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DESAFIO AOS LEITORES

Matemática: faça o exame da '4ª classe' e veja em quantas acerta

Depois da Língua Portuguesa, na quarta-feira passada, mais de cem mil alunos do 4.º ano testaram hoje os seus conhecimentos a Matemática. Tente responder e veja em quantas acerta. Boa sorte.

Este ano as provas ainda não contam para a nota, mas a partir de 2013 passarão a chamar-se "prova final" e valerão 25% da classificação. Trinta e nove anos depois estarão de volta os exames da '4ª classe'.

Instituição incontornável do sistema de ensino superior português durante o Estado Novo, foram criados em 1948 e extintos em 1974.

Durante este período, muito mudou naquilo que se aprende nas escolas do Ensino Básico. Tente responder às perguntas através dos comentários. Sem copiar, claro.



SOLUÇÕES
Faça aqui o download do enunciado da Prova de Aferição de Língua Portuguesa e dos critérios correção

Opinião


Multimédia

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Este vídeo é como o monstro de "Frankenstein": ganhou vida graças à colagem de partes de alguns dos filmes mais aterrorizantes de sempre. Com uma ratazana mutante e os organizadores do festival de cinema de terror MotelX pelo meio. O Expresso foi à procura das razões que explicam o fascínio pelo terror, com muito sangue (feito de corante alimentar) à mistura. 

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Se para muitos o vinil é apenas uma moda que faz parte da cultura do revivalismo vintage, para outros ver o disco girar nunca deixou de ser algo habitual.

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Dizer que Mario Draghi está a ser uma espécie de Maradona dos bancos centrais pode parecer estranho. Mas não é exagerado. Os jornalistas João Silvestre e Jorge Nascimento Rodrigues explicaram porquê num conjunto de artigos publicado no Expresso em Novembro de 2013 e que venceu em junho deste ano o prémio de jornalismo económico do Santander e da Universidade Nova. O trabalho observa ainda o desempenho de Ben Bernanke no combate à crise, revisita a situação em Portugal e arrisca um ranking dos 25 principais governadores de bancos centrais. Republicamos os artigos num formato especial desenvolvido para a web.

Com Deus na alma e o diabo no corpo

Quem os vê de fora pode pensar que estão possuídos. Eles preferem sublinhar o lado espiritual e terapêutico desta dança - chamam-lhe "krump" e nasceu nos bairros pobres dos Estados Unidos. De Los Angeles para Chelas, em Lisboa, já ajudou a tirar jovens do crime. Ligue o som bem alto e entre com o Expresso no bairro. E faça o teste: veja se consegue ficar quieto.

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'Matemática: faça o exame da 4.ª classe e...
Uma vez que me expus a fazer e a apresentar os resultados da prova de aferição de Português, repeti a gracinha com esta prova também, E mais uma vez, reitero, estou curioso em saber se também o fizeram e se sentem satisfeitos com a vossa prestação. Acho triste que no anterior desafio que o Expresso fez aos seus leitores, tenha havido os habituais comentários a deitar abaixo a prova, mas não tenha havido mais ninguém a medir-se por ela.

Quanto a esta, foi interessante. Leio que se a critica por não incluir uma operação de divisão, mas não deixa de ser interessante por isso. A aposta parece ser feita na aferição da capacidade de raciocínio dos alunos e nesse aspecto, convence-me.

Levei 10 minutos no primeiro caderno, cerca de 15 no segundo. Mais uma vez, isso não deve ser usado como prova de facilidade do teste. Eu limitei-me a escrever as respostas mais tersas possíveis, e num teste a sério teria levado mais tempo. E não estou contente com três respostas minhas. No 5, para justificar porque não era um prisma, falhou-me o Português correto. No 8, não sabia o que era um gráfico de caule-e-folhas (mas graças a este teste, já sei agora). Arrisquei uma interpretação para resolver as alíneas, mas falhei-a. E no 16...para meu desgosto, li "adição" onde devia ter lido "multiplicação". :-(

Mais uma vez, saúdo aqueles que vão ter que classificar esta prova. Usar os códigos correctos parece-me hercúleo, mas necessário se se quiser extrair informação útil daqui...
Pedagogicamente errada
Fui professor (de História) durante 12 anos, entre 1976 e 1989.

A dificuldade da prova não está a meu ver na matemática, mas sim no enunciado.

Se por um lado as crianças são tratadas como crianças quando aparecem bonecos chamados Pedro Inês e Maria, ou se procura contextualizar um problema com historietas de festas de anos ou de compras da Mãe no supermercado, por outro lado alguns problemas são apresentados de forma completamente abstracta, ou recorrem a uma linguagem técnica que não tem qualquer utilidade para uma criança desta idade, como por exemplo: "gráfico de caule-e-folhas", "simetria de reflexão de eixo horizontal", "simetria de reflexão deslizante", "geoplano", etc., ou ainda utilizando nomes de objectos com os quais muito provavelmente as crianças nunca tiveram contacto, como uma "roleta", ou um "friso".

Além disso, os enunciados não são claros. Por exemplo, no ponto 1.2 do Caderno 1, em que se trata simplesmente de subtrair 4787 de 29 860, em vez de se dizer: "Efectua a seguinte operação no quadro abaixo", há todo um palavreado com os lugares livres e ocupados num estádio, e diz-se: "Explica como chegaste à tua resposta".

Já uma conta com casa decimais, no ponto 4. (1750 × 0,01), é objecto de uma escolha múltipla, o que só serve para gerar a confusão.

Já no ponto 10. a mesma criança tem de calcular as dimensões de um terreno a partir da área e do perímetro, o que evidentemente pressupõe um grau de maturidade superior ao dos problemas anteriores.

MAU PERPARADOS PRO FUTURO K OS ESPERA
EZISTE MUITA INGNORANCIA HOJE NAS ESCOLAS PQ OS PROFES DAM AS AULAS A CORRER E DEPOIS OS ALUNOS SAIEM MAL PREPARADOS DAS ESCOLAS.
HAQUE DE INVERTER-SE TUDO ISSO
ONTEM JA ERA TAO TARDE NESTE JARDIM DA BEIRA MAR PLANTADO
E O FUTURO QUE SERA DELES TODOS MAL PREPARADOS?
Re: Olha quem fala...
Re: Olha quem fala...
Re: MAU PERPARADOS PRO FUTURO K OS ESPERA
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