26/05/2012 atualizado às 1:56
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Madeira: Relvas recusa avançar data para conclusão da auditoria

O ministro dos Assuntos Parlamentares diz que as equipas que estão a trabalhar na auditoria e no plano de ajustamento para a Madeira "necessitam de um tempo razoável para poder fazer a avaliação".

19:44 Domingo, 25 de setembro de 2011
«O trabalho está a decorrer e a seu tempo será conhecido»
«O trabalho está a decorrer e a seu tempo será conhecido»
António José/Lusa

O ministro dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas , afirmou hoje que a auditoria e o plano de ajustamento para a Madeira são um "trabalho técnico e não político" e recusou comprometer-se com qualquer data para a divulgação destes documentos.

"A avaliação é um trabalho técnico, não é um trabalho político, trabalho técnico esse constituído por equipas de variadíssimas entidades, que necessitam de um tempo razoável para poder fazer a avaliação e para se poder desenhar depois o programa", disse o ministro aos jornalistas.

Miguel Relvas falava no final da sessão de apresentação do livro "Histórias da JSD - Desde 1974 à atualidade", em Lisboa, depois de ter sido confrontado com o desafio feito no sábado pelo líder do BE, Francisco Louçã, para que o primeiro-ministro revele os resultados da auditoria e o plano para a Madeira já no debate quinzenal de quarta-feira.

"Avaliação está a ser feita"


No sábado, Louçã lembrou as palavras de Passos Coelho no último debate no Parlamento, a 14 de setembro, quando disse que a auditoria às contas da região e o programa de re-estruturação estariam concluídos até ao final deste mês.

O ministro dos Assuntos Parlamentares e ex-secretário-geral do PSD referiu que neste processo "há dois momentos" e que após ser conhecida a auditoria "há um programa que depois tem de ser naturalmente para poder ultrapassar as circunstâncias em que a Madeira hoje se encontra".

"Foi o Governo que tornou público todo o processo de avaliação da circunstância e da situação em que a Madeira está. Sabemos que existe uma campanha eleitoral na Madeira, mas é importante que todos os partidos tenham o maior cuidado a tratar desta matéria, a avaliação está a ser feita, quando estiver concluída será pública", declarou Relvas.

Face à insistência dos jornalistas sobre se o plano de ajustamento orçamental será conhecido antes de 9 de outubro, data das eleições regionais, Miguel Relvas voltou a frisar que "o trabalho que está a ser feito é um trabalho técnico e esse trabalho terá um prazo de conclusão definido tecnicamente".

Governo não impõe prazos


"Não me cabe a mim politicamente impor prazos, nem ao Governo. O trabalho está a decorrer e a seu tempo será conhecido", acrescentou.
"Ao contrário de circunstâncias e de momentos vividos no passado, foi o Governo que divulgou. O Governo nesta matéria tem sido sempre muito claro, connosco não há dois tipos de informação, nem dois tipos de agenda, a pública e a não pública, connosco a realidade é pública e é esse caminho que temos seguido, nesta ou noutras matérias", concluiu.

Na sessão de apresentação do livro "História da JSD - Desde 1974 até à atualidade" estiveram, para além de Miguel Relvas, o presidente da JSD Duarte Marques e vários dirigentes e ex-dirigentes daquela estrutura política do PSD, como Carlos Coelho, Pedro Rodrigues, Paulo Colaço ou Leitão Amaro.

Lusa
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Ai Portugal. Portugal que caiu nas mâos dos ultra
Resistente (seguir utilizador), 2 pontos , 20:05 | Domingo, 25 de setembro de 2011
liberais extremistas. E continua o baile...Segundo o Correio da Manhã de hoje a direcção da Agência Lusa deu ordens aos jornalistas para ao referirem-se ao buraco da Madeira, falarem em "omissão" em vez de "ocultação". E ainda a Lusa não foi privatizada. Mas do que é que estavam à espera?... O ministro dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, afirmou hoje que a auditoria e o plano de ajustamento para a Madeira são um "trabalho técnico e não político" e recusou comprometer-se com qualquer data para a divulgação destes documentos.
       
"A avaliação é um trabalho técnico, não é um trabalho político, trabalho técnico esse constituído por equipas de variadíssimas entidades, que necessitam de um tempo razoável para poder fazer a avaliação e para se poder desenhar depois o programa", disse o ministro aos jornalistas.
       
Miguel Relvas falava no final da sessão de apresentação do livro "Histórias da JSD -- Desde 1974 à actualidade", em Lisboa, depois de ter sido confrontado com o desafio feito no sábado pelo líder do BE, Francisco Louçã, para que o primeiro-ministro revele os resultados da auditoria e o plano para a Madeira já no debate quinzenal de
quarta-feira.
       
No sábado, Louçã lembrou as palavras de Passos Coelho no último debate no Parlamento, a 14 de Setembro, quando disse que a auditoria às contas da região e o programa de reestruturação estariam concluídos até ao final deste mês.
 
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    Re: Ai Portugal. Portugal que caiu nas mâos dos ul    Ver comentário
Goodwaves (seguir utilizador), 2 pontos , 20:39 | Domingo, 25 de setembro de 2011
    Tudo o que o homem não conhece não existe para ele    Ver comentário
Resistente (seguir utilizador), 2 pontos , 22:23 | Domingo, 25 de setembro de 2011
    Re: Tudo o que o homem não conhece não existe para    Ver comentário
Goodwaves (seguir utilizador), 2 pontos , 22:55 | Domingo, 25 de setembro de 2011
    Re: Ai Portugal. Portugal que caiu nas mâos dos ul    Ver comentário
alix07 (seguir utilizador), 2 pontos , 22:54 | Domingo, 25 de setembro de 2011
    Re: Ai Portugal. Portugal que caiu nas mâos dos ul    Ver comentário
Goodwaves (seguir utilizador), 2 pontos , 23:21 | Domingo, 25 de setembro de 2011
Não há saco...
BrincaNareia (seguir utilizador), 2 pontos , 20:15 | Domingo, 25 de setembro de 2011

Para mais um picareta falante. Só que este, deixará esta União-Nacional conhecida como o bando do relvadas: lobinhos esfaimados, ostracizados pelo cavaquistão, que prometeram de facto IR AO POTE !!
 
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    Re: Não há saco...    Ver comentário
fimdalinha (seguir utilizador), 1 ponto , 20:26 | Domingo, 25 de setembro de 2011
    Re: Não há saco...    Ver comentário
Joãozinho.12 (seguir utilizador), 1 ponto , 20:40 | Domingo, 25 de setembro de 2011
    Re: Não há saco...    Ver comentário
fimdalinha (seguir utilizador), 1 ponto , 21:25 | Domingo, 25 de setembro de 2011
Poupem tempos e dinheiro - a data é : NUNCA.
makiavel (seguir utilizador), 2 pontos , 22:02 | Domingo, 25 de setembro de 2011
Nem vale a pena continuar com a fantochada.

E se chegarem a alguma conclusão, hão-de de haver "particularidades técnicas" que impedem o "blá-blá-blá" ...e só mais tarde...mas estamos convictos...e outras demagogias que tais.

Há anos que ouvimos desculpas arquivadas ( Freeports, sucateiros, BPNs ...) e silêncios coniventes.

E vamos pagando e tirando do nosso magro salário.
A culpa é nossa que admitimos este estado de coisas há décadas.

O Jardim goza connosco e agora até o boca-de-sapo vem com desculpas que insultam a inteligência de qualquer um...
Olhe, quer ajuda?
É só para ver se não gastam mais com os auditores em vão...
 
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Relvas: vai estudar uma vez na vida...
makiavel (seguir utilizador), 2 pontos , 22:06 | Domingo, 25 de setembro de 2011
Uma auditoria NÃO é política!
NÃO são frases feitas e "bocas" para papalvos.

Uma auditoria tem métodos, fórmulas e técnicas!
Olha...até tem prazos! Vê lá tu, as aulas a que faltaste, a falta que te fazem agora...

Toma cuidado com a "poeira".
Há quem perceba de auditorias ...e já tenha percebido onde queres chegar com o discurso.
 
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Ai Portugal.Portugal que caiu nas mãos dos ultras
Resistente (seguir utilizador), 2 pontos , 22:41 | Domingo, 25 de setembro de 2011
Miguel Relvas não é só o poderoso número dois do Governo. Também no Brasil tem amigos de peso e portas abertas. Lá, o ministro-adjunto garantiu sólidas amizades, influência e bons negócios.

 
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Ai Portugal. Portugal..........
Resistente (seguir utilizador), 2 pontos , 22:44 | Domingo, 25 de setembro de 2011
Miguel Relvas não é só o poderoso número dois do Governo. Também no Brasil tem amigos de peso e portas abertas. Dos homens do "mensalão" às agências de marketing, da direita conservadora a decisores políticos e empresariais, dos media ao jet-set, a sua agenda regista várias figuras de relevo na sociedade brasileira, por boas e más razões. Lá, o ministro-adjunto garantiu sólidas amizades, influência e bons negócios. E foi lá também que o PSD começou a ganhar as eleições...
 
Miguel Relvas é cidadão honorário do Rio desde 2008. Mais difícil é precisar o momento em que ministro-adjunto se tomou de amores pelo Brasil. Até há uns anos, ele situava as melhores férias da sua vida na Baía. Aí, em 2000, fez turismo cultural com a família e descansou num resort da Ilha de Comandatuba lendo teses e ensaios sobre Eça de Queirós. Relvas gosta de seguir a máxima que diz que nunca se é feliz duas vezes no mesmo lugar. À ilha, não voltou, mas o Brasil é um eterno retorno na sua vida.
 
Para lá viajou com o primeiro-ministro Santana Lopes, em setembro de 2004. Era então secretário-geral do partido e conheceu Nizan Guanaes, dono de um dos maiores grupos de marketing político e considerado pelo Financial Times um dos brasileiros mais influentes do planeta. Naquela altura, Relvas procurava quem refinasse a campanha do PSD no ano seguinte, embora mantivesse contrato, desde 2001, com o brasileiro Einhart da Paz....
 
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Ai Portugal.Portugal
Resistente (seguir utilizador), 2 pontos , 22:48 | Domingo, 25 de setembro de 2011
No Rio, em 2005, o atual ministro também representou o antigo líder do partido, Marques Mendes, na reunião da comissão executiva da Internacional Democrata Centrista, à época presidida por José María Aznar.
 
A partir de 2006, iniciou a sua atividade como gestor e consultor de empresas privadas e começou a viajar com regularidade para o outro lado do Atlântico. A frequência acentuou-se a partir de 2009, ano em que se dedicou exclusivamente à gestão e consultoria na Kapaconsult, Finertec e na Alert, a multinacional portuguesa de software clínico.
 
O grupo Finertec é uma empresa com interesses nas áreas das energias, tecnologia, construção, imobiliário e turismo, sobretudo em África. Já a Alert, graças a Relvas, conquistou mercado no Brasil. O primeiro contrato foi celebrado em 2007 com a secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais e, daí para cá, a empresa está presente em dezenas de hospitais, institutos, clínicas e unidades de saúde, sobretudo em Minas, mas também em São Paulo, Rio e noutros estados.
 
Com a entrada para o Governo, Relvas cessou estas atividades. "Fiz sempre questão de receber todos os meus honorários em Portugal, recusando utilizar a faculdade que a lei me concedia de pagar os meus impostos fora do País", esclarece. Em 2010, apresentou um rendimento global de quase 230 mil euros.
 
 
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Ai Portugal.Portugal.
Resistente (seguir utilizador), 2 pontos , 22:53 | Domingo, 25 de setembro de 2011
Os amigos no Brasil atravessam vários quadrantes e atividades. E carregam alguns fardos também. César Maia (ex-prefeito do Rio) e Rodrigo Maia (atual deputado) - pai e filho, ambos do partido Democratas - dão Relvas como exemplo. "Tem sido uma referência para todos nós", diz César. "Estivemos com ele no dia da eleição em Portugal", recorda Rodrigo. No DEM, sigla pelo qual esta força política de direita é conhecida no Brasil, vários deputados foram apanhados em casos de corrupção. Em 2007, segundo O Globo, o partido herdeiro da ARENA, base da ditadura militar, ocupava o primeiro lugar no número de políticos que perderam o mandato por denúncias de corrupção (69). No ranking dos Estados com maior número de políticos "cassados", na expressão brasileira, Minas Gerais liderava.
 
Jorge Borhausen, antigo dirigente da ARENA, e Paulo Bornhausen, deputado, abandonaram o DEM. Conheceram o Relvas nos anos 90 no Brasil e permanece uma "profunda amizade", atesta Paulo. "É um profissional muito competente. Tem amigos no mundo da economia, da política e em muitas outras áreas". Jorge festejou com Relvas e Passos Coelho após a tomada de posse em Lisboa. Paulo ajudou a fundar o novo PSD brasileiro, que há dias entregou no tribunal o processo para a legalização. O partido começou torto: nos primeiros documentos, apareceram milhares de assinaturas falsificadas e mortos. Agora, Gilberto Kassab, prefeito de São Paulo, presidente do PSD e próximo de José Serra, candidato derrotado por Dilma.
 
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Ai Portugal.Portugal...fim
Resistente (seguir utilizador), 2 pontos , 22:55 | Domingo, 25 de setembro de 2011
nas presidenciais, tenta pôr ordem na casa. Amigo de Relvas, polémico, tem explicar à justiça, por estes dias, o aumento do seu próprio salário em 51 por cento.

Nota: Com a devida venis da Revista Visão
 
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LOLADA!!!!!!
fimdalinha (seguir utilizador), 1 ponto , 20:24 | Domingo, 25 de setembro de 2011
Call in the clowns...
 
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Será dificil perceber ????
certo iactu (seguir utilizador), 1 ponto , 20:26 | Domingo, 25 de setembro de 2011
Será, senhor Relvas ? Será dificil perceber que os povos já não são completamente analfabetos e ainda menos parvos ? O senhor ainda não percebeu que os povos se levantam por todo o lado, inclusive nos EUA, a pedir, a exigir outras politicas, mas sobretudo outros politicos ??? Politicos que não façam politiquice à descarada, nem às escondidas ? O senhor ainda não percebeu que vocês não se estão a afastar do que estava antes ? E que as pessoas estão fartas do que estava antes ? E cada vez ficarão mais fartas de vocês que estão a ser iguaizinhos aos que estavam antes ??? O senhor, os senhores, ou mudam nestes jogos politiqueiros e fazem o que tem de ser feito MESMO ou serão corridos !!! Pensem nisso !
 
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    Re: Será dificil perceber ????    Ver comentário
fimdalinha (seguir utilizador), 1 ponto , 21:59 | Domingo, 25 de setembro de 2011
VAI-SE SABER NA VÉSPERA (OU QUASE) DAS ELEIÇÕES!
APNS (seguir utilizador), 1 ponto , 22:16 | Domingo, 25 de setembro de 2011
É esta a tão apregoada transparência do PSD/CDS.
Também o que é curioso é que a generalidade dos negócios/decisões deste governo estão associadas a PSD's
Exemplos disso são o BPN, com Angola e Brasil, estudos para as privatizações, etc,etc, etc.
 
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