Coimbra, 03 mar (Lusa) - O transporte, acondicionamento e distribuição de medicamentos em cenário de catástrofe regista falhas que seriam evitáveis se as missões humanitárias incluíssem farmacêuticos, defende Ana Maria Pinto, que hoje propõe a criação de uma organização com esse fim.
A proposta - criação de uma organização não governamental de farmácia numa perspetiva de voluntariado - é hoje apresentada pela farmacêutica durante um colóquio na Universidade de Coimbra, disse à Lusa o subdiretor da Faculdade de Farmácia, Fernando Ramos.
Fernando Ramos afirmou que Ana Maria Pinto "encontrou" uma nova perspetiva para o setor, que define como "farmacêutico humanitário", devido ao papel que este pode ter em casos de catástrofe, em que o medicamento é um bem essencial.