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Notícias Lusa: Reacções à entrevista de José Sócrates
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José Eduardo Moniz também avança com queixa contra Sócrates
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Manuela Moura Guedes processa Sócrates

Para a jornalista da TVI, "a pessoa que exerce o cargo de primeiro-ministro lida muito mal com a liberdade de informação".
Lusa |

A jornalista Manuela Moura Guedes vai processar judicialmente o primeiro-ministro por difamação, na sequência de acusações de José Sócrates ao "Jornal Nacional" da TVI , feitas na entrevista à RTP , revela a própria à Lusa.

Em entrevista à RTP1, transmitida terça-feira à noite, Sócrates referiu-se ao telejornal das 20h de sexta-feira da TVI, apresentado por Manuela Moura Guedes, como sendo "travestido" e feito "de ódio e perseguição". "Aquilo não é um telejornal, é uma caça ao homem", afirmou.

Para a jornalista, estas frases demonstram "que a pessoa que exerce o cargo de primeiro-ministro lida muito mal com a liberdade de informação".

A posição formal da TVI relativamente ao assunto será anunciada hoje pelo director-geral, José Eduardo Moniz, que estará presente no "Jornal Nacional" das 20h, avança Manuela Moura Guedes.

A subdirectora de Informação da TVI foi a primeira jornalista portuguesa a "pôr um processo de difamação a alguém por causa do exercício do jornalismo". "Processei o antigo presidente do Sporting , João Rocha, e o jornal do clube, e ganhei", recorda. "Isto é uma reprise", conclui.

 

 

 


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Fait divers...
Se a TVI reportasse mais factos e menos especulações popularistas...

Não me refiro só à novela Freeport.
Qualquer notícia, se queremos detalhes picarescos, é mudar para a TVI.

Isto quer dizer qualquer coisa, não?
Re: Fait divers...
é uma jornalista, aquilo?
Re: é uma jornalista, aquilo?
Re: é uma jornalista, aquilo?
Re: é uma jornalista, aquilo?
Re: é uma jornalista, aquilo?
Caro amigo...você tem toda a liberdade...
Algo preocupante para os apoiantes de sócrates
Re: Algo preocupante para os apoiantes de sócrates
Re: Algo preocupante para os apoiantes de sócrates
Ainda nenhum de vós, apoiantes incondicionais ...
Re: Ainda nenhum de vós, apoiantes incondicionais
Mais uma vez fico sem resposta
Re: Algo preocupante para os apoiantes de sócrates
Re: Algo preocupante para os apoiantes de sócrates
Não sou funcionário público
Re: Não sou funcionário público
Re: Não sou funcionário público
Se a TVI divulgar tudo o ke já sabe,...
Mudar o bico ao prego
Note-se bem: aquilo com que José Sócrates se insurge -e bem- é com a calúnia, a suspeita sem fundamento (e cada vez mais se vai vendo que é sem fundamento) com que certas pessoas o têm tentado denegrir. Certas pessoas que, por acaso, são jornalistas. Ele ontem foi bem claro: as acções por ele interpostas não são contra jornalistas, são contra quem o tem caluniado e difamado.
Ora a D. Manuela M. Guedes chama a isto "incapacidade de lidar com a liberdade de imprensa" !! Para ela liberdade de imprensa, pelos vistos, é o vale tudo: difamar, caluniar, levantar suspeitas, etc. Mas que bela educação cívica que essa Senhora tem... Se fosse em Inglaterra -país das maiores liberdades em todo o mundo- ficaria pela certa sem carteira profissional e até podia apanhar uma pena que talvez fosse malhar com os ossos à cadeia.
Nuno Costa
Onde baseia a sua afirmação ?????
Para "Observador-Mór"?
Descupe a minha falta de observação...
Informe-me de uma coisita
Re: Mudar o bico ao prego - Tãqo enganado que está
Pª Marias há muitas
Pois, parece que a prosa inglesa não lhe agradou
Manuela M.Guedes processa Sócrates
Até na guerra há regras, embora muitas delas não sejam cumpridas, mas também é verdade que depois dela terminar, algumas vezes os responsaveis por tais atrocidades são chamados à Justiça e condenados. No maximo vi três vezes o telejornal da TVI com Manuela M. Guedes e Vasco Polido Valente. Francamente pareceu-me tudo desde a noite da má língua a não sei que mais. Não considero aquilo jornalismo e muito menos noticias e mudei de canal. Por acaso assisti no outro dia à entrevista com um Bispo e as atitudes dessa Senhora envergonharam-me. Eu que não tenho nada com o assunto e que até nem sou muito devoto. A falta de respeito e o caricato da situação acho que fizeram corar qualquer Santo. Em meu entender atitudes menos corretas de um qualquer jornalista, envergonha a classe toda, não contribuindo para o prestigio da mesma.
A esperança aumenta
Re: Manuela M.Guedes processa Sócrates
Re: Manuela M.Guedes processa Sócrates
UMA FORMA BÁSICA E MANIPULADORA
Vou falar de 3 coisas:
1 - Manuela Moura Guedes está no seu direito de accionar o PM;
2 - Vi um dos telejornais em que foi exibido um dos vídeos. A impulsividade da MMG era de tal ordem que eu próprio me senti inquieto, aquilo era mesmo a querer dizer: «apanhámos este vídeo e agora estás arrumado». Não vi serenidade na apresentação do documento nem dos comentários, mais parecia propaganda ou mesmo «tiro aos pratos». Não gostei, é uma forma muito básica e manipuladora de apresentar notícias. Não estou a tomar partido, note-se, trata-se de uma questão formal.
3 - MMG não é jornalista. Ela já trabalhou comigo, eu era editor de uma rádio e ela era «pivot», isto é: eu preparava-lhe todos os trabalhos do dia, ela pegava nos contactos que eu reunia e uma ou outra informação que eu lhe transmitia sobre o assunto e telefonava, mantendo troca de ideias com os seus interlocutores durante a emissão. A Margarida Pinto Correia deve lembrar-se de que uma vez, na falta da MMG, tentou ir para o microfone, e a polémica que isso provocou.
Sem paixões nem ódios...
O 1º Ministro foi grosseiro e ultrapassou os limites do direito de resposta com ofensas graves. A TVI, limitou-se a divulgar um video, matéria probatória no ordenamento jurídico Inglês, que investiga o caso "Freeport". Ninguém com algum bom-senso, lucidez e boa fé poderá ter retirado algum indício de envolvimento do 1º Ministro.
O que se vê claramente é um Sr. Smith, perturbado, levantando-se com frequência e com grande dificuldade em responder às perguntas. Quando questionado sobre o envolvimento do 1º Ministro, não é claro nem acertivo, ficando a idéia de que alimentando a suspeita do caso Freeport, este poderia ser arquivado.
Este video, veio aumentar a suspeita sobre o envolvimento de outras entidades neste caso e de certa forma aliviar a que recaía sobre o 1ª Ministro.
Concluindo, a apresentação deste video foi fundamental, não só para se afastar as suspeitas sobre o 1º Ministro como ainda para despertar os investigadores para outras pistas...
Não terá sido este o entendimento do 1º Ministro e dos seus conselheiros?
Re: Sem paixões nem ódios...
Re: Sem paixões nem ódios...
Re: Sem paixões nem ódios...
    Re: Sem paixões nem ódios... []   Fechar Fechar
(JBilro (seguir utilizador), 1 ponto , 19:00 | Quarta feira, 22 de abril de 2009)
Baf, gostaria de lhe responder, mas mesmo lendo na diagonal, não consegui interpretá-lo.
Sabe, ninguém faz a minha cabeça e eu tenho como todos nós, muitas fontes de informação.
Os meus cumprimentos
 
 
Re: Sem paixões nem ódios...
Re: Sem paixões nem ódios...
Agora a culpa é da Manela ...????
que o Jornal da 4 é uma miséria toda gente sabe .

que a Manelinha só de a vêr assusta qualquer um mesmo sem abrir a bocarra tambem é verdade , mas porquê considerar isto pessoal e perseguição ao Sócrates ?? Foi ela que assinou o despacho do Freeport ??? Os artistas envolvidos são primos / tios dela ??? Foi ela que juntou os documentos e tirou as conclusões no processo a decorrer em Inglaterra ??? Foi ela que fez o video onde o agora PM é acusado com todas as letras ???

O que foi dito / noticiado até agora é mentira ??? Não estamos a falar do acessório ...

Eu também só quero vêr o caso esclarecido e apesar de não gostar do PM ia ficar contentíssimo por saber que ele é inocente e quem em concluio ( como ele diz ) o está a assassinar politicamente seja exemplarmente punido .

Enquanto tal não acontecer o filme vai continuar e Sócrates é apenas mais um visado ( o actual )... toca a todos !!!
CARO HENRIQUE MONTEIRO.
Não estando sempre de acordo consigo, na sua qualidade de jornalista, tenho-o como um homem sério.

Deixei de participar neste espaço por entender que a pontuação desnudou tendências até então ocultas.

É aberrante e ultrapassa a linha do razoável a pontuação dada nestes comentários. Ilibar o senhor Primeiro Ministro é, a meu ver, tão grave como deduzir-lhe acusação sem substancia.

A mesma Justiça que leva uma eternidade a julgar o caso Freeport, é, seguramente, a mesma que levará a dar razão, ou não, à TVI e a Manuela Moura Guedes.

Prometo regressar ao meu sossego.

Como sempre vou lendo os seus artigos.
PORTUGAL, O PAÍS DOS DEMOKRATAS
Pela amostra das intervenções aqui expostas só se pode concluir que a nossa cultura cívica e capacidade de lidar com a crítica está muito perto do zero. As minhas suspeitas de que somos um país ainda muito pouco esclarecido, atrasado, rural ficam quase confirmadas ao ler os comentários aqui vertidos, em que a analise é permanentemente marcada pela máxima da futebolização lusa, O ETERNO NÓS CONTRA ELES, há sempre alguém escondido a manipular o que vai acontecendo, os golos entram mas a culpa é sempre do arbitro.
É extraordinário que as pessoas confundam conceitos como informação jornalística, verdade, liberdade e justiça.
O caso freeport tem pelo menos uma coisa boa é que desmascara a ignorância cívica e democrática que por ai infelizmente anda.
Em qualquer país de consciência cívica evoluída noticias como a da formação académica do primeiro-ministro, dos projectos de engenharia Guarda, do aterro da cova da beira, do caso freeport seriam sim merecedores de toda a atenção e consequente divulgação jornalística.
Os jornais têm a obrigação de divulgar e não de apresentar provas como algumas almas por aqui exigem… quem tem que apresentar provas é quem investiga… no nosso caso o Ministério Publico/PJ… quem julga e condena são os tribunais.
Uma democracia sem meios de comunicação livres é uma democracia coxa… numa democracia são os meios de comunicação a melhor tribuna para se fazer critica a quem quer que seja e parece que alguns dos democratas que por aqui dão opinião tal só deveria ser permitido após condenação ou prova feita em tribunal. Esta tese é efectivamente uma pérola… presentemente só em Cuba, Coreia do Norte e alguns países árabes é que só surgem acusações a figuras públicas nos meios de comunicação após estas já terem sido julgadas e culpadas.
Para estes democratas o conceito de verdade está intimamente ligado a quem manda… para eles a verdade em todo o folhetim socrático é a versão do primeiro-ministro e só esta. Qualquer leitura que vá contra o que Sócrates diz ou se recusa dizer não serve, é uma maquinação, trata-se da consubstanciação da tese da campanha negra… ora como tem ficado bem patente com Sócrates nada é, poucas coisas são, quase tudo é cinzento. É a licenciatura manhosa, são as declarações do Smith a chama-lo de corrupto, são as pressões do Lopes de Matos sobre os procuradores do MP que estão a investigar o caso… tudo isto só é do conhecimento publico porque veio nos jornais e ainda bem porque caso assim não fosse a verdade de Sócrates seria imperante e convenhamos que não foi por esta versão saloia de verdade que se fez o 25 de Novembro. O que ficaria em causa seria a nossa liberdade, a liberdade de podermos criticar consciente e/ou gratuitamente, a liberdade de apontar, a liberdade de sufragar a acção de quem manda.
Segundo a entourage socrática está em curso uma campanha negra e o que se constata é que todos os dias surgem noticias que só engrossam a cortina negra que impede qualquer esclarecimento sobre a novela freeport… foi o eloquente dvd e agora o Lopes da Silva a dizer entre outras ameaças que “o primeiro ministro quer isto rapidamente esclarecido…” será que não conseguem ver o evidente? O Lopes da Mota era a ultima pessoa do mundo a poder dar este tipo de recado a quem está investigar… penso que ainda somos um Estado de Direito e assim sendo quem tem essa função é única e exclusivamente o Procurador-geral da Republica e não um moço de recados do PS que está em Haia por nomeação politica… do Sócrates.
Resta a questão da justiça e essa em Portugal é uma ilusão… os ricos e poderosos compram a sua, os pobres sujeitam-se á que vai saindo dos tribunais. Estes arautos da verdade socrática são os mesmos que noutros artigos zurzem a torto e direito a justiça de quem agora esperam que surja a verdade do freeport socrático.
Eu já não espero que da justiça surja a verdade pela qual o país clama… esta é constantemente manipulada e a mim ainda ninguém me convenceu que a alteração do Código de Processo Penal só foi feito para beneficiar alguns dos acusados do Caso da Casa Pia. Para bem do nosso país é fundamental que os jornalistas soltem tudo o que lhes chega para que a sociedade civil afira livremente a informação e possa fazer o seu juízo e não sujeitar-se á verdade de uns quantos que se acham moralmente superiores e mais fortes unicamente porque estão no poder e professam o socialismo que mais medidas de cariz neoliberal impôs na historia da miserável democracia portuguesa. O jornalismo que a TVI faz é o jornalismo que hoje em dia impera por esse mundo dito civilizado. Democracias mais velhas e consolidadas vivem diariamente com investigações, acusações e injurias a figuras publicas com responsabilidades publicas… nesses países ninguém ousa utilizar argumentações castradoras de cariz fascistas como os que por aqui imperam…
Nesta historia toda Sócrates peca por falta de sentido de responsabilidade, de postura, de grandeza… uma simples declaração ao país dando a sua versão dos factos e disponibilizando-se para colaborar com o esclarecimento teriam matado o assunto… foi isto que fez Filipe Gonzalez em Espanha aquando do caso Filesa e do Gal, foi isto que Bill Clinton nos EUA fez aquando do caso Bridgewater e estamos a falar de países onde as autoridades investigam e a justiça funciona.
PORTUGAL, O PAÍS DE ALGUNS DEMOCRATAS ABSOLUTOS
Boa
Apesar de ser daqueles que não gostam muito da MMG , acho que ela esta a agir correctamente. Como o sr. Socrates devia medir as palavras antes de as dizer, acho muito bem que alguem lhe mova um processo , para ver se deixa os dislates e a diarrei verbal , em que é prodigo , de lado. Força MMG!
MMG dá vontade de rir...
Re: Boa
Manelita....
Este não é o João Rocha.
Vais concerteza ter mais dissabores.....
Digo eu....
Sempre com o Sporting! És demais que dose ou doze.
Já tinha saudades dos teus...vomitos
Re: Já tinha saudades dos teus...vomitos
jÁ TINHA PERCEBIDO...
Re: jÁ TINHA PERCEBIDO...
impressionante 2 burros. k piada !!! vcs são mm ..
saudades a semana passada enxovalhei-te com DOZEZZ
Fascista
Na base da informação está a notícia, um facto novo que o jornalista acha que é merecedor de chegar ao conhecimento público. Cabe ao jornalista documentar-se, ouvir os envolvidos sobre por esse facto novo, ouvir especialistas e, se o entender, comentar esse mesmo facto. É evidente que há aqui espaço para muita manipulação, desde logo pela simples selecção ou exclusão de um facto novo para o noticiar, pela forma como o mesmo é analisado ou comentado. Mas é para isso que há pluralidade na comunicação social, se eu não gosto da forma como a notícia é tratado num jornal deixo de o ler e opto por outro.
Nada impede que uma notícia seja mais tarde recordada a propósito de uma situação similar ou mesmo porque gerou expectativas, por exemplo, se alguém foi constituído arguido por suspeita de ter cometido um crime é compreensível que alguém se lembre de questionar sobre se vai e quando vai a julgamento.
Mas se um jornalista usa o mesmo facto repetidas vezes já não sob a forma de novidade mas sim tratado de forma a induzir uma determinada conclusão e, ainda por cima, sem proporcionar qualquer hipótese de contraditório, já não está a produzir a notícia. Se ainda por cima se recorre a simulações teatrais, manipulando a caracterização dos figurantes com o objectivo de desencadear sentimentos em quem assiste à peça, então estamos perante propaganda.
Se essa propaganda visa eliminar o papel de instituições democráticas como são os tribunais, procurando condenar alguém na praça pública muito antes da conclusão de uma investigação que decorre, isto é, procurando destruir alguém muito antes de haver matéria para a acusação estamos perante propaganda fascista. Quando se quer fazer um julgamento em que os direitos de defesa são nulos por decisão do jornalista este não está a ser jornalista, está a comportar-se como um agente da PIDE de serviço de um tribunal plenário, o director de informação produz simultaneamente a acusação e a condenação e o jornalista limita-se a bater no réu sem que este tenha a mais pequena hipótese de defesa. De vez em quando lá se arranja um comentador pago para simular o papel de advogado oficioso, o seu papel é dar consistência à sentença dando ares de estar a defender o arguido.
Os telejornais da sexta-feira da TVI não são informação, são meras simulações de tribunais plenários fascistas onde um casal simula estar a noticiar para julgarem na praça pública e sem regras as personalidades de que os conjugues não gostam. E se alguém ousar criticá-los passa a ser julgado repetidamente segundo as mesmas regras.
Não me incomoda que haja uma televisão com tiques fascistas, o que me incomoda é que a troco de alguns cobres haja gente com formação democrática que se apreste a colaborar com esta estação de televisão dando aos seus responsáveis um ar de credibilidade que não merecem.
Cresci a ver a informação da RTVE no tempo de Francisco Franco pois na minha terra mal se apanhava o sinal da RTP, garanto que a informação da RTVE no tempo do franquismo era bem mais isenta e honesta, diria mesmo mais democrática, do que a informação do casal Moniz. Não me recordo da RTVE ter ido tão longe na tentativa de destruição moral e política da oposição democrática como o casal Moniz tem ido na tentativa de serem eles próprios a julgar e destruir um primeiro-ministro eleito.
Os democratas decidem nas eleições e julgam nos tribunais, os fascistas decidem antes das eleições e julgam sem direito de defesa na praça pública ou em tribunais plenários. É essa a diferença entre democratas e fascistas, entre informação e propaganda fascista.
Re: Fascista
Pasmo!
Re: Pasmo!
Re: Fascista
Re: Fascista
Re: Fascista
Freport
Caso Freeport
Advogados ingleses ilibaram Smith
por CARLOS RODRIGUES LIMA DN 22/04/2009
Uma tradução à letra de um documento apreendido a Charles Smtih levou a investigação a pensar que se tratava de José Sócrates, mas afinal tudo não passava de uma expressão idiomática. O inglês foi filmado a dizer que pagou luvas ao actual primeiro-ministro, mas uma investigação de advogados concluiu que tudo não passou de uma história inventada.
O escritório de advogados inglês Decherts 'ilibou' Charles Smith de qualquer ligação a actos de corrupção praticados em Portugal para o licenciamento do Freeport. Os advogados visionaram o vídeo (divulgado na passada sexta-feira pela TVI) feito por Alan Perkins, ex-administrador do Freeport, fizeram cruzamentos de transferências de dinheiro e ouviram testemunhas. A conclusão foi de que, quando muito, Charles Smith estaria a tentar 'sacar' mais dinheiro do Freeport pela consultadoria prestada, inventando a história dos subornos.
Os advogados da Decherts, que foram chamados pela Freeport para investigar o conteúdo do vídeo onde Charles Smith aparece a falar de subornos, realçam ainda que Alan Perkins gravou o vídeo em Março de 2006, mas só o apresentou à administração em Janeiro de 2007, numa altura em que estava a negociar a sua saída da empresa. O relatório final da investigação foi depois entregue à administração da Carlyle que, em Abril de 2007, tinha em curso uma OPA à Freeport.
A Decherts analisou todas as transferências de dinheiro de Inglaterra para Portugal. Em Alcochete, uma técnica de contabilidade fez o mesmo. Não foi encontrado nada de anormal que pudesse sustentar as palavras de Charles Smith quanto a pagamentos de subornos a José Sócrates.
Em Julho de 2007, quando foi interrogado pela polícia inglesa, Charles Smith foi confrontado com alguns e-mails que agora surgem no processo português. As audições em Londres foram presididas pelos polícias Roger Cook e Paul Farley que chegaram a confrontar o empresário com a notícia do jornal O Independente de Fevereiro de 2005 que dava conta do início do processo Freeport.
Segundo documentos a que o DN teve acesso, terá sido em Inglaterra que Charles Smith contou, pela primeira vez, a história de que o escritório de advogados Antunes Marques Oliveira Ramos Gandarez & Associados tinha preparado uma proposta, a 4 de Dezembro de 2001, no sentido de pedir à empresa Freeport cerca de quatro milhões de libras para que o projecto em Portugal fosse aprovado. Smith terá indicado o nome de dois cidadãos ingleses, residentes em Portugal, com quem, em 2001, terá conversado sobre o assunto. Keith Payne e Roger Abraham já foram ouvidos pelos ingleses, mas até ao fecho desta edição, não foi possível apurar se foram inquiridos em Portugal.
Aliás, terá sido após a conversa com Charles Smith que o inglês Keith Payne escreveu uma carta a Rick Dattani - na altura financeiro da Freeport em Inglaterra, e um dos nomes que consta da Carta Rogatória. Por sua vez, Dattani terá enviado, a 17 de Dezembro de 2001, a Jonathan Rawnsley, administrador da Freeport, uma nota, referindo-se a Keith Payne como o "tipo que me alertou para o suborno de dois milhões". Esta é a única informação que vem nos documentos ingleses, mas nas recentes inquirições os advogados José Francisco Gandarez, Albertino Antunes e Alexandre Oliveira terão negado ter feito tal proposta.
Entretanto, uma expressão, "No way Jose", que consta de um documento apreendido na empresa Smith&Pedro intrigou os investigadores portugueses do caso Freeport que, durantes os três dias de interrogatório, questionaram Charles Smith sobre quem era o tal José. Seria Sócrates, por exemplo? A tradutora da Polícia Judiciária traduziu à letra um documento manuscrito do empresário que terminava daquela forma. Só no interrogatório é que perceberam de quem é que se tratava: uma expressão idiomática em inglês que quer dizer "nem pensar".
Apesar de a Procuradoria-Geral ter garantido, há meses, que José Sócrates não era suspeito no caso Freeport, nos interrogatórios, Manuel Pedro e Charles Smith foram confrontados várias vezes com suspeitas relacionadas com o "não suspeito". Questionada pelo DN sobre esta situação, a PGR recusou prestar esclarecimentos, invocando o segredo de justiça.
Re: Freport
Para "Vidiguera"
Re: Para
Mais....
Socrates não tem nem gato nem cão
Re: Mais....
Re: Mais....
Confesse lá...
Meu caro... para sua informação...
...
Meu caro... eu conheço o impacto da injustiça....
Re: Meu caro... eu conheço o impacto da injustiça.
Re: Meu caro... eu conheço o impacto da injustiça.
Re: Freport
Re: Freport
É mais um eoisódio do carnaval
instalado no País. Eu que sou contra a politica neo liberal do actual partido socialista, nomeadamente de Socrates, não posso deixar de dizer que o primeiro ministro criticou o tele jornal de uma cadeia de televisão de forma contundente. Agora ser processado por uma critica? aukistuxego...
vamos ver, lá dizia o cego!
Ela diz que vai meter um processo, daí até o fazer vai uma grande distãncia! Eu acho que não vai fazê-lo porque o Zé Eduardo sabe que se o fizer, vai-se mostrar à evidência a iniquidade e imbecilidade daquele jornal e, por consequência, da estação! Ele sabe que caso o processo não seja ganho, não é a palhaça que fica mal vista (não pode ficar mais mal vista, com aquela tromba!) é toda a credibilidade da informação TVI.
E, como homem inteligente que é, não quer expor mais do que o necessário, aquela coisa, que está mais perto de Lady Betty que de uma pessoa!...
Não seja mauzinho....
Re: Não seja mauzinho....
Disse mais em 5 minutos...
Que tal um lenço?....
Desculpe, Dona Manuela...
Cara Manuela: o seu "programa" (vou abster-me de chamar aquilo de telejornal) aprenderia imensa coisa com o seu congénere do canal 1. Deveria vê-lo todos os dias, e comparar com o seu "programa". De certeza que compreenderia as críticas do Sócrates. Aliás, eu faço minhas as palavras dele quanto a este assunto: o "programa" que passa na TVI às 20h todos os dias é uma lástima (utilizo o eufemismo "lástima" para não ter de recorrer a uma palavra mais forte...) para o jornalismo em Portugal.
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Edição Diária 17.Abr.2014

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