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Maternidades com menos de 1500 partos por ano vão fechar

Ministro da Saúde admitiu o encerramento e a fusão das maternidades que registam menos de 1500 partos por ano.
O ministro da Saúde disse que há lugar para evitar cortes cegos" no SNS
O ministro da Saúde disse que há lugar para evitar cortes cegos" no SNS / Manuel de Almeida/Lusa
O Ministro da Saúde, Paulo Macedo,  disse que as maternidades que registam menos de 1500 partos por ano não devem estar a funcionar, admitindo o encerramento e a fusão destas unidades.

"As maternidades que tiverem menos de 1500 partos por ano, de acordo com os indicadores da organização Mundial de Saúde, não deveriam estar a funcionar", sublinhou Paulo Macedo.

O governante revela que "poderá haver aqueles [encerramentos] que se justificarem", acrescentando que "terá que se fazer o que for melhor e, mais uma vez, aquilo que os impostos dos portugueses possam suportar".

Paulo Macedo referiu que "agora toda a gente faz justiça ao ex-ministro [da Saúde] Correia de Campos", lembrando que a medida permite aumentar a qualidade do serviço prestado e diminuir a taxa de mortalidade infantil.

O ministro da Saúde falava à margem da inauguração da Central de Cogeração/Trigeração do Hospital de Santo André (HSA), em Leiria, que permite produzir simultaneamente energia elétrica e térmica, garantindo uma poupança de 1,5 milhões de euros nos próximos dez anos e economias de energia a rondar os 30%.

Evitar "cortes cegos"


Perante uma plateia de funcionários do HSA, o ministro disse que o estudo sobre a reforma hospitalar estará concluído até ao final do ano e alertou para o facto de "a maior parte do esforço de ajustamento estar por fazer".

Paulo Macedo realçou, contudo, que "há lugar pra evitar cortes cegos" e que o "Serviço Nacional de Saúde vai continuar a proteger aqueles que são mais vulneráveis".

No final, disse ainda aos jornalistas que "ainda durante este mês" serão nomeados os elementos que irão integrar o conselho de administração do Centro Hospitalar Leiria-Pombal, uma estrutura que resulta da fusão entre o HSA e o hospital de Pombal, mas cujo processo tem estado congelado desde o final do mês de março.

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Maria da Fonte: a incultura é retrógrada
Estupidez é não ver que nos temos de adaptar às novas características da sociedade.

Se há menos partos, se as vias rodoviárias são boas e encurtaram as distâncias, se é possível centralizar para gastar menos e melhorar os serviços, porque não fazê-lo?

Ainda há muito espírito retrógrado da "Maria da Fonte"...
Re: Maria da Fonte: a incultura é retrógrada
Enfim.
O numero de partos em Portugal sempre teve a ver com a conjectura politica.Não é dificil prever que nos proximos tempos o numero de nascidos baixem.O ridiculo tornou-se de alguns ministros.
Re: Enfim.
Re: Enfim.
Auto-estrada para o desastre
Em Portugal é cada vez mais difícil nascer e cada vez mais fácil abortar.

O único consolo é que as abortadeiras e seus apoiantes também não vão receber as reformas para as quais descontaram.
Re: Auto-estrada para o desastre
Não tarda
Não tarda fecham todas e a seguir encerra-se o país.
Re: Não tarda
E o interior? E o deserto?
E se isso implicar não existirem maternidades run raio de 300Km por estrada?
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