30 de Julho de 2014
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24 de julho de 2014

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Se ainda fosse presidente do Banco Espírito Santo será que Ricardo Salgado teria sido detido pelo Ministério Público, como efetivamente foi na passada quinta-feira de manhã? Casos passados (Vale e Azevedo, por exemplo) permitem fazer a pergunta e colocar a dúvida.

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Adeus,PT

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A Portugal Telecom, por extenso para se perceber bem do que estamos a falar, tinha um sonho: um dia seria uma grande operadora de telecomunicações, disputando aos gigantes do mundo o mercado dos países de língua portuguesa. 

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Mudem-lhe o nome

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1 Apertem os cintos. Agarrem-se bem. O ciclone Espírito Santo chegou. Sim, chegou aos bolsos de muitos que confiaram o dinheiro que tinham à família. Até agora, para muita gente, o problema do Grupo Espírito Santo era um problema longínquo, quase tão improvável como a goleada da Alemanha ao Brasil. Agora está próximo, demasiado próximo. E, sim, agora começam os verdadeiros problemas.

 

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Um filme de terror

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Novos poderes vão querer ocupar o espaço deixado vazio pelo Grupo Espírito Santo para que tudo continue na mesma. É uma questão de tempo. 

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A coragem de dizer "não"!

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O "não" de Passos Coelho a um pedido desesperado de Ricardo Salgado é um acontecimento que vale a pena registar, pelo pedido em si e pela decisão do primeiro-ministro. No primeiro caso, por aquilo que revela das práticas usuais de um passado de cumplicidades e promiscuidades entre o poder político e o poder económico e financeiro. No segundo caso, pela coragem invulgar do chefe do Governo, em contraste com aquilo que aconteceu em governos anteriores.

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História de encantar

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O nosso mágico contabilista fez muito melhor: a dívida está lá, mas nunca mais nínguém a encontra. Anda toda a gente à procura e nada. Desapareceu, pura e simplesmente.

 

 

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O capitalismo de compadrio

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O que se passou no BES Angola é de arrepiar os cabelos. Aquilo não era um banco, era um BPN em versão tropical.

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Portugal é ingovernável!

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Agora que, usando o relógio de Paulo Portas, restaurámos a independência da pátria, como é que ela fica? Mais ou menos como sempre, ou seja, na balbúrdia.

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O problema do PS

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O verdadeiro problema do PS é não ter percebido que os portugueses deixaram de acreditar na política baseada na mentira e na disputa do poder a todo o custo.

 

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Edição Diária 17.Abr.2014

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