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Legislativas 2015

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“Quem acreditar no primeiro e no vice-primeiro-ministro não está bom da cabeça”

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Marinho e Pinto foi muito duro nas críticas ao Governo durante a ação de campanha deste sábado, em Guimarães

À saída do mercado municipal de Guimarães, Marinho e Pinto acusou de “eleitoralismo primário vindo de pessoas que não têm credibilidade nenhuma, em quem não se pode acreditar”, o facto do governo ter anunciado que irá devolver a sobretaxa do irs.

Depois de ter começado o dia em Famalicão, a caravana do Partido Democrático Republicano passeou por Guimarães, distribuiu panfletos nas ruas, dentro das lojas e teve de corrigir várias vezes o nome do líder, a quem uns chamaram de Marinho Peres, outros de Marinho e Pinho, ou ainda de Martinho.

Bem disposto, Marinho e Pinto mostrou-se particularmente atento às senhoras, a quem dirigia frases do género “olhe-me esse sorriso maroto”, e aos casais com filhos pequenos, a quem dava os parabéns e desejava boa sorte.

O semblante do advogado só endurece quando lhe voltam a falar de política, sobretudo da coligação. “Quem votar nessa gente, não esta bom da cabeça”, sentenciou mais do que uma vez.

Questionado sobre os números de execução orçamental, o presidente do Partido Democrático Republicano comentou de pronto: “Se impuseram todos estes sacrifícios aos portugueses para diminuir o défice, para reduzir a divida, e ele está a disparar para 7%, meu deus do céu!”.

E para quem diz que não liga às sondagens, não perdeu a oportunidade de voltar ao tema, acusando mais uma vez uma vez as empresas de sondagens. “Foram com certeza alunos do Paulo Portas na Universidade Moderna quando ele dirigia o centro de sondagens da universidade, que foi encerrada porque era um centro de criminalidade. Portanto são sondagens à Paulo Portas.”

Antes de voltar ao carro para ir almoçar a Taipas, a caminho de Braga onde hoje à noite tem um jantar comício, ainda teve tempo para acusar o governo de fazer “terrorismo fiscal” sobre as empresas, por “não aceitar” o pagamento em prestações das dívidas fiscais.

“Isto é um governo de gente absolutamente tresloucada que não tem sentido do que é o interesse nacional”, concluiu o eurodeputado.