26/05/2012 atualizado às 1:56
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Líderes europeus acordam Pacto de Competitividade

Os líderes europeus já chegaram a um "acordo de princípio" sobre um Pacto para a Competitividade.

 

19:15 Sexta feira, 11 de março de 2011

Os chefes de estado e de Governo da União Europeia chegaram hoje, em Bruxelas, a um "acordo de princípio" sobre o "pacto para o euro" para melhorar a competitividade e a convergência das políticas económicas e assim evitar novas crises da dívida no futuro. 
 
"Nós chegámos a acordo de princípio sobre o pacto para o euro", anunciou
o presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy através do Twitter numa altura em que os líderes da zona euro continuavam reunidos na capital belga.
 
Trata-se de um compromisso que deverá ser confirmado a 24 e 25 de março quando os chefes de Estado e de Governo da UE se reunirem em Bruxelas para aprovar o pacote global de governação económica que inclui medidas contra futuras crises orçamentais dos Estados-membros. 
 
O pacto para o euro prevê que sejam tomadas ações, "numa base voluntária", pelos países da zona euro (17 Estados-membros), mas também os países da União Europeia (27) que não utilizam a moeda única. 

Definição de objetivos anuais 


Segundo o acordo, os chefes de Estado e de Governo dos países que participam no pacto irão definir objetivos anuais a serem cumpridas no prazo de 12 meses e depois avaliar o resultado com base em um relatório da Comissão Europeia. 
 
Mas "a escolha das ações políticas específicas necessárias (...) continua a ser da responsabilidade de cada país", prevê o documento. 
 
O pacto salienta que os países devem "assegurar" que "a evolução dos salários no setor público deve apoiar os esforços de competitividade do sector privado", o que significa que se deve assegurar a moderação salarial.
 
As reformas dos mercados do trabalho devem ser realizadas de forma a
tornar o emprego mais atrativo e para fazer corresponder melhor a oferta com a procura. 

As reformas fiscais são, por seu lado, "encorajadas", nomeadamente uma
"redução na carga fiscal sobre o trabalho."  
 
O documento prevê que os países devem garantir "a sustentabilidade dos sistemas de pensões, cuidados de saúde e benefícios sociais".  

Mecanismos de travagem da dívida 


As reformas nesta área "poderiam incluir" um alinhamento "com a situação
demográfica nacional, por exemplo, o alinhamento da idade da reforma com a esperança de vida".  
 
Os países são convidados a adotar mecanismos de "travagem da dívida",
para os forçar a tomar medidas para a reduzir quando um determinado limiar importante for alcançado, podendo os Estados-membros escolher os meios para alcançar esse objetivo. O pacto também incentiva uma aproximação das políticas nacionais na área fiscal. 
 
"O desenvolvimento de uma base fiscal comum para o imposto sobre as
sociedades pode ser um caminho para garantir a coerência dos sistemas fiscais nacionais, respeitando as políticas fiscais nacionais", defende o pacto.

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Competitividade, precisa-se.
CondestavelXXI (seguir utilizador), 2 pontos , 11:45 | Sábado, 12 de março de 2011
A falta de emprego radica na falta de competitividade, esta na falta de produtividade e esta, por fim, de massa salarial demasiado elevada em relação ao valor que se acrescenta àquilo que se faz.
É verdade que Portugal tem demasiados salários e pensões baixos mas ao mesmo tempo tem demasiados salários e pensões altos além de um estado demasiado pesado para a economia e, paradoxalmente, uma economia demasiado dependente do estado.
A anedota do trabalhador rodeado de doutores e engenheiros incompetentes cada um na sua especialidade só pode acontecer por haver demasiados empregados e poucos empresários muitos deles também incompetentes e dependentes de subsídios.
 
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As entrelinhas
MNPT (seguir utilizador), 1 ponto , 10:55 | Sábado, 12 de março de 2011
Gostava que me mostrassem para que serve aumentar a idade da reforma se procuram aumentar o nº de desempregados com as leis de despedimentos, será que alguem acredita que após os despedimentos gente depois dos 35 anos terá facilidade em arranjar de novo emprego ? no mundo real e na mentalidade reinante em Portugal isso não existe, basta ver os anuncios para perceber que apos os 35 anos o mercado de trabalho deixa de existir, por isso nestas leis só posso concluir que tudo isto é feito de propósito, se calhar á gente a mais e interessa que alguns morram.
 
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Gostaria de ver isto em Portugal
D. Sebastião I (seguir utilizador), 1 ponto , 8:27 | Domingo, 13 de março de 2011
"O desenvolvimento de uma base fiscal comum para o imposto sobre as
sociedades pode ser um caminho para garantir a coerência dos sistemas fiscais nacionais, respeitando as políticas fiscais nacionais"
 
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Re: Líderes europeus acordam Pacto de Competitivid
movimento renovação (seguir utilizador), 1 ponto , 16:44 | Domingo, 13 de março de 2011
Muito bem| Presisamos de cidadãos que colaborem com ideias, sejam activos e que ajudem este movimento a crescer para se tornar uma alternativa credível para o país.

Exortamos toda a sociedade civil a juntarem-se a nós, porque está provado que a solução passa pela sociedade civil

Será que existe em Portugal uma sociedade com capacidades de enfrentar este desafio?
ou está tudo á espera que os actuais dirigentes partidários resolvam a situação em que nos meteram?
Talvez se tenha chegado a este estado, precisamente, pela falta de participação activa da sociedade na vida partidária. É que esta participação partidária acabava por funcionar como uma oposição dentro das proprias estruturas, não permitindo que se tivesse chegado a este estado. Mas a população preferiu assobiar para o lado, que alguem faça, que alguem se preocupe, que alguem proteste, que alguem vote, que eu não tenho tempo.

Pois chegamos aquele ponto em que temos que dizer basta, já chega.
está na hora de a população se inteirar e ajudar a resolver os problemas que nos afectam a todos.
Está na hora de participar activamente na vida politica portuguesa,
Não basta protestar, é preciso acção.

Ajuda a mudar este pais,
• Apoia esta causa:
• clique em www.peticaopublica.com/?pi=P2011N6781

• www.movimentorenovacao.blogs.sapo.pt

O que mais me preocupa não é o grito dos violentos, dos corr.uptos, dos desonestos ou dos sem ética. O que mais me preocupa é o silêncio dos bons".
Martin Luther King

 
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