25 de abril de 2014 às 2:49
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Líbia: Catherine Ashton nega falta de coordenação da UE

Chefe da diplomacia europeia assegura que "não existe um problema de coordenação, mas sim divergências" entre os 27 Estados-membros da UE sobre as operações militares. Clique para visitar o dossiê Revoltas no Magrebe e no Médio Oriente
Catherine Ashton frisa que «os Estados são soberanos na hora de tomar decisões em matéria de defesa» Elisa Day/AP Catherine Ashton frisa que «os Estados são soberanos na hora de tomar decisões em matéria de defesa»

A chefe da diplomacia europeia, Catherine Ashton, negou hoje que exista "falta de coordenação" entre os 27 Estados-membros da União Europeia (UE) sobre as operações militares na Líbia.

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"Não existe um problema de coordenação, mas sim divergências", afirmou a Alta Representante da UE para a Política Externa e Segurança, diante da comissão de Negócios Estrangeiros do Parlamento Europeu, acrescentando que "os Estados são soberanos na hora de tomar decisões em matéria de defesa".

Na mesma ocasião, Ashton defendeu a unidade europeia, negando ainda que a intervenção internacional na Líbia contra as tropas de Muammar Kadhafi represente "uma dupla ação" dos 27.

O conselho de ministros dos Negócios Estrangeiros europeus, realizado na segunda-feira em Bruxelas, tornou evidente as diferenças entre a maioria dos Estados-membros que apoiam a intervenção militar internacional e países como a Alemanha e a Itália, que manifestaram sérias dúvidas sobre as operações no território líbio.

A intervenção militar internacional foi autorizada pela resolução 1973 das Nações Unidas, aprovada pelo Conselho de Segurança da ONU no passado dia 17 de março.

 

 

Comentários 1 Comentar
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Mais uma que não faz nenhum...
A UE, de certa maneira nunca passou de um mito, pois nunca conseguiu ter uma política externa comum, sobre o que quer que seja.
Para tentar iludir a situação, as altas instâncias Europeias, criaram o cargo de "chefe da diplomacia Europeia", que como se vê, só serve para constatar as divergências!
É como cá, onde temos uma autoridade da concorrência, para controlar o monopólio dos combustíveis! (Só há em Portugal um fabricante e fornecedor dos combustíveis refinados - a Galp!)
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