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Líbia: Catherine Ashton nega falta de coordenação da UE

Chefe da diplomacia europeia assegura que "não existe um problema de coordenação, mas sim divergências" entre os 27 Estados-membros da UE sobre as operações militares. Clique para visitar o dossiê Revoltas no Magrebe e no Médio Oriente
Catherine Ashton frisa que «os Estados são soberanos na hora de tomar decisões em matéria de defesa»
Catherine Ashton frisa que «os Estados são soberanos na hora de tomar decisões em matéria de defesa» / Elisa Day/AP

A chefe da diplomacia europeia, Catherine Ashton, negou hoje que exista "falta de coordenação" entre os 27 Estados-membros da União Europeia (UE) sobre as operações militares na Líbia.

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"Não existe um problema de coordenação, mas sim divergências", afirmou a Alta Representante da UE para a Política Externa e Segurança, diante da comissão de Negócios Estrangeiros do Parlamento Europeu, acrescentando que "os Estados são soberanos na hora de tomar decisões em matéria de defesa".

Na mesma ocasião, Ashton defendeu a unidade europeia, negando ainda que a intervenção internacional na Líbia contra as tropas de Muammar Kadhafi represente "uma dupla ação" dos 27.

O conselho de ministros dos Negócios Estrangeiros europeus, realizado na segunda-feira em Bruxelas, tornou evidente as diferenças entre a maioria dos Estados-membros que apoiam a intervenção militar internacional e países como a Alemanha e a Itália, que manifestaram sérias dúvidas sobre as operações no território líbio.

A intervenção militar internacional foi autorizada pela resolução 1973 das Nações Unidas, aprovada pelo Conselho de Segurança da ONU no passado dia 17 de março.

 

 


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Mais uma que não faz nenhum...
A UE, de certa maneira nunca passou de um mito, pois nunca conseguiu ter uma política externa comum, sobre o que quer que seja.
Para tentar iludir a situação, as altas instâncias Europeias, criaram o cargo de "chefe da diplomacia Europeia", que como se vê, só serve para constatar as divergências!
É como cá, onde temos uma autoridade da concorrência, para controlar o monopólio dos combustíveis! (Só há em Portugal um fabricante e fornecedor dos combustíveis refinados - a Galp!)
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Edição Diária 17.Abr.2014

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