"A grande tarefa do PSD é mudar tudo de cima abaixo, acabar com o Estado promíscuo, mas ninguém nos levará a sério se substituirmos o amiguismo do PS pelo mesmo do lado do PSD". Marques Mendes diz que está afastado da política activa mas foi a Mafra deixar indirectas a Pedro Passos Coelho.
"Não nos precipitemos na abertura de crises. A reviravolta que temos que fazer em Portugal precisa de tempo", avisou o ex-líder do partido, numa clara demarcação (como já tinha acontecido com Marcelo Rebelo de Sousa) relativamente ao discurso de Passos, que tem defendido ser melhor "devolver a palavra aos portugueses".
Defensor da uma candidatura de unidade protagonizada por Marcelo, Marques Mendes pegou nos slogans dos três candidatos em jogo para a liderança do PSD - Romper, Mudar e Unir -, para dizer que do que o PSD precisa "é das três coisas".