Anterior
Sucesso de público em Sanya, China
Seguinte
Os melhores momentos da regata costeira em Sanya
Página Inicial   >  Blogues  >  Blogues Desporto  >  Nysse Arruda Sailing  >   Mau tempo obriga a divisão da 4ª etapa da Volvo Ocean Race

Mau tempo obriga a divisão da 4ª etapa da Volvo Ocean Race

|
Frota aguardará 24 horas no porto de Sanya até poder seguir para a Nova Zelândia, devido ao mau tempo no mar do sul da China
Frota aguardará 24 horas no porto de Sanya até poder seguir para a Nova Zelândia, devido ao mau tempo no mar do sul da China / Paul Todd/Volvo Ocean Race

Os organizadores da regata a volta do mundo anunciaram hoje que a 4ª etapa da rota de circum-navegação - de Sanya, China, para Auckland, Nova Zelândia - será dividida em duas partes devido ao mau tempo previsto nos primeiros dias de navegação, com ventos de 40 a 50 nós e mar alteroso, com vagas de mais de 8 metros de altura. A etapa será iniciada amanhã às 14:00 h. em Sanya (06:00 CET), mas a frota só cumprirá um percurso costeiro e depois ficará retida durante 24 horas na baía de Haitang. Na Segunda-feira pela madrugada, os seis veleiros reiniciam a rota de 5220 milhas até Auckland, Nova Zelândia.

Como medida de prevenção frente às alarmantes previsões meteorológicas no mar do sul da China, os organizadores comunicaram às tripulações que a rota da 4ª etapa será dividida em duas partes, com um percurso costeiro na baía de Sanya até o farol que marca a entrada na marina chinesa. O diretor de regata Jack Lloyd informou as equipas que a decisão se deve a medidas de segurança para a frota pois a situação climática indica a presença de fortes ventos de monção e uma depressão atmosférica profunda na região do mar do sul da China. A frota deverá aguardar por 24 horas no porto chinês até que o diretor de regata considere segura as condições de navegação no mar do sul da China e no mar das Filipinas.

A precaução dos organizadores da regata tem razão de ser, pois a frota iniciou a primeira etapa da rota, ainda em Alicante, Espanha, sob uma terrível tempestade no Mediterrâneo em Novembro passado, o que provocou sérios danos em dois veleiros em menos de 24 horas de viagem - o barco Azzam-Abu Dhabi perdeu o mastro na primeira noite e o veleiro Team Sanya sofreu um rombo no casco.

"Vamos reiniciar a regata na Segunda-feira, pois acreditamos que a pior parte da tempestade irá dissipar-se nas próximas 12 ou 18 horas. Adiar o reinicio da etapa é uma decisão difícil, mas o risco de os barcos sofrerem avarias é muito grande , principalmente por causa do tamanho das ondas, com mais de 8 metros de altura.", disse o CEO do evento, Knut Frostad.

O líder da frota, Iker Martínez, do Team Telefónica, concordou com a decisão dizendo que é importante preservar a segurança dos barcos e tripulações frente a péssima previsão meteorológica nas próximas horas.

Com tantos acidentes já ocorridos entre a frota desde o início da regata em Novembro passado - além dos dois veleiros avariados na primeira noite de rota no Mediterrâneo, o barco americano PUMA partiu o mastro no Atlântico Sul e a equipa teve de buscar abrigo na remota ilha Tristão da Cunha, e o Team Sanya sofreu avarias no aparelho do mastro no oceano Índico, tendo de retirar-se da 2ª etapa da regata e perdendo a oportunidade de ser embarcado num navio armado que levou a frota em segurança através das áreas afetadas por pirataria no oceano Índico.

Leia também em "Nysse Arruda Sailing"




Opinião


Multimédia

Cheesecake com manjericão e doce de tomate

Especialista em pratos de confeção acessível, com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa, Tiger escolheu a gastronomia como forma de estar na vida. Veja, confecione, desfrute e impressione.

Voámos num F-16

Um piloto da Força Aérea voou com uma câmara GoPro do Expresso e temos imagens inéditas e exclusivas para lhe mostrar num trabalho multimédia.

Salada de salmão com sorvete de manga

Especialista em pratos de confeção acessível, com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa, Tiger escolheu a gastronomia como forma de estar na vida. Veja, confecione, desfrute e impressione.

Por faróis nunca dantes navegados

São a salvaguarda dos navegantes, a luz que tranquiliza o mar. Há 48 faróis em Portugal continental e nas ilhas. Este é um acontecimento único: todos os faróis e 1830 km de costa disponíveis num mesmo trabalho. Para entendê-los e vê-los, basta navegar neste artigo.

Parecem casulos onde gente hiberna à espera de ver terra

No Porto de Manaus não há barcos, mas autocarros bíblicos que caminham sobre água. Têm vários andares e estão cheios de camas de rede que parecem casulos onde homens, mulheres e crianças aguardam o destino. E há gente a vender o que houver e tiver de ser junto ao Porto. "Como há Copa, tem por aí muito gringo que vem ter com 'nóis'. E então fica mais fácil vender"

O adeus de Lobo Antunes às aulas de medicina

O neurocirurgião deu terça-feira a sua "Última Lição" no auditório do Instituto de Medicina Molecular da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, na véspera de deixar o seu trabalho no serviço nacional de saúde.

Jaguar volta a fabricar desportivo dos anos 60

Até ao verão será fabricado um número limitado de desportivos Jaguar E-Type Lightweight, seguindo todas as especificações originais, incluindo a continuação do número de série das unidades produzidas em 1963.

"Naquela altura estavam continuamente a acontecer primeiras coisas"

Mais do que uma manifestação, o 'primeiro' 1º de Maio é recordado como a grande festa da Revolução dos Cravos, quando o povo saiu às ruas em massa e a união das esquerdas era um sonho possível. "O 1º de Maio seria mais uma primeira coisa, porque naquela altura estavam continuamente a acontecer primeiras coisas." Foi há 40 anos.

Este trabalho não foi visado por qualquer comissão de censura

Aquilo que hoje é uma expressão anacrónica estava em relevo na primeira página do "República", a 25 de Abril de 1974: "Este jornal não foi visado por qualquer comissão de censura". Quarenta anos depois da Revolução, veja os jornais, ouça os sons e compreenda como decorreu o "dia inicial inteiro e limpo", como lhe chamou Sophia. O Expresso falou ainda com cinco gerações de 40 anos e percorreu a "geografia" das Ruas 25 de Abril de todo o país, falando com quem lá mora. Veja a reportagem multimédia.


Comentários 0 Comentar

Últimas

Ver mais

Edição Diária 17.Abr.2014

Leia no seu telemóvel, tablet e computador
PUBLICIDADE

Pub