26/05/2012 atualizado às 1:56

Madeira recruta desempregados para reconstrução da ilha

O Governo Regional da Madeira vai colocar desempregados a trabalhar nas autarquias e em instituições sociais das zonas mais destruídas pela catástrofe. Clique para visitar o dossiê Catástrofe na Madeira

16:17 Terça feira, 2 de março de 2010
O Instituto de Emprego da Madeira vai recolher as candidaturas necessárias para a colocação dos trabalhadores
O Instituto de Emprego da Madeira vai recolher as candidaturas necessárias para a colocação dos trabalhadores
Lusa/Homem de Gouveia
O Governo Regional da Madeira vai recrutar desempregados para trabalhar nas câmaras e instituições sociais na reconstrução das zonas mais afetadas pela intempérie, anunciou hoje a Secretaria Regional dos Recursos Humanos.
Clique para aceder ao índice do DOSSIÊ CATÁSTROFE NA MADEIRA

Em comunicado, aquela entidade refere que vai desencadear "uma ação de colocação de desempregados que estejam a auferir de subsídio de desemprego no sentido de que os mesmos, no âmbito da sua profissão e qualificações, contribuam para que os serviços da administração regional e autárquica, bem como as instituições privadas sem fins lucrativos, possam dispor de um reforço de meios humanos nos próximos meses".

"Assim, o Instituto de Emprego da Madeira vai disponibilizar aos serviços públicos, às autarquias das zonas afetadas e às instituições sociais e comunitárias envolvidas no apoio às populações atingidas a colocação de desempregados através do Programa Operacional de Trabalhadores Subsidiados, ao qual é dada toda a prioridade", refere.

Programa sem custos para instituições



O governo regional refere que "este programa não tem custos para as instituições", já que "os desempregados continuarão a receber a respetiva prestação social, acrescida de um subsídio complementar equivalente a 25% da remuneração mínima, do subsídio de transporte, do subsídio de alimentação e de um seguro de acidentes pessoais".

Até ao final da semana o Instituto de Emprego vai recolher as candidaturas necessárias para a colocação dos trabalhadores, que, segundo os cálculos do governo regional, deve acontecer até 15 de março.
Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

Nota da Direcção do Expresso

O Expresso apoia e vai adoptar o novo Acordo Ortográfico. Do nosso ponto de vista, as novas normas não afectam - antes contribuem - para a clarificação da língua portuguesa.

Por outro lado, não consideramos a ideia de que a ortografia afecta a fonética, mas sim o contrário. O facto de a partir de 1911 a palavra phleugma se passar a escrever fleugma e, já depois, fleuma não trouxe alterações ao modo como é pronunciada. Assim como pharmacia ou philosophia.

O facto de a agência Lusa adoptar, a partir de amanhã, o Acordo, enquanto o Expresso, por razões técnicas (correctores e programas informáticos de edição) ainda não o fez, leva a que neste sítio na Internet coexistam as ortografias pré-acordo e pós-acordo.

Pedimos, pois, a compreensão dos nossos leitores.

Lusa
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Kinikós (seguir utilizador), 2 pontos , 11:00 | Quarta feira, 3 de março de 2010
Só é pena que aqui, no Continente, não se faça o mesmo.
A começar pelos utentes do Rendimento de Inserção Social.
 
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celios (seguir utilizador), 1 ponto , 15:44 | Quarta feira, 3 de março de 2010
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Kinikós (seguir utilizador), 2 pontos , 21:13 | Quarta feira, 3 de março de 2010
DIFERENTE
Musoko (seguir utilizador), 2 pontos , 15:22 | Quarta feira, 3 de março de 2010
Eu já vos tinha dito que a Madeira é diferente, vocês não quiseram acreditar!
 
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Bem visto..
Fernando Torres (seguir utilizador), 1 ponto , 18:35 | Terça feira, 2 de março de 2010
É que nem tem ponta por onde eu possa discordar..está muito bem visto..
Receber subsidios por inactividade não dignifica quem os recebe..creio que a maioria dos que os recebem tampouco se sentirão bem..eu não me sentiria..em receber para estar "paradinho"..
A ocupação evita os vicios que a ociosidade poderá criar..e ainda recebem mais umas "ajudas de custo acessorias"..
O meu aplauso prá iniciativa..
Recebe subsidio?..está válido ?..trabalhe em prol da comunidade sempre que seja convocado para tal..
Olhem..gosto da ideia..que se a aplique em todo o território Nacional que o que não falta é que fazer a nivel florestal..fluvial..ribeiras..etc..etc..etc..
Ah..ia-me esquecendo..e aos "calões profissionais" que não respondam á chamada..que digam "tchauzinho" ao subsidio pois não há pão pra malucos..

 
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cafre (seguir utilizador), 1 ponto , 23:10 | Terça feira, 2 de março de 2010
Interessante
MariaComenta (seguir utilizador), 1 ponto , 19:17 | Terça feira, 2 de março de 2010
Não sabia que este tipo de situação profissional era sequer legal em Portugal. Mas ainda bem que o é e de facto seria muitíssimo bom se fosse possível estender a ideia a todo o país nas mais diversas áreas.

Para além de auto-estima, os indivíduos ganhariam experiência profissional. O que certamente ajuda a conseguir um novo emprego.
 
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cafre (seguir utilizador), 1 ponto , 23:11 | Terça feira, 2 de março de 2010
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jvpaiva (seguir utilizador), 1 ponto , 12:41 | Quarta feira, 3 de março de 2010
Os
cafre (seguir utilizador), 1 ponto , 23:08 | Terça feira, 2 de março de 2010
Os meus sinceros parabéns ao Dr. Alberto João Jardim quanto aos desempregados na Madeira.
Sr. Dr:
Não quer pegar também nos desempregados do Continente?
É que pelos vistos não há cá ninguém capaz de assumir o comando nessa matéria...
Mais uma vez, os meus sinceros parabéns.
 
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Os cafres da Pérola Ajardinada
Bruder (seguir utilizador), 1 ponto , 0:41 | Quarta feira, 3 de março de 2010
O Sr. Alberto Cardoso é original, e..populista. Mas aqui há, entre os louvores quase unânimes dos CDS´s e outras extensões,um pequeno pormenor. Trabalho igual, salário igual .A tal igualdade constitucional. A Autonomia das originalidades, agora capotada, não vai actuar como o Estado do Reich, pois não ?Se o Governo Regional " recruta" entre os desempregados, para um emprego, então já não são mais desempregados,pois não ?Logo serão sujeitos às leis laborais em vigor na Republica do Continente. Pode o Sr. Cardoso Jardim ir à Cancela e esvaziar a prisão. Propor aos reclusos já condenados um programa de reinserção. E, mesmo assim, serão sempre voluntários. Agora, chantajar cidadãos livres que recebem um subsidio segundo as leis em vigor, e obrigá-los a prestar um serviço à comunidade nos moldes laborais comuns, sem serem reconhecidos trabalhadores de pleno direito, só mesmo uma cabecinha formada em Cuba poderia imaginar. SE a moda pega, já não faltará muito para que os Ramos cá do sítio comecem a entregar listas para recrutar trabalhadores, pagando-lhes o equivalente ao subsidio de qualquer coisa, mas exigindo as obrigações de um patrão a tempo inteiro. Decididamente este individuo que se agarrou ao Poder como lapa na maré baixa, não tem limites. Nem na liberdade de imprensa, nem na distribuição de dinheiros públicos, e agora vai direito ao cidadão, e refunda a Constituição Portuguesa. Deixe-lhe recordar que cada trabalhador tem um salário. Com tudo o que isso implica.
 
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MariaComenta (seguir utilizador), 2 pontos , 8:16 | Quarta feira, 3 de março de 2010
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phduarte (seguir utilizador), 1 ponto , 12:19 | Quarta feira, 3 de março de 2010
Zela pelos interesses da sua Terra
Tiroli (seguir utilizador), 1 ponto , 4:41 | Quarta feira, 3 de março de 2010
A J Jardim pode ter e tem os seus exageros e defeitos. Mas que ele defende os interesses da Madeira não tenhamos duvida alguma. No "contenente" não há jardim que tenha este tipo de flor anti-parasitaria.
 
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Chantagear ???!!!
Fernando Torres (seguir utilizador), 1 ponto , 9:12 | Quarta feira, 3 de março de 2010
Por acaso quem aflorou a hipotese de "obrigatoriedade" fui eu..e mantenho-a..
Esta iniciativa do Governo Regional da Madeira merece o meu aplauso pois já há anos que defendo que aos subsidiados (não necessariamente e apenas os de desemprego) lhes deveria ser propostas como compensação pelo que recebem..
Bem perto de onde trabalho existem muitos bons "lombos" pra trabalharem..não o fazem porque segundo a sua (deles) gabarolice o que recebem de subsidios (vários) dá-lhes mais que o suficiente para andarem de "costa ao alto"..é-lhes "dado" de tudo..casa..subsídio por isto..outro por aquilo..é uma verdadeira afronta verificar que parte do nosso dinheiro (a mim custa-me muito a ganha-lo) é utilizado para sustentar "calanzice"..
Voltando ao assunto da noticia..não tenho duvidas algumas de que muitos dos que integrarem este programa na Madeira certamente verão premiadas a sua competência..humildade e empenho no trabalho ora temporário com um emprego mais sólido..está-lhes a ser dada uma janela de oportunidade para um futuro melhor que o seu actual presente..
 
 
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Bem visto
nao tento (seguir utilizador), 1 ponto , 10:36 | Quarta feira, 3 de março de 2010
Acho uma optima ideia, infelizmente no continente continuamos a pagar ás pessoas para nada fazerem. Por motivo o governo não coloca as pessoas que recebem subsidios do estado a colaborar em tarefas da sua area, e prestando assim apoio a quem precisa e que por vezes o proprio estado não consegue apoiar? Se calhar alguem viria dizer que seria uma exploração.
 
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à Maria da Banda-Além
Bruder (seguir utilizador), 1 ponto , 18:45 | Quarta feira, 3 de março de 2010
Maria, tudo isso na teoria e até no que se chama " os bons costumes" é compreensível, e mesmo aceitável. Mas aqui os Srs. absolutos do Regime Madeirense ( e sei do que falo, como cidadão a partidário) fazem as contas . e pedem , nem mais nem menos que, um bilião de euros para a reconstrução. Esse dinheiro deve ir para os trabalhadores, enquadrados por empresas, sejam elas em forma de " sociedades" com capital da Autonomia,ou não. Em consequência, todos e qualquer um que preste um serviço deve ser enquadrado como trabalhador,ou voluntário, segundo a sua especialidade e labor. PONTO. Desconheço onde vive, mas posso testemunhar - testemunhar, repare bem.- que os muitos milhões de euros entrados nesta Ilha nem sempre foram para beneficio da comunidade. e foram germinar novos -ricos escandalosamente emproados, os mesmos que agora esperam que os desempregados, com aqueles ajudinhas de custo e um prato de milho com cabeça de espada, venham, uma vez mais, servir para enriquecer as empresas de sempre do regime jardinista. Não confundamos as coisas, e respeitemos tudo o que há que respeitar, inclusive todos aqueles que recebem de subsidio 187, 25 para subsistirem um mês. Eis o " estado social" de tantos sofredores com a " preguiça" dos subsidiados. Que se lhe dêem a dignidade de trabalhadores de corpo inteiro, e de plena cidadania.
 
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    Re: à Maria da Banda-Além    Ver comentário
MariaComenta (seguir utilizador), 1 ponto , 8:03 | Quinta feira, 4 de março de 2010
à Maria da Banda Além-2
Bruder (seguir utilizador), 1 ponto , 13:05 | Quinta feira, 4 de março de 2010
Dona Maria que comenta, não vou tentar dar vista a um cego. Os milagres são raros. Nem me anima nada contra, ou a favor, do cidadão Alberto João Cardoso Gonçalves Jardim. E olhe que tenho razões pessoas de o conhecer, e bem. Posto isto, e vale o que vale a afirmação, vamos ao politico. A Madeira é dele. É a sua " coisa", a sua razão de existir. Cada madeirense é um voto. Ele o sabe, e procede em consequência .Seja analfabeto, culto e instruído, ou simplesmente um vilão das festas da Lagoa com um copinho de vinho carrascão a assar uma espetada. Manipula o Poder, as pessoas, intriga, ouve ou deixa de ouvir segundo o seu pleno prazer. Faz e desfaz. Está li ricamente acima de tudo e todos. Da Assembleia Regional, do Presidente da Republica , do Governo Português, e até na intimidade familiar. Ai de quem ouse acrescentar à suas " sentenças" lapidares, algo que lhe possa no momento desagradar. Isto tem efeitos positivos ? Deve ter. É atitude própria de alguém que aproveitou a Democracia e o Estado de Direito para ser eleito, truncando posteriormente as regras, utilizando o poder adquirido para renovar, estrangulando qualquer alternativa , ou participação na governação da comunidade madeirense, segundo a sua peculiar interpretação da politica caseira. Mas isto é mais que sabido, náusea e massivamente comentado. Agora a resposta . em forma de frete que lhe faço à suas perguntas.
 
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à Maria da Banda Além-3
Bruder (seguir utilizador), 1 ponto , 13:22 | Quinta feira, 4 de março de 2010
A segunda; colocando assim a pergunta , parece que os desgraçados que já são pobres, e vivem abaixo do chamado “ limiar da pobreza” com os tais 187 euros,dispõe dum posto de trabalho ,e, por prazer,andam no calhau às lapas. e a bronzear a pevide, para viverem à custa do Orçamento do Estado. Falta de sensibilidade social. Essa pergunta é tão grosseira, que me limitarei a rogar-lhe que consulte o numero de famílias na Madeira que beneficiam dessa ajuda básica para simplesmente sobreviverem , e o numero de emigrantes que deixaram,e deixam esse “ paraíso” para poderem sobreviver dignamente, ajudando com o envio de divisas os familiares que ficam para trás. Quanto à gratuitidade escolar, o principio é de âmbito nacional-Quanto à qualidade e aproveitamento, vá às estatísticas, que são publicas , e notará o baixo rendimento escolar dos ilhéus. Na escola também se servem refeições. Talvez seja por ai que deve começar, para compreender a permanência escolar. Quanto ao seu último paragrafo, tem toda a razão. Existem sim no Continente regiões mais pobres, mas têm vergonha na cara. Os responsáveis políticos não reivindicam regalias de excepção, nem têm ao seu serviço uma personagem de insulto barato, que entre ameaças de independentes e outras tretas, agride a Republica e seus símbolos , impunemente, e lambe-lhe as botas com o choramingar oportuno, para estorquir-lhe milhões nas horas da agonia passageira a essa mesma República que enxovalha. Comédias.
 
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à Maria da Banda Além-4
Bruder (seguir utilizador), 1 ponto , 13:39 | Quinta feira, 4 de março de 2010
A primeira é básica, e enlameada , e valho-me de um exemplo, este também, " democrático ".José Eduardo dos Santos, o " Alberto" de Angola, versão mestiço, este também se crê eterno e imprescindível. Até os símbolos do Partido que preside, confundem-se pelos símbolos da bandeira nacional. Na Madeira se arrebanhou sobre um estandarte da Autonomia, com bandeira própria, hino incluído .Nas últimas eleições angolanas, com a presença de observadores internacionais que validaram o escrutínio, ganhou por 98% dos votos .Por analogia, as personagens, nos métodos e procedimentos, se aproximam. Em Cuba o regime afirma que 99% da população reconforta o Governo dos Castros. Lá quem não o faz, é “ gusano”.Na Madeira, cretino, cubano, inimigo , e outros mimos Para quê esfolar a ponta dos dedos a descrever o que é amplamente publicitado ?E já agora; se a Maria é madeirense e vive na Madeira, diga-me se o medo, o receio de criticar a personagem, não está patente quando falamos em esplanadas e mesmo entre reuniões de amigos, sobretudo se entre eles há funcionários da Autonomia ?E a personagem aqui, é extensível a tudo o que envolve a administração regional. Pessoas , e bens Cair, como funcionário regional na desgraça do regime, é sinónimo de exclusão social, de desemprego, e ostracismo politico.
 
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