1
Anterior
Pôr finalmente os ricos a pagar
Seguinte
A sátira alemã ou a "higiene política"
Página Inicial   >  Blogues  >  A Europa desalinhada  >   Mais frágil e menos solidária

Mais frágil e menos solidária

|
Clique para saber tudo o que se passa na Europa

Apesar do seu estatuto de membro da zona euro a beneficiar ainda da melhor nota de endividamento - o famoso AAA atribuído pelas três grandes agências de notação internacionais -, a Finlândia começa a dar sinais de fraqueza, escreve o jornal La Croix. Segundo o ministro das Finanças, Jutta Urpilainen, "o país poderá entrar em recessão, se o abrandamento económico mundial persistir".

Uma situação inédita para Helsínquia, que se traduz numa maior desconfiança relativamente aos mecanismos de resgate requeridos pelos seus parceiros da zona euro. "Em princípios de julho, o primeiro-ministro, Jyrki Katainen, recordou a sua oposição à compra de dívidas soberanas pelo Mecanismo Europeu de Estabilidade", diz o jornal francês.

O jornal cita um perito da OCDE que recorda que os finlandeses têm o sentimento de que, quando da crise bancária dos anos 1990, resolveram por si próprios a questão das suas finanças públicas. E, hoje, têm a sensação de que os países do Sul não fazem o que é preciso para resolver essa mesma questão.

Continue a ler este artigo em Presseurop.eu


Opinião


Multimédia

Cheesecake com manjericão e doce de tomate

Especialista em pratos de confeção acessível, com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa, Tiger escolheu a gastronomia como forma de estar na vida. Veja, confecione, desfrute e impressione.

Voámos num F-16

Um piloto da Força Aérea voou com uma câmara GoPro do Expresso e temos imagens inéditas e exclusivas para lhe mostrar num trabalho multimédia.

Salada de salmão com sorvete de manga

Especialista em pratos de confeção acessível, com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa, Tiger escolheu a gastronomia como forma de estar na vida. Veja, confecione, desfrute e impressione.

Por faróis nunca dantes navegados

São a salvaguarda dos navegantes, a luz que tranquiliza o mar. Há 48 faróis em Portugal continental e nas ilhas. Este é um acontecimento único: todos os faróis e 1830 km de costa disponíveis num mesmo trabalho. Para entendê-los e vê-los, basta navegar neste artigo.

Parecem casulos onde gente hiberna à espera de ver terra

No Porto de Manaus não há barcos, mas autocarros bíblicos que caminham sobre água. Têm vários andares e estão cheios de camas de rede que parecem casulos onde homens, mulheres e crianças aguardam o destino. E há gente a vender o que houver e tiver de ser junto ao Porto. "Como há Copa, tem por aí muito gringo que vem ter com 'nóis'. E então fica mais fácil vender"

O adeus de Lobo Antunes às aulas de medicina

O neurocirurgião deu terça-feira a sua "Última Lição" no auditório do Instituto de Medicina Molecular da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, na véspera de deixar o seu trabalho no serviço nacional de saúde.

Jaguar volta a fabricar desportivo dos anos 60

Até ao verão será fabricado um número limitado de desportivos Jaguar E-Type Lightweight, seguindo todas as especificações originais, incluindo a continuação do número de série das unidades produzidas em 1963.

"Naquela altura estavam continuamente a acontecer primeiras coisas"

Mais do que uma manifestação, o 'primeiro' 1º de Maio é recordado como a grande festa da Revolução dos Cravos, quando o povo saiu às ruas em massa e a união das esquerdas era um sonho possível. "O 1º de Maio seria mais uma primeira coisa, porque naquela altura estavam continuamente a acontecer primeiras coisas." Foi há 40 anos.

Este trabalho não foi visado por qualquer comissão de censura

Aquilo que hoje é uma expressão anacrónica estava em relevo na primeira página do "República", a 25 de Abril de 1974: "Este jornal não foi visado por qualquer comissão de censura". Quarenta anos depois da Revolução, veja os jornais, ouça os sons e compreenda como decorreu o "dia inicial inteiro e limpo", como lhe chamou Sophia. O Expresso falou ainda com cinco gerações de 40 anos e percorreu a "geografia" das Ruas 25 de Abril de todo o país, falando com quem lá mora. Veja a reportagem multimédia.


Comentários 1 Comentar
ordenar por:
mais votados
Crise: Para reformular a actividade política?
« ...os finlandeses têm o sentimento de que, quando da crise bancária dos anos 1990, resolveram por si próprios... »

Os finlandeses podem parecer egoístas mas o certo é que eles lutaram.

Nós também podemos lutar como eles?

A crise actual é mais profunda que a deles em 1990 ?

Nós podemos aproveitar a crise para remodelar a nossa Justiça, as mordomias dos políticos, as responsabilização dos políticos, as regras do Estado, etc.

Bem sei que nos custaria muito esforço fazer isso, mas era importantíssimo.

Não acredito que o façamos, mas que era necessário, era.
Comentários 1 Comentar

Últimas

Ver mais

Pub