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Legislativas 2015

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Passos diz que défice abaixo dos 3% “já não é uma promessa, é uma questão de honra”

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Luis Barra

Em plena campanha para a sua reeleição, o primeiro-ministro Passos Coelho diz que vai cumprir o programa de estabilidade e pediu condições de estabilidade para governar.

O líder do PSD e atual primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, afirmou que caso seja reeleito colocar o défice abaixo dos 3% “já não é uma promessa, é uma questão de honra”.

Em entrevista transmitida esta segunda-feira à noite pela SIC Notícias, Passos Coelho disse que irá cumprir o programa de estabilidade e pediu condições de estabilidade para governar.

Num apelo a que os eleitores concedam uma maioria absoluta à coligação Portugal à Frente, dizendo que, caso contrário, correm o risco de terem escolhido uma coligação para governar e sair-lhes uma “coligação negativa” formada pela união dos partidos de esquerda.

Em relação ao programa de António Costa, considerou-o “demasiado arriscado”, considerando que daria lugar em Portugal a “um cenário de instabilidade política e de incumprimento de regras com o déficie a disparar.

Em relação à Segurança Social, afirmou que não irão descer as pensões em pagamento, mas antes "diversificar as fontes de financiamento".

Quanto ao Novo Banco, disse que "serão os bancos a pagar a factura e não os contribuintes", considerando que o dinheiro foi colocado pelo Estado na instituição a nível de “um empréstimo” e que caso seja necessária uma nova capitalização ela já será feita pelo novo dono da instituição.