate que possa gerar resultados positivos para os gregos.

Reações de protesto do Governo grego 


O jornal "Financial Times" noticiou no sábado que a Alemanha propôs que Atenas permita a uma autoridade orçamental vigiar o orçamento, incluindo as decisões sobre impostos e despesa pública.

A eventual nomeação de um comissário europeu para fiscalizar as contas gregas provocou duras reações de protesto do governo de Atenas.

"Quem põe um povo perante um dilema entre a ajuda financeira e a dignidade nacional, ignora as lições históricas fundamentais", advertiu o ministro das Finanças grego, Evangelos Venizelos.

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moncarapacho (seguir utilizador), 2 pontos , 17:31 | Segunda feira, 30 de janeiro
A primeira citação "estamos a debater um aspecto que devemos discutir" resume bem a qualidade da massa cinzenta que anda naquelas cabeças.
Depois da posição de patroa, tenta dourar a pílula. As reacções foram negativas e não lhe intressa ficar isolada.

Tudo tem funcionado com táctitas duvidosas, não ha uma estratégia de médio/longo prazo, ninguém sabe o quer da Europa Unida, cada político cuida da sua quintinha e o panorama não é mais negro porque as reservas alimentares e a produção agricola assseguram (se bem distribuídas) a sobrevivência .
Mas em qualidae de projecto político, na organização de uma estrutura administrativa que possa ordenar o espaço europeu, a pobreza e a ausência é gritante.

Nem parlamento,nem comissão,nem lideres nacionais,ninguém aparece com uma ideia de como pegar os toiro pelos cornos.A receita de cortes nos rendimentos, baixa de consumo,diminuição da procura, biaxa na produção,aumento de desemprego...e por aí fora só leva ao desastre.

E que tal visitar o "new deal" do Roosevelt, será que a receita pode funcionar duas vezes ???
 
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