26/05/2012 atualizado às 1:56

Medicamentos: Missões humanitárias deviam incluir farmacêuticos para evitar falhas na distribuição - Universidade de Coimbra

15:57 Quinta feira, 3 de março de 2011

Coimbra, 03 mar (Lusa) - O transporte, acondicionamento e distribuição de medicamentos em cenário de catástrofe regista falhas que seriam evitáveis se as missões humanitárias incluíssem farmacêuticos, defende Ana Maria Pinto, que hoje propõe a criação de uma organização com esse fim.

A proposta - criação de uma organização não governamental de farmácia numa perspetiva de voluntariado - é hoje apresentada pela farmacêutica durante um colóquio na Universidade de Coimbra, disse à Lusa o subdiretor da Faculdade de Farmácia, Fernando Ramos.

Fernando Ramos afirmou que Ana Maria Pinto "encontrou" uma nova perspetiva para o setor, que define como "farmacêutico humanitário", devido ao papel que este pode ter em casos de catástrofe, em que o medicamento é um bem essencial.

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