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Marti Malloy, a judoca que levou Telma ao tapete

Conheça a norte-americana que eliminou a judoca portuguesa e só parou na luta pela medalha de bronze. Uma história de paixonetas, irmãos, médicos e militares.
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Marti Malloy (à esq.) no exato momento em que se deu conta de que tinha derrotado e afastado Telma Monteiro
Marti Malloy (à esq.) no exato momento em que se deu conta de que tinha derrotado e afastado Telma Monteiro / João Relvas/Lusa

Marti Malloy desfez esta manhã os sonhos de Telma Monteiro nos Jogos Olímpicos, ao batê-la na primeira ronda do torneio de judo na categoria -57kg. Apesar de tudo - do quase escândalo da sua proeza -, Marti é uma rapariga já habituada a partir corações.

Em criança fê-lo muitas vezes, quando lutava com os rapazes que com ela se cruzavam no tapete. Um deles, a paixoneta de dez anos - depois disso, a relação deixou de ter pernas para andar.

Os outros, aqueles com quais não tinha qualquer afinidade, saíam a chorar do tatami. "É verdade que todos os miúdos, rapazes ou raparigas, choram quando perdem. Mas eles não gostavam nada de perder contra mim... e isso só me fazia mais feliz", disse um dia.

Marti Malloy é uma maria-rapaz, filha do papá (que se chama... Marty). Marti cresceu com dois irmãos mais velhos (Reuben e Francis) e os três começaram a praticar judo desde os seis, por influência do pai, um militar que fora atleta desta modalidade na escola.

O sucesso foi instantâneo: durante quatro anos (dos 12 aos 16) Marti Malloy não perdeu um único combate. Estes Jogos Olímpicos trouxeram um novo ânimo à 11ª do ranking mundial que, quando voltar aos EUA, regressará ao seu posto de rececionista numa clínica de medicina desportiva. O médico a quem tem de prestar contas é, nem mais nem menos o mesmo que lidera a equipa de judo dos Estados Unidos.


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Edição Diária 17.Abr.2014

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